domingo, 24 de setembro de 2017

Noroeste Fluminense abre 267 vagas de empregos formais em agosto

Conforme registros feitos por empregadores no Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho, o Noroeste Fluminense abriu 267 vagas em agosto (+153 na microrregião Itaperuna e  +114 na microrregião Santo Antônio de Pádua). Resultado mais satisfatório do que o ocorrido em agosto de 2016, ocasião em que foram abertas 147 vagas.

Este resultado de agosto foi positivo em 11 municípios, tendo em Itaperuna o maior número de vagas abertas (102), em seguida em Santo Antônio de Pádua (52), Bom Jesus do Itabapoana (38), Miracema (22), Italva (19), Aperibé (16), ...

Indústria de transformação abriu 152 vagas (+99 na microrregião Itaperuna e  +53 na microrregião Santo Antônio de Pádua), enquanto no setor serviços foram abertas 84 vagas (+79 na microrregião Itaperuna e  +5 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

No acumulado do ano são 385 vagas abertas (+547 na microrregião Itaperuna e -162 na microrregião Santo Antônio de Pádua). Neste mesmo período do ano anterior, foram fechadas 52 vagas na região.

Com 185 vagas, serviços lidera a abertura de vagas na região (+375 na microrregião Itaperuna e  -190 na microrregião Santo Antônio de Pádua). Em seguida indústria de transformação, com abertura de 149 vagas (+158 na microrregião Itaperuna e  -9 na microrregião Santo Antônio de Pádua); construção civil, com 90 vagas (+42 na microrregião Itaperuna e  +48 na microrregião Santo Antônio de Pádua); e serviços industriais de utilidade pública, com 21 vagas (+13 na microrregião Itaperuna e  +8 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

Comércio fechou 45 vagas (-41 na microrregião Itaperuna e  -4 na microrregião Santo Antônio de Pádua) e extração mineral outras 19 vagas (+3 na microrregião Itaperuna e  -22 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

Municípios compreendidos nas microrregiões do Noroeste Fluminense: Itaperuna – Bom Jesus do Itabapoana, Italva, Itaperuna, Laje do Muriaé, Natividade, Porciúncula e Varre-Sai; e Santo Antônio de Pádua – Aperibé, Cambuci, Itaocara, Miracema, Santo Antônio de Pádua e São José de Ubá. 

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

IBGE divulga estimativa populacional do Noroeste Fluminense

Noroeste Fluminense passa a ter 325.736 habitantes, a partir de 01/07/2017, segundo estimativa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgada hoje, 30/08. Aumento de 2,6% ante o Censo de 2010.

Conforme a tabela abaixo oito municípios tiveram aumento de população, com destaque para Varre-Sai e Aperibé que cresceram 11,84% e 10,56%, respectivamente, em comparação com o Censo 2010. Cinco municípios registraram queda de população.

As estimativas populacionais municipais são um dos parâmetros utilizados pelo Tribunal de Contas da União no cálculo do Fundo de Participação de Estados e Municípios.

Informações metodológicas sobre o cálculo das estimativas 2017 podem ser obtidas no relatório: http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv100923.pdf


domingo, 20 de agosto de 2017

Tilápia garante sobrevivência de aves pescadoras no Ribeirão Santo Antônio

A poluição e a escassez de água praticamente provocaram o extermínio dos peixes naturais do Ribeirão Santo Antônio. Eram “barrigudinhos”, lambaris, mandis, bagres, traíras, cascudos, canelas-de-moça, sairus, bocarras e carás que povoavam o ribeirão. E em busca destes peixes para se alimentarem, aves pescadoras como as garças-brancas, tanto a grande quanto a pequena, garça-real, savacu, biguatinga, biguá, socozinho, socó-boi, martim-pescador-grande, martim-pescador-verde e martim-pescador-pequeno sempre estiveram presentes nas margens do ribeirão.


garça-branca-grande, garça-branca-pequena, garça-real e savacu


biguatinga , biguá, socozinho e socó-boi 
martim-pescador-grande, martim-pescador-verde (fêmea), martim-pescador-verde (macho) e martim-pescador-pequeno 

Mas estes pássaros continuam nas margens do Ribeirão Santo Antônio, agora pescando tilápia. E como tem tilápia nas águas escuras do ribeirão. Estas da foto foram flagradas tomando sol na parte da manhã do dia.


Também são muito frequentes no ribeirão outros pássaros em busca de alimento diferentemente de peixe. São frangos-d’água, tanto o comum quanto o azul, carão e jaçanã (ou piaçoca).


frango-d'água-comum, frango-d'água azul, carão e jaçanã ou piaçoca

E como tem lixo acumulado ao longo do leito do ribeirão no trecho após a cidade. Este vem a ser um problema que somente a população poderá resolver. Se o povo não se conscientizar da solução do problema, que vem a ser não jogar lixo tanto no ribeirão quanto na rua, ou nos recantos próximos de estradas vicinais, para ser carregado por chuvas para o leito da corrente fluvial, o trabalho que vem sendo feito no município de implantação e melhorias de sistemas públicos de esgotamento sanitário estará distante de ser denominado despoluição do Ribeirão Santo Antônio.



Obs.: atualizado em 23/08/2017, para inclusão dos martins-pescadores. Havia esquecido deles.

sábado, 19 de agosto de 2017

Noroeste Fluminense abre 82 vagas formais de emprego em julho

Em julho, a região abriu 82 postos de trabalho com carteira assinada (+34 na microrregião Itaperuna e +48 na microrregião Santo Antônio de Pádua), segundo os registros dos empregadores no Gaged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho. Resultado melhor que o de julho do ano anterior, ocasião em que 38 vagas foram fechadas.

O maior número de vagas abertas foi em Itaocara (22). Em seguida em Cambuci (19), Bom Jesus do Itabapoana (18), Natividade (15), Miracema (9), Italva (8), ...

Serviços abriram 48 vagas (+43 na microrregião Itaperuna e +5 na microrregião Santo Antônio de Pádua); indústria de transformação abriu 29 (+13 na microrregião Itaperuna e +16 na microrregião Santo Antônio de Pádua); e comércio também abriu 29 (+13 na microrregião Itaperuna e +16 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

Apenas construção civil fechou vagas, 25 (-28 na microrregião Itaperuna e +3 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

No acumulado do ano são 118 vagas abertas na região (+394 na microrregião Itaperuna e -276 na microrregião Santo Antônio de Pádua). De janeiro a julho do ano anterior a região fechou 199 vagas.

