quinta-feira, 16 de novembro de 2023

Programa Limpa Rio chega a Miracema

Trabalhos de limpeza e desassoreamento já começaram no Ribeirão Santo Antônio e no Ribeirão do Bonito  


Graças a um ofício enviado pela deputada estadual Célia Jordão (PL) ao Vice-Governador do Estado do Rio de Janeiro, e também Secretário de Ambiente e Sustentabilidade, Thiago Pampolha, o município de Miracema começou, esta semana, a ser beneficiado pelo Programa Limpa Rio. A limpeza dos leitos e margens do Ribeirão Santo Antônio e do Ribeirão do Bonito, no distrito de Paraíso do Tobias, vai garantir a retirada de sedimentos, facilitando o curso do rio e evitando enchentes e alagamentos na cidade.

¨O Limpa Rio é um programa importantíssimo para minimizar os impactos causados pelas fortes chuvas que ocorrem, principalmente, no verão. No ano passado, Miracema ficou debaixo d 'água e toda ação que ajude a evitar perdas e transtornos para os moradores deve ser permanente. Agradeço muitíssimo ao Vice-Governador, que atendeu prontamente ao meu pedido, e espero que outras cidades do Norte e Noroeste fluminense sejam brevemente beneficiadas pelo Programa¨, ressaltou Célia Jordão, que, em seu ofício, também solicitou a previsão do Limpa Rio em Santo Antônio de Pádua, Itaperuna, São Fidélis e Cambuci.

No mês passado, o Governo do Estado lançou uma nova fase do Limpa Rio, Programa da Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade executado pelo Instituto Estadual do Ambiente (INEA). Serão 120 pontos de atuação espalhados pelo Estado e 54 máquinas preparadas para minimizar os danos provocados pelas fortes chuvas, atendendo a todos os municípios fluminenses com um investimento total de R$ 250 milhões em serviços de limpeza e desassoreamento de rios e canais.

Só no primeiro semestre de 2023, o Programa beneficiou 401 rios e canais de 50 cidades fluminenses, com a limpeza e o desassoreamento de um trecho de 183 quilômetros de corpos hídricos.

Fonte: Gisele Macedo gisele@a3ascom.com.br

sexta-feira, 10 de novembro de 2023

Governo do RJ promete extinguir lixões clandestinos até o fim de 2024

Da VEJA 

Três grandes vazadouros de lixo urbano foram fechados nesta semana

Por Ramiro Brites
Atualizado em 9 nov 2023, 11h44 - Publicado em 9 nov 2023, 16h30 

O vice-governador do RJ, Thiago Pampolha, visitou Miracema para encerrar 
o lixão clandestino do município. (Prefeitura de Miracema/Divulgação) 

O governo do Rio de Janeiro deu nesta semana um importante passo para combater um problema ambiental histórico do estado: os lixões clandestinos. Os locais irregulares de descarte de lixo de Bom Jesus, Miracema e Porciúncula foram desativados.

No caso de Bom Jesus do Itabapoana, por exemplo, o lixão funcionou por cerca de três décadas. Apesar de não serem conveniadas com órgãos ambientais, os locais eram usados pelas prefeituras como uma solução barata para o descarte de resíduos, como é o caso de Miracema.  

“Em função da queda drástica da arrecadação municipal nos últimos anos fez-se necessária a adoção de medidas para redução de gastos na gestão integrada de resíduos sólidos urbanos levando a reativaçãodo vazadouro”, disse a diretora de Meio Ambiente do município, Débora Magdaleno. 

O Programa Compra de Lixo Tratado é uma parceria do governo do Estado com as prefeituras para o descarte correto de resíduos. O vazadouro de Teresópolis também já havia sido desativado e o objetivo é erradicar os lixões clandestinos de todo o Rio de Janeiro até o fim de 2024. 

“O governo estadual entra como apoiador das prefeituras com o pagamento de um percentual para encerrar definitivamente o lixão”, explicou o vice-governador e Secretário do Meio Ambiente, Thiago Pampolha.


quarta-feira, 8 de novembro de 2023

Royalties de petróleo repassados aos Municípios do Noroeste Fluminense recuam 9,7% em outubro e 14,1% no acumulado do ano


Em  outubro, a arrecadação dos royalties de petróleo nos Municípios do Noroeste Fluminense caiu -9,7% na comparação com o mesmo mês de 2022, o que determinou o valor absoluto distribuído aos Municípios da região em R$ 25,338  milhões, conforme a tabela abaixo. 

