segunda-feira, 24 de abril de 2017

Noroeste Fluminense fecha 94 postos de trabalho formal em março e 117 no trimestre

Em março, a região fechou 94 postos de trabalho com carteira assinada (-11 na microrregião taperuna e -83 na microrregião Santo Antônio de Pádua), e 117 no primeiro trimestre (+171 na microrregião Itaperuna e -288 na microrregião Santo Antônio de Pádua).   Neste   mesmo mês de 2016 a perda de vagas foi um pouco mais elevada (109), mas no trimestre o resultado foi melhor ao registrar abertura de 16 novos postos.

De acordo com os registros feitos pelos empregadores no Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, do Ministério do Trabalho), foram 1.115 admissões e 1.209 demissões em março, e 3.195 admissões e 3.312 demissões no primeiro trimestre.

Em Itaperuna foram abertas 24 novas vagas em março e 237 no primeiro trimestre, resultado bem melhor do que o do ano anterior, ocasião em que foram fechadas 17 vagas em março e 239 de janeiro a março.

Em Santo Antônio de Pádua foram fechados 49 postos de trabalho em março e 218 de janeiro a março. Números mais elevados do que os ocorridos no ano anterior: -1 vaga em março e -76 no primeiro trimestre.
 
Em Miracema, 26 vagas foram fechadas em março e 34 no acumulado do ano. Neste mesmo mês de 2016 não foram abertas nem fechadas vagas, mas no trimestre foram abertos 24 novos postos de trabalho.

Em Itaocara foram fechados 19 postos de trabalho em março e 47 de janeiro a março, enquanto no ano anterior fechou 3 vagas em março e abriu 436 no primeiro trimestre – contratações realizadas pela prefeitura municipal.

Em Bom Jesus do Itabapoana foram fechados 17 postos de trabalho em março e 49 de janeiro a março. No ano anterior foram fechadas 69 vagas em março e 107 de janeiro a março.

Foi no setor serviços que a região apresentou os melhores números: abertura de 88 vagas em março (+100 na microrregião Itaperuna e -12 na microrregião Santo Antônio de Pádua) e 66 no trimestre (+227 na microrregião Itaperuna e -161 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

Enquanto as maiores baixas na região foram registradas no comércio: 109 em março (-45 na microrregião Itaperuna e -64 na microrregião Santo Antônio de Pádua) e 187 no trimestre (-119 na microrregião Itaperuna e -68 na microrregião Santo Antônio de Pádua). Em seguida na indústria de transformação: perda de 72 vagas em março (-64 na microrregião Itaperuna e -8 na microrregião Santo Antônio de Pádua) e 26 no trimestre (+34 na microrregião Itaperuna e -57 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

Municípios compreendidos nas microrregiões do Noroeste Fluminense: Itaperuna – Bom Jesus do Itabapoana, Italva, Itaperuna, Laje do Muriaé, Natividade, Porciúncula e Varre-Sai; e Santo Antônio de Pádua – Aperibé, Cambuci, Itaocara, Miracema, Santo Antônio de Pádua e São José de Ubá. 

terça-feira, 4 de abril de 2017

MIRACEMA RECEBE CERTIFICADO DE PARTICIPAÇÃO DA HORA DO PLANETA

Do site da Prefeitura Municipal de Miracema


A Mudança Climática já é realidade em todo o mundo. Prova disso é que o ano de 2016 foi considerado o mais quente da história, conforme alertou a Agência Espacial Norte-Americana (NASA). Miracema não fica para trás, a cidade é super quente e, infelizmente, tende a piorar.

Além disso, só restam 10% de Mata Atlântica nativa na cidade, segundo a organização SOS Mata Atlântica. Todos esses fatores contribuem significativamente para o agravamento da situação.

Trata-se de uma cidade pequena, que não chega nem a trinta mil habitantes, mas nem por isso deixa de ser importante para a promoção do Desenvolvimento Sustentável a fim de tentar controlar as consequencias da mudança climática. Nesse sentido, o apoio e a participação de toda a população torna-se fundamental.

O QUE É HORA DO PLANETA?

A Hora do Planeta, conhecida globalmente como Earth Hour, é um ato simbólico no qual todos são convidados a mostrar sua preocupação com o aquecimento global. É uma iniciativa mundial da Rede WWF para enfrentar as mudanças climáticas.