Itaperuna acumula 313 vagas abertas. Em seguida Natividade com 65, Varre-Sai com 20, Cambuci com 19, Porciúncula com 13, São José de Ubá com 7 e Laje do Muriaé com 6. Os demais municípios da região acumulam perdas de vagas, sendo 216 em Santo Antônio de Pádua, 41 em Aperibé, 25 em Itaocara, 20 em Miracema, 18 em Bom Jesus do Itabapoana e 5 em Italva.

O setor serviços acumula abertura de 101 vagas (+296 na microrregião Itaperuna e -195 na microrregião Santo Antônio de Pádua). Em seguida construção civil com 85 (+64 na microrregião Itaperuna e +21 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

O setor comércio fechou 47 vagas (-16 na microrregião Itaperuna e -31 na microrregião Santo Antônio de Pádua) e extração mineral 20 (+2 na microrregião Itaperuna e -22 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

Municípios compreendidos nas microrregiões do Noroeste Fluminense: Itaperuna – Bom Jesus do Itabapoana, Italva, Itaperuna, Laje do Muriaé, Natividade, Porciúncula e Varre-Sai; e Santo Antônio de Pádua – Aperibé, Cambuci, Itaocara, Miracema, Santo Antônio de Pádua e São José de Ubá. 

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Algoritimo criado pela Firjan classifica gestão fiscal dos municípios do Noroeste em dificuldade

Com base nos dados das contas dos municípios que são enviados anualmente à Secretaria do Tesouro Nacional (STN), a Firjan elaborou índice que leva em conta Receita Própria, Gastos com Pessoal, Investimentos, Liquidez e Custo da Dívida para determinar o enquadramento da gestão fiscal dos municípios de todo país em quatro conceitos: A (gestão de excelência: resultados superiores a 0,8 pontos), B (boa gestão: resultados compreendidos entre 0,6 e 0,8 pontos); C (gestão em dificuldade: resultados entre 0,4 e 0,6 pontos); e D (gestão crítica: resultados abaixo de 0,4 pontos).

Em 2016, apenas seis dos 13 municípios da região cumpriram com a determinação da LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal) de enviar as contas para a STN: quatro destes municípios receberam o conceito C (gestão em dificuldade) e dois o conceito D (gestão crítica). Cambuci recebeu a melhor pontuação (0,5439) e Italva e Natividade obtiveram avanços significativos ante 2015. Receita Própria e Investimentos são os indicadores de pontuação mais baixa dos municípios. Nos indicadores Liquidez e Custo da Dívida, a maioria dos municípios receberam conceito A (gestão de excelência).



segunda-feira, 14 de agosto de 2017

90% das cidades do Norte e Noroeste do RJ vivem uma crise fiscal, aponta FIRJAN

Campos foi a única cidade a apresentar gestão boa. Macaé trilhou caminho inverso. Município recuou -38% no Índice FIRJAN de Gestão Fiscal e teve seu conceito B em 2015 rebaixado para C em 2016Natividade e Italva avançaram.

O Índice FIRJAN de Gestão Fiscal (IFGF), divulgado pelo Sistema FIRJAN (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro), revela que, em 2016, Campos dos Goytacazes foi a única cidade do Norte e Noroeste Fluminense a apresentar boa gestão fiscal. O município obteve nota 0,6017 no IFGF, ocupando a sexta colocação estadual. Já na segunda maior cidade da região, Macaé, foi onde o índice mais recuou (-38%), passando do conceito B em 2015 para C em 2016.

Campos se destacou graças ao conceito B no IFGF investimentos, enquanto que as demais cidades da região receberam conceito D neste item. Os investimentos podem ter sido impactados pelo empréstimo obtido pela prefeitura junto à Caixa Econômica Federal dando como garantia os royalties do petróleo. Esse aumento, em conjunto com a melhora no IFGF receita própria, permitiram que Campos saísse de uma gestão fiscal difícil em 2015 para boa em 2016. Mesmo assim, o município ainda se encontra muito próximo da faixa considerada situação difícil e ocupa a 615ª posição no ranking nacional. Já em Macaé, houve redução nas cinco variáveis investigadas. O município perdeu a nota máxima no IFGF liquidez e recebeu zero no IFGF gastos com pessoal por ter consumido mais de 60% de suas receitas com folha de pagamento do funcionalismo público, acima do permitido pela lei de Responsabilidade Fiscal.

Natividade e Italva foram as cidades com maiores avanços, pois saíram da nota zero IFGF Liquidez em 2015 para a nota máxima em 2016. O Rio de Janeiro ficou em segundo lugar no ranking do estado e no das capitais. Única cidade fluminense com grau de excelência na gestão fiscal, Niterói ficou em sexto no ranking nacional.

Aperibé, Carapebus, Itaocara, Laje do Muriaé, Miracema, Porciúncula, Santo Antônio de Pádua, São Francisco de Itabapoana, São Fidélis, São João da Barra e São José de Ubá – que representam metade dos municípios que compõem as regiões Norte e Noroeste do estado – não apresentaram suas contas à Secretaria do Tesouro Nacional (STN), como determina a LRF e por isso estão ilegais. Esse grupo reúne 39 municípios fluminenses. Outras duas, Cordeiro e Silva Jardim, apresentaram dados com inconsistência. Por esse motivo, esses 41 municípios ficaram fora das análises do estudo, o que significa que 44,6% das prefeituras não deram transparência ao uso do dinheiro público. Nas 51 cidades fluminenses avaliadas pelo IFGF vivem quase 13 milhões de pessoas, 76,7% da população do estado.

O objetivo do IFGF é avaliar como são administrados os tributos pagos pela sociedade, já que as prefeituras brasileiras são responsáveis por administrar um quarto da carga tributária do país, ou seja, mais de R$ 461 bilhões, um montante que supera o orçamento do setor público da Argentina e do Uruguai somados. O índice varia de 0 a 1 ponto, sendo que quanto mais próximo de 1 melhor a situação fiscal do município. Cada um deles é classificado com conceitos A (Gestão de Excelência, com resultados superiores a 0,8 ponto), B (Boa Gestão, entre 0,8 e 0,6 ponto), C (Gestão em Dificuldade, entre 0,6 e 0,4 ponto) ou D (Gestão Crítica, inferiores a 0,4 ponto).

