sexta-feira, 6 de maio de 2016

Cadastro Ambiental Rural é prorrogado por mais um ano para pequenos produtores

Maiana Diniz - Repórter da Agência Brasil 

O governo prorrogou para maio de 2017 o prazo para que pequenos produtores rurais e agricultores familiares façam o Cadastro Ambiental Rural (CAR) de suas terras. A prorrogação assegura que os mais de 1 milhão de proprietários e posseiros de pequenas terras que ainda não fizeram o cadastro não sejam prejudicados no acesso aos benefícios previstos no Código Florestal. A prorrogação foi publicada no Diário Oficial da União na Medida Provisória 724/2016.

O CAR vai trazer informações ambientais das propriedades rurais do país. Para fazer o cadastro, os proprietários precisam informar a situação das áreas de Preservação Permanente, Reserva Legal, Uso Restrito, florestas e vegetação nativa e as áreas consolidadas das propriedades e posses rurais.

O sistema vai ser usado pelo governo como base de dados para o controle, monitoramento e combate ao desmatamento ilegal no Brasil.

A prorrogação do CAR não vale para propriedades superiores a quatro módulos fiscais, o equivalente a 110 hectares. Nesse caso, os proprietários que não cumpriram o prazo vão perder o direito aos benefícios do Programa de Regularização Ambiental (PRA) e também ficarão sujeitos a restrições de crédito agrícola após 2017.

O primeiro prazo para o cumprimento do CAR era maio de 2015, mas o limite foi prorrogado para 2016 após pressão do setor agropecuário. Este ano, o novo adiamento foi definido após muita discussão.

O Serviço Florestal Brasileiro (SFB), que administra o Sistema de Cadastramento Ambiental Rural, informou o programa de adesão ao CAR na internet vai continuar a receber os cadastros.

Nesta sexta-feira (6) a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, vai apresentar o balanço do cadastro por estado. 

Edição: Luana Lourenço

SESI Cozinha Brasil capacita 100 merendeiras da rede municipal de Miracema

Foto: Guarim de Lorena
O curso ministrado pelo SESI Cozinha Brasil às merendeiras da rede municipal de Miracema foi realizado na Praça Dona Ermelinda entre os dias 3 e 5 deste mês. Cerca de cem merendeiras receberam ensinamentos de receitas de baixo custo e técnicas para o máximo aproveitamento dos nutrientes dos alimentos e redução do desperdício como a utilização de cascas, talhos e sementes. 

O programa é composto de aulas práticas e teóricas. Entre os tópicos abordados estão informações sobre aproveitamento de alimentos, higiene e conservação, além de prevenção de doenças não transmissíveis, como diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares. 

Os participantes com 100% de presença receberam certificado e um livro com todas as receitas preparadas. 

A realização é do Sistema FIRJAN, em parceria com a Prefeitura de Miracema por meio da Secretaria de Cultura e Turismo. 

Com informações da Assessoria de Imprensa, do Sistema Firjan NF

quarta-feira, 4 de maio de 2016

SESI Cultural lança publicação que retrata a economia criativa da capital e de cidades do interior do Rio

O lançamento do livro será em Rosal, distrito de Bom Jesus do Itabapoana, na sexta-feira (6/5). O município é conhecido pelo tradicional “Festival de Chorinho e Sanfona de Rosal” que está retratado na publicação

Foto: Renata Mello
O SESI Rio lança, na próxima sexta-feira (6/5), a publicação “Nos caminhos da Cultura – como o SESI Cultural está transformando a realidade das cidades” e promoverá uma série de debates, palestras e shows gratuitos em diversas cidades do estado. O primeiro município a receber o projeto será  Bom Jesus do Itabapoana (6/5), no distrito de Rosal. O município é conhecido pelo tradicional “Festival de Chorinho e Sanfona de Rosal” que está retratado na publicação. Na livro, as autoras Eliane Costa e Mayra Jucá, mestres em Bens Culturais pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), apontam como os projetos da instituição impactam na formação de plateia, na promoção de novos artistas e no fortalecimento de economias criativas das diversas regiões do estado.

O livro analisa quatro projetos do SESI Cultural presentes em cidades do interior do estado e na capital. Além do “Festival de Chorinho e Sanfona de Rosal”, que resgata a musicalidade e movimenta a economia de Bom Jesus do Itabapoana e região; o “Nasce uma Cidade”, projeto que inova a forma de apresentar ao público a história de Barra Mansa por meio de intervenções urbanas; o “Rede Criativa”, espaço de cocriação da classe artística de cada local onde o projeto está presente, e o “X-Tudo”, que ocorre em toda a rede de teatros SESI Rio e traz uma programação diversificada, com artistas de sucessos nacionais e profissionais locais das cidades onde o evento acontece.

