sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Com maior aprovação no Sul, governo Dilma é ótimo ou bom para 51%

Andrea Jubé, da Agência Estado

O governo Dilma Rousseff foi avaliado como ótimo ou bom por 51% dos entrevistados, de acordo com a pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) encomendada ao Ibope e divulgada nesta sexta-feira, 30. O levantamento anterior, de julho, indicava aprovação de 48%. A melhoria na avaliação cresceu mais entre os eleitores da região Sul, que teve os maiores índices de ótimo ou bom, de 57%.

No Nordesde, o índice ficou em 52%, a frente ainda, embora dentro da margem de erro, do Sudeste, com 50%. Na pesquisa anterior, a aprovação no Sul era de 45%. Já no Nordeste, a aprovação era maior, de 52%. O Ibope realizou 2.002 entrevistas em 141 municípios entre os dias 16 a 20 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos. Em relação à pesquisa feita em março, a avaliação positiva do governo Dilma caiu cinco pontos porcentuais, de 56% para 51%.

A fatia dos entrevistados que consideram o governo ruim ou péssimo oscilou dentro da margem de erro da pesquisa, de 12% para 11%, em relação à rodada anterior, divulgada em julho. O governo é melhor avaliado entre os entrevistados com mais de 50 anos, faixa em que 55% consideram-no ótimo ou bom. “Quanto menor o nível de renda familiar do entrevistado, melhor a avaliação do governo Dilma”, diz a análise da pesquisa.

Dilma. A aprovação pessoal da presidente Dilma também cresceu e passou de 67% para 71% em relação à rodada anterior, divulgada em julho. A desaprovação da presidente caiu quatro pontos porcentuais, de 25% em julho para 21%, na pesquisa divulgada hoje. Segundo a CNI/Ibope, Dilma é melhor avaliada entre os entrevistados de 50 anos ou mais (75% de aprovação) e entre aqueles que cursaram somente até a quarta série do ensino fundamental (77%). Para o gerente de Pesquisas da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Renato da Fonseca, “faxina” contra a corrupção promovida pelo governo federal contribuiu para a alta de popularidade da presidente.
Ceperj e Ipea apresentam relatório dos ODM das Nações Unidas

Por Ascom da Fundação Ceperj

Indicadores apontam que Estado do Rio de Janeiro tem cenário promissor

A Fundação Ceperj (Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro) e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) apresentam, nesta sexta-feira (30/9), às 8h30, o Relatório dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) do Estado do Rio de Janeiro e o projeto Localização dos Objetivos do Milênio na Escala Subnacional. O documento será apresentado na 4ª edição do Prêmio ODM Brasil, no auditório da Associação Brasileira de Imprensa (ABI).

Os ODM integram a Declaração do Milênio das Nações Unidas, que propõem uma agenda nas dimensões econômicas, sociais e ambientais, visando a redução da pobreza e o alcance do desenvolvimento sustentável até 2015. O Brasil é um dos 191 países que participam do documento constituído em 2000. No evento, participam representantes do Governo do Estado, da Secretaria-Geral da Presidência da República e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

O diagnóstico dos objetivos dos ODM foi identificado pelo Centro de Estatísticas, Estudos e Pesquisas (Ceep), da Ceperj, em parceria com o IPEA através do levantamento de dados estatísticos do Estado e comparados com os da Região Sudeste e do Brasil.

Oito diretrizes constituem o acordo internacional firmado em 2000, como erradicar a extrema pobreza e a fome; atingir o ensino básico universal; promover a igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres; reduzir a mortalidade infantil; saúde materna; combater o HIV, a malária e outras doenças; garantir a sustentabilidade ambiental; estabelecer uma parceria mundial para o desenvolvimento. O estudo analisou dados estatísticos para verificar se as metas serão alcançadas pelos setores público e privado do estado.

- As pesquisas e as observações do Estado, regionais e do Brasil avançaram em direção a mudanças importantes num cenário promissor - afirmou o diretor do Ceep, Epitácio Brunet.

De acordo com o estudo, algumas áreas o Estado avançaram de forma expressiva em direção às metas dos ODM. Em relação à pobreza, a proporção de pobres no Estado do Rio de Janeiro caiu de 24% para 11%, em 15 anos. A educação também apresenta bons indicadores. A perspectiva em relação aos alunos em séries não correspondentes às suas idades caiu de 55%, em 2007, para 44%, em 2010.

Outro dado importante é o índice de analfabetismo, que vem reduzindo drasticamente nas três esferas. Os indicadores revelam ainda que as mulheres estudam mais que os homens, embora ainda tenham menos chances de emprego e menores salários. A taxa de mortalidade infantil no Estado apresentou queda no período entre 1994 a 2007. Em contrapartida, é necessário melhorar os dados de incidência da tuberculose no Estado.

Na área ambiental, o Rio de Janeiro registra aumento das áreas de proteção ambiental e no acesso à água canalizada, rede de esgoto e coleta de lixo para a população urbana e rural no Estado. O acesso da população do Estado às novas tecnologias, em especial as de informação e comunicação, é outro indicador que apresenta acréscimo expressivo.

Serviço

Seminário de lançamento da 4ª edição do Prêmio ODM Brasil
Data: 30/09/2011
Horário: 8h30
Local: auditório da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) - Rua Araújo de Porto Alegre, 71, centro do Rio

O blog Miracema.RJ fez uma série de postagens com os dados disponibilizados pelo PNUD para os municípios do Noroeste fluminense, que podem ser acessadas através da página "Noroeste Fluminense em Números". A seguir, algumas destas postagens (clique no título da postagem para acessar o conteúdo):

Detran irá vistoriar 48 municípios em outubro, inclusive do Noroeste

Por Ascom do Detran

Com a visita, o Detran evita que seus clientes precisem se deslocar até outras cidades

O Detran visitará 48 municípios fluminenses no mês de outubro, oferecendo serviços como vistoria anual, segunda via do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) e alteração de características, entre outros. Nos municípios de Quatis, Mangaratiba, Pinheiral, Porto Real, Paraty, Guapimirim e Piraí, os documentos dos veículos são emitidos no local da vistoria.

Com a visita dos vistoriadores, o Detran evita que seus clientes precisem se deslocar até cidades vizinhas para regularizar os veículos. Para agendar o serviço, os motoristas devem estar com o IPVA pago e ligar para 0800 020 4040 ou 0800 020 4041, de segunda à sexta-feira, das 6h à meia-noite, e aos sábados, das 8h às 18h.

Confira abaixo o calendário completo de outubro:

05/10 - Porciúncula, Rio das Ostras, Seropédica e Japeri;
06/10 - Natividade, Laje do Muriaé, Iguaba Grande, Quatis e Porto Real;
07/10 - Varre-Sai, Saquarema, Piraí e Rio Claro;
10/10 - Carmo, Tanguá e Rio das Flores;
11/10 - Areal, Rio das Ostras e Itatiaia;
13/10 - Mangaratiba, Arraial do Cabo, Sapucaia e Levy Gasparian;
14/10 - Três Rios, Silva Jardim, São José do Vale do Rio Preto;
17/10 - Itaocara, Quissamã, Carapebus e Guapimirim;
18/10 - Bom Jardim, Conceição de Macabu e Italva;
19/10 - Cardoso Moreira, Trajano de Moraes, Duas Barras e São Sebastião do Alto;
20/10 - São Francisco do Itabapoaba, Rio das Ostras, Santa Maria Madalena e Trajano de Moraes;
21/10 - São João da Barra, Saquarema, Sumidouro e Carmo;
24/10 - São José do Vale do Rio Preto, Tanguá e Três Rios;
25/10 - Itaocara, São Fidélis e Paraty;
26/10 - Paulo de Frontin, Mendes, São Fidélis, Cambuci e Aperibé;
27/10 - São José de Ubá, São Fidélis e Mangaratiba;
31/10 - Pinheiral, Arraial do Cabo e Areal.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Casal Garotinho é condenado por abuso de poder econômico

A juíza da 100ª Zona Eleitoral de Campos, Gracia Cristina Moreira do Rosário, determinou, nesta quarta-feira, dia 28, a cassação dos diplomas da prefeita Rosângela Rosinha Garotinho e do vice Francisco Arthur de Souza Oliveira, que ficam inelegíveis por três anos, a contar da eleição de 2008. Também condenados no processo por abuso de poder econômico em razão de uso indevido de veículo de comunicação social, o deputado federal Anthony Garotinho e os radialistas Fábio Paes, Linda Mara Silva e Patrícia Cordeiro ficam inelegíveis. A sentença deve ser publicada amanhã, dia 29, quando começa a contar os três dias de prazo para recurso ao Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro.

A Ação de Investigação Judicial Eleitoral foi ajuizada pela Coligação "Coração de Campos" e pelo então adversário de Rosinha Garotinho na disputa à Prefeitura, Arnaldo França Vianna. A juíza Gracia Cristina Moreira entendeu haver provas de que a prefeita e o vice eleitos haviam sido beneficiados por propaganda eleitoral irregular veiculada em meio de comunicação do grupo O Diário. Os radialistas teriam utilizado o espaço concedido por meio dos programas em que atuam ou são dirigidos por Anthony Garotinho para promover a candidatura de Rosinha.