O estudo também avalia os indicadores de Receita Própria, que mede a dependência dos municípios em relação às transferências dos estados e da União; Liquidez, que verifica se estão deixando em caixa recursos suficientes para honrar os restos a pagar acumulados no ano; e Custo da Dívida, que corresponde às despesas de juros e amortizações. Com relação à Receita Própria, a média fluminense é crítica. A nota média neste indicador foi de 0,3914 ponto. No caso da Liquidez, a nota média indica boa gestão e, de Custo da Dívida, situação excelente.

Com exceção de Campos , todas as cidades apresentaram nível crítico no IFGF Investimentos, o que significa menos recursos para construção de escolas, hospitais, melhora na iluminação pública e na pavimentação de ruas, por exemplo. Alguns municípios registraram queda acentuada nesse quesito, como Bom Jesus do Itabapoana (-91%), Varre-Sai (-89%) e Macaé (-77%).  

A nota média das prefeituras fluminenses foi de 0,4553 ponto, 2,2% abaixo da média brasileira. De acordo com o Sistema FIRJAN, os principais problemas das cidades fluminenses são o alto comprometimento do orçamento com o funcionalismo público e o baixo investimento. No indicador de Gastos com Pessoal do estudo, a média fluminense (0,4415 ponto) ficou 13% inferior à nacional. Com relação aos Investimentos, dos 51 municípios fluminenses analisados, 44 (86,3%) receberam conceito D (crítico), o que mostra que investiram menos de 8% do orçamento. Entre as 27 unidades da Federação, o Rio de Janeiro ficou com a menor nota média em Investimentos.

Crise fiscal leva prefeituras brasileiras ao menor investimento em onze anos

Por conta da crise fiscal, os investimentos diminuíram de forma significativa no país. Em 2016, em média, apenas 6,8% do orçamento das prefeituras foram destinados aos investimentos, o menor percentual em onze anos. Em comparação com o ano anterior, as cidades brasileiras deixaram de investir R$ 7,5 bilhões, mesmo sendo o último ano de mandato dos prefeitos, aquele em que geralmente são investidos, em média, 20% a mais do que nos três anos anteriores.

De acordo com o estudo, 86% das cidades analisadas registram situação fiscal difícil ou crítica. Apenas 13 apresentaram gestão de excelência. Se não fosse a Lei da Repatriação, que destinou R$ 8,9 bilhões aos municípios, o cenário seria ainda pior. O Sistema FIRJAN destaca que o quadro é tão grave que 2.091 cidades estão ilegais por descumprirem alguma exigência das principais legislações sobre finanças públicas, principalmente a LRF. Entre elas, 937 não declararam suas contas até a data limite prevista em lei e não puderam ser avaliadas no IFGF.

O estudo destaca que um dos principais problemas dos municípios é o elevado comprometimento do orçamento com despesas obrigatórias, entre elas o pagamento do funcionalismo público. Em momentos de queda de receita, como o atual, essas obrigações dificultam a adequação das despesas à capacidade de arrecadação, deixando as contas extremamente expostas à conjuntura econômica. Com isso, os investimentos são muito afetados. De acordo com o índice, quatro em cada cinco municípios brasileiros (80,6%) receberam conceito C (gestão em dificuldade) ou D (gestão crítica) no indicador de Investimentos. Isso significa que 3.663 cidades não investiram sequer 12% do orçamento. Quase dois terços desses municípios estão concentrados nas regiões Sudeste (33,9%) e Nordeste (31,6%). Os estados de Minas Gerais, São Paulo e Bahia concentram o maior número de cidades com baixo investimento. No Sul do país, 32% das cidades possuem conceito A (gestão de excelência) ou B (boa gestão), o maior percentual entre as regiões.
A Federação também ressalta que, diante de um orçamento cada vez mais engessado, as prefeituras têm postergado despesas para o ano seguinte para ajustar as contas. Em 2016, 715 prefeitos (15,7%) adotaram essa estratégia e não deixaram recursos em caixa para cobrir os restos a pagar, o que é proibido de acordo com a LRF. Por isso, essas cidades ficaram com nota zero (gestão crítica) no indicador de Liquidez do estudo. Ao todo, essas prefeituras deixaram uma conta de mais de R$ 6,3 bilhões para os próximos gestores. Neste grupo, estão as capitais Campo Grande (MS) e Goiânia (GO). A região Sudeste é a que apresenta a pior situação, com 335 (23,1%) prefeituras que encerraram o mandato com mais restos a pagar do que recursos em caixa.

Indicadores de Receita Própria e Gastos com Pessoal também não apresentam bons resultados

Com relação à Receita Própria, o índice mostra que 81,7% das cidades brasileiras ficaram com conceito D (gestão crítica), apontando que 3.714 não geraram nem 20% de suas receitas no ano passado. Este é o indicador com o pior resultado no estudo, reflexo da crônica dependência das transferências federais e estaduais. Além disso, as prefeituras comprometeram, em média, 52,6% do orçamento com a folha de pagamento dos funcionários, sendo que 575 delas ultrapassaram o limite legal para este tipo de gasto, ficando com nota zero no indicador de Gastos com Pessoal, e 406 já atingiram o limite prudencial de 57% da RCL.
Já o Custo da Dívida apresenta o melhor resultado entre os indicadores. Do total dos municípios analisados, 91,9% receberam conceito A ou B. Isso mostra que a contratação de dívida não tem sido uma opção para fechar as contas da grande maioria das prefeituras, até pelo pouco acesso ao crédito, que é mais facilitado para grandes cidades.
Cinco cidades de SP estão entre as dez melhores do país

O IFGF apresenta um panorama completo e inédito da situação fiscal de 4.544 municípios brasileiros, onde vivem 177,8 milhões de pessoas (87,5% da população brasileira). São utilizados dados oficiais declarados pelas prefeituras à Secretaria do Tesouro Nacional (STN). Não foram analisadas 1.024 cidades que até 3 de julho deste ano não tinham seus balanços anuais disponíveis para consulta ou estavam com as informações inconsistentes.
No ranking geral, o município de Gavião Peixoto, em São Paulo, apresenta o melhor resultado do país. Em seguida, estão as cidades de São Gonçalo do Amarante (CE), Bombinhas (SC), São Pedro (SP), Balneário Camboriú (SC), Niterói (RJ), Cláudia (MT), Indaiatuba (SP), São Sebastião (SP) e Ilhabela (SP). A líder Gavião Peixoto apresenta pontuação mais de dez vezes superior à última colocada no índice, Riachão do Bacamarte, na Paraíba.