O SESI Rio criou seu programa destinado à cultura em 2004, com o objetivo de incentivar o surgimento de empreendedores artísticos e oferecer visibilidade e oportunidade para grupos, companhias, artistas e agentes culturais das diversas regiões do Estado. Hoje, o programa é referência nacional na promoção do acesso à cultura.

O lançamento do livro “Nos caminhos da Cultura – como o SESI Cultural está transformando a realidade das cidades” vai percorrer as cidades onde os programas da instituição acontecem e impactam fortemente na economia local. Além de Bom Jesus, estão previstos lançamentos em Barra Mansa (12/5), Campos (12/5), Centro do Rio (24/5) e em Jacarepaguá (31/5). Em cada região, o evento será exclusivo com artistas, produtores, agentes e profissionais que fomentam a cultura local. Confira a programação completa:

6 de maio, às 19h
Rosal, Bom Jesus do Itabapoana (Noroeste Fluminense)
Local: Clube da Terceira Idade. Informações: (22) 3811-9219
Abertura: Vídeo do 5º Festival de Chorinho e Sanfona de Rosal
Mesa: “A atuação do SESI Cultural para o desenvolvimento das cidades com potencial criativo”, com mediação de Olga Acosta, responsável pelo Teatro SESI de Itaperuna.
Participantes: Sávio Saboia, secretário de Indústria, Comércio, Turismo e Cultura de Bom Jesus do Itabapoana e Antenor de Oliveira, coordenador de Cultura e Arte do SESI-RJ
Encerramento: Grupo academia do Choro de Miracema
Entrada Franca / Classificação: 16 anos

12 de maio, às 19h
Barra Mansa
Local: UBM – Centro Universitário de Barra Mansa (Rua Vereador Pinho de Carvalho, nº267, Centro, Barra Mansa – RJ). Informações: (24) 3325-0222
Abertura: Apresentação do livro “Nos Caminhos da Cultura”, por Antenor Oliveira, coordenador de Cultura e Arte do SESI-RJ
Mesa: Apresentação de “Nasce uma Cidade”, por Rafael Crooz , coordenador do projeto e fundador do Coletivo Teatral Sala Preta e assessor institucional do UBM (Centro Universitário de Barra Mansa).
Palestra: “Cidades Criativas, Cultura e Desenvolvimento”, por Eliane Costa, mestra em Bens Culturais e Projetos Sociais pela FGV e coordenadora do MBA “Bens culturais: cultura, economia e gestão” da Fundação.
Entrada Franca / Classificação: 16 anos

12 de maio, às 19h
Campos Local: Teatro SESI Campos (Av. Deputado Bartolomeu Lysandro, 862 – Guarus). Informações: (22) 2101-9052
Debate: “A atuação do SESI Cultural para o desenvolvimento das cidades com potencial criativo”, com mediação de Fernando Rossi, responsável pelo Teatro SESI Campos.
Participantes: Bruno Costa, membro do Conselho Estadual de Política Cultural que representa a região Norte Fluminense, editor do jornal Quotidiano e Criador do Concurso de Marchinhas Carnavalescas de São João da Barra; Beth Rocha, doutoranda em Educação e Artes pela UFF e professora de artes do Instituto Federal Fluminense; e Olga Acosta, responsável pelo Teatro SESI Itaperuna.
Entrada Franca / Classificação: 16 anos

24 de maio, às 19h
Centro do Rio
Local: Teatro SESI Centro (Av. Graça Aranha 1, Centro). Informações: 2563-4163
Abertura: Apresentação do livro “Nos caminhos da Cultura – como o SESI Cultural está transformando a realidade das cidades” e do Programa de Cultura SESI Cultural
Debate: “A atuação do SESI Cultural para o desenvolvimento das cidades com potencial criativo”, com mediação de Antenor Oliveira, coordenador de Cultura e Arte do SESI-RJ
Participantes: Gabriel Bichara, coordenador do Programa de Indústrias Criativas do Sistema FIRJAN; Eliane Costa, Mestre em Bens Culturais e Projetos Sociais pela FGV e coordenadora do MBA “Bens culturais: cultura, economia e gestão” da Fundação. Ana Carla Fonseca, doutora em administração pela USP.
Palestra: Cidades Criativas, com Ana Carla Fonseca, profissional de referência em economia criativa, cidades criativas, negócios e desenvolvimento, professora e coordenadora de cursos de pós-graduação em economia, cultura e cidades na FGV/SP, na Universidade Candido Mendes/RJ e na Universidad Nacional de Córdoba (Argentina)
Entrada Franca / Classificação: 16 anos

