sábado, 30 de dezembro de 2017

Royalties do petróleo para os municípios do Noroeste aumentam 34% até outubro

Quota dos royalties do petróleo destinada aos municípios do Noroeste Fluminense referente a outubro cresce 23%. No acumulado do ano o aumento é de 34%, frente ao mesmo período de 2016.

"Otimista com a valorização do petróleo no mercado global e as perspectivas para o mercado de petróleo e gás em 2018, o governo do estado do Rio de Janeiro pode rever para cima suas estimativas de receita com arrecadação de royalties e participações especiais no próximo ano. Na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2018, o Rio prevê arrecadar R$ 6,5 bilhões em royalties e participações em 2018, isso com cálculos que velam em conta o preço médio do barril do tipo Brent em US$ 55. Hoje, o preço médio está em US$ 50,20.
A arrecadação mais alta foi uma consequência do aumento da produção média no Brasil (8,05% até aqui frente a 2016) e nos preços do barril, que já subiu quase 39% este ano, garantindo a alta de arrecadação mesmo com a desvalorização do dólar" - E&P Brasil (Guilherme Serodio).


quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Puxado por Itaperuna e Miracema, Noroeste abre 65 postos de trabalho formal em novembro

Em novembro, 65 postos de trabalho foram abertos na região (+66 na microrregião Itaperuna e -1 na microrregião Santo Antônio de Pádua), segundo informações prestadas pelos empregadores no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho. Resultado bem mais satisfatório do que o ocorrido em novembro de 2016, mês que foram registrados 136 fechamentos de vagas. 

Este resultado foi puxado por Itaperuna, que gerou 84 novos postos de trabalho. Em seguida por Miracema, com 22 novas vagas, Laje do Muriaé, com 10, Itaocara, com 9, Natividade e Porciúncula, com 2 cada um, e Varre-Sai, com 1. 

Nos demais municípios da região foram registrados saldo negativo, tendo em Bom Jesus do Itabapoana e Santo Antônio de Pádua as perdas de postos de trabalho mais significativas, 29 e 24, respectivamente.

O maior número de vagas foi aberto no comércio: 48 (+69 na microrregião Itaperuna e -21 na microrregião Santo Antônio de Pádua). Em seguida serviços: 42 (+26 na microrregião Itaperuna e +16 na microrregião Santo Antônio de Pádua); construção civil: 34 (+10 na microrregião Itaperuna e +24 na microrregião Santo Antônio de Pádua); extração mineral: 8 (+4 na microrregião Itaperuna e +4 na microrregião Santo Antônio de Pádua); e serviços industriais de utilidade pública: 8 (todas abertas na microrregião Itaperuna).

Indústria de transformação registrou perda de 60 vagas (-45 na microrregião Itaperuna e -15 na microrregião Santo Antônio de Pádua) e agropecuária perda de 15 (-6 na microrregião Itaperuna e -9 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

No acumulado do ano, foram abertas na região 588 vagas (+630 na microrregião Itaperuna e -42 na microrregião Santo Antônio de Pádua). De janeiro a novembro do ano anterior o número de vagas abertas na região foi bem inferior: 385.

Novamente puxado por Itaperuna, que foi responsável pela abertura de 487 vagas. Em seguida Natividade, com 62 vagas, Miracema, com 59, Porciúncula e Varre-Sai, com 29 cada um, Cambuci, com 27, Lage do Muriaé, com 16, Italva, com 13, São José de Ubá, com 12, e Itaocara, com 10.

Santo Antônio de Pádua, Aperibé e Bom Jesus do Itabapoana registraram perda de 126, 24 e 6 vagas, respectivamente.

Serviços acumula abertura de 309 vagas (+442 na microrregião Itaperuna e -133 na microrregião Santo Antônio de Pádua). Em seguida indústria de transformação, com 132 vagas (+116 na microrregião Itaperuna e +16 na microrregião Santo Antônio de Pádua); construção civil, com 77 (-11 na microrregião Itaperuna e +88 na microrregião Santo Antônio de Pádua);  comércio, com 75 (+78 na microrregião Itaperuna e -3 na microrregião Santo Antônio de Pádua);  e serviços industriais de utilidade pública, com 25 (+18 na microrregião Itaperuna e +7 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

Municípios compreendidos nas microrregiões do Noroeste Fluminense: Itaperuna – Bom Jesus do Itabapoana, Italva, Itaperuna, Laje do Muriaé, Natividade, Porciúncula e Varre-Sai; e Santo Antônio de Pádua – Aperibé, Cambuci, Itaocara, Miracema, Santo Antônio de Pádua e São José de Ubá. 

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Mata Atlântica no Noroeste Fluminense cresce 129 hectares em 2016

Levantamento realizado por SOS Mata Atlântica e Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) em 2016, disponibilizado no Atlas Municípios, demonstra que os fragmentos remanescentes da Mata Atlântica no Noroeste Fluminense aumentou de 5,50%, em 2015, para 5,52%, em 2016, o que equivale a 129 ha, ou 129 campos de futebol. 

O bioma cresceu em 7 municípios, com destaque para Laje do Muriaé (40ha), em seguida Santo Antônio de Pádua (31ha), Miracema (24ha), Porciúncula (20ha), Itaperuna (17ha), ...

Varre-sai detém a maior reserva relativa do bioma na região (11%), em seguida Laje do Muriaé e Miracema (10% cada um), Cambuci (9%), Porciúncula (7%), Natividade (6%), São José de Ubá (5%), Itaperuna, Santo Antônio de Pádua e Bom Jesus do Itabapoana (4% cada um), Itaocara (3%), Italva (2%) e Aperibé (1%).


segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Royalties do petróleo de setembro destinados ao Noroeste Fluminense aumentam 21%

As quotas dos royalties do petróleo de setembro destinadas aos municípios do Noroeste Fluminense aumentaram 21%, em comparação ao mesmo mês do ano anterior. 

No acumulado do ano até setembro o aumento foi de 35%. Em valores, o montante destinado ao Noroeste nestes 9 meses aumentou R$ 18,477 milhões na comparação ao mesmo período de 2016, passando de R$ 53,157 milhões para R$ 71,634 milhões.


Link para o mês anterior e comparações de 2014 a 2017

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Quatorze cursos de graduação no Noroeste são avaliados pelo Inep no Conceito Preliminar de Cursos de 2016

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou no diário oficial desta segunda-feira, 27/11, e no Portal Inep, dois dos seus Indicadores de Qualidade da Educação Superior 2016, entre eles o Conceito Preliminar de Curso (CPC) – indicador de qualidade que avalia os cursos de graduação.