Na comparação com o mês anterior (setembro/23) aumentou 8,3%.

No acumulado do ano até outubro recuou -14,1%. Em valor absoluto são R$ 226,891 milhões distribuídos aos Municípios da região conforme a tabela abaixo.

Os royalties são uma compensação financeira devida à União pelas empresas que produzem petróleo e gás natural no território brasileiro, as quais efetuam o pagamento à Secretaria do Tesouro Nacional (STN), do Ministério da Economia, que é responsável por repassar aos Estados e Municípios os recursos recebidos provenientes dos royalties conforme critérios definidos nas Leis 9.478/1997 e 7.990/1989.  



Metas alcançadas pelos Municípios do Noroeste Fluminense no Programa de Qualificação da Ações de Vigilância em Saúde 2022

Aperibé, Miracema, Natividade e Porciúncula alcançaram o maior número de metas na região (4 cada um), em seguida Itaperuna, Santo Antônio de Pádua, São José de Ubá e Varre-Sai (3 cada um).

O Programa de Qualificação da Ações de Vigilância em Saúde (PQA-VS) representa um marco para a Vigilância em Saúde por definir compromissos e responsabilidades para as três esferas de governo: a federal, com financiamento e apoio técnico, a estadual e a municipal, buscando induzir a implementação de iniciativas que garantam a melhoria das ações de vigilância em saúde. Assim, compõe o conjunto de iniciativas do Ministério da Saúde para o aperfeiçoamento do Sistema Único de Saúde (SUS), voltadas para a garantia do acesso integral a ações e serviços de qualidade, de forma oportuna, contribuindo para a melhoria das condições de saúde da população, para redução das iniquidades e para a promoção da qualidade de vida dos brasileiros.

O Programa busca induzir a implementação de ações que garantam a consecução das metas estabelecidas, tendo como diretrizes: ser um processo contínuo e progressivo de melhoria das ações de vigilância em saúde, envolvendo a gestão, o processo de trabalho e os resultados alcançados pelos estados, Distrito Federal e municípios; e, estimular a gestão baseada em compromissos e resultados, expressos em metas de indicadores pactuados.

Como funciona: Hoje, o programa conta com adesão espontânea de todos os estados e municípios do Brasil, sendo cada município classificado de acordo com seu porte populacional e desempenho no alcance de metas para o cálculo do incentivo financeiro, assim, busca-se equidade na definição dos critérios de avaliação municipal. Para os estados, o desempenho no programa é avaliado de acordo com o desempenho de seus municípios.

Indicadores: Os indicadores pactuados no programa foram selecionados levando-se em conta sua relevância para o Sistema Nacional de Vigilância em Saúde e Ambiente. Em conjunto, eles evidenciam um panorama das principais ações da Vigilância em Saúde e Ambiente, indicando potencialidades a serem exploradas, ou entraves à sua plena realização. 



Link para os resultados finais PQA-VS 2022

terça-feira, 31 de outubro de 2023

Nível da gestão fiscal do Noroeste Fluminense está abaixo da média estadual, aponta Firjan

Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF) ressalta que os problemas dos municípios estão relacionados a questões estruturais. Por isso, a Federação das Indústrias pontua que a distribuição de mais receita não é uma solução sustentável

Campos dos Goytacazes, 31 de outubro de 2023

O Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF), elaborado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), aponta que os municípios do Noroeste Fluminense estão, em média, em situação crítica no que se refere à capacidade de autonomia financeira e de investimentos – o que deixou o IFGF Geral da região abaixo da média estadual. Aperibé e Varre-sai, por exemplo, apresentaram alguns dos piores índices do estado, mesmo num contexto econômico favorável.

“O IFGF nos traz um retrato das gestões públicas da região para que tomemos a dianteira das tão urgentes reformas estruturais. Sem capacidade de investimento, não há perspectiva de desenvolvimento local. Não há outra solução que não seja a modernização do setor público, para que tenhamos um ambiente de negócios competitivo e possamos atrair mais indústrias e gerar empregos na região”, disse o presidente da Firjan Noroeste Fluminense, José Magno Vargas Hoffmann.

