terça-feira, 18 de julho de 2017

Noroeste Fluminense fecha 20 postos de trabalho com carteira assinada em junho, mas no semestre abre 36

Em junho, a região fechou 20 postos de trabalho com carteira assinada (+46 na microrregião taperuna e -66 na microrregião Santo Antônio de Pádua), conforme dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Neste mesmo mês do ano anterior, o Noroeste fechou número mais elevado de vagas, 66.

O maior número de vagas abertas foi em Porciúncula (29), seguido por Bom Jesus do Itabapoana (24), Itaperuna (7), Miracema (4) e Laje do Muriaé (2). Nos demais municípios da região postos de trabalho foram fechados, sendo o maior número em Santo Antônio de Pádua (30), em seguida Aperibé (16), Cambuci (9), Natividade (8), ...

Na construção civil foram abertas 24 vagas (+8 na microrregião Itaperuna e +16 na microrregião Santo Antônio de Pádua), enquanto na indústria de transformação foram fechadas 29 (+12 na microrregião Itaperuna e -41 na microrregião Santo Antônio de Pádua), no comércio 11 (todas na microrregião Itaperuna) e na extração mineral 10 (-1 na microrregião Itaperuna e -9 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

No semestre, a região acumula abertura de 36 vagas (+360 na microrregião Itaperuna e -324 na microrregião Santo Antônio de Pádua). De janeira a junho do ano anterior, a região fechou 161 vagas.

Sendo em Itaperuna o maior número de vagas abertas (360), em seguida Natividade (50), Porciúncula (17), São José de Ubá e Varre-Sai (8 em cada um) e Laje do Muriaé (5). Cambuci não abriu nem fechou vaga. Os demais municípios tiveram vagas fechadas, sendo em Santo Antônio de Pádua o número mais elevado (217), em seguida Itaocara (47), Aperibé (39), Bom Jesus do Itabapoana (36), Miracema (29) e Italva (13).

Construção civil foi o setor que mais abriu vagas, 110 (+92 na microrregião Itaperuna e -18 na microrregião Santo Antônio de Pádua); em seguida serviços, 53 (+253 na microrregião Itaperuna e -200 na microrregião Santo Antônio de Pádua); e serviços industriais de utilidade pública, 7 (-1 na microrregião Itaperuna e +8 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

Foi no comércio o maior número de vagas encerradas, 76 (-29 na microrregião Itaperuna e -47 na microrregião Santo Antônio de Pádua); em seguida indústria de transformação, 32 (+46 na microrregião Itaperuna e -78 na microrregião Santo Antônio de Pádua); e extração mineral, 22 (+2 na microrregião Itaperuna e -24 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

Municípios compreendidos nas microrregiões do Noroeste Fluminense: Itaperuna – Bom Jesus do Itabapoana, Italva, Itaperuna, Laje do Muriaé, Natividade, Porciúncula e Varre-Sai; e Santo Antônio de Pádua – Aperibé, Cambuci, Itaocara, Miracema, Santo Antônio de Pádua e São José de Ubá.

segunda-feira, 17 de julho de 2017

FIRJAN: Noroeste Fluminense registra média de 23 horas sem energia elétrica em 2016

O fornecimento de energia elétrica piorou na região Noroeste do Rio e nos últimos cinco anos, assim como em todo estado.  De acordo com o estudo “Retrato da Qualidade da Energia no Estado do Rio de Janeiro”, divulgado pelo Sistema FIRJAN, os municípios do Noroeste fluminense ficaram 23 horas sem energia, o que representa um aumento de 16,7% na comparação com 2011. Italva chegou a ficar às escuras por 44 horas e é o município com mais horas sem energia. Esse indicador é 54% maior do que o do município com o segundo pior resultado na região, Bom Jesus do Itabapoana, que registrou 29 horas de interrupções em 2016.

Em média, os municípios fluminenses ficaram 25 horas sem energia em 2016. Na comparação com 2011, o tempo de interrupção no estado aumentou 10,2%. A média nacional é de 16 horas sem fornecimento.

O estudo, elaborado com base em indicadores da Aneel, aponta ainda que, em média, os consumidores do estado tiveram o fornecimento interrompido 13 vezes, um aumento de 11,1% em relação a 2011. Já no Noroeste Fluminense o número de interrupções teve redução no período, passando de 14 para 11 vezes. Mais uma vez Italva foi o município que mais sofreu com a quantidade de quedas de energia, 14 vezes no ano, seguido por Itaocara, com 13 vezes.

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Inconclusivo o exame nos macacos mortos em Laje do Muriaé

Não foi possível a coleta de amostras nos bugios, ou barbados, encontrados mortos em Laje do Muriaé, devido ao adiantado estado de decomposição dos primatas.


Com informações da Secretaria de Saúde de Laje do Muriaé, e do Blog Denis Miranda.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Noroeste Fluminense fecha 27 postos de trabalho com carteira assinada em maio, mas no acumulado do ano até maio o saldo é positivo em 56 vagas

Conforme os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, foram fechados 27 postos de trabalho formal em maio no Noroeste Fluminense (-25 na microrregião Itaperuna e -2 na microrregião Santo Antônio de Pádua). Resultado melhor que o de maio do ano passado, ocasião que a região perdeu 115 postos de trabalho.

Em Natividade foram abertas 10 vagas, em seguida, 9 em Santo Antônio de Pádua, 8 em Varre-Sai, 4 em Cambuci e 3 em Laje do Muriaé. Nos demais municípios o saldo foi negativo, tendo os números mais elevados em Itaperuna (-27) e Aperibé (-16).

Construção civil abriu 8 vagas (+1 na microrregião Itaperuna e +7 na microrregião Santo Antônio de Pádua), enquanto indústria de transformação fechou 21 vagas (-22 na microrregião Itaperuna e +1 na microrregião Santo Antônio de Pádua) e comércio 10 (-6 na microrregião Itaperuna e -4 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

Puxado pela construção civil, que proporcionou a criação de 86 vagas (+84 na microrregião Itaperuna e +2 na microrregião Santo Antônio de Pádua) e por serviços, onde foram gerados 49 postos de trabalho (+222 na microrregião Itaperuna e -173 na microrregião Santo Antônio de Pádua), a região acumula de janeiro a maio abertura de 56 vagas (+314 na microrregião Itaperuna e -258 na microrregião Santo Antônio de Pádua). No mesmo período do ano anterior, os números foram bem inferiores (115 vagas fechadas).