Em 2016, foram avaliados os bacharelados nas grandes áreas de Saúde, Ciências Agrárias e áreas afins. O cálculo do CPC, cuja pontuação varia entre 1 e 5 (sendo 5 a nota máxima) tem por base a avaliação de desempenho de estudantes, por meio do Enade; o valor agregado pelo processo formativo, a partir do IDD (Indicador de Diferença entre os Desempenhos Observado e Esperado); as características do corpo docente, por meio do Censo da Educação Superior; e as condições oferecidas para o desenvolvimento do processo formativo (infraestrutura e instalações físicas, organização didático-pedagógica e oportunidades de ampliação da formação acadêmica e profissional), a partir do Questionário do Estudante. O indicador é calculado somente para cursos com, no mínimo, dois concluintes participantes no Enade.

Em 2016, além das instituições, foram avaliados 4.196 cursos de bacharelandos: 0,4% dos cursos obtiveram conceito 1; 7% conceito 2; 50,5% conceito 3; 40,3% conceito 4; e 1,9% conceito 5.

No estado do RJ foram avaliados 280 cursos: 0,7% dos cursos obtiveram conceito 1; 6% conceito 2; 57,5% conceito 3; 34,6% conceito 4; e 1% conceito 5.

No Noroeste Fluminense foram avaliados 14 cursos: 1 dos cursos obteve conceito 1; 9 conceito 3; e 4 conceito 4.


segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Noroeste Fluminense abre 93 postos de trabalho formal em outubro e 523 no acumulado do ano

Em outubro, a região abriu 93 vagas de empregos com carteira assinada (+60 na microrregião Itaperuna e +33 na microrregião Santo Antônio de Pádua), segundo os registros feitos pelos empregadores no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho. Número bem mais elevado do que o acorrido em outubro de 2016, ocasião em que foram fechadas 51 vagas na região.

Por município, destaque para Santo Antônio de Pádua, que registrou abertura de 41 vagas. Em seguida Itaperuna (30), Bom Jesus do Itabapoana (14), Italva (13), Varre-Sai (8), ...

Por setor de atividade econômica, destaque para indústria de transformação, com abertura de 70 vagas (+35 na microrregião Itaperuna e +35 na microrregião Santo Antônio de Pádua). Em seguida comércio, que registrou abertura de 54 vagas (+48 na microrregião Itaperuna e +6 na microrregião Santo Antônio de Pádua); e serviços, com abertura de 38 vagas (+45 na microrregião Itaperuna e -7 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

Na construção civil foram fechadas 42 vagas (-50 na microrregião Itaperuna e +8 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

No acumulado do ano, a região abriu 523 vagas (+564 na microrregião Itaperuna e -41 na microrregião Santo Antônio de Pádua). De janeiro a outubro do ano anterior, a região fechou 109 vagas.

Itaperuna acumula abertura de 403 vagas, em seguida Natividade (60), Miracema (37), Cambuci (33), Varre-Sai (28), Porciúncula (27), Bom Jesus do Itabapoana (23), Italva (17), São José de Ubá (13), Laje do Muriaé (6) e Itaocara (1). Santo Antônio de Pádua e Aperibé acumulam perda de, respectivamente, 102 e 23 vagas.

Destaque para serviços, que acumulou abertura de 267 vagas (+416 na microrregião Itaperuna e -149 na microrregião Santo Antônio de Pádua). Em seguida indústria de transformação, com abertura de 192 vagas (+161 na microrregião Itaperuna e +31 na microrregião Santo Antônio de Pádua); construção civil, com 43 vagas abertas (-21 na microrregião Itaperuna e +64 na microrregião Santo Antônio de Pádua); comércio, com abertura de 27 vagas (+9 na microrregião Itaperuna e +18 na microrregião Santo Antônio de Pádua); e serviços industriais de utilidade pública, com 17 vagas abertas (+10 na microrregião Itaperuna e +7 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

Extração mineral perdeu 18 vagas (-1 na microrregião Itaperuna e -17 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

Municípios compreendidos nas microrregiões do Noroeste Fluminense: Itaperuna – Bom Jesus do Itabapoana, Italva, Itaperuna, Laje do Muriaé, Natividade, Porciúncula e Varre-Sai; e Santo Antônio de Pádua – Aperibé, Cambuci, Itaocara, Miracema, Santo Antônio de Pádua e São José de Ubá. 

domingo, 19 de novembro de 2017

Blog do Roberto Moraes publica relatório da excursão do ecologista e professor Aristides Arthur Soffiati a região Noroeste Fluminense

No blog do professor Roberto Moraes tem uma excelente publicação sobre o Noroeste Fluminense: Revisitando o noroeste fluminense (I): eixo Muriaé por Sofiatti

Trata-se da primeira parte de excursão realizada neste mês pelo ecologista e professor Aristides Arthur Soffiati a região Noroeste Fluminense:

"Por um tempo razoável, não visitei o Noroeste Fluminense com olhar observador. Estive lá em novembro de 2017 com a professora Adriana Filgueira, da Universidade Federal Fluminense. Planejamos quatro excursões. A primeira seguindo o eixo do rio Muriaé; a segunda acompanhando o eixo Paraíba do Sul-Pomba; a terceira acompanhando o rio Itabapoana e o quarta trilhando o vale do rio Itapemirim."

O professor Roberto Moraes ficou de nos brindar com a publicação no seu blog das outras três partes da excursão ao Noroeste realizada pelo mestre Soffiati. Vamos acompanhar.

sábado, 18 de novembro de 2017

PIB do Noroeste Fluminense cresce 18% em 2014

Em 2014, o PIB (a preços de mercado) do Noroeste Fluminense cresceu 18,44% em comparação ao PIB de 2013. Em valor, cresceu R$ 1,033 bilhão, passando de R$ 5,602 bilhões em 2013 para R$ 6,635 bilhões em 2014. O PIB do Noroeste representa 1% do PIB do Estado do Rio.

Dos 13 municípios da região, 4 concentram 70% do PIB da região: Itaperuna (32%), Itaocara (15%), Santo Antônio de Pádua (14%) e Bom Jesus do Itabapoana (9%).

A atividade econômica predominante na região é serviços, representando 82% do Valor Adicionado Bruto, sendo 33% relativo à administração pública. Em seguida indústria, com participação de 12%.

O PIB de Itaocara avançou significativamente em 2014, cresceu 152%. Em seguida São José de Ubá (35%), Italva (12%), Itaperuna (10%), Miracema e Natividadae (9% cada um), ... 


segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Quota dos royalties do petróleo destinada aos municípios do Noroeste cresce 36% até agosto

As quotas dos royalties do petróleo destinadas aos municípios do Noroeste Fluminense voltou a crescer em 2017 e acumula alta de 36% até agosto. Mas os valores de 2017 - R$ 64,684 milhões - continuam abaixo do patamar de 2014 - R$ 77,096 milhões.

