quinta-feira, 27 de novembro de 2025

Noroeste Fluminense abre 70 postos de emprego formal em outubro e 3.246 no acumulado do ano


Em outubro, o Noroeste Fluminense abriu 70 vagas de emprego com carteira assinada (+1 na microrregião Itaperuna e +69 na microrregião Santo Antônio de Pádua). No ano anterior a região abriu 92 vagas neste mesmo mês.

Entre os municípios, Itaocara liderou com a criação de 79 vagas, em seguida Miracema (26), Bom Jesus do Itabapoana (18), Varre-Sai (11), São José de Ubá (7), Italva (6) e Natividade (2). Aperibé abriu e fechou o mesmo número de vagas. Os demais municípios registraram saldo negativo, que variou entre -2 e -28.

Entre os cinco grandes grupos de atividades ecnconômicas, três registraram saldo positivo com destaque para Comércio, com 52 vagas (+56 na microrregião Itaperuna e -4 na microrregião Santo Antônio de Pádua), em seguida Serviços com 50 novas vagas (+36 na microrregião Itaperuna e +14 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

No acumulado do ano, janeiro a outubro, a região criou 3.246 vagas (+2.583 na microrregião Itaperuna e +663 na microrregião Santo Antônio de Pádua). Neste mesmo período do ano anterior a região registrou abertura de 2.100 vagas.

Conforme o gráfico acima ou a tabela abaixo, todos municípios da região registraram saldo positivo.
 
Todos os cinco grandes grupos de atividades econômicas registraram saldo positivo, com destaque para Indústria, que criou 1.680 vagas (+1.510 na microrregião Itaperuna e +170 na microrregião Santo Antônio de Pádua), em seguida Serviços com abertura de 1.119 vagas (+793 na microrregião Itaperuna e +326 na microrregião Santo Antônio de Pádua).


Em outubro, a região registrou Estoque de empregos formais de 57.994 postos ocupados.

Municípios compreendidos na microrregião Itaperuna: Bom Jesus do Itabapoana, Italva, Itaperuna, Laje do Muriaé, Natividade, Porciúncula e Varre-Sai; e na microrregião Santo Antônio de Pádua: Aperibé, Cambuci, Itaocara, Miracema, Santo Antônio de Pádua e São José de Ubá.


quarta-feira, 19 de novembro de 2025

Miracema é destaque na região em receita própria

As receitas próprias dos municípios são os recursos que os próprios municípios arrecadam como IPTU, ISS, ITBI e as taxas cobradas por prestação de serviços públicos específicos, a CIP - Contribuição de Iluminação Pública, etc. Inclui também multas por infrações e cobranças de dívida ativa.

Enquanto as receitas correntes nos municípios é o conjunto de recursos financeiros que o município arrecada no exercício financeiro para custear despesas de manutenção e funcionamento. Inclui receitas como impostos, taxas, contribuições, receitas patrimoniais e de serviços, além de transferências correntes recebidas de outras esferas de governo (como do estado ou da União). Essa receita é considerada "corrente" porque seu efeito se esgota dentro do próprio ano fiscal.  


Entre os municípios do Noroeste Fluminense, Miracema se destacou na receita própria com a participação de 13,12% da receita corrente, em seguida Itaperuna com a participação de 11,85%, ... (Gráfico I)


Contudo, Miracema ainda tem margem para aprimorar a arrecadação de ISS, visto ter a menor participação da região na receita própria (Gráfico II), e, em contra partida, poderia revisar as taxas cobradas, uma vez que está muito impulsionada - possui a maior arrecadação em taxas da região (R$ 2,470 milhões) depois de Itaperuna (Gráfico III) -, superando a arrecadação de municípios maiores como Santo Antônio de Pádua e Bom Jesus do Itabapoana. Geralmente, as taxas recaem diretamente sobre toda a população, como a CIP e a taxa de lixo, um ajuste para baixo atenderia um maior contingente de contribuintes.




Obs.: os valores referentes a 2024 para São José de Ubá não constam no site Multicidades.

segunda-feira, 17 de novembro de 2025

Vida nova observada no Ribeirão Sto. Antônio, açudes e alagados de Miracema

Filhotes e jovens de aves e mamíferos silvestres aguáticos observados no Ribeirão Sto. Atônio, açudes e alagados de Miracema.