Nesta edição do estudo foram analisadas as contas de 5.240 municípios brasileiros, com dados oficiais de 2022 – últimos disponíveis. Com pontuação que varia de zero a um, o índice é composto pelos indicadores de “Autonomia”, “Gastos com Pessoal”, “Liquidez” e “Investimentos”. Após a análise de cada um deles, a situação dos municípios é considerada crítica (resultados inferiores a 0,4 ponto), de dificuldade (resultados entre 0,4 e 0,6 ponto), boa (resultados entre 0,6 e 0,8 ponto) ou de excelência (resultados superiores a 0,8 ponto).

O IFGF Geral do Noroeste Fluminense foi de 0,5496 ponto, resultado abaixo do observado no estado do Rio (0,6062). O índice foi influenciado por dados como o de IFGF Autonomia (0,2256 ponto), que verifica se as receitas oriundas da atividade econômica suprem os custos para manter a Câmara de Vereadores e a estrutura administrativa da prefeitura. Na média, os municípios do Noroeste Fluminense apresentaram desempenho significativamente inferior aos demais do estado no indicador.

Outro dado preocupante é o do IFGF Investimentos, que mede a parcela da receita destinada aos investimentos públicos: a região registrou 0,2033 (situação crítica). Os impactos desse resultado são sociais e econômicos, visto que essas despesas têm inerentemente a capacidade de gerar bem-estar para a população e melhoria do ambiente de negócios local.

Os resultados negativos acionam o alerta diante do contexto econômico positivo analisado (2022), relacionado à recuperação do PIB no pós-pandemia e à alta inflação, uma conjuntura atípica que proporcionou forte aumento das receitas. Este cenário, todavia, influenciou positivamente outros índices como o IFGF Gastos com Pessoal, que mede quanto da receita dos municípios está comprometida com pagamento de pessoal; e o IFGF Liquidez, que avalia se as prefeituras apresentam recursos em caixa para cumprimento das obrigações financeiras de curto prazo. Eles apresentaram, respectivamente 0,9063 e 0,8630 ponto (excelência).

Mas, apesar dos dados positivos em 2022, a análise histórica de Gastos com Pessoal, por exemplo, mostra que permanecem alguns fatores de risco para a sustentabilidade fiscal: o caráter obrigatório das despesas de pessoal; a influência de decisões tomadas em âmbito federal que representem em aumento dos gastos obrigatórios; e o desequilíbrio das contas previdenciárias. Devido a esses elementos, nos períodos de forte crescimento da receita, como ocorreu em 2022, as contas parecem equilibradas, e nos períodos de redução, há insustentabilidade e demanda por mais transferências de recursos para cumprir com as despesas obrigatórias infladas. Ainda assim, a região registrou média abaixo da observada no estado do Rio.

Índices por município

Dessa forma, apoiados também pelo cenário econômico favorável, Itaperuna e Cambuci foram os únicos da região que apresentaram boa situação fiscal no ano – ficaram, respectivamente, em 35º e 36º no ranking estadual. Ambos se destacaram principalmente com resultado excelente no indicador de Gastos com Pessoal e nota máxima em Liquidez.

A situação econômica de 2022 favoreceu também os indicadores de Gastos com Pessoal e Liquidez dos municípios de Porciúncula e São José de Ubá, mas não foi suficiente para melhorar o nível de investimentos e a capacidade de arrecadar recursos com a economia local.

São José de Ubá, Aperibé e Varre-Sai registraram nota zero em Autonomia, ou seja, as receitas geradas com arrecadação local não foram suficientes para custear a estrutura administrativa municipal. Esses fatores influenciaram para que o município de Aperibé ocupasse a 80ª posição no ranking dos 81 municípios fluminenses que tiveram as contas de 2022 analisadas.

“Os dados mostram que esse debate sobre a situação fiscal dos municípios e a necessidade de reformas estruturais é fundamental para o desenvolvimento socioeconômico sustentável. Os gestores precisam ter em mãos os instrumentos necessários para administrar de forma eficiente os recursos públicos nas mais diversas situações econômicas e assim superar as precariedades locais”, explica Jonathas Goulart.


segunda-feira, 30 de outubro de 2023

Noroeste Fluminens abre 328 vagas de emprego formal em setembro e 1.811 no acumulado do ano


Em setembro, o Noroeste Fluminense criou 328 vagas com carteira assinada (+188 na microrregião Itaperuna e 140 na microrregião Santo Antônio de Pádua). 