Em valores, o montante destinado ao Noroeste nestes 8 meses aumentou R$ 17,280 milhões na comparação ao mesmo período de 2016, passando de R$ 47,404 milhões para R$ 64,684 milhões.

De janeiro a agosto de 2015 o montante destinado ao Noroeste recuou 26% na comparação ao mesmo período de 2014. Nestes mesmos meses de 2016 a queda foi de 17% na comparação a 2015.




segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Noroeste perde 794 hectares de Mata Atlântica entre 2013 e 2015

Em 2015, último ano disponibilizado no Atlas Municípios, elaborado por Fundação SOS Mata Atlântica e Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o Noroeste Fluminense perdeu 794 hectares, o equivalente a 794 campos de futebol, de vegetação natural do bioma Mata Atlântica, em comparação a 2013. 

Todos municípios, com exceção de Varre-Sai e Bom Jesus do Itabapoana, perderam parte dos fragmentos remanescentes da Mata Atlântica, destacando-se Cambuci, com perda de 281 hectares, em seguida Santo Antônio de Pádua (169 ha), Laje do Muriaé (128 ha), Miracema (111 ha), Italva (75 ha), Itaocara (57 ha), Natividade (52 ha), Porciúncula (45 ha), Itaperuna (16 ha), Aperibé (3 ha) e São José de Ubá (1 ha).

Ao contrário dos demais municípios da região Varre Sai e Bom Jesus do Itabapoana ganharam 115 e 29 ha, respectivamente. Também é de Varre-Sai a maior área relativa de remanescentes da Mata Atlântica na região (11%). Em seguida Laje do Muriaé e Miracema (10% cada um), Cambuci (9%), Porciúncula (7%), Natividade (6%), São José de Ubá (5%), Itaperuna, Bom Jesus do Itabapoana e Santo Antônio de Pádua (4% cada um), Itaocara (3%), ...

O Noroeste Fluminense conta com apenas 5,50%, ou 29.554 ha, de seu território coberto por vegetação nativa da Mata Atlântica, o que vem a ser o índice mais baixo de todas as regiões do estado do RJ. 


terça-feira, 24 de outubro de 2017

Maior rigor na apuração reduz ICMS Ecológico 2018 dos municípios do Noroeste

Com exceção de Aperibé, os municípios da região tiveram o índice relativo tratamento de esgoto zerado, o que proporcionou redução significativa do IFCA (Índice Final de Conservação Ambiental) do ICMS Ecológico 2018. Miracema, Natividade e São José de Ubá que historicamente tinham os maiores IFCA da região sofreram redução de mais de 50%.

Em Aperibé, o maior rigor na apuração do índice relativo tratamento de esgoto teve repercussão positiva. Foi o único município da região a receber pontuação neste índice relativo (0,04582), o que Lhe propiciou um primeiro lugar na região no IFCA 2018 (1,1034). O IFCA de Aperibé aumentou 39% em relação ao ano anterior.

No cálculo do Índice Relativo de Tratamento de Esgoto (IrTE) são considerados o percentual da população urbana do município atendida pelo sistema de tratamento de esgoto e o nível de tratamento – primário (peso 1), secundário, emissário submarino e estação de tratamento de rio (peso 2), e terciário (peso 4).



sábado, 21 de outubro de 2017

Noroeste Fluminense abre 45 vagas de empregos formais em setembro

Em setembro, a região abriu 45 vagas de empregos com carteira assinada (-43 na microrregião Itaperuna e +88 na microrregião Santo Antônio de Pádua), o que vem a ser o resultado da diferença entre 828 admissões e 783 demissões, conforme os registros feitos pelos empregadores no Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, do Ministério do Trabalho). Número bem mais elevado do que o de setembro de 2016, ocasião em que foram fechados 6 postos de trabalho.

O maior número de vagas foi aberta em Miracema (35), em seguida em Porciúncula (23), Santo Antônio de Pádua (21), Itaocara (16), Aperibé (11), ... enquanto em Itaperuna foi fechado o maior número de postos de trabalho (42).

Sendo no setor serviços o maior número de abertura de vagas, 45 (-4 na microrregião Itaperuna e +48 na microrregião Santo Antônio de Pádua). Em seguida no comércio, 18 (+2 na microrregião Itaperuna e +16 na microrregião Santo Antônio de Pádua); agropecuário, 10 (+6 na microrregião Itaperuna e +4 na microrregião Santo Antônio de Pádua); ... A maior baixa ocorreu no setor indústria de transformação, com perda de 27 vagas (-32 na microrregião Itaperuna e +5 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

No acumulado do ano, a região abriu 430 vagas (+504 na microrregião Itaperuna e -74 na microrregião Santo Antônio de Pádua). De janeiro a setembro de 2016, a região registrou fechamento de 58 postos de trabalho.

Tendo em Itaperuna o maior número de vagas acumuladas abertas (373), em seguida Natividade (66), Miracema (37), Cambuci (36), Porciúncula (25), Varre-Sai (20), ... A maior perda de vagas acumuladas ocorreu em Santo Antônio de Pádua (143).

Serviços acumula abertura de 229 vagas (+371 na microrregião Itaperuna e -142 na microrregião Santo Antônio de Pádua). Em seguida indústria de transformação, com abertura de 122 vagas (+126 na microrregião Itaperuna e -4 na microrregião Santo Antônio de Pádua); construção civil, com 85 (+29 na microrregião Itaperuna e +56 na microrregião Santo Antônio de Pádua); serviços industriais de utilidade pública, com 24 (+16 na microrregião Itaperuna e +8 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

Municípios compreendidos nas microrregiões do Noroeste Fluminense: Itaperuna – Bom Jesus do Itabapoana, Italva, Itaperuna, Laje do Muriaé, Natividade, Porciúncula e Varre-Sai; e Santo Antônio de Pádua – Aperibé, Cambuci, Itaocara, Miracema, Santo Antônio de Pádua e São José de Ubá. 

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Produção de ovos de galinha no Noroeste aumenta 6% em 2016

Em 2016, a produção de ovos de galinha na região aumentou 6,3% em comparação ao ano anterior. Foram colhidos 595 mil dúzias de ovos na região, o que representou 6% da colheita do estado. Com maior participação do município de Itaperuna (18,8%), em seguida Santo Antônio de Pádua (16,3%), Bom Jesus do Itabapoana (11,3%), Italva (9,6%), Porciúncula (8,6%), Cambuci (8,4%), Miracema (7,2%), Laje do Muriaé (5,2%), ...