No estado do RJ, a perda de vagas em maio totaliza 5.583 e de janeiro a maio 60.675, enquanto no país foram criados 34.253 postos de trabalho em maio e 25.233 no acumulado do ano até maio.

Municípios compreendidos nas microrregiões do Noroeste Fluminense: Itaperuna – Bom Jesus do Itabapoana, Italva, Itaperuna, Laje do Muriaé, Natividade, Porciúncula e Varre-Sai; e Santo Antônio de Pádua – Aperibé, Cambuci, Itaocara, Miracema, Santo Antônio de Pádua e São José de Ubá.

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Firjan propõe criação de Cinturão de Segurança Rodoviária Integrada que passa pelo Norte e Noroeste Fluminense

A sugestão pode reduzir o roubo de cargas, o contrabando e a entrada de drogas e armas.

O estado do Rio registrou 811.854 mil crimes em 2016, média de uma ocorrência a cada 39 segundos. O dado é do estudo “Avanço da criminalidade no estado do Rio de Janeiro – Retrato e propostas para a segurança pública”, divulgado pelo Sistema FIRJAN. O estudo propõe como um das medidas a criação do Cinturão do Rio de Janeiro, que passa por Campos, Itaperuna, Santo Antônio de Pádua e Bom Jesus do Itabapoana.

De acordo com a Federação, a crise econômica do governo do estado e dos municípios contribui diretamente para o agravamento da situação da violência, por conta da redução da presença das forças de segurança pública nas ruas e também das ações de investigação.

O estudo destaca que o estado do Rio se tornou o mais perigoso para o transporte de cargas no país, com 9.862 registros de roubo no ano passado. É a maior incidência deste tipo de crime em 25 anos. O número equivale a 43,7% das ocorrências nacionais e o custo foi de R$ 619 milhões. O Sistema FIRJAN aponta que o crime traz prejuízos para os transportadores, donos de cargas e clientes, além de provocar o desabastecimento formal de produtos e alimentar o comércio ilegal.

Ressalta ainda que o aumento deste tipo de crime está ligado à estratégia de financiamento das facções criminosas, que utilizam o produto roubado para a compra de drogas e armas, financiando o tráfico internacional. Para a Federação, o processo é facilitado pela fragilidade das fronteiras estaduais e nacionais. No caso estadual, por exemplo, a Federação chama a atenção para o déficit no quadro da Polícia Rodoviária Federal. Em todo o país, faltam 2.716 policiais, ou 21% do que seria necessário, de acordo com a legislação. Já o estado do Rio registra um déficit de 28,3% em relação ao início da década de 2000.

Para combater o avanço da criminalidade, o Sistema FIRJAN defende ações permanentes e não pontuais. A principal delas é a criação de um Cinturão de Segurança Rodoviária Integrada, formado por postos de fiscalização conjunta de órgãos federais e estaduais, localizados em pontos estratégicos das rodovias e portos. Nestes postos poderão funcionar o Polícia Rodoviária Federal, o DNIT e as secretarias estaduais de Segurança Pública, Fazenda e Saúde.

O estudo propõe que o Cinturão do Rio de Janeiro possua 13 postos instalados em Campos, Itaperuna, Santo Antônio de Pádua, Bom Jesus do Itabapoana, Paraty, Itaguaí, Seropédica, Duque de Caxias, Magé, Itaboraí, Três Rios e Sapucaia

O Outro seria instalado na rodovia Presidente Dutra, em Queluz (SP), próximo à divisa dos estados, por onde circulam 30 mil veículos por dia. Este posto, que serviria de projeto-piloto, teria uma ação integrada dos dois estados, pois liga as duas principais regiões metropolitanas do país. A localização estratégica provocaria uma ruptura no esquema de tráfico de drogas e armas e no contrabando na rota RJ-SP.  
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O estudo “Avanço da Criminalidade no estado do Rio de Janeiro – Retrato e Propostas para a Segurança Pública”, com outros dados relacionados à criminalidade e detalhes das propostas, pode ser acessado através deste link: https://goo.gl/fGsJnJ

Assessoria de Imprensa - Sistema FIRJAN NF

O impacto econômico do roubo de cargas no Noroeste Fluminense - Março/2017


quarta-feira, 24 de maio de 2017

Firjan promove encontro de integração entre industriais do Norte e do Noroeste Fluminense

O Sistema FIRJAN, através das Representações Regionais Norte e Noroeste, promoveu, na última terça-feira, 23/05, um encontro de relacionamento empresarial em Campos. O objetivo do evento foi promover a integração entre os industriais das duas regiões. 

“O Norte e o Noroeste têm muito em comum. Não só pleitos das indústrias  mas também muitas possibilidades de negócios entre as empresas. Esse encontro é um primeiro passo para integrar as duas regiões, para que, juntas, tenham mais força para superar esta crise”, disse o Gerente Regional da FIRJAN Luiz Mário Concebida.

 Além de reunir os empresários, o evento contou com a apresentação de um case de sucesso. O Diretor-Presidente da Companhia de Papéis de Santo Antônio de Pádua, COPAPA, Fernando Pinheiro falou sobre a transformação pela qual a empresa passou nos últimos anos.  A companhia, que tem 50 anos de existência, é uma das maiores do estado na fabricação de papéis para fins sanitários e  produz 170 toneladas  por dia. Pinheiro contou como a profissionalização da gestão da fábrica iniciada em 2008, mudou o posicionamento da empresa no mercado e fez a produção e a lucratividade crescerem.