1 - Galinha-d'águaGallinula galeata (Rafisneque, 1815); 2 - Frango-d'agua-azulPorphyrio martinicus ( Linnaeus, 1766); 3 - CarãoAramus guarauna (Linnaeus, 1766); e 4 - JaçanãJacana jacana (Linnaeus, 1766)


1 - Marreca-caucauNomonyx dominica (Leach, 1820); 2 - Marreca-ananaíAmazonetta brasiliensis (Gmelim, 1789); 3 - IrerêDendrocygna viduata (Linnaeus, 1766); e 4 - Mergulhão-pequeno, Tachybaptus dominicus (Linnaeus, 1766)


1 - Pato-do-matoCairina moschata (Leach, 1820); 2 - SocozinhoButorides striata ( Linnaeus, 1758); 3 - Socó-boiTriqrisoma lineatum (Boddaesrt, 1823); e 4 - Socó-dorminhocoNycticorax nycticorax (Linnaeus, 1758)


1 - Martim-pescador-verde, Chloroceryle amazona (Latham, 1790)

1 - Lontra neo-tropicalLontra longicaudis (Olfers, 1818); e 2 - CapivaraHydrochoerus hydrochaeris (Linnaeus, 1766)

Mais ninhos, filhotes e jovens de animais silvestres observados na natureza em Miracema, ver  Flagrantes de procriação de vida silvestre em Miracema

sábado, 15 de novembro de 2025

Pesquisa no MapBiomas indica desmatamento na Mata Atlântica do Noroeste Fluminense de 30 hectares no período janeiro a agosto/2025

 

De janeiro a agosto, 29,55 hectares de vegetação nativa da Mata Atlântica foram suprimidos no Noroeste Fluminense, segundo pesquisa no MapBiomas Alerta realizada em 14/11/2025. (Gráfico I)

Ainda segundo o MapBiomas, foram 11 ocorrências de desmatamento, sendo que em nenhuma delas houve autorização, as 11 ocorreram em Território Especial, três em Reservas Legais, sete em Reserva da Biosfera e todas tiveram a agricultura como vetor de pressão.


Entre os municípios da região em que ocorreram supressão de vegetação nativa, Itaocara destaca-se com supressão de 10,4 ha, em 31/08/2025, e 1,4 ha, em 31/05/2025, em seguida Bom Jesus do Itabapoana com 4,1 ha, em 31/07/2025, e participação juntamente com Natividade em outra de 1,7 ha, em 31/08/2025.


Nota Informativa do MapBiomas

O MapBiomas Alerta é um sistema de validação e refinamento de alertas de desmatamento de vegetação nativa em todos os biomas brasileiros com imagens de alta resolução.

Este sistema está em constante desenvolvimento pela rede colaborativa de co-criadores do MapBiomas contando com sugestões dos órgãos governamentais usuários (ex. MMA, IBAMA, SFB, ICMBio, MPF e TCU) e os provedores de alertas (ex. INPE, IMAZON, Universidade de Maryland, ISA, e outros).

IMPORTANTE!

O MapBiomas Alerta publica toda e qualquer perda de vegetação nativa detectada pelos sistemas provedores de alertas e validada em imagens de satélite de alta resolução. O MapBiomas informa que não realiza avaliação sobre legalidade, responsabilidade e/ou restrição acerca dos alertas de desmatamento validados e publicados nesta plataforma. Essa avaliação é de exclusiva competência dos órgãos públicos e/ou das instituições privadas e financeiras que podem acessar livremente os dados disponibilizados pelo MapBiomas Alerta. O MapBiomas não se responsabiliza pelas decisões tomadas por esses órgãos e instituições com base nos alertas publicados, pois estes contêm dados objetivos e concretos sobre a existência de desmatamento (perda de vegetação nativa).

A seguir alguns esclarecimentos sobre o escopo e as limitações dos dados dos alertas:

  1. Período dos alertas: a fase operacional busca avaliar todos os alertas de desmatamento detectados no país a partir de janeiro de 2019. Os alertas anteriores a esse período (outubro a dezembro de 2018) representam a fase pré-operacional com uma amostra dos alertas do período, e não aparecem nas estatísticas e no mapa (apenas continuam no banco de dados da plataforma para consulta por meio dos seus respectivos códigos do alerta). A data de detecção é aquela em que o alerta foi gerado pelos provedores (ex. DETER, SAD, GLAD) e não necessariamente representa o momento em que o desmatamento ocorreu. Desmatamentos detectados em 2019, por exemplo, podem ter se iniciado ou ter acontecido em 2018. Os dados do ano corrente são sempre parciais, sujeitos a alteração, devido ao tempo de processamento e publicação dos alertas. Quando os dados para um ano são consolidados, sistematizamos e publicamos o Relatório Anual do Desmatamento (RAD), o qual fica disponível no site do MapBiomas Alerta (http://alerta.mapbiomas.org/relatorio).
  2. Área do alerta: Durante a etapa de refinamento do polígono é aplicado um processo de generalização que pode ocasionar uma variação de até 5% (para mais ou para menos) na área final. A área mínima do desmatamento para ser publicado na Plataforma do MapBiomas Alerta é 0,3 hectares. Para ser considerado sobreposição com CAR a área mínima também é de 0,3 ha
  3. Vegetação não lenhosa: o MapBiomas Alerta utiliza os indícios de desmatamento dos sistemas DETER/INPE, SAD/IMAZON, GLAD/Univ. Maryland, SIRAD-X/ISA, SAD Caatinga/UEFS-Geodatin, SAD Mata Atlântica/SOS Mata Atlântica-Arcplan, SAD Pantanal/SOS Pantanal-ArcPlan, SAD Pampa/Geokarten-UFRGS e SAD Cerrado/IPAM. Destes sistemas apenas o DETER-Cerrado gera alertas em vegetação não lenhosa. Portanto, apenas no bioma Cerrado é monitorado o desmatamento em vegetação campestre. Nos demais biomas o desmatamento em vegetação não lenhosa só é identificado no MapBiomas Alerta quando associado a indícios de desmatamento em formações florestais e savânicas (veja mais sobre as fontes de dados e o método no site http://alerta.mapbiomas.org/). Nota Explicativa do Desmatamento no Pampa.
  4. Embargos: as áreas de embargo correspondem aquelas disponibilizadas no geo-serviço do IBAMA e do ICMBio (http://siscom.ibama.gov.br/geoserver/) e podem estar incompletas em relação aos embargos estaduais e municipais.
  5. Cadastro Ambiental Rural: os dados do Cadastro Ambiental Rural são aqueles consultados por geo-serviço do SICAR gerido pelo Serviço Florestal Brasileiro. Imóveis que estejam cadastrados nos estados e não tenham sido sincronizados com o SICAR não são contemplados.
  6. Autorizações de supressão de vegetação nativa: as autorizações de uso alternativo e supressão da vegetação, bem como planos de manejo florestal, têm como fonte o SINAFLOR/IBAMA que integra os dados de todos os estados brasileiros, com limitações de atualizações. Para os estados do Pará e Mato Grosso, as informações foram obtidas dos geo-serviço das SEMAs destes estados (https://monitoramento.semas.pa.gov.br/monitoramento/#/sig e http://monitoramento.sema.mt.gov.br/simlam/). As autorizações feitas no âmbito municipal podem estar incompletas, assim como as autorizações emitidas pelos estados anteriores à implementação do SINAFLOR em 2018.
  7. Legalidade, responsabilidade e/ou restrição acerca dos alertas de desmatamento validados e publicados na plataforma: este tipo de avaliação não é feita pelo MapBiomas, cabendo aos usuários (órgãos ambientais, instituições financeiras etc) buscar este tipo de informação junto às autoridades competentes ou aos seus clientes.
  8. Alertas pendentes: o propósito é revisar todos os alertas gerados pelos principais sistemas, no entanto, parte dos alertas pode ter seu processo de validação pendente por motivos diversos (ex. falta de imagem por cobertura de nuvem, excesso de alertas em meses de maior quantidade de desmatamento etc.). A quantidade de alertas pendentes pode variar ao longo do tempo, já que são continuamente produzidos e publicados.
  9. Omissões: o MapBiomas não gera alertas próprios e depende da qualidade dos sistemas que operam em território brasileiro para evitar omissões. O desenvolvimento de novos sistemas de detecção de alertas e a inclusão deles como fonte no MapBiomas Alerta tem reduzido omissões e permitindo a correta identificação dos desmatamentos em todos os biomas.
  10. Alguns alertas foram revisados após a publicação na plataforma e CANCELADOS por motivo de limpeza de pasto ou bordas, silvicultura ou outros. Estes alertas não aparecem nas estatísticas e nem no mapa. Mas, eles continuam no banco de dados da plataforma para consulta por meio dos seus respectivos códigos do alerta.
  11. A iniciativa MapBiomas Alerta está em constante melhoria e atualização para que informações que qualifiquem os alertas (propriedades do SIGEF, imóveis do CAR, limites das Unidades de Conservação, autorização de supressão da vegetação ou uso alternativo do solo, embargos e desembargos, ações de fiscalização, etc.) estejam o mais atualizadas e completas possível. Sempre disponibilizamos a fonte, mês e ano que foram consultadas tais bases para que os(as) usuários(as), quando necessário, possam utilizar as informações oficiais mais atualizadas em suas análises e decisões.