A produção aumentou em 10 dos 13 municípios da região, sendo destaque Itaocara, com um expressivo aumento de 125%. Em seguida Santo Antônio de Pádua (11,5%), Porciúncula (8,5%), Italva (5,6%), ...

A valor recebido pelos produtores proveniente da venda dos ovos aumentou 3,9% em comparação ao ano anterior. Os produtores receberam pela venda R$ 2,816 milhões.


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quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Produção de psicultura no Noroeste recua 4% em 2016

Em 2016, a produção de psicultura na região recuou 4% em comparação ao ano anterior. A região produziu 574 toneladas, o que representou 36% da produção do estado. Bom Jesus do Itabapoana responde por 60,6% da produção na região, em seguida Laje do Muriaé, com 9,6%, Santo Antônio de Pádua, com 9,0%, Miracema e Itaocara, com 3, 5% cada um, ... 

Dos 13 municípios da região 11 são produtores de psicultura, apenas Natividae e Varre-Sai que não se dedicam a esta cultura. Dentre os municípios produtores, em apenas 4 deles a produção recuou. O maior avanço na produção coube a Aperibé (36,8%), em seguida Miracema (22,1%), Itaocara (11,1%), Bom Jesus do Itabapoana (8,7%), Itaperuna (7,4%), ...

Embora a produção tenha recuado, o valor recebido pelos produtores pela venda aumentou 6,7%. Os produtores receberam pela venda R$ 4,260 milhões.


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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Produção de leite no Noroeste aumenta 5% em 2016

Em 2016, a produção de leite na região aumentou 5% em comparação ao ano anterior. A região produziu 154,889 milhões de litros, o que representou mais de 30% da produção do estado. Com maior participação dos municípios de Itaperuna (25,8%), Bom Jesus do Itabapoana (13,4%), Santo Antônio de Pádua (11,0%), Cambuci (9,2%) e Itaocara (6,6%).

A produção aumentou em 11 dos 13 municípios da região, sendo destaque Santo Antônio de Pádua (18,8%) . Em seguida Laje do Muriaé (16,2%), Porciúncula (11,5%), Italva (9,6%), ...

A renda dos produtores pela venda do leite aumentou 14,4%, bem acima da inflação (6,29%). Tendo em Porciúncula o maior destaque (40,8%). Em seguida Santo Antônio de Pádua (31,9%), Cambuci (27,5%), Laje do Muriaé (26,3%), Miracema (25,4%), Italva (15,4%), Natividade (14,0%), ...Os produtores receberam pela venda R$ 161,339 milhões. 


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terça-feira, 3 de outubro de 2017

Rebanho bovino aumenta no Noroeste Fluminense em 2016

Em 2016 o aumento de bovinos na região cresceu mais do dobro do ano anterior - 3,3% em 2016 ante 1,5% em 2015. O número chegou a 535.407 cabeças, com maior participação dos municípios de Itaperuna (23,8%), Bom Jesus do Itabapoana (12,4%), Cambuci (10,5%), Santo Antônio de Pádua (10,1%), Itaocara (7,9%), Natividade (7,7%), Miracema (5,6%), ...

Em 10 municípios o rebanho aumentou, com destaque para Aperibé (16,7%). Em seguida Natividade (16,1%), Laje do Muriaé (11,3%), Cambuci (9,9%), Itaocara (5,8%), Varre-Sai (5,3%), Miracema (5,0%), ...

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Estiagem leva Cedae a reduzir abastecimento de água em Miracema e Varre-Sai, no RJ

Por G1, Norte Fluminense e Região

Foto: Queimada registrada neste mês em Miracema (Foto: Divulgação/Prefeitura de Miracema)

De acordo com a companhia, os moradores das duas cidades devem consumir água de forma equilibrada e evitar o desperdício.


Em função da estiagem dos últimos meses, a Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae) reduziu nesta semana o abastecimento de água nas cidades de Miracema e Varre-Sai, no Noroeste Fluminense. De acordo com a Cedae, os moradores das duas cidades devem consumir água de forma equilibrada e evitar o desperdício, visando evitar problemas maiores de abastecimento.

Segundo a Cedae, a estiagem e a consequente redução do nível do Rio Pomba, onde a companhia capta água para tratamento e distribuição, levou à redução no fornecimento de água para Miracema. Além da região central, a estiagem atingiu também o distrito de Paraíso do Tobias, cujo sistema de distribuição de água, abastecido pelo manancial Valão do Bonito, também teve sua vazão diminuída.

A estiagem na cidade levou a Prefeitura de Miracema a decretar estado de emergência nesta segunda-feira (25). Segundo dados da Defesa Civil, choveu apenas 18 milímetros na cidade em 2017, sendo que o ideal seriam 100 milímetros.

Em Varre-Sai, a falta de chuvas reduziu os níveis dos manciais onde a Cedae capta água para distribuição na cidade. Segundo a companhia, estão sendo realizadas manobras operacionais para minimizar os efeitos da seca na região da nascente do córrego Santa Cruz, responsável pelo abastecimento do município.

domingo, 24 de setembro de 2017

Noroeste Fluminense abre 267 vagas de empregos formais em agosto

Conforme registros feitos por empregadores no Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho, o Noroeste Fluminense abriu 267 vagas em agosto (+153 na microrregião Itaperuna e  +114 na microrregião Santo Antônio de Pádua). Resultado mais satisfatório do que o ocorrido em agosto de 2016, ocasião em que foram abertas 147 vagas.

Este resultado de agosto foi positivo em 11 municípios, tendo em Itaperuna o maior número de vagas abertas (102), em seguida em Santo Antônio de Pádua (52), Bom Jesus do Itabapoana (38), Miracema (22), Italva (19), Aperibé (16), ...

Indústria de transformação abriu 152 vagas (+99 na microrregião Itaperuna e  +53 na microrregião Santo Antônio de Pádua), enquanto no setor serviços foram abertas 84 vagas (+79 na microrregião Itaperuna e  +5 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

No acumulado do ano são 385 vagas abertas (+547 na microrregião Itaperuna e -162 na microrregião Santo Antônio de Pádua). Neste mesmo período do ano anterior, foram fechadas 52 vagas na região.