Fernando Pinheiro falou também da importância dos empresários se unirem para lutarem para melhorar ambiente de negócios nas regiões. “Somos carentes de infraestrutura principalmente, se nos unirmos seremos mais fortes para lutar por melhorias”

Pinheiro também falou sobre a importância do papel da FIRJAN nesse processo. Em 2016, quando o governo do estado aumentou o imposto sobre o papel higiênico de folha dupla ou tripla (ambos de textura mais macia), os fabricantes fluminenses amargam prejuízos.

Um decreto baixado em dezembro de 2015, retirou o produto da cesta básica, deixando apenas o de folha simples no pacote de itens considerados essenciais. Assim, os fabricantes do produto de maior qualidade, sobre o qual incidia um tributo de 7%, passaram a pagar uma alíquota de ICMS de 18% e um adicional de 2%, que é transferido para o Fundo Estadual de Combate à Pobreza.

Mas em setembro de 2016, o Governo do Estado acatou um ofício da Comissão de Tributação da Alerj e revogou um decreto.

“Foi uma luta árdua e a FIRJAN teve papel fundamental na conquista desse pleito. Uma prova que, com união, temos mais força”, destacou Pinheiro

Assessoria de Imprensa Regional Norte e Noroeste Fluminense

terça-feira, 23 de maio de 2017

Teatro SESI Itaperuna apresenta os espetáculos “Vendo Memórias” e “Histórias de Medo” (público infantil)

"Vendo Memórias". Foto: divulgação
Se as memórias das pessoas pudessem ser comercializadas? E se um novo mercado se formasse, onde os produtos vendidos são as experiências vividas? É esse o mote do espetáculo "Vendo Memórias", que será apresentado no Teatro SESI Itaperuna, no dia 27/05, às 20 h.

O projeto nasceu a partir da leitura de dois contos do escritor argentino Jorge Luis Borges – “Funes, o Memorioso” e “A memória de Shakespeare”. Embora inspirado em obras literárias, seguiu um caminho mais empírico, e foi executado em dois momentos. Na primeira etapa, André Valim - o ator e pesquisador responsável pelo projeto - marcou encontros com 27 pessoas diferentes e 'comprou' memórias das suas vidas, momentos marcantes que os próprios cedentes decidiram qual seria. Após a ‘compra’, as memórias foram separadas por categorias, por eixos temáticos que construíram a base de novas histórias, resultando na encenação "Vendo Memórias".

"Ouvi todas as histórias e tentei me envolver com os relatos para me encaixar na emoção das pessoas. Foi uma experiência muito rica, mas muito delicada, já que muitos revelaram momentos íntimos de sua vida e que ficaram por muito tempo guardados. Senti a necessidade de colocar minhas próprias memórias à disposição para a construção deste trabalho. É uma maneira de brincar também com os limites entre ficção e realidade", revela o autor e ator do espetáculo.

“Histórias de Medo”

"Histórias de Medo". Foto: divulgação
Contos e histórias tradicionais de várias culturas, que falam do medo e das diversas formas de lidar com ele, serão apresentados no espetáculo “História de Medo”, no Teatro SESI de Itaperuna, no dia 28/05, às 17 h. Os ingressos custam R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia-entrada).

Através de bonecos, canções, jogos populares e outros recursos lúdicos, a peça proporciona uma grande brincadeira, levando o público a perceber que o medo não é um “bicho de sete cabeças”, e que, ao enfrentá-lo, esse sentimento pode ficar menor e ser derrotado.

Voltado para os públicos infantil e infantojuvenil, o teatro conta cinco histórias: “A cobra surucucu e o sapo tarô – Bequê” (indígena), “O príncipe Adil e os leões” (sufi), “A anciã que não tinha medo” (japonês), “O compadre da morte”, (brasileiro) e “A história de Davi e Golias” (bíblico).

O Teatro SESI Itaperuna está localizado à Av. Deputado José de Cerqueira Garcia, número 883, bairro Presidente Costa e Silva. Os ingressos já  estão à venda na bilheteria do teatro. Pessoas com mais de 60 anos, estudantes, deficientes físicos e associados ao SESI pagam meia-entrada.

Com informações da Assessoria de Imprensa Regional Norte e Noroeste Fluminense, do Sistema Firjan

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Noroeste Fluminense abre 200 postos de trabalho com carteira assinada em abril e 83 de janeiro a abril

Itaperuna puxa abertura de postos de trabalho na região

Em abril, a região abriu 200 postos de trabalho com carteira assinada (+168 na microrregião Itaperuna e +32 na microrregião Santo Antônio de Pádua). Resultado bem melhor do que o registrado neste mesmo mês do ano passado, ocasião em que foram fechados 10 postos de trabalho.

Somente em Itaperuna foram abertas 112 vagas. Outras 40 vagas foram abertas em Natividade e em Santo Antônio de Pádua foram geradas 22. Todos os municípios da região tiveram resultado positivo no saldo entre admissões e demissões, com exceção de Aperibé e Bom Jesus do Itabapoana que registraram perdas de 7 e 9 vagas, respectivamente.

No comércio foi aberto o maior número de vagas, 132 (+107 na microrregião Itaperuna e +25 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

Em seguida na construção civil, 49 (+47 na microrregião Itaperuna e +2 na microrregião Santo Antônio de Pádua), e na indústria de transformação, 41 (+22 na microrregião Itaperuna e +19 na microrregião Santo Antônio de Pádua). Em serviços e extração mineral houve pequenas perdas de postos de trabalho: -13 em serviços (-6 na microrregião Itaperuna e -7 na microrregião Santo Antônio de Pádua) e -7 em extração mineral (+1 na microrregião Itaperuna e -8 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

No acumulado do ano até abril, o saldo de vagas na região foi positivo em 83 postos de trabalho (+339 na microrregião Itaperuna e -256 na microrregião Santo Antônio de Pádua).  Neste mesmo período do ano anterior a região perdeu 26 vagas.

