quinta-feira, 27 de novembro de 2025

Noroeste Fluminense abre 70 postos de emprego formal em outubro e 3.246 no acumulado do ano


Em outubro, o Noroeste Fluminense abriu 70 vagas de emprego com carteira assinada (+1 na microrregião Itaperuna e +69 na microrregião Santo Antônio de Pádua). No ano anterior a região abriu 92 vagas neste mesmo mês.

Entre os municípios, Itaocara liderou com a criação de 79 vagas, em seguida Miracema (26), Bom Jesus do Itabapoana (18), Varre-Sai (11), São José de Ubá (7), Italva (6) e Natividade (2). Aperibé abriu e fechou o mesmo número de vagas. Os demais municípios registraram saldo negativo, que variou entre -2 e -28.

Entre os cinco grandes grupos de atividades ecnconômicas, três registraram saldo positivo com destaque para Comércio, com 52 vagas (+56 na microrregião Itaperuna e -4 na microrregião Santo Antônio de Pádua), em seguida Serviços com 50 novas vagas (+36 na microrregião Itaperuna e +14 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

No acumulado do ano, janeiro a outubro, a região criou 3.246 vagas (+2.583 na microrregião Itaperuna e +663 na microrregião Santo Antônio de Pádua). Neste mesmo período do ano anterior a região registrou abertura de 2.100 vagas.

Conforme o gráfico acima ou a tabela abaixo, todos municípios da região registraram saldo positivo.
 
Todos os cinco grandes grupos de atividades econômicas registraram saldo positivo, com destaque para Indústria, que criou 1.680 vagas (+1.510 na microrregião Itaperuna e +170 na microrregião Santo Antônio de Pádua), em seguida Serviços com abertura de 1.119 vagas (+793 na microrregião Itaperuna e +326 na microrregião Santo Antônio de Pádua).


Em outubro, a região registrou Estoque de empregos formais de 57.994 postos ocupados.

Municípios compreendidos na microrregião Itaperuna: Bom Jesus do Itabapoana, Italva, Itaperuna, Laje do Muriaé, Natividade, Porciúncula e Varre-Sai; e na microrregião Santo Antônio de Pádua: Aperibé, Cambuci, Itaocara, Miracema, Santo Antônio de Pádua e São José de Ubá.


quarta-feira, 19 de novembro de 2025

Miracema é destaque na região em receita própria

As receitas próprias dos municípios são os recursos que os próprios municípios arrecadam como IPTU, ISS, ITBI e as taxas cobradas por prestação de serviços públicos específicos, a CIP - Contribuição de Iluminação Pública, etc. Inclui também multas por infrações e cobranças de dívida ativa.

Enquanto as receitas correntes nos municípios é o conjunto de recursos financeiros que o município arrecada no exercício financeiro para custear despesas de manutenção e funcionamento. Inclui receitas como impostos, taxas, contribuições, receitas patrimoniais e de serviços, além de transferências correntes recebidas de outras esferas de governo (como do estado ou da União). Essa receita é considerada "corrente" porque seu efeito se esgota dentro do próprio ano fiscal.  


Entre os municípios do Noroeste Fluminense, Miracema se destacou na receita própria com a participação de 13,12% da receita corrente, em seguida Itaperuna com a participação de 11,85%, ... (Gráfico I)


Contudo, Miracema ainda tem margem para aprimorar a arrecadação de ISS, visto ter a menor participação da região na receita própria (Gráfico II), e, em contra partida, poderia revisar as taxas cobradas, uma vez que está muito impulsionada - possui a maior arrecadação em taxas da região (R$ 2,470 milhões) depois de Itaperuna (Gráfico III) -, superando a arrecadação de municípios maiores como Santo Antônio de Pádua e Bom Jesus do Itabapoana. Geralmente, as taxas recaem diretamente sobre toda a população, como a CIP e a taxa de lixo, um ajuste para baixo atenderia um maior contingente de contribuintes.




Obs.: os valores referentes a 2024 para São José de Ubá não constam no site Multicidades.

segunda-feira, 17 de novembro de 2025

Vida nova observada no Ribeirão Sto. Antônio, açudes e alagados de Miracema

Filhotes e jovens de aves e mamíferos silvestres aguáticos observados no Ribeirão Sto. Atônio, açudes e alagados de Miracema.