Com 185 vagas, serviços lidera a abertura de vagas na região (+375 na microrregião Itaperuna e  -190 na microrregião Santo Antônio de Pádua). Em seguida indústria de transformação, com abertura de 149 vagas (+158 na microrregião Itaperuna e  -9 na microrregião Santo Antônio de Pádua); construção civil, com 90 vagas (+42 na microrregião Itaperuna e  +48 na microrregião Santo Antônio de Pádua); e serviços industriais de utilidade pública, com 21 vagas (+13 na microrregião Itaperuna e  +8 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

Comércio fechou 45 vagas (-41 na microrregião Itaperuna e  -4 na microrregião Santo Antônio de Pádua) e extração mineral outras 19 vagas (+3 na microrregião Itaperuna e  -22 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

Municípios compreendidos nas microrregiões do Noroeste Fluminense: Itaperuna – Bom Jesus do Itabapoana, Italva, Itaperuna, Laje do Muriaé, Natividade, Porciúncula e Varre-Sai; e Santo Antônio de Pádua – Aperibé, Cambuci, Itaocara, Miracema, Santo Antônio de Pádua e São José de Ubá. 

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

IBGE divulga estimativa populacional do Noroeste Fluminense

Noroeste Fluminense passa a ter 325.736 habitantes, a partir de 01/07/2017, segundo estimativa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgada hoje, 30/08. Aumento de 2,6% ante o Censo de 2010.

Conforme a tabela abaixo oito municípios tiveram aumento de população, com destaque para Varre-Sai e Aperibé que cresceram 11,84% e 10,56%, respectivamente, em comparação com o Censo 2010. Cinco municípios registraram queda de população.

As estimativas populacionais municipais são um dos parâmetros utilizados pelo Tribunal de Contas da União no cálculo do Fundo de Participação de Estados e Municípios.

Informações metodológicas sobre o cálculo das estimativas 2017 podem ser obtidas no relatório: http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv100923.pdf


domingo, 20 de agosto de 2017

Tilápia garante sobrevivência de aves pescadoras no Ribeirão Santo Antônio

A poluição e a escassez de água praticamente provocaram o extermínio dos peixes naturais do Ribeirão Santo Antônio. Eram “barrigudinhos”, lambaris, mandis, bagres, traíras, cascudos, canelas-de-moça, sairus, bocarras e carás que povoavam o ribeirão. E em busca destes peixes para se alimentarem, aves pescadoras como as garças-brancas, tanto a grande quanto a pequena, garça-real, savacu, biguatinga, biguá, socozinho, socó-boi, martim-pescador-grande, martim-pescador-verde e martim-pescador-pequeno sempre estiveram presentes nas margens do ribeirão.


garça-branca-grande, garça-branca-pequena, garça-real e savacu


biguatinga , biguá, socozinho e socó-boi 
martim-pescador-grande, martim-pescador-verde (fêmea), martim-pescador-verde (macho) e martim-pescador-pequeno 

Mas estes pássaros continuam nas margens do Ribeirão Santo Antônio, agora pescando tilápia. E como tem tilápia nas águas escuras do ribeirão. Estas da foto foram flagradas tomando sol na parte da manhã do dia.


Também são muito frequentes no ribeirão outros pássaros em busca de alimento diferentemente de peixe. São frangos-d’água, tanto o comum quanto o azul, carão e jaçanã (ou piaçoca).


frango-d'água-comum, frango-d'água azul, carão e jaçanã ou piaçoca

E como tem lixo acumulado ao longo do leito do ribeirão no trecho após a cidade. Este vem a ser um problema que somente a população poderá resolver. Se o povo não se conscientizar da solução do problema, que vem a ser não jogar lixo tanto no ribeirão quanto na rua, ou nos recantos próximos de estradas vicinais, para ser carregado por chuvas para o leito da corrente fluvial, o trabalho que vem sendo feito no município de implantação e melhorias de sistemas públicos de esgotamento sanitário estará distante de ser denominado despoluição do Ribeirão Santo Antônio.



Obs.: atualizado em 23/08/2017, para inclusão dos martins-pescadores. Havia esquecido deles.

sábado, 19 de agosto de 2017

Noroeste Fluminense abre 82 vagas formais de emprego em julho

Em julho, a região abriu 82 postos de trabalho com carteira assinada (+34 na microrregião Itaperuna e +48 na microrregião Santo Antônio de Pádua), segundo os registros dos empregadores no Gaged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho. Resultado melhor que o de julho do ano anterior, ocasião em que 38 vagas foram fechadas.

O maior número de vagas abertas foi em Itaocara (22). Em seguida em Cambuci (19), Bom Jesus do Itabapoana (18), Natividade (15), Miracema (9), Italva (8), ...

Serviços abriram 48 vagas (+43 na microrregião Itaperuna e +5 na microrregião Santo Antônio de Pádua); indústria de transformação abriu 29 (+13 na microrregião Itaperuna e +16 na microrregião Santo Antônio de Pádua); e comércio também abriu 29 (+13 na microrregião Itaperuna e +16 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

Apenas construção civil fechou vagas, 25 (-28 na microrregião Itaperuna e +3 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

No acumulado do ano são 118 vagas abertas na região (+394 na microrregião Itaperuna e -276 na microrregião Santo Antônio de Pádua). De janeiro a julho do ano anterior a região fechou 199 vagas.

Itaperuna acumula 313 vagas abertas. Em seguida Natividade com 65, Varre-Sai com 20, Cambuci com 19, Porciúncula com 13, São José de Ubá com 7 e Laje do Muriaé com 6. Os demais municípios da região acumulam perdas de vagas, sendo 216 em Santo Antônio de Pádua, 41 em Aperibé, 25 em Itaocara, 20 em Miracema, 18 em Bom Jesus do Itabapoana e 5 em Italva.

O setor serviços acumula abertura de 101 vagas (+296 na microrregião Itaperuna e -195 na microrregião Santo Antônio de Pádua). Em seguida construção civil com 85 (+64 na microrregião Itaperuna e +21 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

O setor comércio fechou 47 vagas (-16 na microrregião Itaperuna e -31 na microrregião Santo Antônio de Pádua) e extração mineral 20 (+2 na microrregião Itaperuna e -22 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

Municípios compreendidos nas microrregiões do Noroeste Fluminense: Itaperuna – Bom Jesus do Itabapoana, Italva, Itaperuna, Laje do Muriaé, Natividade, Porciúncula e Varre-Sai; e Santo Antônio de Pádua – Aperibé, Cambuci, Itaocara, Miracema, Santo Antônio de Pádua e São José de Ubá. 