Os novos postos de trabalho na região vêm sendo puxados por Itaperuna, que acumula no período o saldo de 349 novas vagas abertas. Em seguida por Natividade, com 49. Com exceção destes municípios e de Cambuci, São José de Ubá e Varre-Sai, os demais municípios registraram perdas de vagas, tendo em Santo Antônio de Pádua o número mais elevado (-196). Em seguida em Bom Jesus do Itabapoana, com -57, Itaocara, com -40, e Miracema, com -32.

A construção civil lidera com o maior número de vagas criadas, 78 (+83 na microrregião Itaperuna e -5 na microrregião Santo Antônio de Pádua). Em seguida serviços, com 53 (+221 na microrregião Itaperuna e -168 na microrregião Santo Antônio de Pádua), e indústria de transformação, com 18 (+56 na microrregião Itaperuna e -38 na microrregião Santo Antônio de Pádua). O comércio registra perda de 55 postos de trabalho (-12 na microrregião Itaperuna e -43 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

Municípios compreendidos nas microrregiões do Noroeste Fluminense: Itaperuna – Bom Jesus do Itabapoana, Italva, Itaperuna, Laje do Muriaé, Natividade, Porciúncula e Varre-Sai; e Santo Antônio de Pádua – Aperibé, Cambuci, Itaocara, Miracema, Santo Antônio de Pádua e São José de Ubá.

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Agora é a vez de Miracema receber o Circuito Cultural Fazendas Históricas Noroeste Fluminense

Depois de Porciúncula, agora é a vez de o município de Miracema receber o Circuito Cultural Fazendas Históricas Noroeste Fluminense, que busca resgatar as memórias de fazendas da região. Miracema é a cidade com maior número de fazendas abordadas pelo projeto, totalizando nove, sendo elas, Serra Nova, Cachoeira, União, Liberdade, Santa Inês, Boa Vista, Santa Justa, Santa Cruz e Prosperidade. A cidade de Miracema recebe o Circuito nos dias 13 e 14 de maio, na pracinha da Igreja Matriz, das 17h às 23h.

Além da preservação da memória do interior fluminense, através da história de 19 fazendas, o Circuito oferece gratuitamente a todos os visitantes, atividades culturais, oficinas, atrações musicais, brincadeiras voltadas ao público infantil, e muitas outras atividades. Na Sala das Artes, por exemplo, o visitante poderá apreciar fotografias das fazendas que compõem o projeto. Para quem gosta de boa música, que tal marcar presença junto ao Palco SESC, que abre espaço para artistas da região?! Já a criançada terá diversão garantida na Área Infantil SESC.

Durante o evento o visitante poderá conhecer mobiliários antigos, bem como assistir ao vídeo documentário “Circuito Cultural Fazendas Históricas Noroeste Fluminense”, produzido pelo vídeomaker Samuel Blanc, com roteiro do escritor e jornalista Eusébio Dornellas.

DETALHES E CURIOSIDADES: naquela ocasião, a vida pulsava ativamente ao redor das fazendas. Em muitas delas havia cinema, banda de música, padaria, farmácia, telefone, cartório e até mesmo agência dos Correios e Telégrafos. Serraria, engenho de açúcar, máquinas para beneficiar café e arroz, alambique, moinho de fubá, instalações para a produção de farinha de mandioca, matadouro, além de sistema próprio para o fornecimento de luz elétrica. Os saraus também eram bastante concorridos, onde os jovens da época dançavam ao som do piano e nos intervalos saboreavam doces, refrescos e ponche.

A ‘escravidão’ também é tema abordado e, dentre as curiosidades, a forma como era aplicada as punições aos escravos na Fazenda Liberdade. Lá – na Liberdade – o castigo comum atribuído aos escravos naquela propriedade era tomar banho com sabão. O nome da fazenda faz todo sentido ao depararmos que, dentro das possibilidades da época, vários escravos foram libertados, pois, havia a compreensão do sentido de mudança.

VISITANTES ILUSTRES: após o sucesso do evento em Porciúncula, é grande a expectativa da população nos outros municípios participantes do projeto. Em Miracema, visitantes ilustres (alunos do Colégio Estadual Deodato Linhares), estão em ritmo de contagem regressiva para participar do Circuito, como conta a professora Ana Lúcia L. Costa Schmidt.

“Dentre os alunos, Vinicio Montan e Roger Fernandes. São meus orientandos no Projeto Jovens Talentos para a Ciência da FAPERJ. Eles estão pesquisando sobre as fazendas mapeadas do município, a fim de fazer a divulgação turística das mesmas e criar um roteiro rural e cultural que envolva as fazendas e, quem sabe um dia, os imóveis tombados no município. Eles estarão na praça a fim de participarem de todas as atividades do Circuito, que certamente serão enriquecedoras para a pesquisa deles”, comenta a professora.

Depois da cidade de Miracema, o projeto desembarca no município de Itaperuna, nos dias 20 e 21 de maio, no CRECE (antigo campo do Comércio). E, por fim, o evento será realizado em São José de Ubá, nos dias 27 e 28 de maio, no CEASA. O Circuito Cultural Fazendas Históricas Noroeste Fluminense é uma organização da B2B Empreendimentos, apoio da Prefeitura Municipal de Miracema e SINCOMÉRCIO Itaperuna. Oferecimento FECOMÉRCIO/SESC.

Informação: Eusébio Dornellas | Agência Comuniqque - www.comuniqque.com

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Projeto do BID e APL's de Rocha de Pádua e de Moda em Itaperuna são temas de seminário no Rio

Ações voltadas para impulsionar cadeias da moda e de rochas ornamentais promoveram empresas e geraram mais empregos

Com apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), acontece no próximo dia 4 de maio, no Rio de Janeiro, a apresentação dos resultados de projeto voltado para o estabelecimento de uma Política de Desenvolvimento Econômico Local no Estado.

O projeto foi desenvolvido pelo Governo do Estado do Rio – por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico – em parceria com o Sebrae/RJ nos últimos cinco anos junto às cadeias da Moda, de Cabo Frio, e das Rochas Ornamentais, em Santo Antônio de Pádua, envolvendo cerca de 300 pessoas.