quinta-feira, 13 de novembro de 2025

ICMS Ecológico (ano fiscal 2025) repassados aos municípios do NOF aumentam 10,52% em outubro e recuam 6,33% no acumulado do ano

 

Segundo dados compilados pela Fundação Ceperj, os repasses de ICMS Ecológico para os municípios do Noroeste Fluminense aumentaram 1,12% em janeiro, 5,36% em março e 10,52% em outubro, e recuaram 14,55% em fevereiro, 20,22% em abril, 1,89% em maio, 9,41% em junho, 8,97% em juho, 0,13% em agosto e 19,76% em setembro.

Os porcentuais das variações mensais referentes a cada um dos 13 municípios da região estão expressos no terceiro quadro da tabela abaixo, assim como os valores absolutos dos repasses relativos a 2024 e 2025 se encontram no primeiro e segundos quadros, respectivamente. Idem para o total do estado do Rio de Janeiro.


No acumulado do ano, janeiro a outubro, os repasses caíram 6,39% para os municípios do Noroeste Fluminense e 10,41% para todos os municípios do estado do RJ. Entre os municípios da região, os repasses aumentaram em três municípios, com destaque para Aperibé (25,50%), e recuaram para os outros 10 (Gráfico II)


Os municípios da região receberam de repasses R$ 9,418 milhões (4,48% do total repassados a todos municípios do RJ), que foram distribuídos para cada um dos 13 municípios da região conforme o Gráfico III













terça-feira, 11 de novembro de 2025

Repasses constitucionais de ICMS + ICMS Fundeb a municípios do NOF recuam 9,25% em outubro mas mantém aumento no acumulado do ano de 4,21%

 

Os repasses constitucionais de ICMS + ICMS Fundeb para os municípios do Noroeste Fluminense recuaram -0,98% em janeiro, -2,79% em março, -2,02% em agosto e -9,25% em outubro, e aumentaram 16,49% em fevereiro, 11,38% em abril, 0,94% em maio, 7,31% em junho, 6,56% em julho e 17,76% em setembro.

Os porcentuais relativos a variação 2024-2025, mês a mês, dos repasses efetuados para cada um dos 13 municípios da região estão expressos no terceiro quadro da tabela abaixo, assim como os valores absolutos de repasses referentes a 2024 e 2025 se encontram no primeiro e segundo quadros.

Em relação ao mês anterior, em outubro tais repasses recuaram -10,43%.


No acumulado do ano, janeiro a outubro, os repasses aumentaram 4,21%.

Entre os municípios da região, apenas Itaperuna registrou recuo (-1,11%). Nos demais municípios o aumento variou entre 2,94% e 7,77% (Gráfico II).

Os repasses de ICMS + ICMS Fundeb representam a maior parte do total de repasses aos municípios. Por exemplo, representaram no periodo janeiro a outubro 80,18% para Aperibé, 67,82% para Itaperuna e 77,12% para Miracema.




domingo, 9 de novembro de 2025

Repasses constitucionais do ERJ a Miracema recuam 20,25% em outubro mas mantém aumento no acumulado do ano de 3,26%

 

Conforme o gráfico acima, os repasses constitucionais do estado do RJ a Miracema caíram -6,57% em janeiro, -16,33% em março, -13,34$ em agosto e -20,25% em outubro, e aumentaram 22,19% em fevereiro, 24,44% em abril, 3,84% em maio, 7,01% em junho, 23,27% em julho e 11,03% em setembro na comparação com estes mesmos meses do ano anterior. 

Na comparação com o mês anterior, em outubro recuou -20,15%. 