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Algoritimo criado pela Firjan classifica gestão fiscal dos municípios do Noroeste em dificuldade

Com base nos dados das contas dos municípios que são enviados anualmente à Secretaria do Tesouro Nacional (STN), a Firjan elaborou índice que leva em conta Receita Própria, Gastos com Pessoal, Investimentos, Liquidez e Custo da Dívida para determinar o enquadramento da gestão fiscal dos municípios de todo país em quatro conceitos: A (gestão de excelência: resultados superiores a 0,8 pontos), B (boa gestão: resultados compreendidos entre 0,6 e 0,8 pontos); C (gestão em dificuldade: resultados entre 0,4 e 0,6 pontos); e D (gestão crítica: resultados abaixo de 0,4 pontos).

Em 2016, apenas seis dos 13 municípios da região cumpriram com a determinação da LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal) de enviar as contas para a STN: quatro destes municípios receberam o conceito C (gestão em dificuldade) e dois o conceito D (gestão crítica). Cambuci recebeu a melhor pontuação (0,5439) e Italva e Natividade obtiveram avanços significativos ante 2015. Receita Própria e Investimentos são os indicadores de pontuação mais baixa dos municípios. Nos indicadores Liquidez e Custo da Dívida, a maioria dos municípios receberam conceito A (gestão de excelência).



segunda-feira, 14 de agosto de 2017

90% das cidades do Norte e Noroeste do RJ vivem uma crise fiscal, aponta FIRJAN

Campos foi a única cidade a apresentar gestão boa. Macaé trilhou caminho inverso. Município recuou -38% no Índice FIRJAN de Gestão Fiscal e teve seu conceito B em 2015 rebaixado para C em 2016Natividade e Italva avançaram.

O Índice FIRJAN de Gestão Fiscal (IFGF), divulgado pelo Sistema FIRJAN (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro), revela que, em 2016, Campos dos Goytacazes foi a única cidade do Norte e Noroeste Fluminense a apresentar boa gestão fiscal. O município obteve nota 0,6017 no IFGF, ocupando a sexta colocação estadual. Já na segunda maior cidade da região, Macaé, foi onde o índice mais recuou (-38%), passando do conceito B em 2015 para C em 2016.

Campos se destacou graças ao conceito B no IFGF investimentos, enquanto que as demais cidades da região receberam conceito D neste item. Os investimentos podem ter sido impactados pelo empréstimo obtido pela prefeitura junto à Caixa Econômica Federal dando como garantia os royalties do petróleo. Esse aumento, em conjunto com a melhora no IFGF receita própria, permitiram que Campos saísse de uma gestão fiscal difícil em 2015 para boa em 2016. Mesmo assim, o município ainda se encontra muito próximo da faixa considerada situação difícil e ocupa a 615ª posição no ranking nacional. Já em Macaé, houve redução nas cinco variáveis investigadas. O município perdeu a nota máxima no IFGF liquidez e recebeu zero no IFGF gastos com pessoal por ter consumido mais de 60% de suas receitas com folha de pagamento do funcionalismo público, acima do permitido pela lei de Responsabilidade Fiscal.

Natividade e Italva foram as cidades com maiores avanços, pois saíram da nota zero IFGF Liquidez em 2015 para a nota máxima em 2016. O Rio de Janeiro ficou em segundo lugar no ranking do estado e no das capitais. Única cidade fluminense com grau de excelência na gestão fiscal, Niterói ficou em sexto no ranking nacional.

Aperibé, Carapebus, Itaocara, Laje do Muriaé, Miracema, Porciúncula, Santo Antônio de Pádua, São Francisco de Itabapoana, São Fidélis, São João da Barra e São José de Ubá – que representam metade dos municípios que compõem as regiões Norte e Noroeste do estado – não apresentaram suas contas à Secretaria do Tesouro Nacional (STN), como determina a LRF e por isso estão ilegais. Esse grupo reúne 39 municípios fluminenses. Outras duas, Cordeiro e Silva Jardim, apresentaram dados com inconsistência. Por esse motivo, esses 41 municípios ficaram fora das análises do estudo, o que significa que 44,6% das prefeituras não deram transparência ao uso do dinheiro público. Nas 51 cidades fluminenses avaliadas pelo IFGF vivem quase 13 milhões de pessoas, 76,7% da população do estado.

O objetivo do IFGF é avaliar como são administrados os tributos pagos pela sociedade, já que as prefeituras brasileiras são responsáveis por administrar um quarto da carga tributária do país, ou seja, mais de R$ 461 bilhões, um montante que supera o orçamento do setor público da Argentina e do Uruguai somados. O índice varia de 0 a 1 ponto, sendo que quanto mais próximo de 1 melhor a situação fiscal do município. Cada um deles é classificado com conceitos A (Gestão de Excelência, com resultados superiores a 0,8 ponto), B (Boa Gestão, entre 0,8 e 0,6 ponto), C (Gestão em Dificuldade, entre 0,6 e 0,4 ponto) ou D (Gestão Crítica, inferiores a 0,4 ponto).

O estudo também avalia os indicadores de Receita Própria, que mede a dependência dos municípios em relação às transferências dos estados e da União; Liquidez, que verifica se estão deixando em caixa recursos suficientes para honrar os restos a pagar acumulados no ano; e Custo da Dívida, que corresponde às despesas de juros e amortizações. Com relação à Receita Própria, a média fluminense é crítica. A nota média neste indicador foi de 0,3914 ponto. No caso da Liquidez, a nota média indica boa gestão e, de Custo da Dívida, situação excelente.

Com exceção de Campos , todas as cidades apresentaram nível crítico no IFGF Investimentos, o que significa menos recursos para construção de escolas, hospitais, melhora na iluminação pública e na pavimentação de ruas, por exemplo. Alguns municípios registraram queda acentuada nesse quesito, como Bom Jesus do Itabapoana (-91%), Varre-Sai (-89%) e Macaé (-77%).  

A nota média das prefeituras fluminenses foi de 0,4553 ponto, 2,2% abaixo da média brasileira. De acordo com o Sistema FIRJAN, os principais problemas das cidades fluminenses são o alto comprometimento do orçamento com o funcionalismo público e o baixo investimento. No indicador de Gastos com Pessoal do estudo, a média fluminense (0,4415 ponto) ficou 13% inferior à nacional. Com relação aos Investimentos, dos 51 municípios fluminenses analisados, 44 (86,3%) receberam conceito D (crítico), o que mostra que investiram menos de 8% do orçamento. Entre as 27 unidades da Federação, o Rio de Janeiro ficou com a menor nota média em Investimentos.

Crise fiscal leva prefeituras brasileiras ao menor investimento em onze anos

Por conta da crise fiscal, os investimentos diminuíram de forma significativa no país. Em 2016, em média, apenas 6,8% do orçamento das prefeituras foram destinados aos investimentos, o menor percentual em onze anos. Em comparação com o ano anterior, as cidades brasileiras deixaram de investir R$ 7,5 bilhões, mesmo sendo o último ano de mandato dos prefeitos, aquele em que geralmente são investidos, em média, 20% a mais do que nos três anos anteriores.