Capacitação de profissionais, preparo para participação em feiras e eventos, palestras e workshops foram realizados no período, visando estimular os dois Arranjos Produtivos Locais (APLs). Para medir a efetividade das ações foram realizadas pesquisas comparativas da situação das empresas integrantes dos dois APLs, em 2013 e em 2017. Na comparação houve o crescimento no faturamento anual, melhoria na exportação, maior utilização de comércio eletrônico e inovação.

“Apesar de serem distintos entre si, os dois APLs, de Moda e de Rochas, apresentavam características semelhantes, que eram o elevado índice de informalidade e dificuldades de interlocução entre os integrantes do setor”, avalia subsecretária estadual de Comércio e Serviço, Dulce Ângela Procópio.

Hoje, as duas regiões contam com sistema de gestão dos APLs consolidados e governanças locais com planos de ação em funcionamento. O projeto também está sendo estendido para o APL de moda de Itaperuna, no Noroeste Fluminense.

 “O financiamento do BID possibilitou a abertura de novos mercados nacionais e o incremento de 10% no faturamento das empresas, isso num momento de crise econômica no País e especialmente no estado do Rio. Além disso, mais de 60% das empresas beneficiárias inovaram em processos, produtos e serviços”, afirmou o diretor do Sebrae/RJ Evandro Peçanha.

Além das duas cadeias produtivas, o projeto já foi estendido para outro APL, de moda de Itaperuna, na Região Noroeste do Estado do Rio. “A ideia é que a metodologia desenvolvida seja aprimorada e replicada não somente em outros APLs no estado do Rio, mas até mesmo levada para outras regiões, comentou Luciana Botafogo,  especialista do Fundo Multisetorial de Investimentos (Fumin), do BID.

Além da apresentação dos resultados do projeto e troca de experiências entre os integrantes das duas cadeias produtivas, o evento também terá como pano de fundo o lançamento do sistema Mooola, que vai integrar dados das duas bases de APLs. Estatísticas, referências e principais resultados do projeto estarão disponíveis neste sistema que será disponibilizado nos sites do Sebrae e do Governo do Estado.


SERVIÇO:
SEMINÁRIOEstabelecimento de uma Política de Desenvolvimento Econômico Local no Estado do Rio de Janeiro
LOCAL: Windsor Guanabara Hotel
DATA: 4 de maio  
HORÁRIO: Das 9h às 16h30
Mais informações: kellylima@altercomunicacao.com

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Noroeste Fluminense fecha 94 postos de trabalho formal em março e 117 no trimestre

Em março, a região fechou 94 postos de trabalho com carteira assinada (-11 na microrregião taperuna e -83 na microrregião Santo Antônio de Pádua), e 117 no primeiro trimestre (+171 na microrregião Itaperuna e -288 na microrregião Santo Antônio de Pádua).   Neste   mesmo mês de 2016 a perda de vagas foi um pouco mais elevada (109), mas no trimestre o resultado foi melhor ao registrar abertura de 16 novos postos.

De acordo com os registros feitos pelos empregadores no Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, do Ministério do Trabalho), foram 1.115 admissões e 1.209 demissões em março, e 3.195 admissões e 3.312 demissões no primeiro trimestre.

Em Itaperuna foram abertas 24 novas vagas em março e 237 no primeiro trimestre, resultado bem melhor do que o do ano anterior, ocasião em que foram fechadas 17 vagas em março e 239 de janeiro a março.

Em Santo Antônio de Pádua foram fechados 49 postos de trabalho em março e 218 de janeiro a março. Números mais elevados do que os ocorridos no ano anterior: -1 vaga em março e -76 no primeiro trimestre.
 
Em Miracema, 26 vagas foram fechadas em março e 34 no acumulado do ano. Neste mesmo mês de 2016 não foram abertas nem fechadas vagas, mas no trimestre foram abertos 24 novos postos de trabalho.

Em Itaocara foram fechados 19 postos de trabalho em março e 47 de janeiro a março, enquanto no ano anterior fechou 3 vagas em março e abriu 436 no primeiro trimestre – contratações realizadas pela prefeitura municipal.

Em Bom Jesus do Itabapoana foram fechados 17 postos de trabalho em março e 49 de janeiro a março. No ano anterior foram fechadas 69 vagas em março e 107 de janeiro a março.

Foi no setor serviços que a região apresentou os melhores números: abertura de 88 vagas em março (+100 na microrregião Itaperuna e -12 na microrregião Santo Antônio de Pádua) e 66 no trimestre (+227 na microrregião Itaperuna e -161 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

Enquanto as maiores baixas na região foram registradas no comércio: 109 em março (-45 na microrregião Itaperuna e -64 na microrregião Santo Antônio de Pádua) e 187 no trimestre (-119 na microrregião Itaperuna e -68 na microrregião Santo Antônio de Pádua). Em seguida na indústria de transformação: perda de 72 vagas em março (-64 na microrregião Itaperuna e -8 na microrregião Santo Antônio de Pádua) e 26 no trimestre (+34 na microrregião Itaperuna e -57 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

Municípios compreendidos nas microrregiões do Noroeste Fluminense: Itaperuna – Bom Jesus do Itabapoana, Italva, Itaperuna, Laje do Muriaé, Natividade, Porciúncula e Varre-Sai; e Santo Antônio de Pádua – Aperibé, Cambuci, Itaocara, Miracema, Santo Antônio de Pádua e São José de Ubá. 

terça-feira, 4 de abril de 2017

MIRACEMA RECEBE CERTIFICADO DE PARTICIPAÇÃO DA HORA DO PLANETA

Do site da Prefeitura Municipal de Miracema


A Mudança Climática já é realidade em todo o mundo. Prova disso é que o ano de 2016 foi considerado o mais quente da história, conforme alertou a Agência Espacial Norte-Americana (NASA). Miracema não fica para trás, a cidade é super quente e, infelizmente, tende a piorar.

Além disso, só restam 10% de Mata Atlântica nativa na cidade, segundo a organização SOS Mata Atlântica. Todos esses fatores contribuem significativamente para o agravamento da situação.

