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sábado, 8 de julho de 2023
AGORA É LEI: GOVERNO ESTÁ AUTORIZADO A INSTALAR POUPATEMPO EM MIRACEMA
sexta-feira, 7 de julho de 2023
Royalties repassados aos Municípios do NOF recuam 10% em junho e 8% no primeiro semestre do ano
No primeiro semestre do ano recuou 7,8%. Em valor absoluto são R$ 137.274 milhões distribuídos aos Municípios da região conforme a tabela abaixo.
Os royalties são uma compensação financeira devida à União pelas empresas que produzem petróleo e gás natural no território brasileiro, as quais efetuam o pagamento à Secretaria do Tesouro Nacional (STN), do Ministério da Economia, que é responsável por repassar aos Estados e Municípios os recursos recebidos provenientes dos royalties conforme critérios definidos nas Leis 9.478/1997 e 7.990/1989.
SAÚDE MENTAL
Ministério da Saúde amplia recursos para custeio dos serviços da Rede de Atenção Psicossocial. Conheça as habilitações do Rio de Janeiro
Ação representa aumento de 27% no orçamento. Em 2023, foram habilitados 86 novos serviços e 159 leitos em todo o país
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No Noroeste Fluminense existem 10 unidades do CAPS: Bom Jesus do Itabapoana, Italva, Itaocara, Miracema, Natividade, Porciúncula e Santo Antônio de Pádua (uma unidade do CAPS I para cada um) e Itaperuna (três unidades - CAPS II, CAPS AD e CAPS Infanto-juvenil).
quinta-feira, 6 de julho de 2023
Novo centro de hemodiálise em Campos oferecerá mais opções a pacientes das regiões Norte e Noroeste do RJ
Repasse de recursos da SES-RJ viabilizará novo centro de hemodiálise em Campos dos Goytacazes
Clínica oferecerá mais opções de atendimento a pacientes renais das regiões Norte e Noroeste do estado do Rio
Um centro de hemodiálise será construído em Campos dos Goytacazes com recursos da Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ). De acordo com a Resolução SES Nº 3111, publicada no Diário Oficial no último dia 28 de junho, a SES fará o aporte de R$ 15 milhões para a implantação da unidade.
Anexo ao Hospital Geral de Guarus, no Parque Calabouço, a unidade receberá o nome de Clínica Regional de Hemodiálise Amigos do Rim Francisco Paes Filho, e contará com 60 cadeiras de hemodiálise. O atendimento estará disponível em três turnos. Haverá também oito leitos especiais em locais isolados para pacientes com patologias infecciosas. Assim, um paciente que tenha covid ou hepatite C, por exemplo, e precise fazer hemodiálise, não ficará no salão, mas em local isolado, em leito individualizado. Haverá, ainda, quatro leitos de estabilização para pacientes que tiverem alguma intercorrência, como queda de pressão, durante o tratamento.
A construção e a gestão da unidade ficarão a cargo da prefeitura. O repasse financeiro no valor de R$ 15 milhões será transferido ao Fundo Municipal de Saúde em duas parcelas: a primeira, de 60% do valor total do projeto; a segunda, de 40%, a ser repassada após a prestação de contas parcial, referente aos recursos do aporte inicial. Aos investimentos estaduais, se somarão os municipais, no valor de R$ 719.387,17, totalizando R$ 15.719.387,17.
“Nosso objetivo é promover a melhoria da qualidade no atendimento aos pacientes com insuficiência renal que têm indicação para esse tratamento. Queremos oferecer mais oportunidades de acesso ao SUS no Norte e no Noroeste do nosso estado”, explica o secretário de Estado de Saúde, Dr.Luizinho.
Atualmente, Campos tem 45 pacientes renais inscritos no Sistema Estadual de Regulação (SER) à espera de iniciar o tratamento de hemodiálise. Com o novo centro, a expectativa é que essa espera seja reduzida ao máximo.
A SES-RJ tem trabalhado para ampliar o acesso dos pacientes em hemodiálise ao serviço de transplante renal, com a abertura de novas vagas em hospitais para estes procedimentos.