A Câmara de Vereadores de Campos dos Goytacazes já foi comunicada, por ofício, sobre o teor da decisão que cassa a prefeita Rosinha Garotinho. Como as irregularidades ocorreram antes da aprovação da Lei Complementar 135/10, a lei do "ficha limpa", a juíza Gracia Cristina Moreira aplicou o prazo de 3 anos de inelegibilidade, previsto no artigo 22, inciso XIV, da Lei Complementar 64/90.

Fonte:TRE/RJ
PALESTRA SOBRE TURISMO ECOLÓGICO RURAL EM MIRACEMA

A Secretaria de Meio Ambiente de Miracema, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Rio de Janeiro (Senar-RJ) e com o Sindicato Rural de Miracema, promove neste sábado, 1º de outubro, a palestra "Turismo ecológico rural: potencialidades regionais".

A secretária municipal de Meio Ambiente, Juliana Rodrigues, informa que a palestra é aberta para toda a comunidade miracemense e regional.

Ver as postagens "Parceria entre as Secretarias estaduais de Turismo e Agricultura vai incrementar o turismo rural no Noroeste Fluminense" (clique aqui) e "PROJETO DE TURISMO RURAL PARA RESGATAR A ECONOMIA DO NOROESTE E CENTRO-NORTE" (clique aqui).

Serviço

Palestra sobre Turismo ecológico rural: potencialidades regionais
Local: Centro de Convivência do Idoso, localizado próximo da entrada do Horto Municipal e do Parque Ecológico da cidade.
Dia: 1° de outubro (próximo sábado)
Horário: 14 h
Informações: telefone (0**22) 3852-1100 (Semmam)

(Com informações da Ascom da PMM)

terça-feira, 27 de setembro de 2011

9 ou 11 vereadores: Tanto faz?

Leonardo Grison, em seu blog

O Brasil tem uma história política turbulenta, cuja principal marca é o autoritarismo, que se revela desde os tempos coloniais até os dias de hoje. O país nasce sob uma monarquia constitucional que é reduzida ao simbólico pelo poder moderador, fruto de uma Assembleia Constituinte que ocorreu em Lisboa, com metade dos deputados de Portugal, institui uma república simbólica através de um golpe militar, com baixíssima participação “popular”, e vem a ser um Estado, no sentido moderno da palavra, apenas na Era Vargas, com a Constituição de 1934, o que só ocorre, curiosamente, por mais um golpe militar. Vargas deixa como herança uma justiça eleitoral séria, com um código eleitoral, voto para todos, mas também deixa a marca da ditadura do Estado Novo. Depois vem a ditadura militar instituída em 1964, um episódio vergonhoso e sanguinário de nossa história. Diversas vezes o Congresso foi fechado, ou reduzido à nada pelo fenômeno do decretismo.

Mas nesse período todo uma instituição nunca foi fechada: as câmaras de vereadores. Elas sobrevivem quase que intactas nesse conturbado trajeto de nossa história. Fragmento de poder local frente às brutais centralizações do poder, que se concentra principalmente na União. Agora, no período mais estável da democracia brasileira, surge a possibilidade de que a população possa aumentar sua representatividade por meio de mais vereadores. Numa aparente contradição, ela não quer. Por quê? A resposta logo se impõe quando se deixa a teoria e se observa a realidade.

Na teoria o poder legislativo é a casa do povo. Elemento essencial na equação da separação de poderes. Ela existe para que um poder anule o outro, como forma de equilibrar o poder. Como dizia Montesquieu, “Quando em uma só pessoa, ou em um mesmo corpo de magistratura, o poder legislativo está reunido ao poder executivo, não pode existir liberdade”. Portanto, não há democracia sem um legislativo forte. Sua função, além de legislar, é fiscalizar. Ele existe para ser uma pedra no sapato do Poder Executivo. Serve para controla-lo. Desse ponto de vista, a ampliação do número de vereadores não poderia ser melhor. Mais vereadores significa mais representantes, mais controle, maior dificuldade em compor maioria (situação em que o Legislativo facilmente fica refém do Executivo) e maior diversidade partidária, com possibilidades de representantes de minorias que antes não teriam oportunidade. A população, no entanto, não vê por esse lado. E não sem motivo.

Num dos raros momentos em nossa história, tem se visto mobilização popular. Em todas as cidades se observou movimentações contra o aumento de vereadores. A população não quer mais pessoas a representando. Alguns dizem que inclusive poderia se reduzir o número de vereadores, e não me surpreenderia se pesquisas apontassem parcela significativa da população querendo fechar as câmaras de vereadores. Os vereadores, em geral, são vistos pela população como vagabundos. Assim como os deputados. (Eu sei que a afirmação foi forte, mas só não vê quem não quer, inclusive as pesquisas de credibilidade mostram isso). No Congresso Federal sobram motivos para isso. De sua função de legislar abdicou há muito tempo. Hoje a esmagadora maioria das leis é proveniente do Executivo, ou simplesmente é Medida Provisória. Os parlamentares, em geral ganham muito e trabalham pouco. Pelo menos no que deveria ser o trabalho deles, eles trabalham pouco. No que não deveria ser trabalho deles, trabalham bastante. Esse trabalho, com visitas constantes às bases, é mais um manter-se-no-poder do que um prestar-contas-às-bases. Contam com um instrumento poderoso: Emendas Parlamentares. Esse instrumento é expressão direta do patrimonialismo: só tem um objetivo, fazer quem está no poder lá permanecer. Através dele se retira dinheiro da união e se “privatiza”, colocando na mão do deputado que usa o dinheiro como se dele fosse. Para benefício próprio? Claro que não! Tudo é feito com a maior aparência de legalidade. Contudo, esse dinheiro é usado para fortalecer a imagem do deputado, que repassa, como se fosse dele, milhões de reais aos municípios. Há como alguém que não faz parte dessa estrutura vir a ser um deputado, sendo que compete com alguém que tem em seu poder milhões de reais para distribuir nas cidades? E mais: Como fica a oposição? Será que também ganha tantas emendas parlamentares assim? Nem preciso responder.

Quando a população pensa no vereador, automaticamente transfere essa imagem que tem dos deputados para eles. E mais: soma a isso a baixa credibilidade que a classe política tem. O que o povo pensa: pessoas que ganham um alto salário para participar de apenas uma seção por semana e que querem apenas se manter no poder. A visão é extremamente reducionista, mas quando se observa a nossa história política se compreende por que. De fato, os partidos que se posicionam pelo aumento do número de vereadores agem no interesse (legítimo, diga-se de passagem) de poder contar com um vereador a mais, o que significa mais visibilidade para o vereador e para o partido, bem como mais dinheiro, já que os vereadores sempre contribuem financeiramente para os partidos. A maior “representatividade” é apenas um discurso de legitimação para esse outro interesse. Como discurso de legitimação, é coerente e em grande parte verdadeiro, mas esconde um outro interesse, que é percebido pela população. O principal motivo disso: a população não se sente representada por seus vereadores. Eles são vistos não como representantes, mas como atores sociais que agem em causa própria. Assim, a população vai pela via da economicidade: ruim por ruim, que pelo menos se gaste menos dinheiro público. Vi inclusive manifestações no sentido de que esse dinheiro seria melhor aproveitado com médicos, enfermeiras, professores, etc. Ora, uma coisa nada tem a ver com a outra, já que se tratam de orçamentos diferentes. Não se faz democracia trocando deputados por professores. Certamente não. O problema é que as câmaras não conseguem se afirmar enquanto poderes independentes, o que faz com que a população não perceba que utilidade possa ter o orçamento do Legislativo, ao contrário do Executivo, em que as obras e serviços são efetivamente sentidos pela população.

Essa reação da população, infelizmente, não traz avanço. Seria muito melhor cobrar trabalho dos vereadores do que cobrar que não existam mais vereadores. Talvez a população tenha sido vencida pelo cansaço. Quando se junta isso, ao discurso fácil de que “político é tudo igual e não presta”, muito alimentado pela mídia, se da origem a figuras como Tiririca, o do “pior que tá não fica”. No entanto, as manifestações populares significam que a população acendeu a luz vermelha para classe política, preocupada em se manter no poder, e não em representar a vontade popular. É um alerta para que nossos representantes se preocupem com sua legitimidade, afinal a população não se sente representada e não aprova o trabalho deles, tanto é que não quer mais gente fazendo isso. Verdade também que o debate foi tomado pela superficialidade, já que pouquíssimas pessoas sequer se abriram para a possibilidade de pensar no que mudaria em suas vidas ter ou não vereadores a mais, se posicionando de plano contrariamente. Mas não se pode esperar maturidade política de uma democracia com pouco mais de 20 anos. Se assim o é, é porque existe uma relação de circularidade. Nem a classe política é exclusivamente culpada por uma população alienada, nem a população é exclusivamente culpada pela classe política que tem. O fato de que a população consegue se organizar e tem efetivamente protestado por um tema de seu interesse, no entanto, é animador.

Finalizo com um alerta do filósofo canadense Charles Taylor. Ele adverte que o individualismo de nossa sociedade, que produz indivíduos que “não estão nem aí” para a política produz uma espécie de “despotismo soft”.