No acumulado do ano, janeiro a outubro, os repasses a Miracema aumentaram 3,26% ou R$ 949.277,00  na comparação com o mesmo período do ano anterior, o que proporcionou R$ 30,034 milhões aos cosfres públicos do município.



quinta-feira, 6 de novembro de 2025

Arrecadação de ICMS pelo estado do RJ nos municípios do Noroeste Fluminense aumenta 3,45% no período janeiro a setembro

 

A arrecadação de ICMS pelo estado do RJ nos municípios do Noroeste Fluminense aumentou 8% em janeiro, 14,20% em fevereiro, 18,23% em março, 5,24% em julho e 3,92% em setembro, e recuou -1,71% em abril, -5,38% em maio, -4,23% em junho e 3,26% em agosto na comparação com estes mesmos meses do ano anterior. 

Enquanto a arrecadação em todo estado aumentou 5,98% em janeiro, 16,09% em fevereiro, 12,80% em março, 27,73% em abril, 6,01% em maio, 6,35% em junho, 4,60% em julho, 2,73% em agosto e 18,32% em setembro. 

Os porcentuais relativos a variação 2024-2025, mês a mês, da arrecadação efetuada em cada um dos 13 municípios da região estão expressos no terceiro quadro da tabela abaixo, assim como os valores absolutos de arrecadação referentes a 2024 e 2025 se encontram no primeiro e segundo quadros.



No acumulado do ano, janeiro a setembro, aumentou 3,45% no Noroeste Fluminense e 11,58% em todos os municípios do estado do Rio.

Entre os 13 municípios da região, a arrecadação aumentou em oito (Gráfico II)


O valor da arrecadação no Noroeste Fluminense representa apenas 0,34% (R$ 114,219 milhõrs) do total arrecadado nos 92 municípios do estado do Rio, sendo Itaperuna o principal contribuinte (44,20%), em seguida Santo Antônio de Pádua (21,28%), Miracema (9,54%), Bom Jesus do Itabapoana (5,69%), Aperibé (4,24%), ... (Gráfico III)

quarta-feira, 5 de novembro de 2025

Royalties de petróleo repassados aos municípios do NOF aumentam 1,49% em outubro e 14,33% no acumulado do ano

 

Conforme o gráfico acima ou 3º quadro da tabela abaixo, os royalties de petróleo repassados aos municípios do Noroeste Fluminense aumentaram 6,62% em janeiro, 29,47% em fevereiro, 34,30% em março, 14,68% em abril, 23,64% em maio, 11,73% em junho, 11,31% em julho, 8,45% em agosto, 6,15% em setembro e 1,49% em outubro na comparação com os respectivos meses do ano anterior.

Os porcentuais relativos a variação 2024-2025, mês a mês, de cada um dos 13 municípios da região estão expressos no terceiro quadro da tabela abaixo, assim como os valores absolutos de repasses referentes a 2024 e 2025 se encontram no primeiro e segundo quadros.

Na comparação com o mês anterior, em outubro recuou -6,15%.

No acumulado do ano, janeiro a outubro, os repasses aos municípios aumentaram 14,33% na comparação com o mesmo período do ano anterir, propiciando R$ 296,575 milhões para os municípios do Noroeste Fluminense, distribuídos para cada um dos 13 municípios da região de acordo com a última coluna do primeiro quadro da tabela abaixo. 

Segundo especialistas da ANP, os royalties estão sujeitos a diversas variáveis, especialmente volumes de produção dos campos e poços, preço do petróleo e gás natural, taxa de câmbio, alteração legislativa e decisões judiciais. 

Os royalties são uma compensação financeira devida à União pelas empresas que produzem petróleo e gás natural no território brasileiro como forma de compensar a sociedade pela utilização destes recursos, que não são renováveis. As empresas efetuam o pagamento à Secretaria do Tesouro Nacional (STN), do Ministério da Fazenda, que é responsável por repassar aos estados e municípios os recursos recebidos provenientes dos royalties conforme critérios definidos nas Leis 9.478/1997 e 7.990/1989. 



terça-feira, 4 de novembro de 2025

Repasses constitucionais do ERJ a Miracema aumentam 11% em setembro e 6% no acumulado do ano


Conforme o gráfico acima, os repasses constitucionais do estado do RJ a Miracema caíram -6,57% em janeiro, -16,33% em março e 13,34$ em agosto, e aumentaram 22,19% em fevereiro, 24,44% em abril, 3,84% em maio, 7,01% em junho, 23,27% em julho e 11,03% em setembro na comparação com estes mesmos meses do ano anterior. 