De acordo com o IFGF, a maior diferença entre os 500 melhores e os 500 piores municípios estão nos indicadores de Liquidez, Investimentos e Gastos com Pessoal. A baixa receita própria é comum aos dois grupos, o que mostra que a dependência das transferências estaduais e federais é uma deficiência inclusive para muitos municípios que estão na lista dos 500 melhores, mesmo que em menor intensidade. Já os juros e amortizações não são problema nem mesmo para a maioria dos piores colocados.

Entre as capitais, Manaus (AM) teve o melhor resultado, com conceito B (boa gestão). A capital amazonense obteve conceito A no IFGF Receita Própria graças ao esforço para o aumento da arrecadação. Além disso, atingiu nota máxima no IFGF Investimentos por investir mais de 20% do orçamento, resultado de um empréstimo de US$ 150 milhões da prefeitura junto ao Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD) para obras de infraestrutura e pagamento de dívidas. Ainda assim, ficou com conceito B no IFGF Custo da Dívida.

O pior resultado entre as capitais é de Campo Grande (MS). Já Florianópolis (SC) sequer divulgou seu balanço anual no prazo determinado pela LRF. No geral, as capitais registraram menor dependência das transferências dos estados e da União, melhor gestão de restos a pagar e comprometeram menos o orçamento com gastos de pessoal.  

O IFGF, com rankings, análises e dados específicos de cada município analisado, pode ser consultado através deste link: www.firjan.com.br/ifgf.

Assessoria de Imprensa Regional Norte e Noroeste Fluminense

terça-feira, 18 de julho de 2017

Noroeste Fluminense fecha 20 postos de trabalho com carteira assinada em junho, mas no semestre abre 36

Em junho, a região fechou 20 postos de trabalho com carteira assinada (+46 na microrregião taperuna e -66 na microrregião Santo Antônio de Pádua), conforme dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Neste mesmo mês do ano anterior, o Noroeste fechou número mais elevado de vagas, 66.

O maior número de vagas abertas foi em Porciúncula (29), seguido por Bom Jesus do Itabapoana (24), Itaperuna (7), Miracema (4) e Laje do Muriaé (2). Nos demais municípios da região postos de trabalho foram fechados, sendo o maior número em Santo Antônio de Pádua (30), em seguida Aperibé (16), Cambuci (9), Natividade (8), ...

Na construção civil foram abertas 24 vagas (+8 na microrregião Itaperuna e +16 na microrregião Santo Antônio de Pádua), enquanto na indústria de transformação foram fechadas 29 (+12 na microrregião Itaperuna e -41 na microrregião Santo Antônio de Pádua), no comércio 11 (todas na microrregião Itaperuna) e na extração mineral 10 (-1 na microrregião Itaperuna e -9 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

No semestre, a região acumula abertura de 36 vagas (+360 na microrregião Itaperuna e -324 na microrregião Santo Antônio de Pádua). De janeira a junho do ano anterior, a região fechou 161 vagas.

Sendo em Itaperuna o maior número de vagas abertas (360), em seguida Natividade (50), Porciúncula (17), São José de Ubá e Varre-Sai (8 em cada um) e Laje do Muriaé (5). Cambuci não abriu nem fechou vaga. Os demais municípios tiveram vagas fechadas, sendo em Santo Antônio de Pádua o número mais elevado (217), em seguida Itaocara (47), Aperibé (39), Bom Jesus do Itabapoana (36), Miracema (29) e Italva (13).

Construção civil foi o setor que mais abriu vagas, 110 (+92 na microrregião Itaperuna e -18 na microrregião Santo Antônio de Pádua); em seguida serviços, 53 (+253 na microrregião Itaperuna e -200 na microrregião Santo Antônio de Pádua); e serviços industriais de utilidade pública, 7 (-1 na microrregião Itaperuna e +8 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

Foi no comércio o maior número de vagas encerradas, 76 (-29 na microrregião Itaperuna e -47 na microrregião Santo Antônio de Pádua); em seguida indústria de transformação, 32 (+46 na microrregião Itaperuna e -78 na microrregião Santo Antônio de Pádua); e extração mineral, 22 (+2 na microrregião Itaperuna e -24 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

Municípios compreendidos nas microrregiões do Noroeste Fluminense: Itaperuna – Bom Jesus do Itabapoana, Italva, Itaperuna, Laje do Muriaé, Natividade, Porciúncula e Varre-Sai; e Santo Antônio de Pádua – Aperibé, Cambuci, Itaocara, Miracema, Santo Antônio de Pádua e São José de Ubá.

segunda-feira, 17 de julho de 2017

FIRJAN: Noroeste Fluminense registra média de 23 horas sem energia elétrica em 2016

O fornecimento de energia elétrica piorou na região Noroeste do Rio e nos últimos cinco anos, assim como em todo estado.  De acordo com o estudo “Retrato da Qualidade da Energia no Estado do Rio de Janeiro”, divulgado pelo Sistema FIRJAN, os municípios do Noroeste fluminense ficaram 23 horas sem energia, o que representa um aumento de 16,7% na comparação com 2011. Italva chegou a ficar às escuras por 44 horas e é o município com mais horas sem energia. Esse indicador é 54% maior do que o do município com o segundo pior resultado na região, Bom Jesus do Itabapoana, que registrou 29 horas de interrupções em 2016.

Em média, os municípios fluminenses ficaram 25 horas sem energia em 2016. Na comparação com 2011, o tempo de interrupção no estado aumentou 10,2%. A média nacional é de 16 horas sem fornecimento.

O estudo, elaborado com base em indicadores da Aneel, aponta ainda que, em média, os consumidores do estado tiveram o fornecimento interrompido 13 vezes, um aumento de 11,1% em relação a 2011. Já no Noroeste Fluminense o número de interrupções teve redução no período, passando de 14 para 11 vezes. Mais uma vez Italva foi o município que mais sofreu com a quantidade de quedas de energia, 14 vezes no ano, seguido por Itaocara, com 13 vezes.

