sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Comunidade científica alerta para mortandade de macacos por causa da febre amarela

Em nota, especialistas de instituições de pesquisa e conservação sobre primatas disponibilizam informações sobre o ciclo da doença e pedem à mídia – jornais, rádios, TVs e sites de notícias – que ajude na divulgação correta dos dados
 
Brasília (15/02/2017) – Representantes da comunidade científica brasileira, ligados à área da conservação dos primatas, expediram nesta quarta-feira (15) nota à imprensa alertando para um desastre ambiental “gravíssimo” que ocorre neste momento: a mortandade sem precedentes na história do país de macacos da Mata Atlântica em função do vírus da febre amarela.

Na nota, os especialistas mostram-se preocupados, não só com a dimensão das mortes de animais, mas, também, com a disseminação de “informações equivocadas”, que dão a entender que os macacos são responsáveis pela “existência do vírus” e “por sua transmissão aos humanos”.

Isso não procede, fazem questão de destacar os estudiosos, que pedem na nota o apoio da imprensa nacional (jornais, rádios, TVs e sites na internet) para a divulgação das informações corretas.

Segundo eles, os macacos, assim como os humanos, não transmitem o vírus. Pelo contrário, são vítimas da doença. Ao serem contaminados, os primatas cumprem a função de “sentinela”, ou seja, alertam para o surgimento da doença. Por isso, em vez de molestados, devem ser preservados.

As “informações equivocadas”, ressaltam os pesquisadores, já estão levando pessoas, principalmente nas áreas rurais onde ocorre o surto, a maltratarem ou, até, matarem macacos para, supostamente, se proteger da febre amarela, como ocorreu entre 2008 e 2009 no Rio Grande do Sul. “Isso não pode se repetir”, diz a nota.

O documento é subscrito por primatólogos, zoólogos, ecólogos, veterinários, epidemiologistas e gestores públicos, membros de conceituadas universidades, sociedades científicas, centros de pesquisa e instituições voltadas para a conservação dos primatas.

SERVIÇO:

Para obter mais informações, seguem contatos dos subscritores da nota.

Dr. Carlos R. Ruiz-Miranda
Universidade Estadual Norte Fluminense
Contatos: cruizmiranda@gmail.com; 1-619-386-6535 (EUA)
Dr. Danilo Simonini Teixeira
Presidente da Sociedade Brasileira de Primatologia
Contatos: simonini.danilo@gmail.com; (61) 98127-5302
Dr. Júlio César Bicca-Marques
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Contatos: jcbicca@pucrs.br
Dr. Leandro Jerusalinsky
Coordenador do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Primatas Brasileiros, Instituto
Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, Ministério do Meio Ambiente
Contatos: leandro.jerusalinsky@icmbio.gov.br; (83) 3241-1580
M. Sc. Luis Paulo Ferraz
Secretário Executivo da Associação Mico Leão Dourado
Contato: luispaulo@micoleao.org.br; (22) 2778-2025
M. Sc. Marco Antônio Barreto de Almeida
Centro Estadual de Vigilância em Saúde, Secretaria Estadual da Saúde, Rio Grande do Sul
Contatos: luispaulo@micoleao.org.br; (51) 98177-4273
Dr. Sergio Lucena Mendes
Universidade Federal do Espírito Santo
Contatos: slmendes1@gmail.com; (27) 99866-8028

Exiba imagens para confirmar leitura Divisão de Comunicação Social - DCOM
Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - ICMBio
Ministério do Meio Ambiente
EQSW 103/104 Complexo Administrativo, bloco B, térreo. Setor Sudoeste CEP 70670-350
+55 61 2028-9280

 

 


 

 

 

 

Anexos

 

Carta_febre_amarela_15fev2017.pdf

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Não vai ter carnaval em Miracema?

Império da Jove - 2014. Foto: divulgação/PMM

Não. Não vai ter. Como não vai ter carnaval em Miracema? E a fantasia que confeccionei durante o ano, não vou poder usar? A minha escola de samba não vai desfilar? Meu filho não vai ver a mulinha do boi-pintadinho? Não. Guarde a fantasia pro ano que vem. 