O Estado do Rio de Janeiro também foi pioneiro no cofinanciamento dos serviços de diálise e está fazendo a complementação da tabela SUS para garantir a continuidade do tratamento renal em clínicas conveniadas. No ano passado, o RJ complementou a tabela SUS do Governo Federal com mais R$ 87 milhões e este ano a complementação prevista é de R$ 110 milhões, com a previsão de aumento de 25% de cadeiras para o tratamento.
quarta-feira, 5 de julho de 2023
Abrasel e Sebrae divulgam soluções gratuitas para capacitar empreendedores do setor de alimentação fora do lar
Abrasel e Sebrae divulgam soluções gratuitas para capacitar empreendedores do setor de alimentação fora do lar
A qualificação visa aumentar a produtividade e lucro das empresas, além de reduzir custos e desperdícios de estabelecimentos de alimentação fora do lar
Com o objetivo de impulsionar o desenvolvimento, a inovação e o crescimento sustentável das empresas do setor de alimentação fora do lar, a parceria entre a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) ganha impulso. O acordo entre as duas entidades prevê programas e iniciativas voltadas para o aprimoramento dos negócios e a capacitação dos empreendedores de bares, restaurantes, lanchonetes e afins. A qualificação é gratuita e para se inscrever, basta acessar o site oficial da parceria Abrasel Sebrae
Os participantes terão acesso a recursos exclusivos, como estudos de mercado, tendências de consumo, estratégias de marketing, uso racional de recursos, inovação, economia circular, gestão financeira, boas práticas de segurança dos alimentos, entre outros.
"Esta parceria entre a Abrasel e o Sebrae é um marco para o setor de alimentação fora do lar no Rio de Janeiro. Com esses recursos e treinamentos gratuitos, estamos dando um passo à frente para impulsionar a produtividade e a inovação para a indústria de bares e restaurantes. A alimentação fora do lar é uma parte vital da economia do estado. Por isso, é fundamental que continuemos investindo e apoiando o desenvolvimento de empreendedores que atuam nessa área. A parceria com o Sebrae é uma grande vitória para todos nós", afirma Pedro Hermeto, presidente da Abrasel RJ.
Para Décio Lima, presidente do Sebrae, essa parceria reforça o compromisso da instituição em apoiar as micro e pequenas empresas, impulsionando a economia local. "Estamos empenhados em fornecer aos empreendedores do setor de alimentação fora do lar as ferramentas necessárias para aprimorar suas habilidades de gestão e enfrentar os desafios do mercado. Juntos, iremos criar um ambiente favorável para o crescimento e o sucesso das empresas do setor", afirma Décio.
Entre os serviços disponíveis no lançamento da parceria, destacam-se um curso online que traz medidas simples e práticas para economizar com a conta de luz nos bares e restaurantes, aumentando os ganhos e a competitividade. Também faz parte um programa composto de ações e ferramentas de marketing para aumentar a presença digital da empresa e explorar as redes sociais para potencializar as vendas. E, por fim, um programa com soluções de gestão de pessoas, processos, marketing, faturamento e finanças, por meio de melhorias rápidas e de alto impacto. Neste último, agentes locais de inovação (ALI) vão pessoalmente às empresas, levando orientações sob medida e acompanhamento contínuo para apoiar a implantação das melhores práticas do mercado.
Para mais informações sobre os cursos e programas oferecidos, e para realizar a pré-inscrição, acesse o site oficial da parceria Abrasel Sebrae
Serviço:
Abrasel e Sebrae divulgam soluções gratuitas para capacitar empreendedores do setor de alimentação fora do lar
Mais informações, acesse o site oficial da parceria Abrasel Sebrae
Para mais informações, acesse o site da Abrasel RJ.
Contato:
Entenda termos como Taxa Selic, Inflação e Cotação do Dólar
Básico em economia: entenda termos como Taxa Selic, Inflação e Cotação do Dólar
O noticiário quase sempre está recheado de termos econômicos, mas também de expressões que mesmo comuns, são desconhecidas por boa parte dos brasileiros. A seguir, dois professores da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP) explicam o que é a Taxa Selic, Inflação e a variação cambial do dólar.
TAXA SELIC E INFLAÇÃO
A Selic, taxa básica de juros da economia brasileira, é fixada pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil. A Taxa Selic é utilizada pelo Banco Central para controlar a inflação, (aumento geral nos preços de bens e serviços em uma economia), e influencia todas as outras taxas de juros do país, como as cobradas em empréstimos. A partir dela, as instituições financeiras definem quanto vão cobrar por empréstimos às pessoas e às empresas.