“Pode até manter as formas democráticas, com eleições periódicas. Mas, de fato, tudo vai ser governado por um “imenso poder tutelador”, sobre o qual as pessoas vão ter pouco controle. A única defesa contra isso, Tocqueville pensa, é uma vigorosa cultura política na qual a participação é valorada, em vários níveis do governo, e nas associações voluntárias também. Mas o atomismo do individuo auto-absorvido milita contra isso. Uma vez que a participação decai, uma vez que as associações laterais que eram o seu veículo para ir além, o cidadão individual é abandonado em face do vasto Estado e sente-se, corretamente, impotente. Isso desmotiva ainda mais o cidadão, e o circulo vicioso do “despotismo leve” é instalado.” (TAYLOR, Charles. The Ethics of Authenticity. Cambridge: Harvard University, 2000. p. 10)

Leonardo Grison é advogado e mestre em direito público pela UNISINOS e se diz apreciador da política, sociologia, economia e filosofia.

Vi agora a pouco no blog do Pablo Calor que a Câmara De Vereadores de Miracema aprovou 11 vereadores, a vigorar na póxima legislatura. Também vi por lá a reação de repúdio ao aumento do número de vereadores pela maioria dos leitores daquele blog.
LEI DESBUROCRATIZA ATENDIMENTO PÚBLICO NO ESTADO DO RIO

Agora é lei: o atendimento ao público no estado será feito de forma simplificada. Isto tornou-se possível a partir da promulgação da lei 6.052/11, publicada no Diário Oficial do Legislativo desta segunda-feira (26/09). A medida havia sido vetada pelo Executivo, mas teve seu veto derrubado no último dia 20. Com isso, ficou ratificada a dispensa de reconhecimento de firma e autenticação de documentos produzidos no Brasil.

A proposta é assinada pelos deputados Paulo Melo (PMDB), Luiz Paulo (PSDB), Edson Albertassi (PMDB), André Corrêa e Paulo Ramos (PDT). “Ele tem o objetivo de facilitar a vida dos cidadãos reduzindo alguns obstáculos burocráticos. A derrubada do veto sinaliza que a Alerj está defendendo os interesses da população”, diz Ramos. Luiz Paulo faz coro: “não faz sentido que as pessoas sejam obrigadas a autenticar documentos emitidos pelo Estado para a apresentação em atendimentos públicos”. Em 360 dias a contar da publicação da lei, nesta segunda, os órgãos e entidades do Poder Executivo não poderão mais exigir a apresentação de certidões ou outros documentos emitidos por outros órgãos da Administração Pública, o que deverá ser obtido pela aplicação de soluções tecnológicas.

Em 15 artigos, a nova regra trata das condições que deverão ser observadas pela Administração Pública no atendimento à população, como a atuação ética, a divulgação dos atos administrativos e a objetividade no atendimento; traz a presunção de boa-fé e a eliminação de formalidades e exigências, como a comprovação de antecedentes criminais. “O projeto trata ainda de pesquisa de satisfação do usuário, o que é um conceito novo, moderno”, diz Luiz Paulo.

Fonte: Alerj

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

MUNICÍPIOS DO NOROESTE PARTICIPAM DO SEMINÁRIO DE CONVÊNIOS PROMOVIDO PELO ESTADO

Os servidores, gerentes e ordenadores, que tratam direta ou indiretamente da área de convênios tanto na execução como celebração, dos municípios das regiões Noroeste, Norte e Serrana vão participar do I Seminário de Convênios para Municípios do Estado do Rio de Janeiro, que será realizado nesta terça, 27, e quarta-feira, 28.

O Seminário será realizado pelas secretarias de Estado de Fazenda; da Casa Civil, através do EGP- Rio; de Assistência Social e Direitos Humanos; e de Obras, através da Escola Fazendária.

O objetivo é fazer com que as prefeituras consigam obter uma gestão eficiente na captação de recursos através do acompanhamento dos convênios, revendo desvios e entraves à execução deles, e identificando como deve ser realizado o processo de elaboração de uma proposta até a prestação de contas desta.

Serviço

Primeiro Seminário de Convênios para Municípios do Rio de Janeiro
Local: Escola Fazendária do estado do RJ, Avenida Rio Branco 147, 8º andar – Centro
Dias: Terça e quarta-feira (27 e 28/9)
Horário: das 9h às 18h

(Com informações do EGP-Rio)
Consumidores de energia de baixa renda têm até sábado para se cadastrar e receber descontos

Sabrina Craide
Repórter da Agência Brasil

Os consumidores de energia que estão classificados nos critérios de baixa renda e que têm consumo entre 30 quilowatts-hora (kWh) e 40 kWh por mês têm até o dia 1º de outubro para se inscrever no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e garantir a manutenção do recebimento dos descontos previstos na Tarifa Social de Energia Elétrica.

A inscrição deve ser feita na secretaria de Assistência Social do município do consumidor ou no Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome pelo número 0800-707-2003.

Após a inscrição, o consumidor deve procurar a distribuidora de energia elétrica de sua cidade para comprovar o cadastramento e continuar a ter direito às tarifas diferenciadas. O prazo para quem gasta mais energia já venceu e os consumidores que gastam menos de 30 kWh mensais têm até o dia 1º de novembro para se cadastrar. Até o fim do ano, todas as famílias que têm direito ao benefício devem estar com a situação regularizada.

Com o desconto da Tarifa Social, a redução na conta de luz pode chegar a 65% para quem consome até 30 kWh por mês, a 40% para aqueles com consumo entre 31 kWh e 100 kWh por mês e a 10% para famílias que gastam de 101 kWh a 220 kWh mensalmente. O desconto chega a 100% para o consumo de até 50 kWh por mês para famílias indígenas e quilombolas que atendam a uma das duas condições básicas para obter o benefício.

No ano passado, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) mudou as regras para conceder os descontos na tarifa de energia. Antes, o benefício era dado automaticamente para as unidades que consumiam até 80 quilowatts-hora por mês, independentemente da renda familiar. Com as novas regras, a tarifa só será concedida para quem estiver inscrito no CadÚnico, que inclui as famílias com renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa ou de três salários mínimos no total.

Edição: Lana Cristina
Brasil corre risco de desindustrialização mesmo com economia sólida para enfrentar crise mundial, dizem economistas

Elaine Patricia Cruz
Repórter da Agência Brasil

O Brasil ainda corre o risco de se desindustrializar, mesmo com a economia apresentando boas condições de reagir a um acirramento da crise econômica mundial, disseram hoje (26) economistas que participaram da abertura do 8º Fórum de Economia, promovido pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

A desindustrialização é o processo pelo qual a produção local é substituída pelos importados, enfraquecendo a indústria nacional e afetando as contas externas.

Para Benjamin Steinbruch, vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e presidente da Companhia Siderúrgia Nacional (CSN), a indústria brasileira sofre um grande risco de desindustrialização, não por incompetência da indústria, mas porque o país está muito caro. Ele disse que tem sido especialmente difícil para a indústria exportar. “Hoje, nenhum produto brasileiro industrial manufaturado tem condições de ser exportado, não por deficiência da indústria, mas por causa dos juros distorcidos, com carga fiscal absurda, salários irreais e atraso nas mudanças”.

Steinbruch elogiou a decisão do BC em reduzir a taxa básica de juros, a Selic, antevendo os efeitos da crise econômica mundial na economia brasileira, decisão que foi tomada no final do mês passado. “Acho que o BC tomou uma atitude corajosa que poderia ter tomado muito antes. A verdade é que o fez, sob críticas, mas deve continuar fazendo”, observou o vice-presidente da Fiesp, referindo-se à próxima reunião do colegiado que define a taxa, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC, marcada para outubro.

Ele considera que o “Brasil nunca esteve tão bem, enquanto os outros [países] nunca estiveram tão mal”. Steinbruch avalia que a economia brasileira é apoiada num modelo que prioriza emprego, renda, consumo e desenvolvimento e, atualmente, não se pode prescindir de nenhum desses fatores. “Estamos hoje sob ameaça severa de diminuição de atividade econômica e um eventual começo de diminuição do emprego, que quebraria essa corrente, o que seria muito prejudicial”, disse Steinbruch.

Análise semelhante foi feita pelo presidente do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), Pedro Luiz Barreiras Passos. Ele destacou que o “Brasil está muito melhor diante do cenário” de crise mundial, com a possível recessão e afundamento da economia norte-americana e com os problemas da União Europeia, e lembrou que a redução dos juros pode ajudar a diminuir os efeitos da crise aqui. “O Banco Central fez uma redução expressiva de juros, antevendo e anunciando o que seria a crise internacional. Foi uma medida bastante acertada que pode ajudar a mitigar efeitos da crise internacional no país e pode retomar uma trajetória de queda na taxa de juros recolocando os preços mais importantes da economia no lugar”, disse.

No entanto, Passos enfatizou que o governo precisa ampliar esforços para melhorar a situação da indústria nacional, que “é crítica” pelo fato da indústria vir perdendo competitividade. Para ele, o governo tem sido sensível ao apoiar indústria nacional, mas ainda é necessário que se adote uma política industrial mais consistente, de mais longo prazo e com melhor orientação de investimentos.

“O setor manufatureiro já não cresce há algum tempo. O problema continua grave [apesar das medidas tomadas pelo governo]. Em médio prazo, não vejo como restabelecer a capacidade do produto manufaturado nacional concorrer com o produto produzido no exterior se não tiver, definitivamente, um forte incentivo à inovação, um aumento e um forte impulso à produtividade e uma ação consistente para redução de custos sistêmicos no país. O Brasil é país muito caro. Precisamos trabalhar fortemente na redução de custos porque, senão, estamos diante de inevitável perda da indústria nacional”, observou o presidente do Iedi.