Durante a Hora do Planeta, pessoas, empresas, comunidades e governo são convidados a apagar suas luzes pelo período de uma hora para mostrar seu apoio ao combate ao aquecimento global.

terça-feira, 28 de março de 2017

Cinco macacos são achados mortos na zona rural de Laje do Muriaé, no RJ

Animais foram achados nesta segunda (27) e enviados ao Rio para exames.
Há suspeita de febre amarela.

Do G1 região dos Lagos

Macacos foram encontrados na zona rural de Laje do Muriaé (Foto: Secretaria Municipal de Ambiente de Laje do Muriaé/Divulgação)

Cinco macacos foram encontrados mortos em uma mata aberta em Laje do Muriaé, no Noroeste Fluminense, nesta segunda-feira (27). Segundo a Superintendência de Epidemiologia municipal, há suspeita de febre amarela, e, por isso, os animais foram enviados ao Instituto Jorge Vaitsmam e serão levados para a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para exames. Nesta segunda, o exame descartou febre amarela em um macaco bugio achado em Silva Jardim.

Casimiro de Abreu tem cinco casos confirmados. Nesta segunda-feira (20), a Saúde de São Fidélis confirmou um caso da doença na cidade.

A mata onde os animais estavam fica em volta do perímetro urbano e próximo a uma chácara que se extende até o Estado de MInas Gerais.

Vacinação
 
Segundo o município, não há motivo para alarde já que nosso município vacinou 80% da população. Um mutirão será realizado entre quarta-feira (29) e sábado (1º) na Casa da Cultura até que toda a população seja imunizada.

Idosos e gestantes devem atentar para as restrições à vacina e procurarem um médico para mais orientações. A Prefeitura também orienta aos portadores de doenças crônicas e com alergia a algum tipo de medicamento que procurem orientação médica antes de se vacinar.

segunda-feira, 27 de março de 2017

SENAI oferece palestras gratuitas de orientação profissional no Norte e Noroeste do RJ

Em Itaperuna  estão programadas as palestras,  “Como encantar seus clientes, superar a crise e se manter no Mercado de Trabalho”, no dia 27/04, e “Internet das coisas: o futuro agora”, no dia 25/05, ambas às 18h30. Em Pádua, o tema programado é “Mas, o que fazer para ingressar nesse Mercado de Trabalho?”. A palestra acontece 9h.

A série de encontros começa por Campos, no dia 30/03, quando será realizada a palestra “Fablab, uma nova perspectiva para um novo perfil profissional”, às 18h30. No dia 27/04, também na unidade Campos, às  18h30, o tema será “Lego também é uma ferramenta pedagógica”. Já no dia 26/05, a palestra programada é  “Projetos Integradores e Empreendedorismo – uma relação de sucesso”.

Há programação prevista também para o SENAI Macaé. No dia 31/03, às 18h, o tema da palestra é “Mercado de Trabalho para o Segmento de Mecânica”. No dia 28/04,acontece a palestra “Mercado de Trabalho para o Segmento de Automação Industrial”, e no dia 26/05, o tema é  “Mercado de Trabalho para o Segmento de Eletrotécnica”, ambas às 18h.

As vagas são limitadas. As  inscrições são gratuitas e  podem ser feitas pelo site www.cursosenairio.com.br/orientacaoprofissional. Mais informações podem ser obtidas pelo 0800 0231 231.

O SENAI Campos fica na Rua Bruno de Azevedo, 37 - Jardim Maria de Queiroz, o SENAI Macaé, na Estrada Vírgem Santa, 657 – Botafogo. Em Pádua o endereço do SENAI é Travessa João Jasbick, 740 e, em Itaperuna, o SENAI fica na  Av. Pres. Zulamith Bitencourt, 190 – Centro.

Assessoria de Imprensa - Sistema FIRJAN Norte

quarta-feira, 22 de março de 2017

FIRJAN reúne secretários e propõe criação de um consórcio para agilizar a emissão de licenças ambientais no Noroeste do RJ

A Federação da Indústrias do Rio de Janeiro reuniu, na última terça-feira, 21/03,  em Itaperuna, secretários de meio ambiente de municípios do Noroeste do estado para discutir a criação de um consórcio para dar agilidade ao processo de licenciamento ambiental na região.