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Inconclusivo o exame nos macacos mortos em Laje do Muriaé

Não foi possível a coleta de amostras nos bugios, ou barbados, encontrados mortos em Laje do Muriaé, devido ao adiantado estado de decomposição dos primatas.


Com informações da Secretaria de Saúde de Laje do Muriaé, e do Blog Denis Miranda.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Noroeste Fluminense fecha 27 postos de trabalho com carteira assinada em maio, mas no acumulado do ano até maio o saldo é positivo em 56 vagas

Conforme os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, foram fechados 27 postos de trabalho formal em maio no Noroeste Fluminense (-25 na microrregião Itaperuna e -2 na microrregião Santo Antônio de Pádua). Resultado melhor que o de maio do ano passado, ocasião que a região perdeu 115 postos de trabalho.

Em Natividade foram abertas 10 vagas, em seguida, 9 em Santo Antônio de Pádua, 8 em Varre-Sai, 4 em Cambuci e 3 em Laje do Muriaé. Nos demais municípios o saldo foi negativo, tendo os números mais elevados em Itaperuna (-27) e Aperibé (-16).

Construção civil abriu 8 vagas (+1 na microrregião Itaperuna e +7 na microrregião Santo Antônio de Pádua), enquanto indústria de transformação fechou 21 vagas (-22 na microrregião Itaperuna e +1 na microrregião Santo Antônio de Pádua) e comércio 10 (-6 na microrregião Itaperuna e -4 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

Puxado pela construção civil, que proporcionou a criação de 86 vagas (+84 na microrregião Itaperuna e +2 na microrregião Santo Antônio de Pádua) e por serviços, onde foram gerados 49 postos de trabalho (+222 na microrregião Itaperuna e -173 na microrregião Santo Antônio de Pádua), a região acumula de janeiro a maio abertura de 56 vagas (+314 na microrregião Itaperuna e -258 na microrregião Santo Antônio de Pádua). No mesmo período do ano anterior, os números foram bem inferiores (115 vagas fechadas).

No estado do RJ, a perda de vagas em maio totaliza 5.583 e de janeiro a maio 60.675, enquanto no país foram criados 34.253 postos de trabalho em maio e 25.233 no acumulado do ano até maio.

Municípios compreendidos nas microrregiões do Noroeste Fluminense: Itaperuna – Bom Jesus do Itabapoana, Italva, Itaperuna, Laje do Muriaé, Natividade, Porciúncula e Varre-Sai; e Santo Antônio de Pádua – Aperibé, Cambuci, Itaocara, Miracema, Santo Antônio de Pádua e São José de Ubá.

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Firjan propõe criação de Cinturão de Segurança Rodoviária Integrada que passa pelo Norte e Noroeste Fluminense

A sugestão pode reduzir o roubo de cargas, o contrabando e a entrada de drogas e armas.

O estado do Rio registrou 811.854 mil crimes em 2016, média de uma ocorrência a cada 39 segundos. O dado é do estudo “Avanço da criminalidade no estado do Rio de Janeiro – Retrato e propostas para a segurança pública”, divulgado pelo Sistema FIRJAN. O estudo propõe como um das medidas a criação do Cinturão do Rio de Janeiro, que passa por Campos, Itaperuna, Santo Antônio de Pádua e Bom Jesus do Itabapoana.

De acordo com a Federação, a crise econômica do governo do estado e dos municípios contribui diretamente para o agravamento da situação da violência, por conta da redução da presença das forças de segurança pública nas ruas e também das ações de investigação.

O estudo destaca que o estado do Rio se tornou o mais perigoso para o transporte de cargas no país, com 9.862 registros de roubo no ano passado. É a maior incidência deste tipo de crime em 25 anos. O número equivale a 43,7% das ocorrências nacionais e o custo foi de R$ 619 milhões. O Sistema FIRJAN aponta que o crime traz prejuízos para os transportadores, donos de cargas e clientes, além de provocar o desabastecimento formal de produtos e alimentar o comércio ilegal.

Ressalta ainda que o aumento deste tipo de crime está ligado à estratégia de financiamento das facções criminosas, que utilizam o produto roubado para a compra de drogas e armas, financiando o tráfico internacional. Para a Federação, o processo é facilitado pela fragilidade das fronteiras estaduais e nacionais. No caso estadual, por exemplo, a Federação chama a atenção para o déficit no quadro da Polícia Rodoviária Federal. Em todo o país, faltam 2.716 policiais, ou 21% do que seria necessário, de acordo com a legislação. Já o estado do Rio registra um déficit de 28,3% em relação ao início da década de 2000.

Para combater o avanço da criminalidade, o Sistema FIRJAN defende ações permanentes e não pontuais. A principal delas é a criação de um Cinturão de Segurança Rodoviária Integrada, formado por postos de fiscalização conjunta de órgãos federais e estaduais, localizados em pontos estratégicos das rodovias e portos. Nestes postos poderão funcionar o Polícia Rodoviária Federal, o DNIT e as secretarias estaduais de Segurança Pública, Fazenda e Saúde.

O estudo propõe que o Cinturão do Rio de Janeiro possua 13 postos instalados em Campos, Itaperuna, Santo Antônio de Pádua, Bom Jesus do Itabapoana, Paraty, Itaguaí, Seropédica, Duque de Caxias, Magé, Itaboraí, Três Rios e Sapucaia

O Outro seria instalado na rodovia Presidente Dutra, em Queluz (SP), próximo à divisa dos estados, por onde circulam 30 mil veículos por dia. Este posto, que serviria de projeto-piloto, teria uma ação integrada dos dois estados, pois liga as duas principais regiões metropolitanas do país. A localização estratégica provocaria uma ruptura no esquema de tráfico de drogas e armas e no contrabando na rota RJ-SP.  
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O estudo “Avanço da Criminalidade no estado do Rio de Janeiro – Retrato e Propostas para a Segurança Pública”, com outros dados relacionados à criminalidade e detalhes das propostas, pode ser acessado através deste link: https://goo.gl/fGsJnJ

Assessoria de Imprensa - Sistema FIRJAN NF

O impacto econômico do roubo de cargas no Noroeste Fluminense - Março/2017


quarta-feira, 24 de maio de 2017

Firjan promove encontro de integração entre industriais do Norte e do Noroeste Fluminense

O Sistema FIRJAN, através das Representações Regionais Norte e Noroeste, promoveu, na última terça-feira, 23/05, um encontro de relacionamento empresarial em Campos. O objetivo do evento foi promover a integração entre os industriais das duas regiões. 