1 - Galinha-d'águaGallinula galeata (Rafisneque, 1815); 2 - Frango-d'agua-azulPorphyrio martinicus ( Linnaeus, 1766); 3 - CarãoAramus guarauna (Linnaeus, 1766); e 4 - JaçanãJacana jacana (Linnaeus, 1766)


1 - Marreca-caucauNomonyx dominica (Leach, 1820); 2 - Marreca-ananaíAmazonetta brasiliensis (Gmelim, 1789); 3 - IrerêDendrocygna viduata (Linnaeus, 1766); e 4 - Mergulhão-pequeno, Tachybaptus dominicus (Linnaeus, 1766)


1 - Pato-do-matoCairina moschata (Leach, 1820); 2 - SocozinhoButorides striata ( Linnaeus, 1758); 3 - Socó-boiTriqrisoma lineatum (Boddaesrt, 1823); e 4 - Socó-dorminhocoNycticorax nycticorax (Linnaeus, 1758)


1 - Martim-pescador-verde, Chloroceryle amazona (Latham, 1790)

1 - Lontra neo-tropicalLontra longicaudis (Olfers, 1818); e 2 - CapivaraHydrochoerus hydrochaeris (Linnaeus, 1766)

Mais ninhos, filhotes e jovens de animais silvestres observados na natureza em Miracema, ver  Flagrantes de procriação de vida silvestre em Miracema

sábado, 15 de novembro de 2025

Pesquisa no MapBiomas indica desmatamento na Mata Atlântica do Noroeste Fluminense de 30 hectares no período janeiro a agosto/2025

 

De janeiro a agosto, 29,55 hectares de vegetação nativa da Mata Atlântica foram suprimidos no Noroeste Fluminense, segundo pesquisa no MapBiomas Alerta realizada em 14/11/2025. (Gráfico I)

Ainda segundo o MapBiomas, foram 11 ocorrências de desmatamento, sendo que em nenhuma delas houve autorização, as 11 ocorreram em Território Especial, três em Reservas Legais, sete em Reserva da Biosfera e todas tiveram a agricultura como vetor de pressão.


Entre os municípios da região em que ocorreram supressão de vegetação nativa, Itaocara destaca-se com supressão de 10,4 ha, em 31/08/2025, e 1,4 ha, em 31/05/2025, em seguida Bom Jesus do Itabapoana com 4,1 ha, em 31/07/2025, e participação juntamente com Natividade em outra de 1,7 ha, em 31/08/2025.


Nota Informativa do MapBiomas

O MapBiomas Alerta é um sistema de validação e refinamento de alertas de desmatamento de vegetação nativa em todos os biomas brasileiros com imagens de alta resolução.

Este sistema está em constante desenvolvimento pela rede colaborativa de co-criadores do MapBiomas contando com sugestões dos órgãos governamentais usuários (ex. MMA, IBAMA, SFB, ICMBio, MPF e TCU) e os provedores de alertas (ex. INPE, IMAZON, Universidade de Maryland, ISA, e outros).

IMPORTANTE!

O MapBiomas Alerta publica toda e qualquer perda de vegetação nativa detectada pelos sistemas provedores de alertas e validada em imagens de satélite de alta resolução. O MapBiomas informa que não realiza avaliação sobre legalidade, responsabilidade e/ou restrição acerca dos alertas de desmatamento validados e publicados nesta plataforma. Essa avaliação é de exclusiva competência dos órgãos públicos e/ou das instituições privadas e financeiras que podem acessar livremente os dados disponibilizados pelo MapBiomas Alerta. O MapBiomas não se responsabiliza pelas decisões tomadas por esses órgãos e instituições com base nos alertas publicados, pois estes contêm dados objetivos e concretos sobre a existência de desmatamento (perda de vegetação nativa).

A seguir alguns esclarecimentos sobre o escopo e as limitações dos dados dos alertas:

  1. Período dos alertas: a fase operacional busca avaliar todos os alertas de desmatamento detectados no país a partir de janeiro de 2019. Os alertas anteriores a esse período (outubro a dezembro de 2018) representam a fase pré-operacional com uma amostra dos alertas do período, e não aparecem nas estatísticas e no mapa (apenas continuam no banco de dados da plataforma para consulta por meio dos seus respectivos códigos do alerta). A data de detecção é aquela em que o alerta foi gerado pelos provedores (ex. DETER, SAD, GLAD) e não necessariamente representa o momento em que o desmatamento ocorreu. Desmatamentos detectados em 2019, por exemplo, podem ter se iniciado ou ter acontecido em 2018. Os dados do ano corrente são sempre parciais, sujeitos a alteração, devido ao tempo de processamento e publicação dos alertas. Quando os dados para um ano são consolidados, sistematizamos e publicamos o Relatório Anual do Desmatamento (RAD), o qual fica disponível no site do MapBiomas Alerta (http://alerta.mapbiomas.org/relatorio).
  2. Área do alerta: Durante a etapa de refinamento do polígono é aplicado um processo de generalização que pode ocasionar uma variação de até 5% (para mais ou para menos) na área final. A área mínima do desmatamento para ser publicado na Plataforma do MapBiomas Alerta é 0,3 hectares. Para ser considerado sobreposição com CAR a área mínima também é de 0,3 ha
  3. Vegetação não lenhosa: o MapBiomas Alerta utiliza os indícios de desmatamento dos sistemas DETER/INPE, SAD/IMAZON, GLAD/Univ. Maryland, SIRAD-X/ISA, SAD Caatinga/UEFS-Geodatin, SAD Mata Atlântica/SOS Mata Atlântica-Arcplan, SAD Pantanal/SOS Pantanal-ArcPlan, SAD Pampa/Geokarten-UFRGS e SAD Cerrado/IPAM. Destes sistemas apenas o DETER-Cerrado gera alertas em vegetação não lenhosa. Portanto, apenas no bioma Cerrado é monitorado o desmatamento em vegetação campestre. Nos demais biomas o desmatamento em vegetação não lenhosa só é identificado no MapBiomas Alerta quando associado a indícios de desmatamento em formações florestais e savânicas (veja mais sobre as fontes de dados e o método no site http://alerta.mapbiomas.org/). Nota Explicativa do Desmatamento no Pampa.
  4. Embargos: as áreas de embargo correspondem aquelas disponibilizadas no geo-serviço do IBAMA e do ICMBio (http://siscom.ibama.gov.br/geoserver/) e podem estar incompletas em relação aos embargos estaduais e municipais.
  5. Cadastro Ambiental Rural: os dados do Cadastro Ambiental Rural são aqueles consultados por geo-serviço do SICAR gerido pelo Serviço Florestal Brasileiro. Imóveis que estejam cadastrados nos estados e não tenham sido sincronizados com o SICAR não são contemplados.
  6. Autorizações de supressão de vegetação nativa: as autorizações de uso alternativo e supressão da vegetação, bem como planos de manejo florestal, têm como fonte o SINAFLOR/IBAMA que integra os dados de todos os estados brasileiros, com limitações de atualizações. Para os estados do Pará e Mato Grosso, as informações foram obtidas dos geo-serviço das SEMAs destes estados (https://monitoramento.semas.pa.gov.br/monitoramento/#/sig e http://monitoramento.sema.mt.gov.br/simlam/). As autorizações feitas no âmbito municipal podem estar incompletas, assim como as autorizações emitidas pelos estados anteriores à implementação do SINAFLOR em 2018.
  7. Legalidade, responsabilidade e/ou restrição acerca dos alertas de desmatamento validados e publicados na plataforma: este tipo de avaliação não é feita pelo MapBiomas, cabendo aos usuários (órgãos ambientais, instituições financeiras etc) buscar este tipo de informação junto às autoridades competentes ou aos seus clientes.
  8. Alertas pendentes: o propósito é revisar todos os alertas gerados pelos principais sistemas, no entanto, parte dos alertas pode ter seu processo de validação pendente por motivos diversos (ex. falta de imagem por cobertura de nuvem, excesso de alertas em meses de maior quantidade de desmatamento etc.). A quantidade de alertas pendentes pode variar ao longo do tempo, já que são continuamente produzidos e publicados.
  9. Omissões: o MapBiomas não gera alertas próprios e depende da qualidade dos sistemas que operam em território brasileiro para evitar omissões. O desenvolvimento de novos sistemas de detecção de alertas e a inclusão deles como fonte no MapBiomas Alerta tem reduzido omissões e permitindo a correta identificação dos desmatamentos em todos os biomas.
  10. Alguns alertas foram revisados após a publicação na plataforma e CANCELADOS por motivo de limpeza de pasto ou bordas, silvicultura ou outros. Estes alertas não aparecem nas estatísticas e nem no mapa. Mas, eles continuam no banco de dados da plataforma para consulta por meio dos seus respectivos códigos do alerta.
  11. A iniciativa MapBiomas Alerta está em constante melhoria e atualização para que informações que qualifiquem os alertas (propriedades do SIGEF, imóveis do CAR, limites das Unidades de Conservação, autorização de supressão da vegetação ou uso alternativo do solo, embargos e desembargos, ações de fiscalização, etc.) estejam o mais atualizadas e completas possível. Sempre disponibilizamos a fonte, mês e ano que foram consultadas tais bases para que os(as) usuários(as), quando necessário, possam utilizar as informações oficiais mais atualizadas em suas análises e decisões.

