segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Prefeitura de Pádua concede incentivos fiscais e terreno à empresa IPACEM


A Indústria Paduana de Compostos Especiais e Extração Mineral (IPACEM) recebe, da Prefeitura Municipal de Santo Antônio de Pádua, terreno de 5.324 m², localizado no Polo Industrial situado na estrada Santo Antônio de Pádua – Baltazar, e isenção de impostos municipais por 15 anos, para instalar-se no município. O contrato de concessão de uso do terreno foi firmado nesta quarta-feira, 17, pelo prefeito Josias Quintal e o representante da empresa Sérgio Luiz Cavalcante do Nascimento. 

- É muito importante atrairmos novas empresas, que vão gerar empregos e movimentar a economia da região. Uma das metas do meu governo é esta, gerar novos postos de trabalho - disse Quintal.

Com informações e foto da Prefeitura de Santo Antônio de Pádua

domingo, 21 de setembro de 2014

TCE-RJ condena ex-prefeito de Bom Jesus do Itabapoana

O Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) condenou nesta quinta-feira (18/9), em sessão plenária, o ex-prefeito de Bom Jesus do Itabapoana Miguel Ângelo Barbosa Motta a devolver aos cofres públicos o valor de R$ 668.603,48 (correspondente a 262.475,36 Ufir-RJ). O débito se deve à atestação indevida de faturas sem a comprovação de que foram prestados todos os serviços contratados junto à empresa Imbé Engenharia. O contrato assinado com a empresa foi no valor de R$ 1.458.810,90 (a preços de 2003) para asfaltamento de diversas ruas no Centro da cidade.
 
Respondem solidariamente pelo mesmo débito o então secretário de Gabinete da Prefeitura João Carlos de Souza; o secretário de Fazenda, à época, Guido Nunes de Rezende, e a empresa Imbé Engenharia (ex Imbé Construções e Comércio Ltda). A decisão dos conselheiros acompanha voto do relator do processo, conselheiro Aluisio Gama de Souza. O prazo para o recolhimento do débito é de 30 dias a contar da data do recebimento da notificação do TCE-RJ.

TCE-RJ

Ministério Público em Campos questiona acordo de desvio da água do Rio Paraíba do Sul

Da Agência Brasil

O Ministério Público Federal (MPF) em Campos dos Goytacazes, no norte do estado do Rio de Janeiro, promove ação civil pública contra acordo entre São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e a União, que levou à diminuição da distribuição de água no norte fluminense. A medida foi adotada após o município de São João da Barra, na mesma região, já estar sofrendo com falta de água. O MPF alerta para  possível agravamento do problema, e pede para que seja decretado estado de calamidade pública na região, que é banhada pelo Rio Paraíba do Sul.

Resolução da Agência Nacional de Águas (ANA) autorizou a redução temporária do volume mínimo afluente à Barragem de Santa Cecília, no Paraíba do Sul, justificando que a medida é para uso prioritário dos recursos hídricos para o consumo humano e de animais. Para o MPF, ao possibilitar que São Paulo reduza a vazão do Rio Jaguari, o estado do Rio passa a sofrer escassez de água. O procurador da República, Eduardo Santos de Oliveira, mostrou preocupação com a possibilidade de outros municípios enfrentarem o problema.

Ele pede que a resolução da ANA seja anulada, porque decorre de acordo feito entre os três estados, mas "não foi uma reunião aberta, transparente para a população saber do que se trata. Eu acho que em um primeiro momento, temos que tentar invalidar essa resolução para que a gente retome a discussão do problema. O que não pode é os governos envolvidos se aproveitarem da situação para tentar fazer a transposição de maneira forçada”, disse ele.

O Ministério Público também quer que a ANA tome medidas necessárias para assegurar o uso prioritário das águas do rio Paraíba do Sul, evitando o agravamento no desabastecimento e deverão ser divulgadas para a sociedade. O MPF pede à União e ao Ministério do Meio Ambiente a decretação do estado de calamidade hídrica nas regiões banhadas pela bacia do Paraíba do Sul pelos próximos dois anos. O procurador pediu ainda que as duas partes elaborem um plano de educação ambiental e de um novo plano de recursos hídricos.