“O Norte e o Noroeste têm muito em comum. Não só pleitos das indústrias  mas também muitas possibilidades de negócios entre as empresas. Esse encontro é um primeiro passo para integrar as duas regiões, para que, juntas, tenham mais força para superar esta crise”, disse o Gerente Regional da FIRJAN Luiz Mário Concebida.

 Além de reunir os empresários, o evento contou com a apresentação de um case de sucesso. O Diretor-Presidente da Companhia de Papéis de Santo Antônio de Pádua, COPAPA, Fernando Pinheiro falou sobre a transformação pela qual a empresa passou nos últimos anos.  A companhia, que tem 50 anos de existência, é uma das maiores do estado na fabricação de papéis para fins sanitários e  produz 170 toneladas  por dia. Pinheiro contou como a profissionalização da gestão da fábrica iniciada em 2008, mudou o posicionamento da empresa no mercado e fez a produção e a lucratividade crescerem.

Fernando Pinheiro falou também da importância dos empresários se unirem para lutarem para melhorar ambiente de negócios nas regiões. “Somos carentes de infraestrutura principalmente, se nos unirmos seremos mais fortes para lutar por melhorias”

Pinheiro também falou sobre a importância do papel da FIRJAN nesse processo. Em 2016, quando o governo do estado aumentou o imposto sobre o papel higiênico de folha dupla ou tripla (ambos de textura mais macia), os fabricantes fluminenses amargam prejuízos.

Um decreto baixado em dezembro de 2015, retirou o produto da cesta básica, deixando apenas o de folha simples no pacote de itens considerados essenciais. Assim, os fabricantes do produto de maior qualidade, sobre o qual incidia um tributo de 7%, passaram a pagar uma alíquota de ICMS de 18% e um adicional de 2%, que é transferido para o Fundo Estadual de Combate à Pobreza.

Mas em setembro de 2016, o Governo do Estado acatou um ofício da Comissão de Tributação da Alerj e revogou um decreto.

“Foi uma luta árdua e a FIRJAN teve papel fundamental na conquista desse pleito. Uma prova que, com união, temos mais força”, destacou Pinheiro

Assessoria de Imprensa Regional Norte e Noroeste Fluminense

terça-feira, 23 de maio de 2017

Teatro SESI Itaperuna apresenta os espetáculos “Vendo Memórias” e “Histórias de Medo” (público infantil)

"Vendo Memórias". Foto: divulgação
Se as memórias das pessoas pudessem ser comercializadas? E se um novo mercado se formasse, onde os produtos vendidos são as experiências vividas? É esse o mote do espetáculo "Vendo Memórias", que será apresentado no Teatro SESI Itaperuna, no dia 27/05, às 20 h.

O projeto nasceu a partir da leitura de dois contos do escritor argentino Jorge Luis Borges – “Funes, o Memorioso” e “A memória de Shakespeare”. Embora inspirado em obras literárias, seguiu um caminho mais empírico, e foi executado em dois momentos. Na primeira etapa, André Valim - o ator e pesquisador responsável pelo projeto - marcou encontros com 27 pessoas diferentes e 'comprou' memórias das suas vidas, momentos marcantes que os próprios cedentes decidiram qual seria. Após a ‘compra’, as memórias foram separadas por categorias, por eixos temáticos que construíram a base de novas histórias, resultando na encenação "Vendo Memórias".

"Ouvi todas as histórias e tentei me envolver com os relatos para me encaixar na emoção das pessoas. Foi uma experiência muito rica, mas muito delicada, já que muitos revelaram momentos íntimos de sua vida e que ficaram por muito tempo guardados. Senti a necessidade de colocar minhas próprias memórias à disposição para a construção deste trabalho. É uma maneira de brincar também com os limites entre ficção e realidade", revela o autor e ator do espetáculo.

“Histórias de Medo”

"Histórias de Medo". Foto: divulgação
Contos e histórias tradicionais de várias culturas, que falam do medo e das diversas formas de lidar com ele, serão apresentados no espetáculo “História de Medo”, no Teatro SESI de Itaperuna, no dia 28/05, às 17 h. Os ingressos custam R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia-entrada).

Através de bonecos, canções, jogos populares e outros recursos lúdicos, a peça proporciona uma grande brincadeira, levando o público a perceber que o medo não é um “bicho de sete cabeças”, e que, ao enfrentá-lo, esse sentimento pode ficar menor e ser derrotado.

Voltado para os públicos infantil e infantojuvenil, o teatro conta cinco histórias: “A cobra surucucu e o sapo tarô – Bequê” (indígena), “O príncipe Adil e os leões” (sufi), “A anciã que não tinha medo” (japonês), “O compadre da morte”, (brasileiro) e “A história de Davi e Golias” (bíblico).

O Teatro SESI Itaperuna está localizado à Av. Deputado José de Cerqueira Garcia, número 883, bairro Presidente Costa e Silva. Os ingressos já  estão à venda na bilheteria do teatro. Pessoas com mais de 60 anos, estudantes, deficientes físicos e associados ao SESI pagam meia-entrada.

Com informações da Assessoria de Imprensa Regional Norte e Noroeste Fluminense, do Sistema Firjan

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Noroeste Fluminense abre 200 postos de trabalho com carteira assinada em abril e 83 de janeiro a abril

Itaperuna puxa abertura de postos de trabalho na região

Em abril, a região abriu 200 postos de trabalho com carteira assinada (+168 na microrregião Itaperuna e +32 na microrregião Santo Antônio de Pádua). Resultado bem melhor do que o registrado neste mesmo mês do ano passado, ocasião em que foram fechados 10 postos de trabalho.

Somente em Itaperuna foram abertas 112 vagas. Outras 40 vagas foram abertas em Natividade e em Santo Antônio de Pádua foram geradas 22. Todos os municípios da região tiveram resultado positivo no saldo entre admissões e demissões, com exceção de Aperibé e Bom Jesus do Itabapoana que registraram perdas de 7 e 9 vagas, respectivamente.