Para o professor de economia da FGV e ex-ministro da Fazenda Luiz Carlos Bresser-Pereira, que coordena o fórum, a crise mundial pode afetar o Brasil, mas o país está preparado para enfrentá-la. “O fato de que estamos com uma situação de reservas elevadas e com dívida pública em relação ao PIB [Produto Interno Bruto] baixa, [acredito] que a economia brasileira não será muito atingida. Deveremos continuar crescendo enquanto a Europa está em uma dificuldade muito grande.”

Bresser destacou que esta não é a primeira crise financeira no mundo moderno. De acordo com o ex-ministro, a crise atual teve início com a crise da Bolsa de Nova York, em 1987, e novas crises foram, então, se sucedendo, até 2008, com a quebra do banco de investimentos norte-americano Lehman Brothers. “Evidentemente a crise de 2008 não terminou”, disse.

A crise do momento, em que os Estados Unidos têm que cortar os gastos públicos e rever sua dívida e a Europa tem vários países igualmente endividados, colocou, na opinião de Clemente Ganz Lúcio, diretor do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), um novo problema para o qual ninguém tinha antes atentado, a sustentabilidade. “Isso vai exigir urgência nas decisões políticas.”

Edição: Lana Cristina
RIO RURAL INSTALA FOSSAS SÉPTICAS NO NOROESTE
Sônia Maria Charret Moreira

As fossas sépticas são fundamentais no combate a doenças, verminoses e endemias, elevando a qualidade de vida da população do campo. Além disso, sua instalação beneficia o meio ambiente, que deixa de receber os dejetos humanos, antes jogados diretamente em rios, lagos, nascentes ou mesmo na superfície do solo.

A primeira fossa foi instalada, no último mês, no sítio Floresta, na microbacia Inverno, em Varre-Sai. De acordo com o técnico executor do programa, Manoel Duarte Ramos, outras 124 fossas já estão aprovadas para o município e até o final do projeto cerca de 600 famílias rurais serão beneficiadas em Varre-Sai.

Os técnicos das cidades onde as fossas estão sendo instaladas foram capacitados para repassarem aos beneficiários orientação sobre a adequada instalação das estruturas.

O Programa Rio Rural fornece aos produtores todo o material e apoio para a implantação das fossas, ficando sob responsabilidade do agricultor sua instalação e manutenção. Em Varre-Sai, a prefeitura disponibilizou a mão de obra e os produtores não terão gastos.

De acordo com o prefeito do município, Everardo Ferreira, formar parcerias é importante para o crescimento e desenvolvimento do município. Ele enalteceu o apoio do Rio Rural e o trabalho da Emater-Rio.

Com a implantação das fossas sépticas, Carla Ribeiro Vieira, de Varre-Sai, e Sônia Maria Charret Moreira, ganham qualidade de vida. Carla foi beneficiada pela instalação da primeira fossa adquirida com recursos do programa, enquanto na propriedade de Sônia, na microbacia Valão Grande, em Cambuci, os anéis de concreto e materiais necessários para a instalação já estão disponíveis. Na opinião de Carla, que antes tinha apenas um sumidouro em sua residência, a fossa vai melhorar muito a vida de sua família.

Sônia vive outra realidade, mas que em breve será modificada. Em sua casa todos os dejetos ainda são jogados in natura num valão próximo. O esgoto desce pelo cano que atravessa o quintal da residência e é despejado no valão.

– Com a fossa essa situação vai mudar. A gente nunca soube os problemas de saúde que isso pode dar e queremos fazer o que é certo. O material já está aqui e agora é só instalar – diz a moradora.

Mais de cinco mil famílias serão beneficiadas pelo Programa Rio Rural, da secretaria estadual de Agricultura, com a instalação de fossas sépticas em suas propriedades com recursos do Banco Mundial. No Noroeste Fluminense, os municípios de Porciúncula, Natividade, Cambuci e Varre-Sai já participam das ações de saneamento, em fase de implantação.

(Com informações da Secretaria estadual de Agricultura e Pecuária)

Clique aqui para ver a postagem POPULAÇÃO RESIDENTE NA ZONA RURAL DOS MUNICÍPIOS DO NOROESTE.

sábado, 24 de setembro de 2011

APA MIRACEMA

Esta placa, colocada pela Secretaria de Meio Ambiente de Miracema, está exposta na RJ-116, na altura do bar do Beto.
A seguir, pássaros fotografados nesta semana na APA MIRACEMA:

1. Rolinha-roxa
2. Sovi
3. sanhaço-cinzento
4. Martim-pescador-verde alimentando-se de uma pequena tilápia pescada por ele em açude dentro da APA.
5. Pé-vermelho
6. Carrapateiro
7. Gavião-carijó carregando uma presa pega com suas poderosas garras. A força do aperto na presa foi tão forte que junto ele apanhou também raiz e vegetação onde estava a presa.
8. Periquitão-maracanã
9. Maracanã-verdadeira alimentando-se de tamarindo. Esta ave hoje está classificada como "quase ameaçada de extinção".
10. Maitaca-verde também alimentando-se de tamarindo
11. Tesoureiro-do-brejo
Programas brasileiros de redução da pobreza despertam interesse de outros países

Carolina Pimentel
Repórter da Agência Brasil

A estratégia brasileira para reduzir a pobreza despertou o interesse de outros países que querem saber qual a receita usada por aqui. Em entrevista exclusiva à Agência Brasil, o diretor do Grupo de Redução da Pobreza do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), Selim Jahan, citou algumas nações, como Índia, Turquia e Botsuana, que estão de olho nas ações brasileiras, entre elas, o Bolsa Família.

Para o diretor, o ponto positivo do programa é exigir que as famílias pobres assumam compromissos em troca de receber a transferência de renda. Para ter direito ao benefício, as famílias devem vacinar os filhos, matriculá-los em uma escola e as grávidas precisam fazer o pré-natal.

“O benefício está aí. Não estamos falando apenas de transferência de dinheiro, mas estamos falando em dar educação e outros benefícios”, disse Jahan, que trabalha na sede do Pnud, nos Estados Unidos, e veio ao Brasil para participar de reuniões no Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo (IPC-IG), uma parceria do Pnud com o governo brasileiro.

De acordo com Selim Jahan, grande número de países africanos pode usar a experiência brasileira.

Um estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV), divulgado em julho, aponta que 18 milhões de brasileiros saíram da pobreza extrema e 39,5 milhões entraram na classe C nos últimos dez anos. Mas o Censo de 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrou que 16,2 milhões de pessoas ainda estão em situação de miséria, foco do plano Brasil sem Miséria, lançado pela presidenta Dilma Rousseff, no início de julho. O plano pretende retirar essas pessoas da extrema pobreza até 2014.

Edição: Fernando Fraga
EMPREGOS FORMAIS NO NOROESTE FLUMINENSE – AGOSTO/2011

Em agosto de 2011, as admissões de empregos com carteira assinada superaram os desligamentos em 302 empregos no Noroeste ante 334 no mesmo mês de 2010, apresentando recuo de 9,58%, enquanto no Estado do Rio a queda foi de 20,29% e no Brasil de 36,39%, na comparação destes mesmos períodos.

Itaperuna, Santo Antônio de Pádua, Aperibé, Itaocara e Bom Jesus do Itabapoana foram os municípios que apresentaram os melhores saldos na flutuação de emprego em agosto de 2011, respectivamente, 137, 55, 28, 24 e 23. Os aumentos de empregos mais expressivos em relação a agosto de 2010 foram registrados em Aperibé (211,11%), Itaocara (71,43%) e Itaperuna (24,55%).

De janeiro a agosto de 2011, o saldo da flutuação de empregos na região apresentou 1.672 admissões ante 1.511 no mesmo período de 2010, o que representou um aumento de 10,66%, enquanto no Estado do Rio houve aumento de 7,49% e no Brasil recuo de 6,61%, na comparação destes mesmos períodos .

Os municípios do Noroeste que apresentaram os melhores saldos na flutuação de empregos no acumulado deste ano foram: Itaperuna (531), Santo Antônio de Pádua (343), Bom Jesus do Itabapoana (245), Itaocara (190), Aperibé (134) e Miracema (97). Entre estes, os municípios que mais evoluíram na contratação de empregos na comparação com janeiro a agosto de 2010 foram: Itaocara (726,09%), Aperibé (179,17%), Bom Jesus do Itabapoama (65,54%), Santo Antônio de Pádua (44,12%) e Miracema (42,65%).

