Fauna observada na natureza em Miracema - I


1. Introdução

2. Fauna ameaçada de extinção e quase ameaçada registrada em Miracema

3. Notas

4. Resumo das espécies catalogadas

5. Pranchas com fotos das espécies observadas na natureza em Miracema

6. Fotos de animais silvestres atropelados em Miracema (está na Fauna - II)

7. Fotos de animais silvestres resgatados na zona urbano de Miracema para serem soltos em seus hábitats ou nas unidades de conservação ambiental do município (está na Fauna - II)

Rolamento automático/localização: copiar e colar na caixa um dos itens de 1 a 5 e apertar FIND

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1. Introdução

Nesta página foram reunidas as fotos da fauna tiradas na natureza em Miracema, nestes últimos anos. Além de animais como primatas, quati, tamanduá, lagartos e cobras, também foram catalogados os insetos e outros invertebrados como abelhas, vespas, moscas, libélulas, gafanhotos, besouros e grilos, assim como os aracnídeos. As páginas Pássaros observados na natureza em Miracema e Borboletas e mariposas observadas na natureza em Miracema são complementos desta página.

Este levantamento tem o intuito de dar  contribuição à manutenção e preservação da fauna existente nos remanescentes da Mata Atlântica que sobraram no município de Miracema. Sabemos da importância da fauna na manutenção e restauração dos ambientes naturais, principalmente nas florestas tropicais, onde cerca de 90% das espécies vegetais arbóreas têm suas flores polinizadas e suas sementes dispersas por animais (os principais polinizadores são as abelhas, vespas, mariposas, borboletas, besouros, morcegos e beija-flores). A dispersão das sementes está associada em muitos casos à interação com aves e mamíferos, ao que é chamado de zoocoria.

Localização dos primatas em Miracema
Além dos primatas, cujas fotos são exibidas no item 5 (guigó, sagui-da-serra-escuro e macaco-prego), tem relatos de observação do bugio ou barbado (Alouatta) no 2º distrito, Paraíso do Tobias, e gravação de áudio da vocalização na Serra de Santo Antônio (Ventania de Cima/ RVS da Ventania). Também foi gravado áudio da vocalização do guigó na Mata do Conde. Ainda foi observado por mim na APA Miracema/RVS da Ventania gato-mourisco, Herpailurus yagouaroundi (ameaçado de extinção como "Vulnerável" - Portaria MMA 148/2022), mas não consegui foto.
 
Em 06/02/2016 fui testemunho de rugido de onça na APA Miracema (link aqui). Em 18/02/2020 foi fotografada uma onça parda no RVS da Ventania (ver código 02.02.02 do item 5 a seguir). Em 30/06/22, uma fêmea e jovem de onça-parda foi atropelada na RJ-116, no trecho  Miracema - Santo Antônio de Pádua, nas proximidades da divisa entre os dois municípios  (ver fotos do item 6 - Animais silvestres atropelados em Miracema). O atropelamento ocorreu no mesmo trecho da estrada que foi atropelado um lobo-guará, em 03/09/20.

Em 02/05/2021 foi registrada a espécie ameaçada de extinção sagui-da-serra-escuro, Callitrix aurita, sendo predada pela maior coruja brasileira, Jacurutu, Bubo virginianus (Link para artigo científico publicado na revista Regnella Scientia). Possivelmente, este registro possa ser de um novo item alimentar deste predador.

Tem também registros de lobo-guará na zona urbana do município e nas proximidades: 

Assim como tem lobo-guará encontrado morto na RJ-116, próximo da divisa de Miracema com Santo Antônio de Pádua, provavelmente vítima de atropelamento, em 03/09/20 (ver fotos no item 6 - Animais silvestres atropelados em Miracema).
 
No item 6, mostramos fotos de animais silvestres que, infelizmente, foram mortos em Miracema por atropelamento, para que sirva de alerta às autoridades ambientais para sinalizar os locais.