31 de maio, às 20h
Jacarepaguá Local: Teatro SESI Jacarepaguá (Av. Geremário Dantas 940, Freguesia). Informações: 3312-3787
Debate: “A atuação do SESI Cultural para o desenvolvimento das cidades com potencial criativo”, com mediação de Artur Torres, promotor cultural do Teatro SESI Jacarepaguá
Participantes: Bernardo Marques, coordenador de produção do museu Bispo do Rosário de Arte Contemporânea e foi articulador local da secretaria municipal de cultura da AP4 (área que engloba Jacarepaguá, Barra, Recreio, Vargens e Valqueire); Mauro Lima, gestor e produtor cultural da Cia Atos e Atores, grupo de teatro de Realengo e um dos coletivos fundadores do Polo de Economia Criativa da Zona Oeste; Robson Sanchez, ator e diretor teatral, fundou em 1998 a Farsacena Cia Teatral, com sede na Zona Oeste e é diretor da Opsis Soluções Culturais, e Zezé Lourenço, professora de dança, coordenadora da Cia de Arte Cadê e do Ponto de Cultura Circuito de Dança, que tem como área de ação o bairro de Jacarepaguá. 
Encerramento: Show do grupo “Os Marungo”
Entrada Franca / Classificação: 16 anos

O Festival de Rosal:

O “Festival de Chorinho e Sanfona de Rosal” já é referência em toda a região noroeste do estado. A ideia de um festival de música era um desejo coletivo da comunidade de Rosal e, em 2011, esta ideia se  em realidade. A primeira edição aconteceu com recursos do município e o apoio de empresas locais, assim como em 2012 e 2013.
A entrada do SESI Cultural como realizador em 2014, consolidou o Festival de Chorinho e Sanfona de Rosal no calendário de eventos e turismo cultural do interior do estado do Rio de Janeiro, recebendo público também  das regiões da Zona da Mata Mineira e Sul do Espírito Santo.
Com informações da Assessoria de Imprensa - Sistema Firjan NF

Programação das comemorações dos 127 anos de Itaperuna


sexta-feira, 22 de abril de 2016

Noroeste Fluminense fecha 109 empregos formais em março e 16 no primeiro trimestre

No mês passado, a região teve perda de 109 postos de trabalho (-75 na microrregião Itaperuna e -34 na microrregião Santo Antônio de Pádua). Resultado da diferença entre 1.185 admissões e 1.294 desligamentos, conforme o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. Neste mesmo mês do ano passado a região abriu 44 postos de trabalho.

Nos 13 municípios da região as aberturas e fechamentos de postos de trabalho variaram entre +6 e -69, conforme a Tabela I, tendo em Bom Jesus do Itabapoana o maior número de baixas.

De acordo com a Tabela II, serviços e administração pública foram os únicos setores que registraram abertura de vagas, respectivamente, 57 (+43 na microrregião Itaperuna e +14 na microrregião Santo Antônio de Pádua) e 5 (todas abertas em Itaocara). Nos demais setores, as supressões de vagas variaram entre -1 e -110, tendo no comércio a maior perda de vagas (-82 na microrregião Itaperuna e -28 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

No acumulado do ano, a região registra perda de 16 postos de trabalho (-346 na microrregião Itaperuna e +330 na microrregião Santo Antônio de Pádua), o que vem a ser a diferença entre 3.488 contratações e 3.504 demissões, segundo o Caged. No primeiro trimestre do ano passado, foram fechados 97 postos de trabalho formais na região.

Conforme a Tabela I, Itaocara desponta como o município que mais abriu postos de trabalho, 436. Em seguida Miracema, com 24, Varre-Sai, com 12, e Laje do Muriaé, com 5. Nos demais municípios as aberturas e fechamentos de postos de trabalho variaram entre +1 e -239, tendo em Itaperuna e Bom Jesus do Itabapoana as maiores baixas de empregos, respectivamente -239 e -107.

De acordo com a tabela II, administração pública é o único setor que acumula abertura de postos de trabalho, 484. Todos estes empregos foram abertos em Itaocara, que vem a ser o único município da região que apropria neste setor as contratações e demissões realizadas pela prefeitura municipal. Nos demais setores as supressões de empregos variaram entre -2 e -373, tendo no comércio maior número de perdas de empregos (-295 na microrregião Itaperuna e -78 na microrregião Santo Antônio de Pádua). 