Ocupações que apresentaram os maiores saldos na flutuação de empregos nos municípios que registraram mais empregos de janeiro a agosto de 2011:
  • Itaperuna: Auxiliar de escritório em geral (64), Técnico de enfermagem (36), Desossador (34), Montador de equipamentos eletrônicos (26) e Repositor de mercadorias (25);
  • Santo Antônio de Pádua: Cortador de pedras (48), Trabalhador de serviços de limpeza e conservação de áreas públicas (40), Pedreiro (32), Agente de saúde pública (30) e Vendedor de comércio varejista (25);
  • Bom Jesus do Itabapoama: Pedreiro (30), Faxineiro (26), Auxiliar de escritório (24), Servente de obras (23) e Vendedor de comércio varejista (19);
  • Itaocara: Vendedor de comércio varejista (26), Professor de nível médio no ensino fundamental (19), Servente de obras (16), Auxiliar de pessoal (15) e faxineiro (9);
  • Aperibé: Servente de obra (19), Auxiliar de pessoal (16), Costureiro de peças sob encomenda (16), Auxiliar de escritório (12) e Vendedor de comércio varejista (12);
  • Miracema : Costureiro a máquina na confecção em série (15), Pedreiro (15), Auxiliar geral de conservação de vias permanentes (13), Auxiliar de pessoal (11) e Operador de máquina de costura de acabamento (11).
Saldo da flutuação de empregos formais no NOF Fonte: CAGED/MTE

No Estado do Rio foram gerados 19.865 empregos formais em agosto de 2011 ante 24.921 em igual mês de 2010 (queda de 20,29%). De janeiro a agosto de 2011, foram 137.151 ante 127.598 no mesmo período de 2010 (aumento de 7,49%).

No Brasil foram gerados 190.446 empregos com carteira assinada em agosto de 2011 ante 299.415 em agosto de 2010 (recuo de 36,39%). De janeiro a jagosto de 2011, foram 1,825 milhão ante 1,955 milhão em igual período de 2010 (recuo de 6,61%).

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

CASAIS DE AVES REGISTRADAS EM MIRACEMA POUCOS DIAS ANTES DA ENTRADA DA PRIMAVERA

Poucos minutos depois das 6h de hoje, 23, começou a primavera – período do ano que marca a transição de uma estação seca e fria para uma mais quente e úmida. A expectativa é que, durante a primavera, as temperaturas aumentem gradativamente no Sudeste.

1. Carcará

2. Quero-quero
3. Pé-vermelho
4. Martim-pescador-verde
5. Asa-branca
6. Jaçanã
IBGE lança banco de dados com informações e origem de nomes de cidades, vilas e povoados

O município fluminense de Varre-Sai foi por muitos anos ponto de parada de viajantes que vinham de Minas Gerais vender seus produtos no Espírito Santo. No local, havia um rancho e a dona do estabelecimento oferecia hospedagem gratuita sob a condição de que, após pernoitarem, limpassem o local antes de seguir caminho. Na porta do rancho, um lembrete escrito com carvão dizia: “Varre-Sai”. O município e a história curiosa sobre o seu nome são algumas das informações reunidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no Banco de Nomes Geográficos do Brasil, lançado hoje (23). Confira o site aqui.

A partir das informações reunidas na base de dados, pioneira no país, será possível conferir, por exemplo, a grafia correta de mais de 50 mil nomes de localidades do território brasileiro, entre cidades, vilas, povoados e unidades de conservação. Além disso, o acervo eletrônico traz a história da origem de nomes de diversos municípios.

De acordo com moradores do município de Varre-Sai, a história é amplamente conhecida e contada pela população. Gabriela Aparecida, funcionária de uma pousada no município, garante que a hospitalidade da dona do rancho traduz o espírito de quem vive no local.

“Aqui todo mundo é muito hospitaleiro e cordial, como a Dona Ignácia, que era dona do rancho. Essa história é contada por aqui de pai para filho e também nas escolas. Até meu filho de quatro anos já sabe o porquê do nome da nossa cidade”, disse. Segundo ela, a origem do nome do município também desperta a curiosidade dos visitantes.

“Todo mundo que chega aqui quer saber como surgiu esse nome, por isso até o cardápio da nossa pousada traz a história, escrita no cantinho”, acrescentou.

As informações são da Agência Brasil. Continue lendo aqui.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Ambiente lança campanha pela preservação de dez espécies ameaçadas de extinção no Rio


Ascom da Secretaria do Ambiente

Além de anúncio em emissoras de rádio e televisão, folders e cartazes serão distribuídos para mobilizar a sociedade

O secretário do Ambiente, Carlos Minc, lança nesta sexta-feira (23/9) a campanha Defenda as Espécies Ameaçadas – Abrace essas Dez!, destinada à conservação de dez espécies da fauna apontadas pela Secretaria de Estado do Ambiente como as mais ameaçadas de extinção no Rio de Janeiro: jacutinga, formigueiro-do-litoral, boto-cinza, cágado-do-paraíba, lagarto-branco-da-praia, mico-leão-dourado, muriqui, preguiça-de-coleira, surubim-do-paraíba e tatu-canastra.

De forma emblemática, a campanha – que inclui folder, cartaz e veiculação de spots em diferentes mídias – será lançada ao lado dos viveiros de pássaros do Zoológico da Cidade do Rio de Janeiro, em especial onde se encontra uma das dez espécies ameaçadas de extinção – a jacutinga.

Participarão do lançamento 30 alunos de escola pública, pesquisadores da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) e do Museu Nacional da UFRJ e especialistas de ONGs que estudam as ameaçadas.

Além de anúncio em emissoras de rádio e televisão, folders e cartazes serão distribuídos em escolas, universidades, prefeituras, delegacias, unidades do Corpo de Bombeiros e outros órgãos e entidades que possam mobilizar esforços pela preservação. A Secretaria de Estado de Educação é parceira fundamental da Secretaria do Ambiente nesta campanha.

Faz parte da campanha o reforço de ações que vêm sendo implementadas pela Secretaria do Ambiente e pelo Inea (Instituto Estadual do Ambiente) para a criação de áreas protegidas, como o recente Parque Estadual da Costa do Sol, na Região dos Lagos, que contribui para a conservação do hábitat de duas das dez espécies ameaçadas: o formigueiro-do-litoral e o lagarto-branco-da-praia.

Serviço

Lançamento da campanha Defenda as Espécies Ameaçadas – Abrace essas Dez!
Quando: sexta-feira (23/9); às 10h
Onde: Zoológico da Cidade do Rio de Janeiro
Estado entrega obras de pavimentação em Itaperuna
Marcelle Colbert

No total, foram investidos mais de 5,9 milhões em pavimentação e drenagem de diversas ruas e contenção de encostas

O Governo do Estado do Rio de Janeiro entregou, nesta quinta-feira (22/09), as obras de pavimentação e drenagem de diversas ruas de Itaperuna, no Noroeste Fluminense, além de contenção de encostas no bairro de Vinhosa, também no município. As melhorias, que fazem parte do programa Somando Forças, foram orçadas em R$ 5.905.741,49, sendo R$ 4.973.456,97 para o asfaltamento das vias. O governador em exercício Luiz Fernando Pezão participou da cerimônia.

De acordo com Pezão, o Somando Forças, que já repassou mais de R$ 860 milhões a municípios fluminenses, é um dos principais programas de transferência de recursos que assegura qualidade de vida à população. Segundo o governador em exercício, outros investimentos ajudarão na realização de obras de infraestrutura em todo o Estado do Rio.

- No município de Itaperuna, ainda estamos fazendo uma ponte sobre o Rio Muriaé, numa extensão de 217,5 m, no valor de R$ 15 milhões, e já entregamos uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24h. O governo também está captando, para o DER, R$ 1,5 bilhão junto ao Bird (Banco Mundial) e na Comissão de Assuntos Financeiros Latino-Americana para pavimentar e recapiar estradas no estado, e Itaperuna será beneficiada - afirmou Luiz Fernando Pezão.

Além do Somando Forças, a Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Estado (Cedae) está implantando o sistema de esgotamento sanitário do município, com aquisição de tubos e investimentos no valor de R$ 4 milhões. A Nova Cedae também irá ampliar a produção de água da região. As melhorias estão orçadas em R$ 23 milhões. Segundo o prefeito de Itaperuna, Fernando Fernandes, as intervenções da Cedae vão elevar o tratamento do esgoto em 80%.

- Com a ajuda do Governo do Estado, vamos inaugurar outras obras nas vias da cidade, como o calçamento de 140 ruas, e construíremos 500 casas populares no Vale do Sol, mas podemos chegar a mil moradias. Mais muros de contenção estão sendo feitos e escolas municipais serão reformadas com a ajuda do Somando Forças. Precisamos muito dessa parceria com o governo estadual. Nossa região era a mais sacrificada do Brasil. Hoje, tudo isso mudou - disse o prefeito.

Moradores comemoram conclusão das obras

A conclusão das obras de contenção de encostas, que custaram R$ 932.284,52, foi comemorada pelos moradores do bairro de Vinhosa, que sofria com o deslizamento de terras durante os temporais. Para o lanterneiro Sebastião Pinto, a intervenção ampliará em 100% a qualidade de vida da população.

- Sou morador do bairro há 52 anos e lembro do lamaçal que ficava o bairro quando chovia muito. Era uma confusão muito grande. Com a contenção, teremos mais segurança, e o nosso bairro ficará mais valorizado, assim como a cidade, que está sendo asfaltada. A cidade de Itaperuna está ficando cada dia mais bonita - disse Sebastião Pinto.

Somando Forças

Em 2009, o Governo do Estado deu início à nova fase do programa Somando Forças para atender às necessidades e prioridades de todos os municípios. Obras de infraestrutura e aquisição de equipamentos estão incluídas nas ações do programa. A ideia é promover o desenvolvimento socioeconômico das cidades através da liberação de recursos para projetos criados pelas prefeituras em parceria com a sociedade.