Itaperuna destacou-se com a criação de 82 vagas, em seguida Bom Jesus do Itabapoana (78), Aperibé (76), Miracema (32), Natividade (19), Itaocara (18), Santo Antônio de Pádua (11), Cambuci e Varre-Sai  (8 cada um) e Porciúncula (6). Italva admitiu e demitiu o mesmo número de vagas, enquanto Laje do Muriaé e São José de Ubá registraram saldo negativo (-5 cada um).

O Grupamento de atividade econômica serviços destacou-se com abertura de 274 vagas (+187 na microrregião Itaperuna e +87 na microrregião Santo Antônio de Pádua), em seguida comércio, com 97 vagas (+63 na microrregião Itaperuna e +34 na microrregião Santo Antônio de Pádua).

No acumulado do ano até setembro, a região criou 1.811 vagas (+1.402 na microrregião Itaperuna e +409 na microrregião Santo Antônio de Pádua). 

Itaperuna liderou com a criação de 1.053 vagas, em seguida Bom Jesus do Itabapoana (278), Santo Antônio de Pádua (172), Itaocara (98), Miracema (78), Laje do Muriaé (54), Cambuci (46), Varre-Sai (43), Aperibé (24) e Italva (13). Natividade, São José de Ubá e Porciúncula registraram saldo negativo, -3, -9 e -36, respectivamente.
 
O Grupamento de atividade econômica Indústria destacou-se com abertura de 719 vagas (+541 na microrregião Itaperuna e +178 na microrregião Santo Antônio de Pádua), em seguida Serviços, com 653 vagas (+491 na microrregião Itaperuna e +162 na microrregião Santo Antônio de Pádua) e Comércio, com 407 (+260 na microrregião Itaperuna e +147 na microrregião Santo Antônio de Pádua). 

Municípios compreendidos na microrregião Itaperuna: Bom Jesus do Itabapoana, Italva, Itaperuna, Laje do Muriaé, Natividade, Porciúncula e Varre-Sai; e na microrregião Santo Antônio de Pádua: Aperibé, Cambuci, Itaocara, Miracema, Santo Antônio de Pádua e São José de Ubá.



sexta-feira, 27 de outubro de 2023

Gestores do Rio de Janeiro podem solicitar investimentos em saúde até 10 de novembro

Ministério da Saúde disponibilizou um manual de orientações para apoio dos gestores locais, com o passo a passo de inscrição em cada uma das dez estratégias disponíveis

O Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) está com inscrições abertas até o dia 10 de novembro para que estados e municípios possam solicitar investimentos em saúde. Cerca de R$ 9,9 bilhões serão destinados aos projetos nesta primeira etapa. O Ministério da Saúde disponibilizou um manual de orientações para apoio dos gestores locais, com o passo a passo de inscrição em cada uma das dez estratégias disponíveis.

Inscreva-se!

Saiba mais sobre os eixos de investimento: 

ATENÇÃO ESPECIALIZADA 

  • Maternidades

Maternidades são estabelecimentos de saúde de média e alta complexidade que prestam assistência à mulher, gestante, puérpera e recém-nascido, realizando internação hospitalar, atendimento ambulatorial e de urgência e emergência ginecológica e obstétrica 24 horas. 

A seleção de propostas considerará os índices de mortalidade materna e aspectos relacionados à regionalização dos serviços. O principal objetivo é diminuir a mortalidade materna. Os recursos poderão ser repassados por meio de convênio, no caso de obra pública, com auxílio da Caixa Econômica Federal, ou por meio de instrumento próprio, no caso de o ente optar por realizar Parceria Público Privada (PPP) com aporte de recursos. 

O Ministério da Saúde disponibilizará projetos padronizados a fim de facilitar a execução do processo, e todos eles deverão incluir Centros de Parto Normal em sua estrutura. Serão selecionadas 30 propostas de maternidades, totalizando investimento de R$ 3,84 bilhões. 

  • Centros de parto normal

Os critérios para esta seleção contemplam as macrorregiões de saúde com maior índice de mortalidade materna. Outro critério é possuir maternidade de referência que possa recepcionar a unidade de Centro de Parto Normal. Serão selecionados 30 projetos de CPN pelo Ministério da Saúde, totalizando R$ 90 milhões nesta seleção. 