Estiveram presentes representantes das prefeituras de Lage do Muriaé, Miracema, Itaperuna, Porciúncula, Santo Antônio de Pádua, Itaocara e Bom Jesus do Itabapoana. Durante o evento, o Gerente de Meio Ambiente da FIRJAN, Jorge Vicente Peron e a Analista de Meio Ambiente, Mariana Maia  mostraram aos secretários a viabilidade da criação, segundo a legislação, de um consórcio entre os municípios para agilizar o licenciamento das empresas.

A legislação determina que, desde 2014, os municípios é que devem conceder as licenças de baixo impacto, mas no Noroeste apenas Aperibé e Miracema realizam o trabalho. “Na maioria dos casos falta estrutura e pessoal, principalmente nas prefeituras de cidades pequenas. Com a criação de uma ferramenta conjunta de licenciamento, cada município poderia ceder funcionários do corpo técnico que já estão em seus quadros, assim como dividir outros custos como transporte, por exemplo. Isso, sem dúvida, iria agilizar muito os processos, que hoje precisam ir para o INEA no Rio de Janeiro” destacou Mariana Maia.

A Implantação, na região, de um posto do Instituto Estadual do Ambiente do Rio de Janeiro (INEA), como meio de dinamizar o processo de concessão e renovação de todos os tipos de licenças ambientais é um dos pleitos da Agenda Regional do Mapa do Desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro 2016/2025 – Noroeste, elaborada pela FIRJAN, mas segundo o Gerente Regional da Federação, Luiz Mário Concebia, a criação do consórcio poderia ser uma saída importante até que pleito fosse atendido. “Reduzir a burocracia não é importante apenas para as indústrias já instaladas na região, mas também um grande passo para atrair novos investimentos e melhorar o ambiente de negócios do Noroeste Fluminense”, afirmou Concebida. Os secretários irão analisar a questão e se reunirão novamente para discutir a viabilidade da proposta.

O presidente do Sindicato de Extração e Aparelhamento de Gnaisses no NE-RJ, Marco Antônio de Sousa, aprovou a ideia. “ Precisamos urgentemente melhorar o processo de licenciamento na região. O ideal seria, de fato, que cada município, tivesse sua equipe especializadas para realizar este trabalho, mas o consórcio poderia ser um primeiro passo e deixaria os empresários mais tranquilos, uma vez que, mesmo entrando com o pedido de licenciamento com meses de antecedência, nem sempre conseguimos o documento no prazo devido”, afirmou ele.

Durante o evento também foi apresentado aos secretários o Comitê de Bacia Hidrográfica do Baixo Paraíba do Sul e Itabapoana. O presidente do Comitê João Siqueira, falou sobre os projetos que envolvem os corpos hídricos da região e convidou os secretários para acompanhar as ações desenvolvidas.
 
Assessoria de Imprensa Regional Norte e Noroeste Fluminense, do Sistema Firjan

sexta-feira, 17 de março de 2017

Puxado por Itaperuna, Noroeste Fluminense cria 62 postos de trabalho formal em fevereiro

Em fevereiro de 2017, a região criou 62 vagas formais de trabalho (+145 na microrregião Itaperuna e -83 na microrregião Santo Antônio de Pádua), enquanto no mês anterior 85 vagas foram encerradas (+37 na microrregião Itaperuna e -122 na microrregião Santo Antônio de Pádua). Em fevereiro e janeiro de 2016, os resultados foram melhores, houve criação de 211 e 118 postos de trabalho, respectivamente.

Itaperuna criou 131 vagas de trabalho em fevereiro e 82 em janeiro (213 no acumulado do ano). As maiores baixas de emprego foram registradas em Santo Antônio de Pádua, -27 em fevereiro e -142 em janeiro (-169 no acumulado do ano).

O setor serviços criou 117 vagas em fevereiro (+147 na microrregião Itaperuna e -30 na microrregião Santo Antônio de Pádua), mas em janeiro encerrou 139 postos de trabalho (-20 na microrregião Itaperuna e -119 na microrregião Santo Antônio de Pádua). 