No programa Somando Forças, a verba é repassada aos municípios após a apresentação dos planos de trabalho. Os convênios envolvem 95% de recursos do Estado, e os 5% restantes são investidos pelas prefeituras beneficiadas. As intervenções são fiscalizadas pela Secretaria de Obras e os valores aplicados nos projetos podem ser acompanhados por um sistema de gestão.

O secretário de Desenvolvimento Regional, Abastecimento e Pesca, Felipe Peixoto, também participou da inauguração das obras em Itaperuna.
Governo do Estado inaugura obras do Somando Forças em Italva

Por Charline Fonseca

A cidade de Italva inaugura, nesta quinta-feira (22/09), uma série de obras com recursos do Programa Somando Forças, do governo do Estado. Mais de R$ 100 milhões foram investidos na ampliação, reforma e informatização de duas escolas, pavimentação de 15 ruas, dragagem de rios, construção de um terminal rodoviário e de um centro administrativo.

Com população de 17 mil habitantes, Italva tem arrecadação de R$ 2,5 milhões mensais. Segundo o prefeito Joelson Gomes Soares, sem a verba liberada pelo programa, o desenvolvimento demoraria a chegar à cidade.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Depois de reclamações, Caixa tira do ar propaganda que retrata Machado de Assis como branco

Clique aqui para ver o vídeo da propaganda tirada do ar

A Caixa Econômica Federal informou que suspendeu a veiculação de peça publicitária em que um ator branco interpretava o escritor Machado de Assis. Em nota, assinada pelo presidente do banco, Jorge Hereda, a Caixa “pede desculpas a toda a população e, em especial, aos movimentos ligados às causas raciais, por não ter caracterizado o escritor, que era afro-brasileiro, com a sua origem racial”.

A propaganda fazia parte da campanha em comemoração aos 150 anos do banco. Na nota, “a Caixa reafirma que, nos seus 150 anos de existência, sempre buscou retratar, em suas peças publicitárias, toda a diversidade racial que caracteriza o nosso país. Esta política pode ser reconhecida em muitas das ações de comunicação, algumas realizadas em parceria e com o apoio dos movimentos sociais e da Secretaria de Política e Promoção da Igualdade Racial (Seppir) do Governo Federal”.

As informações são da Agência Brasil. Continue lendo aqui

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Os vampiros, as remessas de lucro e a tragédia da desnacionalização

Mauro Santayana, em seu blog

A informação de que as remessas de lucros e dividendos por parte de multinacionais – especialmente do setor financeiro e de telecomunicações – atingiram mais de 34 bilhões de dólares nos últimos 12 meses dá uma idéia da sangria com a qual estamos alimentando – com a nossa força de trabalho e de consumo – nossas ex-metrópoles coloniais, cada vez mais parecidas com um bando decrépito de vampiros lutando para não voltar ao pó.

Essa soma, de 34 bilhões de dólares, representa mais de 60% do total do déficit em conta corrente, que deve passar de 50 bilhões de dólares neste ano, apesar do aumento – que mais uma vez colocou em xeque as agourentas “previsões” dos “agentes” do “mercado” – de mais de 70% no superávit comercial deste ano.

Um caudaloso amazonas de dinheiro, que está indo para o exterior, todos os anos, em troca de absolutamente nada.

De lá, como nos tempos das caravelas, as naus só tem trazido duas coisas:

Espelhinhos, em forma de press-releases, que depois são publicados aqui pelos mesmos enganadores que continuam defendendo, na mídia, que fizemos um excelente negócio entregando para os estrangeiros nossas empresas estratégicas e nosso mercado interno nos anos 90.

E centenas de “técnicos” e “executivos”, que estão invadindo, todas as semanas, nosso mercado de trabalho – ao ritmo de mais de 50 mil licenças expedidas pelas autoridades nos últimos meses – vindos de países em crise que, como é o caso da Espanha, estão com uma taxa de desemprego de mais de 20%.

Isso quer dizer que, enquanto o Brasil luta, desesperadamente, para desvalorizar o real e aumentar as exportações, minadas por um dólar artificialmente baixo, nosso dinheiro vai para o ralo, para salvar da quebra empresas incompetentes de países idem, que só conseguiram aportar aqui nos anos 90, graças a dinheiro subsidiado da União Européia e a financiamentos – pasmem – do próprio BNDES.

Para citar apenas um caso – de uma empresa não necessariamente européia, mas de um país que está hoje com uma dívida de mais de 4 trilhões de dólares, por estar sustentando duas guerras perdidas – a American Southern Energy comprou a Eletropaulo, que tinha centenas de milhões de reais em caixa, com financiamento a juros subsidiados do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.

Não satisfeita de botar a mão nesse dinheiro, e de não investir o que devia na expansão da infra-estrutura da empresa, a AES atrasou várias prestações durante o Governo Fernando Henrique Cardoso, a ponto do Governo Lula ter sido obrigado a entrar na justiça em Nova Iorque para recuperar ao menos parte do prejuízo, conseguindo fazer isso com a constituição da Brasiliana, holding que reúne os ativos desse grupo no Brasil, e da qual o BNDES teve de ficar sócio.

E o que ganhamos com o maior processo de esquartejamento, desmonte e desnacionalização da economia brasileira em 500 anos de história, feito a toque de caixa e vendido como a grande panacéia para a situação do país naquele momento?

A dívida líquida praticamente dobrou em oito anos. O dólar estava a quase quatro reais em 2002. No mesmo ano, o salário mínimo valia cerca de 80 dólares. Um saco de arroz chegava a custar 12 reais no supermercado da esquina. A SELIC estava em quase 25% ao ano. Devíamos 40 bilhões de dólares ao FMI. Nossas reservas internacionais líquidas eram de menos de 20 bilhões de dólares. E isso sem contar a dívida externa do setor privado e o que devíamos ao Clube de Paris.

Para completar o descalabro, pagamos, hoje, graças a essas competentes privatizações, as mais altas tarifas do mundo em telefonia celular e internet, segundo pesquisa feita em 187 países pela União Internacional de Telecomunicações.

Agora, cada vez que um brasileiro que cai no conto das multinacionais compra um chip da Vivo, da OI, da TIM ou da Claro, paga uma conta de luz – dependendo da distribuidora – ou faz uma operação bancária com o Santander, estamos mandando esse dinheiro para uma viagem sem volta, com passagem só de ida, para países que na época não tinham nenhuma empresa que pudesse se comparar à Telebras, e que, como desenvolvedores de tecnologia de telefonia celular, eram excelentes produtores bacalhau e azeitonas.

Povos que ostentam uma renda per capita 3 ou 4 vezes maior do que a nossa – o que muitos brasileiros acham uma grande vantagem – mas que tem uma dívida per capita 4 ou 5 vezes superior à sua renda.

Controlados por governos tão competentes e avançados na administração de sua economia que estão agora, com a discutível exceção do México, literalmente quebrados, e dependendo, para continuar em pé, do nosso dinheiro e dos nossos mercados.

E agora, o que fazer para sair dessa armadilha?

Como desmontar mais essa bomba-relógio financeira – a outra é a dos juros – que montaram para nós, alegre e despreocupadamente, nos últimos anos do século passado?

Fazer uma campanha na internet para que os brasileiros consumam com um mínimo de consciência e boicotem produtos e serviços das empresas multinacionais que estão sangrando o país ?

Exigir que parte dessa fabulosa quantia fique no Brasil, onde poderia, não fosse a criminosa irresponsabilidade de quem vendeu a nação a preço de banana, estar gerando renda e emprego para milhões de brasileiros?

Por muito menos, quando se falou em taxar a remessa de lucros das multinacionais, os Estados Unidos promoveram e financiaram o Golpe Militar de 1964.

Criar grandes estatais brasileiras para conquistar ao menos uma parcela desse mercado e segurar parte desse dinheiro dentro do Brasil?

Isso seria um deus nos acuda! Basta ver a reação hidrófoba com que foi brindado o governo quando se falou em colocar a Telebras para trabalhar direto com o público na prestação de serviços de banda larga.

Emprestar dinheiro do BNDES para as empresas de capital nacional, para diminuir o tamanho da sangria?

Isso também não pode, como se viu no caso da OI. Atrapalha a “livre” concorrência. Para os “agentes” do “mercado”, o normal é o BNDES fazer o contrário: emprestar dinheiro para grupos estrangeiros comprarem nossas empresas dentro do Brasil.

O Governo, como sempre acontece, vai ser acusado de estar re-estatizando a economia e interferindo no mercado, como se, no mundo em que a China está prestes a dominar, as maiores empresas não fossem estatais, e cada país não defendesse, descaradamente, os interesses de seus grupos e marcas em seus mercados internos ou no exterior.

Como a questão é urgente – a Nação não agüenta um rombo maior do que esse no balanço de conta corrente no ano que vem – sugiro o caminho mais curto e mais contundente.

Se não for possível aplicar várias dessas saídas ao mesmo tempo, aproveitar a baixa das bolsas para a compra direta de participação nessas empresas, dentro ou fora do Brasil, usando recursos do fundo soberano ou das reservas internacionais, para recuperar ao menos uma parcela dos gigantescos recursos que estão nos seqüestrando, à base de quase 100 milhões de dólares a cada dia.