  • Policlínicas

As Policlínicas Regionais são unidades especializadas de Apoio Diagnóstico, com serviço de consultas clínicas, médicos de especialidades diferentes (definidas com base no perfil epidemiológico da população da região), realização de exames gráficos e de imagem com fins diagnósticos e oferta de pequenos procedimentos. 

O Ministério da Saúde disponibilizará projetos padronizados a fim de facilitar a execução do processo. Para esta modalidade de seleção, serão levados critérios como vulnerabilidade socioeconômica da região e vazios assistenciais de policlínicas regionais. Serão selecionadas 54 propostas, totalizando investimento de R$ 1,026 bilhão. 

  • Novas ambulâncias do SAMU

As ambulâncias do SAMU atendem a chamadas de emergência relacionadas a situações de saúde, acidentes e outros eventos que exijam assistência médica imediata. A expansão das ambulâncias do SAMU 192 no Novo PAC, junto com a implantação de novas CRUs, tem como objetivo universalizar o acesso ao serviço no país, melhorando o atendimento pré-hospitalar de urgência e emergência para a população. Serão priorizados nos critérios para seleção regiões com vazio assistencial parcial na cobertura do SAMU das centrais já existentes. Serão selecionadas propostas para distribuição de 350 ambulâncias, totalizando R$ 175 milhões. 

  • Centrais de Regulação do SAMU

As Centrais de Regulação de Urgências (CRUs) são unidades físicas responsáveis por coordenar e regular o atendimento de urgência e emergência médica em uma determinada região ou área de abrangência do SAMU. Há regiões do Brasil que ainda não estão cobertas por nenhuma CRU. Para universalizar o serviço, algumas regiões precisam construir e implantar a CRU para que possa existir o SAMU. Serão selecionadas propostas para construção de 8 novas centrais, de acordo com o vazio assistencial na cobertura do SAMU. As regiões contempladas terão garantida a entrega futura de ambulâncias para sua atuação. Os CRUs terão R$ 2,8 milhões de investimento. 

  • Centros Especializados em Reabilitação

Os Centros Especializados em Reabilitação (CER) são pontos de atenção ambulatorial especializados que realizam diagnóstico, tratamento, reabilitação, habilitação, concessão, adaptação e manutenção de tecnologia assistiva. O objetivo do Novo PAC é ampliar a capacidade instalada dos CERs em 16,5%. As unidades poderão ser construídas a partir de projetos padrão disponibilizados pelo Ministério da Saúde. Para esta modalidade de seleção serão destinados R$ 146 milhões na seleção de 19 projetos. 

  • Oficinas ortopédicas

As Oficinas Ortopédicas são unidades de saúde especializadas que têm como principal objetivo a produção, adaptação e manutenção de dispositivos ortopédicos, como próteses, órteses e outros equipamentos auxiliares, para atender às necessidades de pessoas com deficiência. O objetivo do PAC é ampliar a capacidade instalada das Oficinas Ortopédicas em 25%. Para isso, serão investidos R$ 13,3 milhões em 12 propostas nesta seleção. 

  • Centros de Atenção Psicossocial

Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) atendem pessoas de todas as faixas etárias que apresentam transtornos mentais graves e persistentes, incluindo aqueles relacionados ao uso de álcool e outras drogas. A meta do novo PAC é beneficiar 6,4 milhões de pessoas. Nesta seleção, serão selecionadas 75 propostas, com investimento de mais de R$ 154 milhões na expansão do serviço. 

ATENÇÃO PRIMÁRIA 

  • Unidades Básicas de Saúde

O Novo PAC propõe um novo modelo de UBS, com salas preparadas para teleconsulta, mais consultórios, salas para equipes multiprofissionais e sustentabilidade ecológica e ambiental. As unidades serão construídas a partir de projetos padrão e financiadas mediante transferências Fundo a Fundo. A seleção considerará critérios relacionados aos vazios assistenciais na cobertura da atenção primária. Serão investidos R$ 4,23 bilhões nessa ação, que selecionará 1,8 mil propostas neste momento. 

  • Unidades Odontológicas Móveis

As Unidades Odontológicas Móveis (UOMs) são veículos equipados para fornecer atendimento odontológico em áreas remotas ou de difícil acesso, onde o cuidado em saúde bucal pode ser limitado. Serão selecionados 202 interessados nesta etapa, totalizando R$ 103,8 milhões em investimentos. 

Ministério da Saúde