O município está passando por crise financeira. Não tem verba pra gastar com carnaval. Seria um desrespeito com o povo. É o contrário. Desrespeito com o povo é não fazer o carnaval, nem que seja com o mínimo de investimento. É investimento sim, pois o município não é empresa e cultura é patrimônio imaterial. Esqueceu que Miracema tem o melhor carnaval da região, tem quatro escolas de samba, inúmeros blocos e sete bois-pintadinhos. Que ocupa o 1º lugar no Índice de Desenvolvimento da Cultura. Não. Não esqueci. Mas Itaperuna e Cambuci não participaram deste índice. Tá bom. Então somos o 1º colocado entre onze municípios da região. Não é uma grande coisa? Mas a sua coleção de cartazes que anuncia o carnaval de Miracema vai ficar com um buraco em 2017. Desde que me conheço por gente nunca vi não ter carnaval em Miracema. É, pra tudo tem uma primeira vez. De fato minha coleção vai ficar prejudicada. 

Esse ano não vai ser igual àquele que passou/Eu brinquei, você também brincou/A fantasia que comprei pra este ano vai ficar guardada/A sua também vai ficar pendurada. Deixa de ser irônico. Se eu tivesse grana ia pra Itaocara. O carnaval de lá tem ficado cada vez melhor e o de Miracema nos últimos anos tem sido muito mal conduzido. Aparece gestor que gasta um absurdo para mudar o que sempre deu certo para impor novas formas de organização dos desfiles das agremiações carnavalescas, de êxito duvidoso, e, agora, o cancelamento do carnaval. Mas o atual gestor está sendo muito bom prefeito, transparente e bem intencionado. Afora o carnaval, estou de pleno acordo com você.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

EM Solange Moreira tem o melhor aprendizado adequado das escolas públicas de Miracema, em 2015

Considera-se que o aprendizado foi adequado quando na Prova Brasil o aluno acumulou pontos suficientes para ser enquadrado nos dois últimos níveis da escala de proficiência adotada pelo Todos pela Educação (QEdu), que classifica o aprendizado adquirido pelo aluno como Insuficiente, Básico, Proficiente e Avançado. 

Na tabela abaixo foram reunidos os percentuais de alunos das escolas públicas de Miracema que participaram da Prova Brasil 2015 e receberam aprendizado adequado, ou seja, demonstraram o domínio da competência avaliada para serem enquadrados nos níveis da escala de proficiência como Proficiente ou Avançado.

Na etapa escolar 5º Ano, a Escola Municipal (EM) Solange Coutinho Moreira destaca-se com os maiores percentuais de aprendizado adequado, 81% em Português e 70% em Matemática (aumento de, respectivamente, 15 e 11 pontos percentuais em relação a 2013). Em seguida a EM Sônia do Amaral Torres, com 64% tanto em Português quanto em Matemática (aumento de, respectivamente, 16 e 21 pontos percentuais em relação a 2013); EM Capitão João Bueno, com 55% em Português e 51% em Matemática (diminuição de, respectivamente, 23 e 27 pontos percentuais em relação a 2013); ...

No 9º Ano, o Colégio Estadual (CE) Deodato Linhares destaca-se com 47% em Português e 20% em Matemática (aumento de, respectivamente, 11 e 5 pontos percentuais em relação a 2013). Em seguida o Brizolão Professor Álvaro Augusto da Fonseca Lontra (municipalizado), com 42% em Português e 13% em Matemática (diminuição de, respectivamente, 6 e 26 pontos percentuais em relação a 2013); ...



quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Municípios melhor colocados no Noroeste Fluminense em aprendizado adequado: Pádua entre os três primeiros em todas quatro etapas e Miracema, São José de Ubá e Italva em duas etapas

Com base nos resultados da Prova Brasil 2015, o movimento Todos pela Educação (QEDU) calculou a proporção de alunos com aprendizado adequado à sua etapa escolar, da seguinte forma:  na Prova Brasil, o resultado do aluno é apresentado em pontos numa escala (Escala SAEB). Discussões promovidas pelo comitê científico do movimento Todos Pela Educação, composto por diversos especialistas em educação, indicaram qual a pontuação a partir da qual pode-se considerar que o aluno demonstrou o domínio da competência avaliada. Decidiu-se que, de acordo com o número de pontos obtidos na Prova Brasil, os alunos são distribuídos em 4 níveis em uma escala de proficiência: Insuficiente, Básico, Proficiente e Avançado. No QEdu, considerou-se que alunos com aprendizado adequado são aqueles que estão nos níveis Proficiente e Avançado. 