Não podemos continuar tirando dinheiro do bolso de milhões de brasileiros para sustentar, em Madrid ou Barcelona, a boa vida dos acionistas da Vivo ou as estripulias e as fraudes do Sr. Emilio Botin.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Campanha 10 Minutos Contra a Dengue conclama população para o combate à doença

Por Letícia Sicsu e Ascom da Secretaria estadual de Saúde

Intenção é mobilizar os 92 municípios do estado para evitar epidemia em 2012

O Governo do Estado lançou, nesta segunda-feira (19\9), a campanha 10 Minutos Contra a Dengue, idealizada por pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC\Fiocruz) e que será o tom de alerta à população para evitar uma epidemia da doença no próximo verão. A campanha foi lançada durante o seminário Rio Contra Dengue - 2011\2012, que vai até quarta-feira (21/9), com a participação de prefeitos e secretários municipais de Saúde.

O objetivo da campanha, inspirada em uma estratégia do governo de Cingapura, é estimular as pessoas a investir 10 minutos da semana para eliminar possíveis criadouros do mosquito em suas casas, já que o ambiente doméstico concentra 80% dos focos. Segundo o secretário de Estado de Saúde, Sérgio Côrtes, é importante que a população entenda a importância de combater o mosquito.

- Há o enorme risco de termos uma epidemia, mas ela ainda pode ser evitada. Vamos trabalhar fortemente, nos próximos três meses, buscando combater todos os focos. Nos órgãos públicos, vamos formar brigadas de funcionários capacitados para identificar focos e combatê-los. Cada um deve fazer a sua parte - explicou o secretário.

Cerca de 1.500 pessoas vão atuar na fiscalização desse trabalho feito pelos funcionários nos 92 municípios do estado. O vice-governador Luiz Fernando Pezão ressaltou a eficácia das ações feitas pelos agentes de endemia.

- O avanço que tivemos no combate à dengue em outros anos foi, com certeza, usando a estrutura dos agentes de endemia de cada município. Eles têm que estar envolvidos nessa luta, se não, não ganhamos essa guerra. Também estamos trabalhando para fortalecer as ações do SUS para atender os pacientes que precisarem - afirmou Pezão.

As 92 prefeituras do estado foram convidadas a participar do evento, que tem o objetivo de discutir ações de prevenção e controle da doença. Estiveram presentes, neste primeiro dia de seminário, os prefeitos de Areal, Búzios, Arraial do Cabo, Barra do Piraí, Barra Mansa, Belford Roxo, Bom Jesus de Itabapoana, Cabo Frio, Cachoeiras de Macacu, Campos dos Goytacazes, Carapebus, Cardoso Moreira, Carmo, Italva, Laje do Muriaé, Macaé, Miracema, Nilópolis, Nova Friburgo, Paraíba do Sul, Petrópolis, Pinheiral, Porciúncula, Quissamã, Rio Bonito, Rio das Ostras, São Gonçalo, São João da Barra, São João de Meriti, São José de Ubá, São José do Vale do Rio Preto, São Pedro de Aldeia, Sapucaia, Tanguá, Teresópolis, Três Rios, Varre-Sai e Vassouras.

- Entre as modificações que estamos propondo aos municípios está a mudança do horário de trabalho dos agentes para que encontrem os moradores, em casa à noite ou nos fins de semana. Outro reforço é na capacitação dos profissionais de saúde para que cumpram o protocolo de manejo clínico adequadamente - disse Sérgio Côrtes.

Todas as secretarias do Estado estão envolvidas no combate à dengue, com ações específicas. A possibilidade de haver uma epidemia em 2012, levando em conta a ação do vírus tipo 1 e a entrada do vírus tipo 4 no estado, levou a esse reforço na estratégia de combate à doença. A Secretaria de Saúde está planejando uma ação para os sete dias de Rock in Rio, que começa nesta sexta-feira (23/9), e a Secretaria do Ambiente faz um trabalho de prevenção, por exemplo, nos ferros-velhos.

- Já fiscalizamos ferros-velhos em São Gonçalo e vamos para a Baixada Fluminense. Esses locais devem estar sempre cobertos e devem ter autorização da prefeitura para funcionar. Além disso, também vamos usar pneus na fabricação do asfalto borracha, para tirar essas grandes piscinas para mosquito do meio ambiente - disse o secretário de Estado do Ambiente, Carlos Minc.

Guia 10 Minutos Contra a Dengue

Os agentes de saúde dos municípios ficarão responsáveis por levar o guia 10 Minutos Contra a Dengue à população durante visitas às casas. Este material traz orientações sobre como é preciso ficar atento a situações como calhas entupidas, caixa d’água destampada, ralos no quintal acumulando água da chuva, o pratinho embaixo do vaso, além de deixar baldes e garrafas viradas com a boca para baixo. O guia usa linguagem simples e didática para que os moradores criem o hábito de fazer a vistoria em suas casas semanalmente dispondo apenas de 10 minutos.

- Faz parte do compromisso histórico do Instituto Oswaldo Cruz colocar a ciência a serviço da saúde da população. Desenvolvemos o conceito de “10 Minutos Contra a Dengue”, agora implementado pela Secretaria de Estado de Saúde, com base neste compromisso e amparado nos conhecimentos científicos sobre a biologia do vetor e na experiência prévia de Cingapura. Todos os nossos pesquisadores estão à disposição do Estado para ajudar nesta luta - destacou a diretora do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/ Fiocruz), Tania Araújo Jorge.

O site Rio Contra Dengue traz o folheto na versão on-line para as pessoas que quiserem ter mais informações sobre a ação dos “10 Minutos Contra a Dengue”, com as ilustrações explicativas e o espaço para marcar a data em que o morador fez a vistoria em casa. O material foi produzido também para que gestores municipais tenham a opção de fazer o download do folheto e distribuir para a população. O endereço do site é www.riocontradengue.com.br.

Dez pontos para a prevenção

  1. Manter a caixa d’água totalmente vedada e virar os baldes com a boca para baixo
  2. Remover folhas, galhos e tudo que possa acumular água nas calhas
  3. Galões, tonéis, poços, tambores e barris de água para consumo devem ser totalmente vedados
  4. Guardar os pneus sem água e em lugares cobertos. Garrafas devem estar vazias e sempre com a boca para baixo
  5. Manter ralos limpos e com uma tela para não formar criadouros
  6. Verificar se as bandejas de ar-condicionado estão limpas e sem acúmulo de água. Bandejas de geladeira também podem se tornar criadouros para o mosquito
  7. 7Encher e verificar semanalmente vasos sanitários fora de uso ou de uso eventual
  8. Esticar bem as lonas usadas para cobrir objetos ou entulho para não formar poças d’água
  9. Limpar e tratar piscinas e fontes com produtos químicos específicos
  10. Plantas como bambu, bananeiras, bromélias, gravatás, babosa, espada de São Jorge e outras semelhantes também podem acumular água.
MAIOR IGUALDADE DE GÊNERO PODE AUMENTAR PRODUTIVIDADE
De acordo com o Banco Mundial (Bird), uma maior igualdade entre homens e mulheres pode aumentar a produtividade em até 25%.

Um relatório divulgado pelo Bird aponta que políticas voltadas para o crescimento econômico e para o aumento da renda de um país, por si só, não reduzem as desigualdades de gênero.

O documento, intitulado Relatório sobre o Desenvolvimento Mundial de 2012, destaca que o desenvolvimento tem resolvido alguns problemas em áreas como educação – nas escolas de ensino médio, as meninas já ultrapassam os meninos em 45 países e há mais jovens do sexo feminino do que do sexo masculino nas universidades de 60 países.

Outro destaque trata do aumento da expectativa de vida das mulheres, já que, desde 1980, elas vivem mais do que os homens em todas as partes do mundo. Mesmo nos países de baixa renda, as mulheres vivem em média 20 anos a mais do que em 1960.

O Bird ressaltou ainda que mais de 500 milhões de mulheres ingressaram no mercado de trabalho em todo o mundo nos últimos 30 anos.

Entretanto, o relatório indicou hiatos que permanecem, mesmo em países ricos, como o excesso de mortes de meninas e mulheres. Dados indicam que as mulheres têm maior probabilidade de morrer, em relação aos homens, em países de baixa, média e alta renda. As mortes são estimadas em cerca de 3,9 milhões a cada ano para mulheres abaixo dos 60 anos.

O acesso desigual a oportunidades econômicas também foi citado pelo Bird, que apontou que as mulheres têm mais probabilidade de ter um trabalho não remunerado do que os homens, além de maior chance de trabalhar em terrenos menores e em cultivos menos lucrativos e de dirigir empresas menores e setores com menos remuneração.

Por fim, o documento indicou as diferenças de participação entre homens e mulheres em casa e na sociedade, destacando que, em muitos países, as mulheres têm menor participação ativa nas decisões e menos controle sobre os recursos da família, além de participarem menos da política formal e de serem sub-representadas em escalões superiores.

(Com informações da Agência Brasil – texto de Paula Laboissière)
BOLSA FAMÍLIA ELEVA NÚMERO DE CRIANÇAS POR FAMÍLIA

A partir de setembro cada família cadastrada no Bolsa Família passa a receber até cinco benefícios variáveis referentes a menores de 15 anos, cada um no valor de R$ 32. Antes, o limite era três crianças cadastradas. Com isso, de acordo com o balanço da pasta, mais 1,2 milhão de crianças serão beneficiadas pelo programa este mês.