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sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Subprodutos do maracujá produzidos no Norte e Noroeste Fluminense fazem sucesso

Biscoitos e cosméticos dos resíduos do maracujá
Foto: Soraya Pereira
Resultado de parceria público-privado, a indústria Extrair Óleos Naturais utiliza as sementes de maracujá, provenientes de resíduos de indústrias de sucos e polpas do Norte Fluminense, para extração de óleo de alta qualidade. Recentemente, a indústria recebeu o Prêmio CREA-RJ de Meio Ambiente 2014, em reconhecimento pelo trabalho ligado à sustentabilidade da cadeia produtiva do maracujá no Rio de Janeiro. Também aprovou mais um projeto de inovação junto à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) para ampliação e automatização de sua linha de produção, visando o aproveitamento de outro resíduo: o farelo derivado da prensagem da semente, resultante da extração do óleo. Esse farelo desengordurado possui alto valor nutricional, podendo ser utilizado na fabricação de pães, biscoitos, sorvetes, caldas e recheios na indústria alimentícia. Como cerca de 70% do maracujá é composto por casca e semente, estima-se que a indústria fluminense possa gerar um desperdício e um impacto ambiental de cerca de 40 mil toneladas por ano, caso esses resíduos não sejam aproveitados. 
 
Inaugurada em 2010, no município de Bom Jesus do Itabapoana (RJ), na divisa com o Espírito Santo, a indústria Extrair já foi agraciada com vários prêmios de renome nacional e internacional, além de ser considerada em 2013, pela Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (Anpei) e pelo Instituto Ethos, um caso de sucesso. O desenvolvimento de coprodutos de alto valor agregado - como o óleo e o farelo de maracujá para a indústria alimentícia, cosmética e farmacêutica – pode gerar retorno financeiro maior que a comercialização do suco da fruta, com o benefício adicional da eliminação do passivo ambiental. "Já exportamos para os Estados Unidos, Inglaterra e agora vamos começar a atender uma das maiores indústrias alimentícias do Japão", conta o empresário Sandro Reis, da empresa Extrair.

A torta gerada no processo de extração do óleo é rica em fibras e proteína, e já está sendo incorporada em rações animais e na fabricação de sabonetes. Essa torta, bem como a própria semente, quando beneficiada, também pode ser utilizada no preparo de sorvetes, mousses, entre outros produtos alimentícios. É o que se propõe com o projeto de expansão da indústria, que deve ser concluído em 2015. 

O processamento do maracujá também gera outro subproduto: a casca, que é rica em fibras e pectina. Uma equipe da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (Uenf) pesquisa formas de beneficiamento da casca da fruta para obtenção de uma farinha nutritiva e funcional para consumo humano.

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Aline Bastos (MTb 31.779/RJ) Embrapa Agroindústria de Alimentos ctaa.imprensa@embrapa.br Telefone: 21 3622-9600
Fonte: Agência de notícias da Embrapa / https://www.embrapa.br/sala-de-imprensa

O título desta postagem é de responsabilidade do blog

Datafolha: Dilma tem 37%, Marina, 30%, e Aécio, 17%

Pesquisa do Datafolha divulgada hoje, 19

Pastor Everaldo (PSC), Luciana Genro (PSOL) e Eduardo Jorge (PV) tiveram 1% cada das intenções de voto, e demais candidatos não alcançaram a pontuação mínima de 1%.

Em eventual segundo turno, Dilma e Marina estão empatadas tecnicamente, visto que a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

A pesquisa foi realizada entre os dias 17 e 18 de setembro de 2014 com 5.340 eleitores em 265 municípios brasileiros. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o protocolo nº BR-00665/2014 e foi divulgada no site Globo.com.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Veja as propostas dos candidatos à Presidência para a área econômica

Da Agência Brasil

Os caminhos apontados pelos 11 candidatos à Presidência para resolver problemas na área econômica e controlar a inflação são bem diferentes e dão prioridade a temas distintos. Alguns presidenciáveis priorizam o fortalecimento do tripé macroeconômico, o pagamento da dívida pública e a autonomia do Banco Central, outros criticam a independência da instituição, afirmam que os recursos devem ser priorizados para áreas como saúde e educação e apontam o pagamento da dívida como condição de submissão do país a interesses do capital privado.