Indústria de transformação fechou 45 vagas em fevereiro (-12 na microrregião Itaperuna e -33 na microrregião Santo Antônio de Pádua), mas criou 94 em janeiro (+110 na microrregião Itaperuna e -16 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

Municípios compreendidos nas microrregiões do Noroeste Fluminense: Itaperuna – Bom Jesus do Itabapoana, Italva, Itaperuna, Laje do Muriaé, Natividade, Porciúncula e Varre-Sai; e Santo Antônio de Pádua – Aperibé, Cambuci, Itaocara, Miracema, Santo Antônio de Pádua e São José de Ubá.

quarta-feira, 15 de março de 2017

Empresários do Noroeste do RJ discutem com concessionária problemas no fornecimento de energia

Empresários do Noroeste do RJ se reuniram, na última segunda-feira (13/03), na sede da Representação Regional da FIRJAN, em Itaperuna, com representantes da empresa Enel, responsável pelo fornecimento de energia na região. No encontro foram discutidos os problemas enfrentados pelas indústrias em relação ao serviço prestado pela concessionária, que apresentou os investimentos previstos e realizados pela empresa.

Desde o final do ano passado, a Ampla passou a se chamar Enel e tem se reunido com representantes do setor industrial no Norte e Noroeste do estado para discutir as principais demandas. Já houve o mesmo encontro em Campos e Macaé. A melhoria no fornecimento de energia no Noroeste é um pleito antigo dos empresários. A necessidade de garantir à indústria acesso à energia de qualidade faz parte da Agenda Regional do Mapa do Desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro 2016/2025, elaborado pelos empresários fluminenses e lançada em Julho.

Segundo o presidente do Sindicato de Extração e Aparelhamento de Gnaisses no NE-RJ, as indústrias de extração de pedras têm sofrido muito com os constantes oscilações de energia. “A falha constante no fornecimento prejudica muito nossa produção e quando tentamos informar nosso problema à concessionária enfrentamos grande problema de comunicação com os setores responsáveis”, disse Marco Antônio de Sousa

O setor de laticínios também tem tido prejuízos com o mesmo problema. “Temos sofrido oscilações constantes de energia em nossa fábrica e os equipamentos levam até 6 horas para serem religados, o que nos leva, muitas vezes, a perder nossa matéria prima”, afirmou Luiz Eduardo Araújo, representante da Cooperativa Agrícola Vale do Itabapoana.

Outro problema é o custo médio da energia para as indústrias fluminenses, que chega a ser 24,8% superior à média nacional. Os dados são da publicação “Quanto custa a energia elétrica para a pequena e média indústria no Brasil?”, da FIRJAN. O estudo atualizado periodicamente, com base em informações oficiais, mostra que a tarifa média da indústria do estado com tributos é a mais elevada entre as 27 unidades da federação: R$ 628,83/MWh.

O gerente responsável pelo setor de grandes clientes da Enel, Nelson Assunção, informou que todas questões serão analisados pela empresa: “Estaremos sempre abertos ao diálogo para melhorar a comunicação e trazer soluções para as empresas, tão importantes para fomentar o desenvolvimento da região”.

As equipes comercial e técnica da Enel, que está presente em 18 estados brasileiros, também mostraram que, nos próximos três anos, a empresa pretende investir 3,2 bilhões de euros no Brasil. Segundo os técnicos, em 2016, a empresa aumentou o volume de investimentos no RJ em 14,5%.

Segundo os especialistas da Enel, a duração e a frequência das falhas no fornecimento foram reduzidas no ano passado. O período médio em que os clientes da região ficaram sem energia foi 13% menor que em 2015 e a frequência com que houve falta de fornecimento foi reduzida em 25%. A equipe mostrou os investimentos já realizados e os que serão implantados até setembro, como equipamentos que permitem operações à distância, novas redes e aparelhos para estabilizar a tensão.

Para o presidente da Representação Regional FIRJAN/CIRJ no Noroeste Fluminense, José Magno Hoffman, o encontro foi mais um passo em busca de soluções: “Entendemos que o fato de a empresa vir até aqui e nos ouvir já demonstra uma postura mais propositiva e resolutiva. O encontro foi importante para conhecermos e entendermos melhor o processo do fornecimento de energia em nossa região”.

Assessoria de Imprensa Regional Norte e Noroeste Fluminense, do Sistema Firjan

segunda-feira, 6 de março de 2017

Em 2016, empregos com carteira assinada em Miracema recuam 6,3%

De acordo com a base de dados ajustada do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho, o município de Miracema perdeu 6,3% dos seus postos de trabalho formais em relação ao ano anterior. Na comparação com 2014, a perda foi de 7%.

Serviços e agropecuária foram os dois setores de atividade econômica em que foram criados novos postos de trabalho: serviços, que concentra 24,6% dos trabalhadores, aumentou o número de vagas em 9,2%, enquanto agropecuária, que absorve 8,4% dos empregados, gerou 4% de novas vagas.