Ao todo, 22,6 milhões de benefícios serão pagos apenas para essa faixa etária. Dados do Censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que, dos 16,2 milhões de brasileiros em situação de extrema pobreza, 40% têm até 14 anos.

“A maior parte da população extremamente pobre é formada por crianças e isso terá um impacto muito grande na extrema pobreza. É um benefício fácil, barato e que tem um impacto grande na população extremamente pobre”, destacou a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello.

Além dos cinco benefícios pagos às crianças, cada família pode receber até dois por adolescentes com 16 e 17 anos. Com isso, o valor máximo pago por família passou de R$ 242 para R$ 306. Já o benefício médio calculado pela pasta para cada família passou de R$ 96 em abril deste ano para R$119 em setembro – um aumento de 24,4%.

A ministra Tereza Campello, informou também que o Programa Bolsa Família registrou uma expansão de 180 mil famílias entre junho e setembro. Segundo ela, a expectativa é positiva em relação ao cumprimento da meta de inclusão de 320 mil famílias até o final do ano e de 800 mil famílias até dezembro de 2013.

(Com informações da Agência Brasil – texto de Paula Laboissière)

domingo, 18 de setembro de 2011

PASSARADA CLICADA ONTEM E HOJE EM MIRACEMA

1. Savacu
2. Martim-pescador-verde. A mancha no peito é a digital desta ave.
3. Casal de pé-vermelho
4. Freirinha
5. Carrapateiro alimentando-se
6. Bem-te-vi
7. Anu-branco
8. Quero-quero
9. Frango-dágua-comum
10. Garça-real

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

COMEÇA HOJE O 7º ENCONTRO DE MOTOCICLISTAS DE MIRACEMA
O evento é organizado pelo Stradas Moto Clube.

Programação dos shows de rock and roll :

Hoje (16)

- Lucas Alvim
- Banda Vu (Rubinho)
- Pedro da Gaita

Sábado (17)

- Drenna
- Tittania
- Big Joy Manfra

Haverá no sábado para os motociclistas churrasco (boi no rolete) oferecido gratuitamente pelos patrocinadores do evento.

Também é oferecido gratuitamente quadra coberta para camping, com café da manhã.

Mais informações aqui (site do Strada’s Moto Clube)

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Ipea: 26 milhões de brasileiros saíram da pobreza entre 2004 e 2009

A desigualdade de distribuição de renda no Brasil diminuiu 5,6% e a renda média real subiu 28% entre 2004 e 2009. Os dados constam do comunicado Mudanças Recentes na Pobreza Brasileira, divulgado hoje (15) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Segundo o documento, o percentual de pessoas com renda mensal igual ou maior do que um salário mínimo per capita – consideradas não pobres – subiu de 29% para 42%. Isso significa que o número de pessoas dessa faixa aumentou de 51,3 milhões para 77,9 milhões no período. Na época do levantamento dos dados, o salário mínimo estava em R$ 465.

Já a camada considerada pobre, classificação que se refere a famílias com renda per capita, à época, entre R$ 67 e R$ 134, diminuiu de 28 milhões para 18 milhões de pessoas ao longo do período. Os extremamente pobres, com renda per capita inferior a R$ 67, caíram de 15 milhões para 9 milhões.

As informações são da Agência Brasil. Continue lendo aqui.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Queimadas mudam rotina de animais silvestres e podem até sacrificar suas vidas, diz biólogo

Da Agência Brasil

As queimadas que se espalham pelo país afetam diretamente a vida dos animais silvestres. Nos últimos dias, especialistas da Floresta Nacional de Brasília (Flona) e agentes da Polícia Ambiental resgataram várias espécies, de pássaros raros a tatus e tamanduás. O biólogo Léo Gondi, analista ambiental do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), alertou que os impactos a médio e longo prazo são assustadores.

“Há um impacto terrível. [Antes das queimadas] os animais tinham um território, agora eles se veem obrigados a buscar outro local que está ocupado por animais, na maioria das vezes predadores”, disse o biólogo. “É um problema gravíssimo, pois os animais que mudam de habitat são expulsos do seu [ambiente] natural e enfrentam a escassez de comida”.

Apenas nos últimos dias, o ICMBio contabilizou 56 animais silvestres que tentavam escapar das queimadas na região da Flona. Foram recolhidos lobos-guará, tamanduás-bandeira, veados campestres e papagaios. Também foram acolhidos, machucados, um veado e um tamanduá-bandeira. Foram encontradas três cobras mortas.

Segundo Gondi, o animal silvestre, quando tem seu território destruído, sai em busca de outro local para viver. Quando o encontra e o local está sob domínio de espécies distintas ou até mesmo de animais da sua espécie, surge uma disputa por espaço. De acordo com ele, os animais passam a se enfrentar e sobrevive o mais forte. “A média de uma queimada a cada dois anos é ruim para manter a sobrevivência das espécies”, advertiu.

O especialista disse que as queimadas geram a extinção de espécies ou sua drástica redução, além da adaptação forçada a um novo habitat. O biólogo acrescentou que os efeitos das queimadas também pesam sobre os recursos hídricos e a vegetação como um todo.
POLICIAIS LOTADOS NA AISP 29 RECEBEM GRATIFICAÇÃO

Cada policial do 29º BPM, localizado em Itaperuna, e das DP´s de Laje do Muriaé (138ª DP), Porciúncula (139ª DP), Natividade (140ª DP), Itaperuna (143ª DP), Bom Jesus do Itabapoama (144ª DP) e Italva (148ª DP), vai receber do governo do Estado gratificação de R$ 6 mil por ter alcaçado o primeiro lugar no cumprimento das metas de redução dos índices de criminalidade estratégicos do Estado. Estes BPM e DP's são integrantes da 29ª Área Integrada de Segurança Pública.

Demais policiais premiados com gratificações (ao todo foram mais de 15 mil policiais)

Com R$ 6 mil

- Todos os integrantes do núcleo administrativo da 1ª Região Integrada de Segurança Pública (1ª Risp) por ter sido a primeira colocada no programa de redução de metas de criminalidade do Estado. Ainda no nível Risp, todas as regiões que cumpriram suas metas bonificaram os policiais lotados nelas nos últimos seis meses com o valor de R$ 2 mil. São elas: 2ª Risp, 4ª Risp, 5ª Risp e 7ª Risp.

- Também receberam o bônus de R$ 6 mil, por terem alcançado a primeira colocação, os policiais lotados na 1ª Área Integrada de Segurança Pública (Aisp 1 - 1º BPM, 6ª DP e 7ª DP), na 6ª Área Integrada de Segurança Pública (Aisp 6 - 6º BPM, 18ª DP, 19ª DP e 20ª DP) e na 39ª Área Integrada de Segurança Pública (Aisp 39 - 40º BPM, 35ª DP e 43ª DP).

Com R$ 2 mil

Aisp 2: 2º BPM, 9ª DP e 10ª DP
Aisp 3: 3º BPM, 23ª DP, 24ª DP, 25ª DP, 26ª DP, 44ª DP
Aisp 5: 5º BPM, 1ª DP e 4ª DP
Aisp 7: 7º BPM, 72ª DP, 73ª DP, 74ª DP e 75ª DP
Aisp 8: 8º BPM, 134ª DP, 141ª DP, 145ª DP, 146ª DP, 147ª DP
Aisp 16: 16º BPM, 22ª DP, 38ª DP
Aisp 17: 17º BPM, 37ª DP
Aisp 18: 18º BPM, 32ª DP e 41ª DP
Aisp 21: 21º BPM, 64ª DP
Aisp 22: 22º BPM, 21ª DP
Aisp 24: 24º BPM, 48ª DP, 50ª DP, 51ª DP, 55ª DP, 63ª DP
Aisp 26: 26º BPM, 105ª DP, 106ª DP
Aisp 28: 28º BPM, 90ª DP, 93ª DP e 100ª DP
Aisp 30: 30º BPM, 104ª DP, 110ª DP, 111ª DP e 112ª DP
Aisp 35: 35º BPM, 71ª DP, 119ª DP, 120ª DP, 159ª DP
Aisp 37: 37º BPM, 89ª DP, 99ª DP
Aisp 41: 41º BPM, 27ª DP, 29ª DP e 39ª DP

No quesito unidades especiais ou especializadas, os três primeiros colocados receberam as seguintes gratificações:

1º lugar: Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA - R$ 6 mil)
2º lugar: Batalhão de Policiamento nas Áreas Turísticas (BPTur) (R$ 4 mil)
3º lugar: Companhia de Treinamento de Cães (R$ 3 mil)

O evento também homenageou pessoas importantes na integração dos trabalhos entre as polícias, principais responsáveis pelos bons resultados obtidos na redução dos índices. O Prêmio Integração foi entregue ao comandante do 24º BPM, coronel Giliard Amaro de Albuquerque; à delegada titular da 55ª DP (Queimados), Juliana Emerique; ao inspetor chefe da 6ª Delegacia de Polícia Rodoviária Federal (DelPRF), José Roberto de Lima Neto, na BR 116, e ao coordenador de Análise e Integração da 3ª Aisp, Vagner José Duarte.