Confira as propostas dos candidatos à Presidência para área econômica e controle da inflação:  

Aécio Neves (PSDB) promete manter a inflação no centro da meta e cumprir os compromissos de superávit primário e câmbio flutuante. “O objetivo maior é criar no Brasil um ambiente de menos incerteza e maior segurança, compatível com taxas de juros real e nominal significativamente mais baixas que as atuais”, destacou. Segundo ele, a autonomia do Banco Central é estratégica para manter a taxa de inflação na meta de 4,5% ao ano. O candidato tucano promete que, a partir daí, a meta será reduzida gradualmente. Aécio também defende a geração de um superávit primário para reduzir as dívidas líquida e bruta do país em comparação ao Produto Interno Bruto (PIB) e promete criar um ambiente de segurança jurídica para atrair investimentos para o país e fazer o acompanhamento e a avaliação de gastos públicos. 

Dilma Rousseff (PT) destaca em seu programa de governo que o controle da inflação foi mantido como prioridade “e assim continua”. Ela promete buscar o fortalecimento da política macroeconômica “sólida, intransigente no combate à inflação e que proporcione um crescimento econômico e social robusto e sustentável”. Dilma Rousseff afirma que vai aumentar a taxa de investimento da economia, ampliar o mercado doméstico e expandir os investimentos em infraestrutura, além de manter programas de inclusão social e de melhorias na educação. Ela destaca que a “profissão de fé do PT” foi implantar um novo modelo de desenvolvimento “economicamente viável, socialmente justo e ambientalmente sustentável” e que essa política trouxe resultados positivos em todos os campos e lembrou que enquanto em 2002 a inflação anual chegou a 12,5%, no ano de 2013 estava no patamar de 5,9%. 

Marina Silva (PSB) defende agendas macro e microeconômicas em que o governo deixe de ser “controlador dos cidadãos, para se tornar seu servidor. O Estado tem de servir à sociedade, e não dela se servir”. A ex-senadora também se compromete a recuperar o tripé macroeconômico básico, definindo metas de inflação “críveis” sem que seja preciso recorrer a controle de preços que possam gerar resultados artificiais. Marina também afirma que vai gerar o superávit fiscal necessário para assegurar o controle da inflação, manter a taxa de câmbio livre, sem intervenção do Banco Central, e assegurar a independência da instituição “o mais rapidamente possível”. A candidata promete acabar com “a maquiagem das contas”, reduzir a dívida modificada e corrigir os preços administrados “que foram represados pelo governo atual”. As promessas da ambientalista nessa área também incluem a criação de um Conselho de Responsabilidade Fiscal (CRF) independente do governo, para que seja possível verificar a cada momento o cumprimento das metas fiscais e avaliar a qualidade dos gastos públicos.

Continue lendo aqui para conferir as propostas dos demais candidatos

“No Pocket” leva a magia do circo ao Teatro SESI Itaperuna

Espetáculo, do grupo Coletivo Nopok, será exibido neste domingo, 21.
Ingressos estão à venda no atendimento do SESI

Itaperuna, 17 de setembro de 2014

O palco do Teatro SESI Itaperuna se transforma em picadeiro neste domingo, 21, a partir das 17h, com a apresentação de “No Pocket – Um espetáculo para todos os gostos”. A realização é do Sistema FIRJAN, através do SESI Cultural.

A peça teatral, do grupo Coletivo Nopok, traduz a magia do mundo circense em “charlas” clássicas, música, danças e jogos de cenas cômicas, tudo repleto de muito improviso, proporcionando diversão para crianças e adultos.

Dirigido por Sérgio Machado, o espetáculo tem como principal característica a intensa relação com a plateia. A proposta é fazer com que o público deixe de ser mero espectador para tornar-se mais um “ator” em cena, exigindo que os artistas estejam atentos e disponíveis para todo tipo de situação.

Os ingressos custam R$ 10 (Inteira) e R$ 5 (Meia – Sócios SESI Clube, estudantes, terceira idade, portadores de necessidades especiais e jovens de até 21 anos) e podem ser adquiridos no atendimento do SESI Itaperuna, que funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h. Para mais informações, (22) 3811-9246 ou (22) 3811-9223.
 