No comércio, setor que absorve maior número de empregados no município (35%), a perda de postos de trabalho foi de 3,9%. Indústria de transformação, que ocupa 21,1% da mão de obra, desativou 9,6% dos postos de trabalho. Foi na construção civil, a maior perda de postos de trabalho, 58,4%. Este setor ocupa 2,5% dos trabalhadores, mas em 2015 ocupava 5,6%.

O número de estabelecimentos no município caiu 1,8% ante 2015 e 4,7% ante 2014. Comércio fechou 3,5% dos estabelecimentos, em seguida indústria de transformação e serviços, que encerraram a atividade de 3,1%, cada um, dos estabelecimentos.


sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Comunidade científica alerta para mortandade de macacos por causa da febre amarela

Em nota, especialistas de instituições de pesquisa e conservação sobre primatas disponibilizam informações sobre o ciclo da doença e pedem à mídia – jornais, rádios, TVs e sites de notícias – que ajude na divulgação correta dos dados
 
Brasília (15/02/2017) – Representantes da comunidade científica brasileira, ligados à área da conservação dos primatas, expediram nesta quarta-feira (15) nota à imprensa alertando para um desastre ambiental “gravíssimo” que ocorre neste momento: a mortandade sem precedentes na história do país de macacos da Mata Atlântica em função do vírus da febre amarela.

Na nota, os especialistas mostram-se preocupados, não só com a dimensão das mortes de animais, mas, também, com a disseminação de “informações equivocadas”, que dão a entender que os macacos são responsáveis pela “existência do vírus” e “por sua transmissão aos humanos”.

Isso não procede, fazem questão de destacar os estudiosos, que pedem na nota o apoio da imprensa nacional (jornais, rádios, TVs e sites na internet) para a divulgação das informações corretas.

Segundo eles, os macacos, assim como os humanos, não transmitem o vírus. Pelo contrário, são vítimas da doença. Ao serem contaminados, os primatas cumprem a função de “sentinela”, ou seja, alertam para o surgimento da doença. Por isso, em vez de molestados, devem ser preservados.

As “informações equivocadas”, ressaltam os pesquisadores, já estão levando pessoas, principalmente nas áreas rurais onde ocorre o surto, a maltratarem ou, até, matarem macacos para, supostamente, se proteger da febre amarela, como ocorreu entre 2008 e 2009 no Rio Grande do Sul. “Isso não pode se repetir”, diz a nota.

O documento é subscrito por primatólogos, zoólogos, ecólogos, veterinários, epidemiologistas e gestores públicos, membros de conceituadas universidades, sociedades científicas, centros de pesquisa e instituições voltadas para a conservação dos primatas.

SERVIÇO:

Para obter mais informações, seguem contatos dos subscritores da nota.

Dr. Carlos R. Ruiz-Miranda
Universidade Estadual Norte Fluminense
Contatos: cruizmiranda@gmail.com; 1-619-386-6535 (EUA)
Dr. Danilo Simonini Teixeira
Presidente da Sociedade Brasileira de Primatologia
Contatos: simonini.danilo@gmail.com; (61) 98127-5302
Dr. Júlio César Bicca-Marques
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Contatos: jcbicca@pucrs.br
Dr. Leandro Jerusalinsky
Coordenador do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Primatas Brasileiros, Instituto
Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, Ministério do Meio Ambiente
Contatos: leandro.jerusalinsky@icmbio.gov.br; (83) 3241-1580
M. Sc. Luis Paulo Ferraz
Secretário Executivo da Associação Mico Leão Dourado
Contato: luispaulo@micoleao.org.br; (22) 2778-2025
M. Sc. Marco Antônio Barreto de Almeida
Centro Estadual de Vigilância em Saúde, Secretaria Estadual da Saúde, Rio Grande do Sul
Contatos: luispaulo@micoleao.org.br; (51) 98177-4273
Dr. Sergio Lucena Mendes
Universidade Federal do Espírito Santo
Contatos: slmendes1@gmail.com; (27) 99866-8028

Exiba imagens para confirmar leitura Divisão de Comunicação Social - DCOM
Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - ICMBio
Ministério do Meio Ambiente
EQSW 103/104 Complexo Administrativo, bloco B, térreo. Setor Sudoeste CEP 70670-350
+55 61 2028-9280

 

 


 

 

 

 

Anexos

 

Carta_febre_amarela_15fev2017.pdf