terça-feira, 20 de agosto de 2013

Rio Rural recebe R$ 200 milhões de convênio do Estado com o Banco Mundial. Cerca de R$ 120 milhões serão aplicados nas regiões Noroeste e Serrana

O Governo do Estado assinou, nesta segunda-feira (19/08), um convênio de R$ 200 milhões com o Banco Mundial para financiar projetos do Rio Rural. Do valor, R$ 140 milhões serão investidos em atividades produtivas com adequação ambiental e o restante em melhorias na infraestrutura rural. Cerca de 78 mil famílias de 72 municípios serão beneficiadas.

O contrato de financiamento foi assinado pelo governador Sérgio Cabral, pelo secretário de Agricultura, Christino Áureo, e pelo coordenador-geral de Operações do Banco Mundial no Brasil, Bóris Utria.

O maior montante do empréstimo será aplicado com o objetivo de melhorar a qualidade dos produtos agropecuários e a vida dos produtores em comunidades rurais de todo o estado. Com os recursos, os produtores farão um importante salto tecnológico que ajudará o Rio de Janeiro a se tornar uma referência do cultivo no Brasil e no exterior.

- Os 70% do valor do convênio serão aplicados diretamente nas propriedades, melhorando os sistemas produtivos que preservem o meio ambiente, como orgânicos, eco-amigáveis, práticas sustentáveis de todo tipo e ações ambientais como replantio de mata e preservação de nascentes - afirmou Christino Áureo.

Os R$ 60 milhões restantes serão investidos em melhorias na infraestrutura rural. Do montante, R$ 28 milhões serão para obras de saneamento, individuais e coletivas de água e esgotos em pequenas propriedades e comunidades rurais. Para a construção e melhorias de estradas e pontes serão destinados R$ 20 milhões, além de R$ 12 milhões em telefonia celular rural, com inclusão digital.

- A infraestrutura tem um significado muito grande e, por isso, vamos aplicar na continuidade do programa Estradas da Produção e vamos fazer saneamento rural, dar condição a uma família parar de jogar os seus dejetos na água - explicou o secretário.

De acordo com a Secretaria de Agricultura, cerca de 60% dos recursos irão para as regiões Noroeste e Serrana Fluminense, onde se encontra a maior concentração de agricultores familiares em áreas vulneráveis a desastres naturais. Outros 20% irão para a Região Norte e os 20% restantes distribuídos nas demais partes do estado. 

Com informações da Imprensa RJ

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