No comércio foi aberto o maior número de vagas, 132 (+107 na microrregião Itaperuna e +25 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

Em seguida na construção civil, 49 (+47 na microrregião Itaperuna e +2 na microrregião Santo Antônio de Pádua), e na indústria de transformação, 41 (+22 na microrregião Itaperuna e +19 na microrregião Santo Antônio de Pádua). Em serviços e extração mineral houve pequenas perdas de postos de trabalho: -13 em serviços (-6 na microrregião Itaperuna e -7 na microrregião Santo Antônio de Pádua) e -7 em extração mineral (+1 na microrregião Itaperuna e -8 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

No acumulado do ano até abril, o saldo de vagas na região foi positivo em 83 postos de trabalho (+339 na microrregião Itaperuna e -256 na microrregião Santo Antônio de Pádua).  Neste mesmo período do ano anterior a região perdeu 26 vagas.

Os novos postos de trabalho na região vêm sendo puxados por Itaperuna, que acumula no período o saldo de 349 novas vagas abertas. Em seguida por Natividade, com 49. Com exceção destes municípios e de Cambuci, São José de Ubá e Varre-Sai, os demais municípios registraram perdas de vagas, tendo em Santo Antônio de Pádua o número mais elevado (-196). Em seguida em Bom Jesus do Itabapoana, com -57, Itaocara, com -40, e Miracema, com -32.

A construção civil lidera com o maior número de vagas criadas, 78 (+83 na microrregião Itaperuna e -5 na microrregião Santo Antônio de Pádua). Em seguida serviços, com 53 (+221 na microrregião Itaperuna e -168 na microrregião Santo Antônio de Pádua), e indústria de transformação, com 18 (+56 na microrregião Itaperuna e -38 na microrregião Santo Antônio de Pádua). O comércio registra perda de 55 postos de trabalho (-12 na microrregião Itaperuna e -43 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

Municípios compreendidos nas microrregiões do Noroeste Fluminense: Itaperuna – Bom Jesus do Itabapoana, Italva, Itaperuna, Laje do Muriaé, Natividade, Porciúncula e Varre-Sai; e Santo Antônio de Pádua – Aperibé, Cambuci, Itaocara, Miracema, Santo Antônio de Pádua e São José de Ubá.

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Agora é a vez de Miracema receber o Circuito Cultural Fazendas Históricas Noroeste Fluminense

Depois de Porciúncula, agora é a vez de o município de Miracema receber o Circuito Cultural Fazendas Históricas Noroeste Fluminense, que busca resgatar as memórias de fazendas da região. Miracema é a cidade com maior número de fazendas abordadas pelo projeto, totalizando nove, sendo elas, Serra Nova, Cachoeira, União, Liberdade, Santa Inês, Boa Vista, Santa Justa, Santa Cruz e Prosperidade. A cidade de Miracema recebe o Circuito nos dias 13 e 14 de maio, na pracinha da Igreja Matriz, das 17h às 23h.

Além da preservação da memória do interior fluminense, através da história de 19 fazendas, o Circuito oferece gratuitamente a todos os visitantes, atividades culturais, oficinas, atrações musicais, brincadeiras voltadas ao público infantil, e muitas outras atividades. Na Sala das Artes, por exemplo, o visitante poderá apreciar fotografias das fazendas que compõem o projeto. Para quem gosta de boa música, que tal marcar presença junto ao Palco SESC, que abre espaço para artistas da região?! Já a criançada terá diversão garantida na Área Infantil SESC.

Durante o evento o visitante poderá conhecer mobiliários antigos, bem como assistir ao vídeo documentário “Circuito Cultural Fazendas Históricas Noroeste Fluminense”, produzido pelo vídeomaker Samuel Blanc, com roteiro do escritor e jornalista Eusébio Dornellas.

DETALHES E CURIOSIDADES: naquela ocasião, a vida pulsava ativamente ao redor das fazendas. Em muitas delas havia cinema, banda de música, padaria, farmácia, telefone, cartório e até mesmo agência dos Correios e Telégrafos. Serraria, engenho de açúcar, máquinas para beneficiar café e arroz, alambique, moinho de fubá, instalações para a produção de farinha de mandioca, matadouro, além de sistema próprio para o fornecimento de luz elétrica. Os saraus também eram bastante concorridos, onde os jovens da época dançavam ao som do piano e nos intervalos saboreavam doces, refrescos e ponche.

A ‘escravidão’ também é tema abordado e, dentre as curiosidades, a forma como era aplicada as punições aos escravos na Fazenda Liberdade. Lá – na Liberdade – o castigo comum atribuído aos escravos naquela propriedade era tomar banho com sabão. O nome da fazenda faz todo sentido ao depararmos que, dentro das possibilidades da época, vários escravos foram libertados, pois, havia a compreensão do sentido de mudança.

VISITANTES ILUSTRES: após o sucesso do evento em Porciúncula, é grande a expectativa da população nos outros municípios participantes do projeto. Em Miracema, visitantes ilustres (alunos do Colégio Estadual Deodato Linhares), estão em ritmo de contagem regressiva para participar do Circuito, como conta a professora Ana Lúcia L. Costa Schmidt.

“Dentre os alunos, Vinicio Montan e Roger Fernandes. São meus orientandos no Projeto Jovens Talentos para a Ciência da FAPERJ. Eles estão pesquisando sobre as fazendas mapeadas do município, a fim de fazer a divulgação turística das mesmas e criar um roteiro rural e cultural que envolva as fazendas e, quem sabe um dia, os imóveis tombados no município. Eles estarão na praça a fim de participarem de todas as atividades do Circuito, que certamente serão enriquecedoras para a pesquisa deles”, comenta a professora.

Depois da cidade de Miracema, o projeto desembarca no município de Itaperuna, nos dias 20 e 21 de maio, no CRECE (antigo campo do Comércio). E, por fim, o evento será realizado em São José de Ubá, nos dias 27 e 28 de maio, no CEASA. O Circuito Cultural Fazendas Históricas Noroeste Fluminense é uma organização da B2B Empreendimentos, apoio da Prefeitura Municipal de Miracema e SINCOMÉRCIO Itaperuna. Oferecimento FECOMÉRCIO/SESC.