Trata-se de uma cidade pequena, que não chega nem a trinta mil habitantes, mas nem por isso deixa de ser importante para a promoção do Desenvolvimento Sustentável a fim de tentar controlar as consequencias da mudança climática. Nesse sentido, o apoio e a participação de toda a população torna-se fundamental.

O QUE É HORA DO PLANETA?

A Hora do Planeta, conhecida globalmente como Earth Hour, é um ato simbólico no qual todos são convidados a mostrar sua preocupação com o aquecimento global. É uma iniciativa mundial da Rede WWF para enfrentar as mudanças climáticas.

Durante a Hora do Planeta, pessoas, empresas, comunidades e governo são convidados a apagar suas luzes pelo período de uma hora para mostrar seu apoio ao combate ao aquecimento global.

terça-feira, 28 de março de 2017

Cinco macacos são achados mortos na zona rural de Laje do Muriaé, no RJ

Animais foram achados nesta segunda (27) e enviados ao Rio para exames.
Há suspeita de febre amarela.

Do G1 região dos Lagos

Macacos foram encontrados na zona rural de Laje do Muriaé (Foto: Secretaria Municipal de Ambiente de Laje do Muriaé/Divulgação)

Cinco macacos foram encontrados mortos em uma mata aberta em Laje do Muriaé, no Noroeste Fluminense, nesta segunda-feira (27). Segundo a Superintendência de Epidemiologia municipal, há suspeita de febre amarela, e, por isso, os animais foram enviados ao Instituto Jorge Vaitsmam e serão levados para a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para exames. Nesta segunda, o exame descartou febre amarela em um macaco bugio achado em Silva Jardim.

Casimiro de Abreu tem cinco casos confirmados. Nesta segunda-feira (20), a Saúde de São Fidélis confirmou um caso da doença na cidade.

A mata onde os animais estavam fica em volta do perímetro urbano e próximo a uma chácara que se extende até o Estado de MInas Gerais.

Vacinação
 
Segundo o município, não há motivo para alarde já que nosso município vacinou 80% da população. Um mutirão será realizado entre quarta-feira (29) e sábado (1º) na Casa da Cultura até que toda a população seja imunizada.

Idosos e gestantes devem atentar para as restrições à vacina e procurarem um médico para mais orientações. A Prefeitura também orienta aos portadores de doenças crônicas e com alergia a algum tipo de medicamento que procurem orientação médica antes de se vacinar.

segunda-feira, 27 de março de 2017

SENAI oferece palestras gratuitas de orientação profissional no Norte e Noroeste do RJ

Em Itaperuna  estão programadas as palestras,  “Como encantar seus clientes, superar a crise e se manter no Mercado de Trabalho”, no dia 27/04, e “Internet das coisas: o futuro agora”, no dia 25/05, ambas às 18h30. Em Pádua, o tema programado é “Mas, o que fazer para ingressar nesse Mercado de Trabalho?”. A palestra acontece 9h.

A série de encontros começa por Campos, no dia 30/03, quando será realizada a palestra “Fablab, uma nova perspectiva para um novo perfil profissional”, às 18h30. No dia 27/04, também na unidade Campos, às  18h30, o tema será “Lego também é uma ferramenta pedagógica”. Já no dia 26/05, a palestra programada é  “Projetos Integradores e Empreendedorismo – uma relação de sucesso”.

Há programação prevista também para o SENAI Macaé. No dia 31/03, às 18h, o tema da palestra é “Mercado de Trabalho para o Segmento de Mecânica”. No dia 28/04,acontece a palestra “Mercado de Trabalho para o Segmento de Automação Industrial”, e no dia 26/05, o tema é  “Mercado de Trabalho para o Segmento de Eletrotécnica”, ambas às 18h.

As vagas são limitadas. As  inscrições são gratuitas e  podem ser feitas pelo site www.cursosenairio.com.br/orientacaoprofissional. Mais informações podem ser obtidas pelo 0800 0231 231.

O SENAI Campos fica na Rua Bruno de Azevedo, 37 - Jardim Maria de Queiroz, o SENAI Macaé, na Estrada Vírgem Santa, 657 – Botafogo. Em Pádua o endereço do SENAI é Travessa João Jasbick, 740 e, em Itaperuna, o SENAI fica na  Av. Pres. Zulamith Bitencourt, 190 – Centro.

Assessoria de Imprensa - Sistema FIRJAN Norte

quarta-feira, 22 de março de 2017

FIRJAN reúne secretários e propõe criação de um consórcio para agilizar a emissão de licenças ambientais no Noroeste do RJ

A Federação da Indústrias do Rio de Janeiro reuniu, na última terça-feira, 21/03,  em Itaperuna, secretários de meio ambiente de municípios do Noroeste do estado para discutir a criação de um consórcio para dar agilidade ao processo de licenciamento ambiental na região.

Estiveram presentes representantes das prefeituras de Lage do Muriaé, Miracema, Itaperuna, Porciúncula, Santo Antônio de Pádua, Itaocara e Bom Jesus do Itabapoana. Durante o evento, o Gerente de Meio Ambiente da FIRJAN, Jorge Vicente Peron e a Analista de Meio Ambiente, Mariana Maia  mostraram aos secretários a viabilidade da criação, segundo a legislação, de um consórcio entre os municípios para agilizar o licenciamento das empresas.

A legislação determina que, desde 2014, os municípios é que devem conceder as licenças de baixo impacto, mas no Noroeste apenas Aperibé e Miracema realizam o trabalho. “Na maioria dos casos falta estrutura e pessoal, principalmente nas prefeituras de cidades pequenas. Com a criação de uma ferramenta conjunta de licenciamento, cada município poderia ceder funcionários do corpo técnico que já estão em seus quadros, assim como dividir outros custos como transporte, por exemplo. Isso, sem dúvida, iria agilizar muito os processos, que hoje precisam ir para o INEA no Rio de Janeiro” destacou Mariana Maia.