Municípios compreendidos nas microrregiões do Noroeste Fluminense: Itaperuna – Bom Jesus do Itabapoana, Italva, Itaperuna, Laje do Muriaé, Natividade, Porciúncula e Varre-Sai; e Santo Antônio de Pádua – Aperibé, Cambuci, Itaocara, Miracema, Santo Antônio de Pádua e São José de Ubá.

quinta-feira, 21 de abril de 2016

52ª Expo de Miracema, RJ (2016)

Atualizado em 27/04/2016, para substituição do cartaz com a grade dos artistas que irão se apresentar:


 Cartaz anterior, que foi substituído:


quinta-feira, 24 de março de 2016

Noroeste Fluminense fecha 118 empregos formais em fevereiro

Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), mostram que no mês passado foram fechados 118 empregos com carteira assinada na região (-58 na microrregião Itaperuna e -60 na microrregião Santo Antônio de Pádua). Resultado da diferença entre 1.013 admissões e 1.131 desligamentos. Em fevereiro do ano passado, foi registrado 4 novos postos de trabalho no Noroeste.

Em Itaocara foram abertos 77 postos de trabalho, em seguida 12 em Italva, 10 em Laje do Muriaé, 9 em Varre-Sai e 1 em São José de Ubá. Nos demais municípios da região os fechamentos de postos de trabalho variaram entre -3 e -107, conforme a tabela I, tendo em Santo Antônio de Pádua o maior número de baixas de empregos. 

Administração pública gerou 108 postos de trabalho, todos em Itaocara. Em seguida indústria de transformação, com 13 (+61 na microrregião Itaperuna e -48 na microrregião Santo Antônio de Pádua); agropecuária, extração vegetal, caça e pesca, com 7 (+1 na microrregião Itaperuna e +6 na microrregião Santo Antônio de Pádua). Nos demais setores os fechamentos de postos de trabalho variaram entre -3 e -168, conforme a tabela II, tendo no comércio a maior baixa (-114 na microrregião Itaperuna e -54 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

No acumulado do ano foram abertos 93 empregos formais na região (-271 na microrregião Itaperuna e +364 na microrregião Santo Antônio de Pádua), o que vem a ser a diferença entre 2.303 admissões e 2.210 demissões, segundo o Caged/MTE . De janeiro a fevereiro de 2015, foram registrados 140 fechamentos de empregos na região.

Itaocara lidera na abertura de postos de trabalho, com 439 novos postos, em seguida Miracema, com 24, Varre-Sai, com 9, Laje do Muriaé, com 5 e São José de Ubá, com 4. Nos demais municípios houve variação entre +0 e -222, conforme a tabela I, tendo em Itaperuna o maior número de baixas.

O setor administração pública criou 479 postos de trabalho, todos em Itaocara. Nos demais setores houve variação entre +2 e -263, conforme a tabela II, tendo no comércio o maior número de baixas  (-213 na microrregião Itaperuna e -50 na microrregião Santo Antônio de Pádua). 

Municípios compreendidos nas microrregiões do Noroeste Fluminense: Itaperuna – Bom Jesus do Itabapoana, Italva, Itaperuna, Laje do Muriaé, Natividade, Porciúncula e Varre-Sai; e Santo Antônio de Pádua – Aperibé, Cambuci, Itaocara, Miracema, Santo Antônio de Pádua e São José de Ubá. 

País fecha em fevereiro 104.582 empregos formais e estado do RJ 22.287, segundo o Caged/MTE.

quarta-feira, 23 de março de 2016

Contador de causos da Ventania de Cima prova que pegava cobra na mão

O maior contador de causos da Ventania de Cima, grande figura e simpaticíssimo Levy, abriu seus arquivos fotográficos para mostrar cobras como jiboia e jararaca, que ele, em áureos tempos, pegava no quintal de sua casa na Ventania de Cima.

De fato o quintal da casa do Levy vem a ser a própria mata, pois uns 15 m após a parede dos fundos da residência inicia uma floresta. Levy conta que quando um amigo pedia para ver uma determinada cobra ele marcava o dia, pois sempre sabia aonde ia encontrar o réptil para exibir para o amigo, mas hoje em dia não é tão fácil. Após mostrar a cobra Levy sempre a soltava no quintal e afugentava para dentro da mata.

- Eu tô sabendo que o amigo deseja muito ver uma surucucu para filmar. Sei aonde encontrar duas, uma delas bem aqui perto, no bueiro de recolher água de chuva da estrada e de uma obra inacabada. Ela mora lá, mas quem vai entrar em um bueiro para procurar surucucu?! - disse o sorridente Levy

São muitas fotos de cobras que Levy fez questão de mostrar para o blogueiro. Foram selecionadas cinco fotografias para exibir no blog: 

Levy exibindo uma jiboia


Soltando a cobra no quintal


Jararaca


Jiboia gigante