Esta proporção de alunos com aprendizado adequado nos municípios do Noroeste Fluminense, assim como no Estado do Rio e Brasil, foram reunidas por etapa escolar na tabela abaixo. 

5º ano – São José de Ubá, Miracema e Santo Antônio de Pádua destacaram-se em Português (68%, 67% e 66% dos alunos, respectivamente) e em Matemática (46%, 59% e 52%, respectivamente). 

Com exceção de dois municípios em Português e seis em Matemática, todos aumentaram o percentual de alunos com aprendizado adequado em relação a 2013; 

9º ano – Italva, Itaocara e Santo Antônio de Pádua destacaram-se em Português (52%, 46% e 45%, respectivamente), sendo que Italva e Santo Antônio de Pádua também destacaram-se em Matemática (35% e 32%, respectivamente). Bom Jesus do Itabapoana foi destaque em Matemática, com 30% dos alunos. 

Com exceção de três municípios em Português e outros três em Matemática, todos aumentaram o percentual de alunos com aprendizado adequado em relação a 2013. 

Obs.: no Portal QEdu (link aqui) pode-se obter uma variedade de informações, inclusive por escola.


quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Prefeitura de Miracema, RJ, cancela Carnaval de 2017

Anúncio foi feito nesta terça-feira (24) pelo município.
Justificativa é a crise financeiro na cidade.

Do G1 Norte Fluminense

Reunião foi realizada nesta segunda-feira no Centro de Miracema (Foto: Divulgação/ Site Prefeitura Miracema)
Reunião foi realizada nesta segunda-feira no Centro de Miracema (Foto: Divulgação/ Site Prefeitura Miracema)
  
Miracema, no Noroeste Fluminense, não terá Carnaval em 2017. A Prefeitura informou nesta terça-feira (24) que não realizará a programação festiva por conta do difícil momento financeiro vivido pelo município. 

A decisão ocorreu após uma reunião realizada nesta segunda-feira (23) no Centro da cidade. Nela, estiveram presentes o prefeito Clóvis Tostes, o vice Gilson Sales, o secretário de educação esporte, lazer, cultura e turismo, Charles Magalhães, além dos vereadores Aymoré, Hugo e José Augusto, o diretor de cultura Juicy e a primeira dama Cinara.

Na reunião, o prefeito afirmou que “seria uma irresponsabilidade com a população realizar a festa neste ano e que o dinheiro investido poderá contribuir com as necessidades básicas do município, como medicamentos, pagamento dos funcionários e fornecedores”.

Rio distribui vacinas contra febre amarela a municípios na divisa com Minas

As autoridades municipais das cidades que receberão a vacina vão se reunir nesta quinta-feira (26), em Miracema (RJ), para discutir a estratégia de imunização.

Flávia Villela - Repórter da Agência Brasil
 
A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro deu início hoje (24) à entrega de doses da vacina contra a febre amarela a 16 prefeituras. Serão disponibilizadas 350 mil doses, 250 mil para ação de bloqueio contra o vírus nas divisas com os estados de Minas Gerais e Espírito Santo, onde há circulação do vírus da forma silvestre. O restante servirá para reabastecer os estoques nas demais prefeituras. As doses serão distribuídas aos poucos, de acordo com a capacidade de armazenamento dos municípios, já que não se trata de uma vacina universal.

De acordo com o secretário estadual de Saúde, Luiz Antônio Teixeira Jr. não há registros da circulação do vírus da febre amarela no território do Rio de Janeiro e por isso a vacinação não será generalizada.
“O principal critério para definição da ação de bloqueio é a proximidade com as áreas de surto em Minas Gerais. Estamos recomendando a intensificação da imunização da população que vive na divisa dos estados de Minas Gerais e do Espírito Santo”, explicou.