quinta-feira, 13 de novembro de 2025

ICMS Ecológico (ano fiscal 2025) repassados aos municípios do NOF aumentam 10,52% em outubro e recuam 6,33% no acumulado do ano

 

Segundo dados compilados pela Fundação Ceperj, os repasses de ICMS Ecológico para os municípios do Noroeste Fluminense aumentaram 1,12% em janeiro, 5,36% em março e 10,52% em outubro, e recuaram 14,55% em fevereiro, 20,22% em abril, 1,89% em maio, 9,41% em junho, 8,97% em juho, 0,13% em agosto e 19,76% em setembro.

Os porcentuais das variações mensais referentes a cada um dos 13 municípios da região estão expressos no terceiro quadro da tabela abaixo, assim como os valores absolutos dos repasses relativos a 2024 e 2025 se encontram no primeiro e segundos quadros, respectivamente. Idem para o total do estado do Rio de Janeiro.


No acumulado do ano, janeiro a outubro, os repasses caíram 6,39% para os municípios do Noroeste Fluminense e 10,41% para todos os municípios do estado do RJ. Entre os municípios da região, os repasses aumentaram em três municípios, com destaque para Aperibé (25,50%), e recuaram para os outros 10 (Gráfico II)


Os municípios da região receberam de repasses R$ 9,418 milhões (4,48% do total repassados a todos municípios do RJ), que foram distribuídos para cada um dos 13 municípios da região conforme o Gráfico III













terça-feira, 11 de novembro de 2025

Repasses constitucionais de ICMS + ICMS Fundeb a municípios do NOF recuam 9,25% em outubro mas mantém aumento no acumulado do ano de 4,21%

 

Os repasses constitucionais de ICMS + ICMS Fundeb para os municípios do Noroeste Fluminense recuaram -0,98% em janeiro, -2,79% em março, -2,02% em agosto e -9,25% em outubro, e aumentaram 16,49% em fevereiro, 11,38% em abril, 0,94% em maio, 7,31% em junho, 6,56% em julho e 17,76% em setembro.

Os porcentuais relativos a variação 2024-2025, mês a mês, dos repasses efetuados para cada um dos 13 municípios da região estão expressos no terceiro quadro da tabela abaixo, assim como os valores absolutos de repasses referentes a 2024 e 2025 se encontram no primeiro e segundo quadros.

Em relação ao mês anterior, em outubro tais repasses recuaram -10,43%.


No acumulado do ano, janeiro a outubro, os repasses aumentaram 4,21%.

Entre os municípios da região, apenas Itaperuna registrou recuo (-1,11%). Nos demais municípios o aumento variou entre 2,94% e 7,77% (Gráfico II).

Os repasses de ICMS + ICMS Fundeb representam a maior parte do total de repasses aos municípios. Por exemplo, representaram no periodo janeiro a outubro 80,18% para Aperibé, 67,82% para Itaperuna e 77,12% para Miracema.




domingo, 9 de novembro de 2025

Repasses constitucionais do ERJ a Miracema recuam 20,25% em outubro mas mantém aumento no acumulado do ano de 3,26%

 

Conforme o gráfico acima, os repasses constitucionais do estado do RJ a Miracema caíram -6,57% em janeiro, -16,33% em março, -13,34$ em agosto e -20,25% em outubro, e aumentaram 22,19% em fevereiro, 24,44% em abril, 3,84% em maio, 7,01% em junho, 23,27% em julho e 11,03% em setembro na comparação com estes mesmos meses do ano anterior. 

Na comparação com o mês anterior, em outubro recuou -20,15%. 

No acumulado do ano, janeiro a outubro, os repasses a Miracema aumentaram 3,26% ou R$ 949.277,00  na comparação com o mesmo período do ano anterior, o que proporcionou R$ 30,034 milhões aos cosfres públicos do município.