Na comparação com o mês anterior, em setembro aumentou 36,94%. 

No acumulado do ano, janeiro a setembro, os repasses a Miracema aumentaram 6,16% na comparação com o mesmo período do ano anterior, o que proporcionou R$ 27,492 milhões aos cosfres públicos do município. 



quinta-feira, 30 de outubro de 2025

Noroeste fluminense abre 298 postos de emprego formal em setembro e 3.172 no acumulado do ano

 

Em setembro, o Noroeste Fluminense abriu 298 vagas de emprego com carteira assinada (+168 na microrregião Itaperuna e +130 na microrregião Santo Antônio de Pádua). No ano anterior a região abriu 103 vagas neste mesmo mês.

Entre os municípios, Itaperuna liderou com a criação de 99 vagas, em seguida Miracema (68), Santo Antônio de Pádua (42), Bom Jesus do Itabapoana (33), Cambuci (23), Natividade (21), Porciúncula (18), Laje do Muriaé (7), São José de Ubá (3).  Aperibé e Varre-Sai abriram e fecharam o mesmo número de vagas, enquanto Italva e Itaocara registraram saldo negativo (-10 e -6, respectivamente). 

Os cinco grandes grupos de atividades ecnconômicas registraram saldo positivo, com destaque para Serviços com 121 novas vagas, (+101 na microrregião Itaperuna e +20 na microrregião Santo Antônio de Pádua), em seguida Construção com 63 novas vagas (+8 na microrregião Itaperuna e +55 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

No acumulado do ano, janeiro a setembro, a região criou 3.172 vagas (+2.576 na microrregião Itaperuna e +596 na microrregião Santo Antônio de Pádua). Neste mesmo período do ano anterior a região registrou abertura de 2.192 vagas.

Conforme o gráfico acima ou a tabela abaixo, todos municípios da região registraram saldo positivo.
 
Todos os cinco grandes grupos de atividades econômicas registraram saldo positivo, com destaque para Indústria, que criou 1.667 vagas (+1.567 na microrregião Itaperuna e +100 na microrregião Santo Antônio de Pádua), em seguida Serviços com abertura de 1.070 vagas (+754 na microrregião Itaperuna e +316 na microrregião Santo Antônio de Pádua).


Em setembro, a região registrou Estoque de empregos formais de 57.922 postos ocupados.

Municípios compreendidos na microrregião Itaperuna: Bom Jesus do Itabapoana, Italva, Itaperuna, Laje do Muriaé, Natividade, Porciúncula e Varre-Sai; e na microrregião Santo Antônio de Pádua: Aperibé, Cambuci, Itaocara, Miracema, Santo Antônio de Pádua e São José de Ubá. 

sexta-feira, 24 de outubro de 2025

Revista The Economist elogia ações do Brasil para salvar as florestas

 Editorial diz que estratégias devem ser replicadas em outros países

Agência Brasil
Publicado em 23/10/2025 - 20:48
São Paulo 

FABIO RODRIGUEZ - POZZEBOM AGÊNCIA BRASIL

Um editorial da revista The Economist, publicado nesta quinta-feira (23), defende que a estratégia do governo federal brasileiro para preservar a floresta Amazônica deveria ser replicada por demais países do mundo que pretendem manter suas florestas tropicais em pé. De acordo com o texto, o país mostrou, na gestão do presidente Luís Inácio Lula da Silva, como boas políticas públicas podem fazer a diferença na preservação ambiental. 

“Durante o governo de Jair Bolsonaro, um político de direita que foi presidente de 2019 a 2023, pouco foi feito para conter as motosserras. Em contraste, seu sucessor, Luiz Inácio Lula da Silva, junto com uma ministra do Meio Ambiente resoluta, Marina Silva, aplicam uma combinação equilibrada de punição e incentivo. Agentes federais fortemente armados prendem madeireiros ilegais e destroem garimpos clandestinos. Propriedades onde ocorre desmatamento ilegal são impedidas de receber crédito subsidiado”.

Segundo a The Economist, o ritmo do desmatamento caiu 80% durante os primeiros mandatos de Lula (2003–2011) e voltou a ser reduzido quando ele reassumiu em 2023, antes dos incêndios florestais. 

“Enquanto Bolsonaro via o ambientalismo como um obstáculo ao desenvolvimento, o governo Lula entende que destruir a floresta amazônica significaria arruinar a própria agricultura brasileira. O governo vem se esforçando mais para proteger as terras indígenas – cujos povos costumam ser excelentes guardiões da floresta – e para regularizar a posse de terras na Amazônia, hoje marcada por uma confusão de títulos sobrepostos e mal documentados”.