Campanha de vacinação

As autoridades municipais das cidades que receberão a vacina vão se reunir nesta quinta-feira (26), em Miracema (RJ), para discutir a estratégia de imunização. A secretaria estadual recomenda que os municípios realizem a campanha de vacinação entre os dias 28 de janeiro e 10 de março, em etapas, dividindo a população por faixas etárias: de 9 meses a 9 anos; 10 anos a 19 anos; 20 a 29 anos; 30 a 39 anos e 40 a 59 anos.

Com base na avaliação do cenário epidemiológico, dez municípios vão oferecer a vacina em todo o território: Cantagalo, Carmo, Comendador Levy Gasparian, Itaperuna, Laje do Muriaé, Miracema, Natividade, Porciúncula, Santo Antônio de Pádua e Varre-Sai. Já os municípios de Campos dos Goytacazes, São Francisco de Itabapoana, Itaperuna, Sapucaia, Três Rios e Paraíba do Sul terão localidades específicas para a imunização, não sendo recomendada a vacinação de toda a população.

“O objetivo é criar um bloqueio contra o vírus nas regiões mais vulneráveis sob o ponto de vista geográfico, diante da proximidade das áreas onde há surtos em Minas Gerais. O público-alvo serão os habitantes com idades a partir de 9 meses até 60 anos, residentes nos municípios e localidades definidas pela secretaria para a ação”, disse o subsecretário de Vigilância em Saúde, Alexandre Chiepp. “É essencial que os postos de saúde observem as contraindicações específicas para esta vacinação de bloqueio”, destacou.

A vacina contra a febre amarela é contraindicada para gestantes, mães que amamentam, crianças menores de 6 meses de idade, pessoas com alergia a ovos e derivados, pessoas com doença febril aguda, com comprometimento do estado geral de saúde e com doenças que causam alterações no sistema de defesa. Também não deve tomar a vacina quem estiver passando por terapias imunossupressoras (como quimioterapia e doses elevadas de corticosteroides), portadores de Lúpus Eritematoso Sistêmico ou com outras doenças autoimunes.

Pacientes com doenças neurológicas de natureza desmielinizante (Síndrome de Guillan Barrè, ELA, entre outras) no período de seis semanas após a aplicação de dose anterior da vacina também não devem tomar o imunizante nem pacientes transplantados de medula óssea, com histórico de doença do Timo, além de pessoas com HIV.

Crianças menores de 2 anos de idade que não tenham sido vacinadas contra febre amarela não devem receber as vacinas tríplice viral ou tetra viral junto com a vacina. O intervalo entre os imunizantes deve ser de 30 dias. Nesta campanha de bloqueio no Rio, não serão vacinados bebês com menos de 9 meses de idade.

Casos

Não houve registro de casos autóctones (transmitidos dentro do estado) da doença nas últimas décadas no Rio de Janeiro. O estado não é uma região endêmica para febre amarela. A orientação é para que as pessoas que planejam viajar para áreas onde há comprovação da circulação do vírus procurem os postos de saúde para se vacinar com, pelo menos, dez dias de antecedência.

A vacina está disponível durante todo o ano nos postos e unidades básicas de saúde, pode ser administrada a partir dos 9 meses de idade, e vale por dez anos. Quem já se vacinou pela segunda vez - respeitando o intervalo de 10 anos - não deve se vacinar novamente, a imunidade já está garantida.

Na última quarta-feira (18), a secretaria estadual de Saúde do Rio publicou nota técnica orientando a intensificação das vigilâncias municipais para pacientes com sintomas característicos da febre amarela.

Há dois tipos de febre amarela: silvestre e urbana. A urbana é transmitida pelo Aedes aegypti e, desde a década de 1940 não há registros no Brasil, acordo com o Ministério da Saúde. Já a silvestre é transmitida pelos mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabeths, insetos de hábitos estritamente silvestres.

A febre amarela silvestre é endêmica em algumas áreas do país, principalmente na Região Amazônica. Os sinais e sintomas mais comuns da doença são: febre alta, calafrios, cansaço, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos que duram, em média, três dias. Nas formas mais graves da doença, podem ocorrer icterícia (olhos e pele amarelados), insuficiências hepática e renal, manifestações hemorrágicas e cansaço intenso. Trata-se de uma doença infecciosa febril aguda, transmitida exclusivamente pela picada de mosquitos infectados.
 