O Brasil tem a maior taxa de juros reais do mundo, segundo ranking elaborado pela MoneYou e Infinity Asset Management. Nosso País figura em primeiro lugar na lista, com uma taxa de 7,29%, seguido do México, com 6,13%, e da Colômbia, com 5,13%.
Segundo o coordenador do Instituto de Finanças da FECAP, Ahmed El Khatib, os juros altos são uma arma usada por governos para combater a inflação, mas há efeitos colaterais: eles atrapalham o crescimento do país. Além disso, é a principal forma e a mais rápida do governo impactar a economia, uma vez que ela impacta diretamente os mais diversos setores da economia.
“Em um cenário de juros altos, as empresas investem menos, porque custa tomar empréstimos para produção. Isso aumenta o desemprego e piora o consumo. As empresas vendem menos, e então um ciclo negativo se instala (quanto menos vende, menos emprego gera). Essa situação deixa a economia com menos força, o que afeta o PIB (Produto Interno Bruto)”, explica.
Com a taxa Selic baixa, temos uma redução do tamanho da dívida do governo. Quase 40% da dívida total do governo é corrigida pela Selic. Com juros mais baixos, o governo paga menos juros e gasta menos. Por fim, juros mais baixos podem (não é regra) representar prestações do crediário mais suaves para o consumidor. Isso favorece o consumo, pois, ao venderem mais, as empresas produzem mais e, para produzir mais, contratam mais mão de obra e, dessa forma, a economia fica mais aquecida.
DÓLAR
O preço do dólar é expresso por meio da taxa de câmbio, que nada mais é do que a taxa de troca entre duas moedas diferentes. Quem oferta a moeda estrangeira são as instituições que trazem o dinheiro para o País. Pode ser o investidor, o turista, ou o exportador brasileiro que vendeu lá fora e está recebendo em dólar: todos os atores econômicos que têm recebimentos no exterior e trazem a moeda para cá.
Segundo a coordenadora do Núcleo de Estudos da Conjuntura Econômica da FECAP, Nadja Heiderich, nós usamos o dólar como principal moeda para transações com o exterior. O mercado cambial é um mercado como outro qualquer, onde há a oferta e a demanda. Pela união entre oferta e demanda, a gente tem o valor dessa moeda, que é expresso pela taxa de câmbio.
“Eles estão vindo para o Brasil e precisam trocar essa moeda estrangeira. Quem demanda dólar são todas as pessoas que têm obrigações no exterior que precisam trocar reais por dólar para tirar o recurso daqui: uma pessoa que precisa pagar um empréstimo, o importador que precisa pagar em moeda estrangeira, ou o investidor que vai tirar recursos do País”.
E é pelo movimento entre oferta e demanda que temos o valor da moeda. Quanto mais pessoas precisam de moeda estrangeira e sai uma notícia (como medidas econômicas ou crises) que faz os investidores tirarem dinheiro do Brasil por medo do risco de perder investimentos, naturalmente a taxa de câmbio sobe. Por outro lado, se há fluxo mais constante de entrada de dólar no País, a taxa de câmbio baixa.
O valor da moeda americana tem impacto diretamente sobre produtos importados. Outro aspecto é que o dólar aumenta o custo de serviços e da produção de empresas que dependem de insumos importados, afetando toda a cadeia econômica.
Por outro lado, exportadores se beneficiam de taxa de câmbio ao vender seus produtos lá fora. No momento da conversão em reais, recebem mais pela produção. O produto nacional fica mais barato e competitivo lá fora, beneficiando certos setores exportadores aqui dentro.
O ‘brasileiro comum’ vai se sentir afetado por conta de produtos importados que serão mais caros. Itens importados pelo Brasil, como a gasolina, também afetam vários preços. Pode haver repique da inflação, conforme o quanto esses itens representam no consumo dos brasileiros.
Quando há um movimento de brusca elevação, o Banco Central age por meio de swaps cambiais, vendendo a moeda estrangeira para tentar conter a elevação dos preços.
“O regime cambial brasileiro é de flutuação suja, onde a taxa de câmbio é definida pelo mercado, mas o Banco Central interfere para evitar valorização ou desvalorização excessiva. Mas é claro que ele precisa fazer isso com cautela, porque, se sinaliza ao mercado que em qualquer elevação ele vai injetar dólar, os especulares podem articular um movimento chamado de ‘ataque especulativo’ para fazer com que o BC queime as reservas internacionais. Não é sempre que o BC entra no circuito, mas busca fazer isso em momentos críticos”, pontua.