Informação: Eusébio Dornellas | Agência Comuniqque - www.comuniqque.com

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Projeto do BID e APL's de Rocha de Pádua e de Moda em Itaperuna são temas de seminário no Rio

Ações voltadas para impulsionar cadeias da moda e de rochas ornamentais promoveram empresas e geraram mais empregos

Com apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), acontece no próximo dia 4 de maio, no Rio de Janeiro, a apresentação dos resultados de projeto voltado para o estabelecimento de uma Política de Desenvolvimento Econômico Local no Estado.

O projeto foi desenvolvido pelo Governo do Estado do Rio – por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico – em parceria com o Sebrae/RJ nos últimos cinco anos junto às cadeias da Moda, de Cabo Frio, e das Rochas Ornamentais, em Santo Antônio de Pádua, envolvendo cerca de 300 pessoas.

Capacitação de profissionais, preparo para participação em feiras e eventos, palestras e workshops foram realizados no período, visando estimular os dois Arranjos Produtivos Locais (APLs). Para medir a efetividade das ações foram realizadas pesquisas comparativas da situação das empresas integrantes dos dois APLs, em 2013 e em 2017. Na comparação houve o crescimento no faturamento anual, melhoria na exportação, maior utilização de comércio eletrônico e inovação.

“Apesar de serem distintos entre si, os dois APLs, de Moda e de Rochas, apresentavam características semelhantes, que eram o elevado índice de informalidade e dificuldades de interlocução entre os integrantes do setor”, avalia subsecretária estadual de Comércio e Serviço, Dulce Ângela Procópio.

Hoje, as duas regiões contam com sistema de gestão dos APLs consolidados e governanças locais com planos de ação em funcionamento. O projeto também está sendo estendido para o APL de moda de Itaperuna, no Noroeste Fluminense.

 “O financiamento do BID possibilitou a abertura de novos mercados nacionais e o incremento de 10% no faturamento das empresas, isso num momento de crise econômica no País e especialmente no estado do Rio. Além disso, mais de 60% das empresas beneficiárias inovaram em processos, produtos e serviços”, afirmou o diretor do Sebrae/RJ Evandro Peçanha.

Além das duas cadeias produtivas, o projeto já foi estendido para outro APL, de moda de Itaperuna, na Região Noroeste do Estado do Rio. “A ideia é que a metodologia desenvolvida seja aprimorada e replicada não somente em outros APLs no estado do Rio, mas até mesmo levada para outras regiões, comentou Luciana Botafogo,  especialista do Fundo Multisetorial de Investimentos (Fumin), do BID.

Além da apresentação dos resultados do projeto e troca de experiências entre os integrantes das duas cadeias produtivas, o evento também terá como pano de fundo o lançamento do sistema Mooola, que vai integrar dados das duas bases de APLs. Estatísticas, referências e principais resultados do projeto estarão disponíveis neste sistema que será disponibilizado nos sites do Sebrae e do Governo do Estado.


SERVIÇO:
SEMINÁRIOEstabelecimento de uma Política de Desenvolvimento Econômico Local no Estado do Rio de Janeiro
LOCAL: Windsor Guanabara Hotel
DATA: 4 de maio  
HORÁRIO: Das 9h às 16h30
Mais informações: kellylima@altercomunicacao.com

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Noroeste Fluminense fecha 94 postos de trabalho formal em março e 117 no trimestre

Em março, a região fechou 94 postos de trabalho com carteira assinada (-11 na microrregião taperuna e -83 na microrregião Santo Antônio de Pádua), e 117 no primeiro trimestre (+171 na microrregião Itaperuna e -288 na microrregião Santo Antônio de Pádua).   Neste   mesmo mês de 2016 a perda de vagas foi um pouco mais elevada (109), mas no trimestre o resultado foi melhor ao registrar abertura de 16 novos postos.

De acordo com os registros feitos pelos empregadores no Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, do Ministério do Trabalho), foram 1.115 admissões e 1.209 demissões em março, e 3.195 admissões e 3.312 demissões no primeiro trimestre.

Em Itaperuna foram abertas 24 novas vagas em março e 237 no primeiro trimestre, resultado bem melhor do que o do ano anterior, ocasião em que foram fechadas 17 vagas em março e 239 de janeiro a março.

Em Santo Antônio de Pádua foram fechados 49 postos de trabalho em março e 218 de janeiro a março. Números mais elevados do que os ocorridos no ano anterior: -1 vaga em março e -76 no primeiro trimestre.
 
Em Miracema, 26 vagas foram fechadas em março e 34 no acumulado do ano. Neste mesmo mês de 2016 não foram abertas nem fechadas vagas, mas no trimestre foram abertos 24 novos postos de trabalho.

Em Itaocara foram fechados 19 postos de trabalho em março e 47 de janeiro a março, enquanto no ano anterior fechou 3 vagas em março e abriu 436 no primeiro trimestre – contratações realizadas pela prefeitura municipal.

Em Bom Jesus do Itabapoana foram fechados 17 postos de trabalho em março e 49 de janeiro a março. No ano anterior foram fechadas 69 vagas em março e 107 de janeiro a março.

Foi no setor serviços que a região apresentou os melhores números: abertura de 88 vagas em março (+100 na microrregião Itaperuna e -12 na microrregião Santo Antônio de Pádua) e 66 no trimestre (+227 na microrregião Itaperuna e -161 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

Enquanto as maiores baixas na região foram registradas no comércio: 109 em março (-45 na microrregião Itaperuna e -64 na microrregião Santo Antônio de Pádua) e 187 no trimestre (-119 na microrregião Itaperuna e -68 na microrregião Santo Antônio de Pádua). Em seguida na indústria de transformação: perda de 72 vagas em março (-64 na microrregião Itaperuna e -8 na microrregião Santo Antônio de Pádua) e 26 no trimestre (+34 na microrregião Itaperuna e -57 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

Municípios compreendidos nas microrregiões do Noroeste Fluminense: Itaperuna – Bom Jesus do Itabapoana, Italva, Itaperuna, Laje do Muriaé, Natividade, Porciúncula e Varre-Sai; e Santo Antônio de Pádua – Aperibé, Cambuci, Itaocara, Miracema, Santo Antônio de Pádua e São José de Ubá.