O editorial destaca que o processo de regularização de terras empreendido pelo governo brasileiro é uma estratégia que deveria ser replicada pelos demais países. “Quando se sabe quem é o dono da terra, sabe-se também a quem punir por destruí-la ou recompensar por preservá-la”. 

“Felizmente, com o avanço da tecnologia de imagens digitais, as infrações podem ser detectadas e relatadas em poucos dias, permitindo que as autoridades ajam rapidamente. Todas essas lições deveriam ser aplicadas em outros países que possuem florestas tropicais”. 

Pagamento

Segundo o editorial, a preservação das florestas deveria ser financiada pelos demais países do mundo. A revista ressalva, no entanto, que os países ricos estão cada vez mais reticentes em fazer isso. 

“Como preservar as florestas tropicais é um bem público global, o mundo deveria ajudar a pagar por isso. Mas, novamente, falar é mais fácil do que fazer. Os países ricos estão cada vez mais reticentes em oferecer ajuda internacional. Os mercados de créditos de carbono ainda não decolaram, em parte porque é difícil comprovar se o dinheiro destinado a projetos de conservação realmente resulta em árvores preservadas”.

“O método mais simples seria pagar diretamente aos governos de países (ou províncias) onde o desmatamento for interrompido, conforme verificado por imagens de satélite. O Brasil vem tentando despertar interesse por essa ideia”. 


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Sobre a revista The Economist: link para Wikipédia

quinta-feira, 23 de outubro de 2025

Levantamento do Sebrae e MDS: 2,5 milhões de inscritos no CadÚnico se transformam em MEI

Um levantamento realizado pelo Sebrae, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), mostra que beneficiados dos programas do governo inscritos no Cadastro Único (CadÚnico) têm decidido empreender após ingressarem na plataforma. Do total de microempreendedores individuais (MEIs) que estão no Cadastro Único, 55% (2,5 milhões) tiveram a iniciativa de começar a empreender após a inscrição. Os dados foram apresentados, nesta terça-feira (21/10), em audiência do ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, e do presidente do Sebrae Nacional, Décio Lima.

A Regra de Proteção do Bolsa Família, por exemplo, permite que famílias que aumentam seus ganhos e ultrapassam a renda mensal máxima para entrar no Bolsa Família continuem recebendo o benefício por um tempo. O objetivo é oferecer uma transição segura para as famílias que começam a melhorar a condição financeira.
 

Confira aqui o levantamento
 

PESQUISA - Do universo de 95,3 milhões de pessoas inscritas no CadÚnico, 4,6 milhões são MEI e mais de um terço (34,1%) já foi atendido pelo Sebrae ao menos uma vez entre janeiro de 2020 e julho deste ano. Este apoio da entidade tem dado resultado: os MEIs que estão no Cadastro e foram atendidos pelo Sebrae possuem maior percentual de empresas ativas (78,9%) em comparação àqueles não atendidos (61,5%).
 

A maior parte dos MEIs inscritos no CadÚnico (53,1%) está no setor de serviços. O Comércio (26,5%), a Indústria (10,1%), a Construção (9,7%) e a Agropecuária (0,5%) completam a lista. A pesquisa aponta ainda que o percentual daqueles que recebem os recursos do Programa Bolsa Família entre esse universo de MEIs no CadÚnico é de 41,7%, enquanto 6,4% recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC). Amazonas (56,3%), Acre (54,8%) e Piauí (54,6%) são os estados que possuem maior percentual de MEI com famílias inscritas no Cadastro Único.

 

PARCERIA - Assinado em 2023, o Acordo de Cooperação Técnica (ACT) entre o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e o Sebrae visa à integração de esforços para uma atuação articulada na promoção socioeconômica de famílias em vulnerabilidade social. Entre as ações previstas está o compartilhamento de informações do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal e do Programa Bolsa Família para o desenvolvimento de estudos e pesquisas sobre os pequenos negócios para o aprimoramento de políticas públicas.

 

Com informações da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República:

https://www.gov.br/secom/pt-br/assuntos/noticias/2025/10/estimulo-ao-empreendedorismo-leva-2-5-milhoes-de-inscritos-no-cadunico-a-se-transformarem-em-mei