A Implantação, na região, de um posto do Instituto Estadual do Ambiente do Rio de Janeiro (INEA), como meio de dinamizar o processo de concessão e renovação de todos os tipos de licenças ambientais é um dos pleitos da Agenda Regional do Mapa do Desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro 2016/2025 – Noroeste, elaborada pela FIRJAN, mas segundo o Gerente Regional da Federação, Luiz Mário Concebia, a criação do consórcio poderia ser uma saída importante até que pleito fosse atendido. “Reduzir a burocracia não é importante apenas para as indústrias já instaladas na região, mas também um grande passo para atrair novos investimentos e melhorar o ambiente de negócios do Noroeste Fluminense”, afirmou Concebida. Os secretários irão analisar a questão e se reunirão novamente para discutir a viabilidade da proposta.

O presidente do Sindicato de Extração e Aparelhamento de Gnaisses no NE-RJ, Marco Antônio de Sousa, aprovou a ideia. “ Precisamos urgentemente melhorar o processo de licenciamento na região. O ideal seria, de fato, que cada município, tivesse sua equipe especializadas para realizar este trabalho, mas o consórcio poderia ser um primeiro passo e deixaria os empresários mais tranquilos, uma vez que, mesmo entrando com o pedido de licenciamento com meses de antecedência, nem sempre conseguimos o documento no prazo devido”, afirmou ele.

Durante o evento também foi apresentado aos secretários o Comitê de Bacia Hidrográfica do Baixo Paraíba do Sul e Itabapoana. O presidente do Comitê João Siqueira, falou sobre os projetos que envolvem os corpos hídricos da região e convidou os secretários para acompanhar as ações desenvolvidas.
 
Assessoria de Imprensa Regional Norte e Noroeste Fluminense, do Sistema Firjan

sexta-feira, 17 de março de 2017

Puxado por Itaperuna, Noroeste Fluminense cria 62 postos de trabalho formal em fevereiro

Em fevereiro de 2017, a região criou 62 vagas formais de trabalho (+145 na microrregião Itaperuna e -83 na microrregião Santo Antônio de Pádua), enquanto no mês anterior 85 vagas foram encerradas (+37 na microrregião Itaperuna e -122 na microrregião Santo Antônio de Pádua). Em fevereiro e janeiro de 2016, os resultados foram melhores, houve criação de 211 e 118 postos de trabalho, respectivamente.

Itaperuna criou 131 vagas de trabalho em fevereiro e 82 em janeiro (213 no acumulado do ano). As maiores baixas de emprego foram registradas em Santo Antônio de Pádua, -27 em fevereiro e -142 em janeiro (-169 no acumulado do ano).

O setor serviços criou 117 vagas em fevereiro (+147 na microrregião Itaperuna e -30 na microrregião Santo Antônio de Pádua), mas em janeiro encerrou 139 postos de trabalho (-20 na microrregião Itaperuna e -119 na microrregião Santo Antônio de Pádua). 

Indústria de transformação fechou 45 vagas em fevereiro (-12 na microrregião Itaperuna e -33 na microrregião Santo Antônio de Pádua), mas criou 94 em janeiro (+110 na microrregião Itaperuna e -16 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

Municípios compreendidos nas microrregiões do Noroeste Fluminense: Itaperuna – Bom Jesus do Itabapoana, Italva, Itaperuna, Laje do Muriaé, Natividade, Porciúncula e Varre-Sai; e Santo Antônio de Pádua – Aperibé, Cambuci, Itaocara, Miracema, Santo Antônio de Pádua e São José de Ubá.

quarta-feira, 15 de março de 2017

Empresários do Noroeste do RJ discutem com concessionária problemas no fornecimento de energia

Empresários do Noroeste do RJ se reuniram, na última segunda-feira (13/03), na sede da Representação Regional da FIRJAN, em Itaperuna, com representantes da empresa Enel, responsável pelo fornecimento de energia na região. No encontro foram discutidos os problemas enfrentados pelas indústrias em relação ao serviço prestado pela concessionária, que apresentou os investimentos previstos e realizados pela empresa.

Desde o final do ano passado, a Ampla passou a se chamar Enel e tem se reunido com representantes do setor industrial no Norte e Noroeste do estado para discutir as principais demandas. Já houve o mesmo encontro em Campos e Macaé. A melhoria no fornecimento de energia no Noroeste é um pleito antigo dos empresários. A necessidade de garantir à indústria acesso à energia de qualidade faz parte da Agenda Regional do Mapa do Desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro 2016/2025, elaborado pelos empresários fluminenses e lançada em Julho.

Segundo o presidente do Sindicato de Extração e Aparelhamento de Gnaisses no NE-RJ, as indústrias de extração de pedras têm sofrido muito com os constantes oscilações de energia. “A falha constante no fornecimento prejudica muito nossa produção e quando tentamos informar nosso problema à concessionária enfrentamos grande problema de comunicação com os setores responsáveis”, disse Marco Antônio de Sousa

O setor de laticínios também tem tido prejuízos com o mesmo problema. “Temos sofrido oscilações constantes de energia em nossa fábrica e os equipamentos levam até 6 horas para serem religados, o que nos leva, muitas vezes, a perder nossa matéria prima”, afirmou Luiz Eduardo Araújo, representante da Cooperativa Agrícola Vale do Itabapoana.

Outro problema é o custo médio da energia para as indústrias fluminenses, que chega a ser 24,8% superior à média nacional. Os dados são da publicação “Quanto custa a energia elétrica para a pequena e média indústria no Brasil?”, da FIRJAN. O estudo atualizado periodicamente, com base em informações oficiais, mostra que a tarifa média da indústria do estado com tributos é a mais elevada entre as 27 unidades da federação: R$ 628,83/MWh.

O gerente responsável pelo setor de grandes clientes da Enel, Nelson Assunção, informou que todas questões serão analisados pela empresa: “Estaremos sempre abertos ao diálogo para melhorar a comunicação e trazer soluções para as empresas, tão importantes para fomentar o desenvolvimento da região”.

As equipes comercial e técnica da Enel, que está presente em 18 estados brasileiros, também mostraram que, nos próximos três anos, a empresa pretende investir 3,2 bilhões de euros no Brasil. Segundo os técnicos, em 2016, a empresa aumentou o volume de investimentos no RJ em 14,5%.