De acordo com o estudo, 86% das cidades analisadas registram situação fiscal difícil ou crítica. Apenas 13 apresentaram gestão de excelência. Se não fosse a Lei da Repatriação, que destinou R$ 8,9 bilhões aos municípios, o cenário seria ainda pior. O Sistema FIRJAN destaca que o quadro é tão grave que 2.091 cidades estão ilegais por descumprirem alguma exigência das principais legislações sobre finanças públicas, principalmente a LRF. Entre elas, 937 não declararam suas contas até a data limite prevista em lei e não puderam ser avaliadas no IFGF.

O estudo destaca que um dos principais problemas dos municípios é o elevado comprometimento do orçamento com despesas obrigatórias, entre elas o pagamento do funcionalismo público. Em momentos de queda de receita, como o atual, essas obrigações dificultam a adequação das despesas à capacidade de arrecadação, deixando as contas extremamente expostas à conjuntura econômica. Com isso, os investimentos são muito afetados. De acordo com o índice, quatro em cada cinco municípios brasileiros (80,6%) receberam conceito C (gestão em dificuldade) ou D (gestão crítica) no indicador de Investimentos. Isso significa que 3.663 cidades não investiram sequer 12% do orçamento. Quase dois terços desses municípios estão concentrados nas regiões Sudeste (33,9%) e Nordeste (31,6%). Os estados de Minas Gerais, São Paulo e Bahia concentram o maior número de cidades com baixo investimento. No Sul do país, 32% das cidades possuem conceito A (gestão de excelência) ou B (boa gestão), o maior percentual entre as regiões.
A Federação também ressalta que, diante de um orçamento cada vez mais engessado, as prefeituras têm postergado despesas para o ano seguinte para ajustar as contas. Em 2016, 715 prefeitos (15,7%) adotaram essa estratégia e não deixaram recursos em caixa para cobrir os restos a pagar, o que é proibido de acordo com a LRF. Por isso, essas cidades ficaram com nota zero (gestão crítica) no indicador de Liquidez do estudo. Ao todo, essas prefeituras deixaram uma conta de mais de R$ 6,3 bilhões para os próximos gestores. Neste grupo, estão as capitais Campo Grande (MS) e Goiânia (GO). A região Sudeste é a que apresenta a pior situação, com 335 (23,1%) prefeituras que encerraram o mandato com mais restos a pagar do que recursos em caixa.

Indicadores de Receita Própria e Gastos com Pessoal também não apresentam bons resultados

Com relação à Receita Própria, o índice mostra que 81,7% das cidades brasileiras ficaram com conceito D (gestão crítica), apontando que 3.714 não geraram nem 20% de suas receitas no ano passado. Este é o indicador com o pior resultado no estudo, reflexo da crônica dependência das transferências federais e estaduais. Além disso, as prefeituras comprometeram, em média, 52,6% do orçamento com a folha de pagamento dos funcionários, sendo que 575 delas ultrapassaram o limite legal para este tipo de gasto, ficando com nota zero no indicador de Gastos com Pessoal, e 406 já atingiram o limite prudencial de 57% da RCL.
Já o Custo da Dívida apresenta o melhor resultado entre os indicadores. Do total dos municípios analisados, 91,9% receberam conceito A ou B. Isso mostra que a contratação de dívida não tem sido uma opção para fechar as contas da grande maioria das prefeituras, até pelo pouco acesso ao crédito, que é mais facilitado para grandes cidades.
Cinco cidades de SP estão entre as dez melhores do país

O IFGF apresenta um panorama completo e inédito da situação fiscal de 4.544 municípios brasileiros, onde vivem 177,8 milhões de pessoas (87,5% da população brasileira). São utilizados dados oficiais declarados pelas prefeituras à Secretaria do Tesouro Nacional (STN). Não foram analisadas 1.024 cidades que até 3 de julho deste ano não tinham seus balanços anuais disponíveis para consulta ou estavam com as informações inconsistentes.
No ranking geral, o município de Gavião Peixoto, em São Paulo, apresenta o melhor resultado do país. Em seguida, estão as cidades de São Gonçalo do Amarante (CE), Bombinhas (SC), São Pedro (SP), Balneário Camboriú (SC), Niterói (RJ), Cláudia (MT), Indaiatuba (SP), São Sebastião (SP) e Ilhabela (SP). A líder Gavião Peixoto apresenta pontuação mais de dez vezes superior à última colocada no índice, Riachão do Bacamarte, na Paraíba.

De acordo com o IFGF, a maior diferença entre os 500 melhores e os 500 piores municípios estão nos indicadores de Liquidez, Investimentos e Gastos com Pessoal. A baixa receita própria é comum aos dois grupos, o que mostra que a dependência das transferências estaduais e federais é uma deficiência inclusive para muitos municípios que estão na lista dos 500 melhores, mesmo que em menor intensidade. Já os juros e amortizações não são problema nem mesmo para a maioria dos piores colocados.

Entre as capitais, Manaus (AM) teve o melhor resultado, com conceito B (boa gestão). A capital amazonense obteve conceito A no IFGF Receita Própria graças ao esforço para o aumento da arrecadação. Além disso, atingiu nota máxima no IFGF Investimentos por investir mais de 20% do orçamento, resultado de um empréstimo de US$ 150 milhões da prefeitura junto ao Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD) para obras de infraestrutura e pagamento de dívidas. Ainda assim, ficou com conceito B no IFGF Custo da Dívida.

O pior resultado entre as capitais é de Campo Grande (MS). Já Florianópolis (SC) sequer divulgou seu balanço anual no prazo determinado pela LRF. No geral, as capitais registraram menor dependência das transferências dos estados e da União, melhor gestão de restos a pagar e comprometeram menos o orçamento com gastos de pessoal.  

O IFGF, com rankings, análises e dados específicos de cada município analisado, pode ser consultado através deste link: www.firjan.com.br/ifgf.

Assessoria de Imprensa Regional Norte e Noroeste Fluminense

terça-feira, 18 de julho de 2017

Noroeste Fluminense fecha 20 postos de trabalho com carteira assinada em junho, mas no semestre abre 36

Em junho, a região fechou 20 postos de trabalho com carteira assinada (+46 na microrregião taperuna e -66 na microrregião Santo Antônio de Pádua), conforme dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Neste mesmo mês do ano anterior, o Noroeste fechou número mais elevado de vagas, 66.