Edição: Luana Lourenço

Noroeste Fluminense perde 1.055 vagas formais em 2016

Este número negativo de 2016 é o segundo em sete anos. Em 2015 também foi negativo. Porém, o número de vagas fechadas em 2016 (-1.055) é inferior ao de 2015 (-1.721).  Nos demais anos da série (2010 a 2014) foram geradas 6.917 vagas: 2014 (+729); 2013 (+2.238); 2012 (+159); 2011 (+1.851); e 2010* (+1.940). Vale ressaltar que estes resultados são com base nos dados ainda não ajustados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, do Ministério do Trabalho).

Somente em dezembro 810 postos de trabalho com carteira assinada foi fechado na região (-284 na microrregião Itaperuna e -526 na microrregião Santo Antônio de Pádua), o que vem a ser o resultado da diferença entre 732 admissões e 1.542 demissões, conforme os registros feitos pelos empregadores no Caged. Neste mesmo mês de 2015, a região fechou número mais elevado de empregos (-1.041).

Com exceção de Miracema, que proporcionou abertura de 5 postos de trabalho, e Laje do Muriaé, que não abriu nem fechou vagas, os demais municípios da região registraram perdas de postos de trabalho, tendo em Itaocara o número mais elevado, -472 (somente a prefeitura municipal deste município dispensou 447 funcionários). Em seguida Itaperuna, com -176, Bom Jesus do Itabapoana, com -69, Santo Antônio de Pádua, com -35, Porciúncula, com -21, Cambuci, com -19, ...

Todos os setores de atividade econômica registraram perdas de vagas, tendo em administração pública o número mais elevado, -447 (todos registrados em Itaocara), em seguida serviços, com -147 (-112 na microrregião Itaperuna e -35 na microrregião Santo Antônio de Pádua), comércio, com -75 (-60 na microrregião Itaperuna e -15 na microrregião Santo Antônio de Pádua), indústria de transformação, com -70 (-68 na microrregião Itaperuna e -2 na microrregião Santo Antônio de Pádua), construção civil, com -51 (-34 na microrregião Itaperuna e -17 na microrregião Santo Antônio de Pádua), ...

No período janeiro a dezembro de 2016, as 1.055 vagas fechadas (-551 na microrregião Itaperuna e -504 na microrregião Santo Antônio de Pádua), que vem a ser a diferença entre 12.272 admissões e 13.327 demissões, ficaram distribuídas pelos municípios da região da seguinte forma: com exceção de Italva, que gerou 32 vagas, e Varre-Sai, que não abriu nem fechou postos de trabalho, todos os outros municípios da região perderam vagas, sendo o maior número em Bom Jesus do Itabapoana (-302), em seguida Itaperuna (-197), Santo Antônio de Pádua (-132), Miracema (-95), Cambuci (-93), São José de Ubá (-66), Itaocara e Porciúncula (-60 cada um), Aperibé (-58), Natividade (-21) e Laje do Muriaé (-3).

Com exceção da agropecuária, que gerou 31 vagas (+35 na microrregião Itaperuna e -4 na microrregião Santo Antônio de Pádua), e administração pública, que abriu apenas uma vaga, os demais setores de atividade econômica perderam postos de trabalho, sendo que a maior baixa foi registrada no comércio, -443 (-308 na microrregião Itaperuna e -125 na microrregião Santo Antônio de Pádua), em seguida indústria de transformação, com -310 (-135 na microrregião Itaperuna e -175 na microrregião Santo Antônio de Pádua), construção civil, com -308 (-136 na microrregião Itaperuna e -172 na microrregião Santo Antônio de Pádua), extração mineral, com -14 (-2 na microrregião Itaperuna e -12 na microrregião Santo Antônio de Pádua), e serviços industriais de utilidade pública, com -2 (-5 na microrregião Itaperuna e +3 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

Municípios compreendidos nas microrregiões do Noroeste Fluminense: Itaperuna – Bom Jesus do Itabapoana, Italva, Itaperuna, Laje do Muriaé, Natividade, Porciúncula e Varre-Sai; e Santo Antônio de Pádua – Aperibé, Cambuci, Itaocara, Miracema, Santo Antônio de Pádua e São José de Ubá. 

*Início das postagens no blog sobre empregos formais na região.