Segundo os especialistas da Enel, a duração e a frequência das falhas no fornecimento foram reduzidas no ano passado. O período médio em que os clientes da região ficaram sem energia foi 13% menor que em 2015 e a frequência com que houve falta de fornecimento foi reduzida em 25%. A equipe mostrou os investimentos já realizados e os que serão implantados até setembro, como equipamentos que permitem operações à distância, novas redes e aparelhos para estabilizar a tensão.

Para o presidente da Representação Regional FIRJAN/CIRJ no Noroeste Fluminense, José Magno Hoffman, o encontro foi mais um passo em busca de soluções: “Entendemos que o fato de a empresa vir até aqui e nos ouvir já demonstra uma postura mais propositiva e resolutiva. O encontro foi importante para conhecermos e entendermos melhor o processo do fornecimento de energia em nossa região”.

Assessoria de Imprensa Regional Norte e Noroeste Fluminense, do Sistema Firjan

segunda-feira, 6 de março de 2017

Em 2016, empregos com carteira assinada em Miracema recuam 6,3%

De acordo com a base de dados ajustada do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho, o município de Miracema perdeu 6,3% dos seus postos de trabalho formais em relação ao ano anterior. Na comparação com 2014, a perda foi de 7%.

Serviços e agropecuária foram os dois setores de atividade econômica em que foram criados novos postos de trabalho: serviços, que concentra 24,6% dos trabalhadores, aumentou o número de vagas em 9,2%, enquanto agropecuária, que absorve 8,4% dos empregados, gerou 4% de novas vagas.

No comércio, setor que absorve maior número de empregados no município (35%), a perda de postos de trabalho foi de 3,9%. Indústria de transformação, que ocupa 21,1% da mão de obra, desativou 9,6% dos postos de trabalho. Foi na construção civil, a maior perda de postos de trabalho, 58,4%. Este setor ocupa 2,5% dos trabalhadores, mas em 2015 ocupava 5,6%.

O número de estabelecimentos no município caiu 1,8% ante 2015 e 4,7% ante 2014. Comércio fechou 3,5% dos estabelecimentos, em seguida indústria de transformação e serviços, que encerraram a atividade de 3,1%, cada um, dos estabelecimentos.


sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Comunidade científica alerta para mortandade de macacos por causa da febre amarela

Em nota, especialistas de instituições de pesquisa e conservação sobre primatas disponibilizam informações sobre o ciclo da doença e pedem à mídia – jornais, rádios, TVs e sites de notícias – que ajude na divulgação correta dos dados
 
Brasília (15/02/2017) – Representantes da comunidade científica brasileira, ligados à área da conservação dos primatas, expediram nesta quarta-feira (15) nota à imprensa alertando para um desastre ambiental “gravíssimo” que ocorre neste momento: a mortandade sem precedentes na história do país de macacos da Mata Atlântica em função do vírus da febre amarela.

Na nota, os especialistas mostram-se preocupados, não só com a dimensão das mortes de animais, mas, também, com a disseminação de “informações equivocadas”, que dão a entender que os macacos são responsáveis pela “existência do vírus” e “por sua transmissão aos humanos”.

Isso não procede, fazem questão de destacar os estudiosos, que pedem na nota o apoio da imprensa nacional (jornais, rádios, TVs e sites na internet) para a divulgação das informações corretas.

Segundo eles, os macacos, assim como os humanos, não transmitem o vírus. Pelo contrário, são vítimas da doença. Ao serem contaminados, os primatas cumprem a função de “sentinela”, ou seja, alertam para o surgimento da doença. Por isso, em vez de molestados, devem ser preservados.

As “informações equivocadas”, ressaltam os pesquisadores, já estão levando pessoas, principalmente nas áreas rurais onde ocorre o surto, a maltratarem ou, até, matarem macacos para, supostamente, se proteger da febre amarela, como ocorreu entre 2008 e 2009 no Rio Grande do Sul. “Isso não pode se repetir”, diz a nota.

O documento é subscrito por primatólogos, zoólogos, ecólogos, veterinários, epidemiologistas e gestores públicos, membros de conceituadas universidades, sociedades científicas, centros de pesquisa e instituições voltadas para a conservação dos primatas.

SERVIÇO:

Para obter mais informações, seguem contatos dos subscritores da nota.

Dr. Carlos R. Ruiz-Miranda
Universidade Estadual Norte Fluminense
Contatos: cruizmiranda@gmail.com; 1-619-386-6535 (EUA)
Dr. Danilo Simonini Teixeira
Presidente da Sociedade Brasileira de Primatologia
Contatos: simonini.danilo@gmail.com; (61) 98127-5302
Dr. Júlio César Bicca-Marques
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Contatos: jcbicca@pucrs.br
Dr. Leandro Jerusalinsky
Coordenador do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Primatas Brasileiros, Instituto
Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, Ministério do Meio Ambiente
Contatos: leandro.jerusalinsky@icmbio.gov.br; (83) 3241-1580
M. Sc. Luis Paulo Ferraz
Secretário Executivo da Associação Mico Leão Dourado
Contato: luispaulo@micoleao.org.br; (22) 2778-2025
M. Sc. Marco Antônio Barreto de Almeida
Centro Estadual de Vigilância em Saúde, Secretaria Estadual da Saúde, Rio Grande do Sul
Contatos: luispaulo@micoleao.org.br; (51) 98177-4273
Dr. Sergio Lucena Mendes
Universidade Federal do Espírito Santo
Contatos: slmendes1@gmail.com; (27) 99866-8028

Exiba imagens para confirmar leitura Divisão de Comunicação Social - DCOM
Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - ICMBio
Ministério do Meio Ambiente
EQSW 103/104 Complexo Administrativo, bloco B, térreo. Setor Sudoeste CEP 70670-350
+55 61 2028-9280

 

 


 

 

 

 

Anexos

 

Carta_febre_amarela_15fev2017.pdf