Sistema Firjan - Assessoria de Imprensa Itaperuna

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Incêndios atingem vários parques estaduais no Rio

Douglas Corrêa - Repórter da Agência Brasil Edição: Armando Cardoso

Equipes do Corpo de Bombeiros e do serviço de guarda-parques do Parque Estadual da Pedra Branca, na zona oeste da capital fluminense, conseguiram controlar noite passada (16) o incêndio que destruiu, durante dois dias,  50 hectares de mata na região. Para facilitar a ação, os bombeiros deslocaram um helicóptero para o alto da serra. Focos de incêndio também estão atingindo outros parques estaduais desde segunda-feira (15).

De acordo com o Instituto Estadual do Ambiente (Inea), o  Parque Estadual do Mendanha, também na zona oeste, já perdeu 10 hectares. Na Serra de Madureira, em Nova Iguaçu, Baixada Fluminense, nove homens do quartel do Corpo de Bombeiros da cidade tentam controlar as chamas.

No Parque Estadual da Pedra Selada, que abrange os municípios de Resende, Itatiaia e Visconde de Mauá, no sul fluminense, o fogo já destruiu aproximadamente 15 hectares. Esta é a primeira e ainda única unidade de Conservação de Proteção Integral Estadual presente na Serra da Mantiqueira. Ela forma importante corredor ecológico com o Parque Nacional do Itatiaia, protegendo nascentes de rios de algumas das principais bacias hidrográficas da Região Sudeste. Em Miguel Pereira, no centro-sul fluminense, um incêndio de grandes proporções já consumiu mais de 100 hectares de mata na Área de Proteção Ambiental (APA) Rio Santana e no Parque Nacional Natural Rocha Negra.

Noroeste fluminense aguarda projetos estruturantes

Diferentemente de outras áreas do Rio de Janeiro, a região não contou com empreendimentos que estancassem um lento processo de esvaziamento populacional 


"O Noroeste fluminense deveria merecer um atenção especial do governo estadual. Desde meados do século passado, quando foram postos em prática os últimos programas governamentais que estimulavam a erradicação de cafezais, a região não encontrou mais uma vocação capaz de estancar um lento processo de esvaziamento econômico e populacional. Atividades produtivas isoladas, como o da indústria de granito e pedras ornamentais, não foram suficientes para dinamizar o Noroeste como um todo. Assim, diferentemente das demais regiões do Estado, o Noroeste não tem conseguido aumentar a participação relativa na geração de renda no Rio de Janeiro.

O Norte, por exemplo, tem no setor de petróleo e gás uma forte alavanca. O Sul vai se consolidando com uma importante indústria automobilística e o polo metalmecânico. O Médio Paraíba tem atraído variados tipos de indústrias (beneficiamento de leite, carrocerias de ônibus, embalagens, etc.). As baixadas Fluminense e Litorânea, assim como a região Serrana, tendem a usufruir dos impactos positivos da recuperação da cidade do Rio de Janeiro e de grandes empreendimentos que estão em andamento em seus extremos (Itaguaí e Itaboraí), além de investimentos na infraestrutura de transportes, como Arco Metropolitano, a nova subida para Petrópolis, o terminal logístico da MRS.

Mas, como repórteres do GLOBO constaram ao visitar municípios da região, nas pequenas localidade do Noroeste Fluminense jovens continuam sonhando em seguir o exemplo de outros parentes próximos que migraram para cidades com mais dinamismo.

Incentivos fiscais não conseguiram reverter o lento processo de esvaziamento, talvez porque não tenham conseguido atrair investimentos que pudessem revitalizar as vocações da região. O café de qualidade já reapareceu em Varre-Sai, por exemplo. O gado de alto rendimento também mostra ter razoável potencial. O quê então falta fazer?