Os especialistas:
Ahmed Sameer El Khatib é doutor em Administração de Empresas, Mestre em Ciências Contábeis e Atuariais pela PUC/SP e graduado em Ciências Contábeis pela USP. É pós-doutor em Contabilidade pela Universidade de São Paulo e pós-doutor em Administração pela UNICAMP. É professor e coordenador do Instituto de Finanças da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP) e professor adjunto de finanças da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).
Nadja Heiderich é Doutora em Ciências (Economia Aplicada) na Universidade de São Paulo. Possui mestrado em Ciências (Economia Aplicada) pela Universidade de São Paulo (2012). Graduada em Ciências Econômicas pela FECAP (2008). Atualmente é professora no Centro Universitário FECAP e coordenadora do NECON FECAP (Núcleo de Estudos de Conjuntura Econômica). Tem experiência na área de Economia, com ênfase em Economia Aplicada, atuando principalmente nos seguintes temas: meio ambiente, modelagem matemática, logística, agronegócio.
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Sobre a FECAP
A Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP) é referência nacional em Educação na área de negócios desde 1902. A Instituição proporciona formação de alta qualidade no Ensino Médio (técnico, pleno e bilíngue), Graduação, Pós-graduação, MBA, Mestrado, Extensão e cursos corporativos e livres.
Diversos indicadores de desempenho comprovam a qualidade do ensino da FECAP: nota 5 (máxima) no ENADE (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes) e no Guia da Faculdade Estadão Quero Educação 2021, e o reconhecimento como melhor centro universitário do Estado de São Paulo segundo o Índice Geral de Cursos (IGC), do Ministério da Educação. Em âmbito nacional, considerando todos os tipos de Instituição de Ensino Superior do País, a FECAP está entre as 5,7% IES cadastradas no MEC com nota máxima.
MERENDA ESCOLAR
MERENDA ESCOLAR
Governo repassa R$ 2,5 bilhões em seis meses para alimentação escolar
Ao longo do ano serão R$ 5,5 bilhões para ajudar a garantir a segurança alimentar de cerca de 40 milhões de estudantes da educação básica pública
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Nos primeiros seis meses do ano, o Governo Federal já repassou R$ 2,5 bilhões para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Após seis anos sem reajuste, o governo aumentou o valor repassado a estados e municípios. Ao longo de 2023, serão R$ 5,5 bilhões para melhoria da alimentação escolar de cerca de 40 milhões de estudantes da educação básica pública em, aproximadamente, 150 mil escolas do país. Os repasses são feitos por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), do Ministério da Educação.
AUMENTO - Para os ensinos médio e fundamental, que representam mais de 70% dos alunos atendidos pelo programa, o reajuste foi de 39%. Para os estudantes da pré-escola e escolas indígenas e quilombolas, o aumento alcançou o patamar de 35%. Para as demais etapas e modalidades, a correção foi de 28%.
Outra iniciativa foi a criação do Pacto Nacional pela Retomada de Obras da Educação Básica, para concluir aproximadamente 3.600 obras de infraestrutura escolar paralisadas ou inacabadas em todo o país. Também no início do ano, foi recriado o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), política voltada para fortalecer a agricultura familiar e garantir segurança alimentar e nutricional à população brasileira, em especial às famílias mais vulneráveis. Pelo PAA, o Governo Federal faz a compra direta de frutas, verduras, legumes e leite de agricultores familiares e direciona para escolas, hospitais, projetos sociais e unidades prisionais.
SEGURANÇA ALIMENTAR - No cenário mundial, o governo vem buscando a segurança alimentar para o país. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou, em abril, da “Cúpula de Segurança Alimentar e Nutricional”, com representantes dos países da América do Sul, em que discutiram soluções para a garantia da segurança alimentar face aos desafios geopolíticos e ambientais presentes; e a dinamização do comércio regional latino-americano.
Na primeira reunião conjunta da cúpula estendida do G7, em maio, no Japão, o Brasil e as outras 14 nações participantes assinaram uma declaração conjunta com uma série de propostas para tentar garantir a segurança alimentar em escala global, em busca de políticas para zerar a fome. O presidente Lula também discutiu o tema da fome e das desigualdades sociais em encontro com o Papa Francisco, no Vaticano, em junho.
Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
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