O maior número de vagas abertas foi em Porciúncula (29), seguido por Bom Jesus do Itabapoana (24), Itaperuna (7), Miracema (4) e Laje do Muriaé (2). Nos demais municípios da região postos de trabalho foram fechados, sendo o maior número em Santo Antônio de Pádua (30), em seguida Aperibé (16), Cambuci (9), Natividade (8), ...

Na construção civil foram abertas 24 vagas (+8 na microrregião Itaperuna e +16 na microrregião Santo Antônio de Pádua), enquanto na indústria de transformação foram fechadas 29 (+12 na microrregião Itaperuna e -41 na microrregião Santo Antônio de Pádua), no comércio 11 (todas na microrregião Itaperuna) e na extração mineral 10 (-1 na microrregião Itaperuna e -9 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

No semestre, a região acumula abertura de 36 vagas (+360 na microrregião Itaperuna e -324 na microrregião Santo Antônio de Pádua). De janeira a junho do ano anterior, a região fechou 161 vagas.

Sendo em Itaperuna o maior número de vagas abertas (360), em seguida Natividade (50), Porciúncula (17), São José de Ubá e Varre-Sai (8 em cada um) e Laje do Muriaé (5). Cambuci não abriu nem fechou vaga. Os demais municípios tiveram vagas fechadas, sendo em Santo Antônio de Pádua o número mais elevado (217), em seguida Itaocara (47), Aperibé (39), Bom Jesus do Itabapoana (36), Miracema (29) e Italva (13).

Construção civil foi o setor que mais abriu vagas, 110 (+92 na microrregião Itaperuna e -18 na microrregião Santo Antônio de Pádua); em seguida serviços, 53 (+253 na microrregião Itaperuna e -200 na microrregião Santo Antônio de Pádua); e serviços industriais de utilidade pública, 7 (-1 na microrregião Itaperuna e +8 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

Foi no comércio o maior número de vagas encerradas, 76 (-29 na microrregião Itaperuna e -47 na microrregião Santo Antônio de Pádua); em seguida indústria de transformação, 32 (+46 na microrregião Itaperuna e -78 na microrregião Santo Antônio de Pádua); e extração mineral, 22 (+2 na microrregião Itaperuna e -24 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

Municípios compreendidos nas microrregiões do Noroeste Fluminense: Itaperuna – Bom Jesus do Itabapoana, Italva, Itaperuna, Laje do Muriaé, Natividade, Porciúncula e Varre-Sai; e Santo Antônio de Pádua – Aperibé, Cambuci, Itaocara, Miracema, Santo Antônio de Pádua e São José de Ubá.

segunda-feira, 17 de julho de 2017

FIRJAN: Noroeste Fluminense registra média de 23 horas sem energia elétrica em 2016

O fornecimento de energia elétrica piorou na região Noroeste do Rio e nos últimos cinco anos, assim como em todo estado.  De acordo com o estudo “Retrato da Qualidade da Energia no Estado do Rio de Janeiro”, divulgado pelo Sistema FIRJAN, os municípios do Noroeste fluminense ficaram 23 horas sem energia, o que representa um aumento de 16,7% na comparação com 2011. Italva chegou a ficar às escuras por 44 horas e é o município com mais horas sem energia. Esse indicador é 54% maior do que o do município com o segundo pior resultado na região, Bom Jesus do Itabapoana, que registrou 29 horas de interrupções em 2016.

Em média, os municípios fluminenses ficaram 25 horas sem energia em 2016. Na comparação com 2011, o tempo de interrupção no estado aumentou 10,2%. A média nacional é de 16 horas sem fornecimento.

O estudo, elaborado com base em indicadores da Aneel, aponta ainda que, em média, os consumidores do estado tiveram o fornecimento interrompido 13 vezes, um aumento de 11,1% em relação a 2011. Já no Noroeste Fluminense o número de interrupções teve redução no período, passando de 14 para 11 vezes. Mais uma vez Italva foi o município que mais sofreu com a quantidade de quedas de energia, 14 vezes no ano, seguido por Itaocara, com 13 vezes.

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Inconclusivo o exame nos macacos mortos em Laje do Muriaé

Não foi possível a coleta de amostras nos bugios, ou barbados, encontrados mortos em Laje do Muriaé, devido ao adiantado estado de decomposição dos primatas.


Com informações da Secretaria de Saúde de Laje do Muriaé, e do Blog Denis Miranda.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Noroeste Fluminense fecha 27 postos de trabalho com carteira assinada em maio, mas no acumulado do ano até maio o saldo é positivo em 56 vagas

Conforme os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, foram fechados 27 postos de trabalho formal em maio no Noroeste Fluminense (-25 na microrregião Itaperuna e -2 na microrregião Santo Antônio de Pádua). Resultado melhor que o de maio do ano passado, ocasião que a região perdeu 115 postos de trabalho.

Em Natividade foram abertas 10 vagas, em seguida, 9 em Santo Antônio de Pádua, 8 em Varre-Sai, 4 em Cambuci e 3 em Laje do Muriaé. Nos demais municípios o saldo foi negativo, tendo os números mais elevados em Itaperuna (-27) e Aperibé (-16).

Construção civil abriu 8 vagas (+1 na microrregião Itaperuna e +7 na microrregião Santo Antônio de Pádua), enquanto indústria de transformação fechou 21 vagas (-22 na microrregião Itaperuna e +1 na microrregião Santo Antônio de Pádua) e comércio 10 (-6 na microrregião Itaperuna e -4 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

Puxado pela construção civil, que proporcionou a criação de 86 vagas (+84 na microrregião Itaperuna e +2 na microrregião Santo Antônio de Pádua) e por serviços, onde foram gerados 49 postos de trabalho (+222 na microrregião Itaperuna e -173 na microrregião Santo Antônio de Pádua), a região acumula de janeiro a maio abertura de 56 vagas (+314 na microrregião Itaperuna e -258 na microrregião Santo Antônio de Pádua). No mesmo período do ano anterior, os números foram bem inferiores (115 vagas fechadas).

No estado do RJ, a perda de vagas em maio totaliza 5.583 e de janeiro a maio 60.675, enquanto no país foram criados 34.253 postos de trabalho em maio e 25.233 no acumulado do ano até maio.

Municípios compreendidos nas microrregiões do Noroeste Fluminense: Itaperuna – Bom Jesus do Itabapoana, Italva, Itaperuna, Laje do Muriaé, Natividade, Porciúncula e Varre-Sai; e Santo Antônio de Pádua – Aperibé, Cambuci, Itaocara, Miracema, Santo Antônio de Pádua e São José de Ubá.