Alguns projetos estruturantes sem dúvida podem ajudar nesse impulso que a região precisa. O governo federal espera incluir a futura hidrelétrica de Itaocara no leilão de energia programado para o fim deste ano. É uma obra que se estenderá por cinco anos. Será uma oportunidade para que muitos trabalhadores hoje ocupados na construção pesada na região metropolitana, agora com razoável qualificação, retornem aos municípios de origem. O empreendimento, depois, proporcionará uma receita permanente (royalties) para as localidades situadas na sua área de impacto. Outro projeto-chave, e que já faz parte dos planos do governo federal, é a ferrovia que interligará parte do Centro-Oeste do país, passando por Minas Gerais, ao porto do Açu. Nesse caso, o Noroeste se integraria mais às mudanças que estão ocorrendo na região vizinha. Assunto a constar da agenda do próximo governo."

terça-feira, 16 de setembro de 2014

IBOPE: Dilma tem 36%, Marina, 30%, e Aécio 19%

Pesquisa IBOPE divulgada nesta terça-feira, 16:

Pastor Everaldo (PSC) tem 1% de intenção de votos e os demais candidatos somados tem  1%.  

Dilma e Marina estão empatadas tecnicamente no segundo turno, tendo em vista que a margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

O Ibope ouviu 3.010 eleitores em 204 municípios do país entre os dias 13 e 15 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-00657/2014.

Gráficos elaborados com base no infográfico do G1

Tulipa Ruiz sobe ao palco do Teatro SESI Itaperuna neste sábado

Cantora pop apresenta sucessos de seus álbuns “Efêmera”
e “Tudo Tanto”. Ingressos são vendidos no atendimento do SESI 

Itaperuna, 15 de setembro de 2014


Tulipa Ruiz
Destaque da nova geração da música brasileira, Tulipa Ruiz se apresenta pela primeira vez em Itaperuna neste sábado, dia 20, a partir das 20h, no Teatro SESI. No palco, a artista pop canta sucessos de seus álbuns “Efêmera” e “Tudo Tanto”. A realização é do Sistema FIRJAN, através do SESI Cultural.

Os ingressos custam R$ 30 e podem ser adquiridos no atendimento do SESI Itaperuna, que funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h. Sócios SESI Clube, estudantes, terceira idade, portadores de necessidades especiais e jovens de até 21 anos pagam meia-entrada (R$ 15).

Logo no primeiro disco da carreira, “Efêmera”, lançado em 2010, a jovem cantora já conquistou a crítica e o público, despontando de promissora revelação para estrela pop em ascensão. O álbum de estreia foi apontado como um dos melhores da década pelo jornal Folha de S.Paulo e eleito o melhor do ano pela revista Rolling Stone. No ano seguinte, Tulipa Ruiz levou a estatueta de “Melhor Cantora” no Prêmio Multishow de Música Brasileira 2011.

Em 2012, lançou seu segundo CD autoral, “Tudo Tanto”. Assim como “Efêmera”, foi considerado por grandes veículos um dos melhores lançamentos do ano, e ainda rendeu à Tulipa mais dois prêmios na categoria “Melhor Disco”: o Prêmio Multishow, edição de 2012, e o da APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte).

Além de shows por diversos estados do Brasil durante seus mais de três anos de estrada, a cantora já se apresentou em turnês internacionais que incluíram países como Argentina, Colômbia, Estados Unidos, Dinamarca, Portugal, Itália e Inglaterra.

Nesta semana, Tulipa Ruiz também fará show nos Teatros SESI Macaé e Campos, dias 18 e 19, respectivamente. Mais informações sobre a apresentação em Itaperuna podem ser obtidas nos telefones (22) 3811-9246 ou (22) 3811-9223. 

Biografia – Nascida em Santos e criada na mineira São Lourenço, Tulipa e o irmão, Gustavo Ruiz, foram influenciados musicalmente desde cedo pelo pai, Luiz Chagas, guitarrista da histórica banda Isca de Polícia, que acompanhou Itamar Assumpção. As referências da cantora, contudo, se espalham por Gal Costa, Meredith Monk e Yoko Ono.

Ainda garota e universitária, Tulipa Ruiz teve algumas experiências musicais por hobby. Porém, foi em 2009 quando a então redatora e ilustradora resolveu seguir carreira na música – sem abandonar os desenhos, que a traduzem graficamente nos shows e encartes dos álbuns.

Sistema Firjan - Assessoria de Imprensa Itaperuna