No item 7, mostramos algumas fotos de animais silvestres regastados pela Defesa Civil de Miracema na zona urbano para serem soltos em seus hábitats ou nas unidades de conservação ambiental do município. A intenção é demonstrar a necessidade e benefícios da vegetação no entorno da cidade (1º distrito), assim como na criação de corredores ecológicos para propiciar a interligação dos fragmentos de matas e a interação da vida selvagem. Isto porque Miracema situa-se afunilada dentro de um vale e depende destas vegetações, que prestam serviços ambientais importantes, como:
a) a proteção de mananciais hídricos;
b) a contenção de encostas;
c) a temperatura do solo e a regulação do clima, já que regiões arborizadas podem reduzir a temperatura em até 2º C e manter o ar mais limpo. Estudos mostram que a copa das árvores intercepta cerca de 20% da água das chuvas. Sem elas as enchentes e desmoronamentos seriam mais destrutivos.


2. Fauna ameaçada de extinção e quase ameaçada registrada em Miracema

Os códigos nos itens 4 e 5 em vermelho nas páginas Pássaros observados na natureza em Miracema - I e II significam que a espécie está ameaçada ou quase ameaçada de extinção:
Somadas as espécies ameaçadas segundo a IUCN com as da Lista da Fauna Oficial Ameaçada de Extinção no Estado do Rio de Janeiro, são 10 espécies ameaçadas de extinção e duas quase ameaçadas, sendo o 1) falcão-de-peito-laranja, Falco Deiroleucus, o mais ameaçado (CR - "Em Perigo Crítico"); em seguida 2) águia-cinzenta, Urubitinga coronata, e 3) coleiro-do-brejo, Sporophyla collaris (EN/EP - "Em Perigo"); e 4) gavião-pato, Spizastur melanoleucus5) pato-do-mato, Cairina moschata, 6) biguatinga, Anhinga anhinga7) cuitelão, Jacamaralcyon tridactyla, 8) araçari-de-bico-branco, Pteroglossus aracari, 9gavião-pombo-pequeno, Amadonasthur acermulatus, e 10) chauá, Amazona rhodocorytha (VU - "Vulneravel").
Obs.: o Falcão-de-peito-laranja foi considerado apenas na lista estadual e teve a categoria de ameaça PE ("Provavelmente extinto") transformada em CR ("Em Perigo Crítico de Extinção"), para efeito deste trabalho, assim como o cuitelão que foi considerado somente na lista estadual.

Quase ameaçados (VU): 1) maracanã, Primolius maracana, e 2) gavião-pombo-grande, Pseudastur polionotus.

Os códigos em vermelho nos itens 4, 5, 6 e 7 desta página (Fauna observada na natureza em Miracema - I ) e da continuação (Fauna observada na natureza em Miracema - II ) significam que a espécie está ameaçada (ou quase) de extinção, conforme as Lista Vermelha das Espécies Ameaçadas da IUCN 2023Lista Vermelha do ICMBio 2018Lista Vermelha do MMA 2022 ou Lista Oficial da Fauna Ameaçada de Extinção no Estado do Rio de Janeiro - Portaria SEMA-RJ nº 1, de 04/06/1998São sete espécies classificadas como ameaçadas e três como quase ameaçadas.

Somadas as espécies ameaçadas e quase ameaçadas de extinção descritas nas páginas Pássaros observados na natureza em Miracema - I e II e Fauna observada na natureza em Miracema - Ipassam a ser 17 espécies ameaçadas de extinção e cinco quase ameaçadas que foram registradas em MiracemaSendo o 1) falcão-de-peito-laranja, Falco Deiroleucus, o mais ameaçado (CR - "Em Perigo Crítico"); em seguida 2) sagui-da-serra-escuro, Callitrix aurita, 3) aruá-do-mato, Megalobulimus parafragilior, 4) águia-cinzenta, Urubitinga coronata, e 5) coleiro-do-brejo, Sporophyla collaris (EN - "Em Perigo"); e 6) chauá, Amazona rhodocorytha7) gavião-pombo-pequeno, Amadonasthur acermulatus, 8) bugio-ruivo, Alouatta guariba clamitans, 9) lobo-guará, Chrysocyon brachyurus10) paca, Cuniculus paca11) onça-parda, Puma concolor12) jaguatirica, Leopardus pardalis13) cuitelão, Jacamaralcyon tridactyla, 14) gavião-pato, Spizastur melanoleucus15) pato-do-mato, Cairina moschata16) biguatinga, Anhinga anhinga, e 17) araçari-de-bico-branco, Pteroglossus aracari (VU - "Vulnerável"). 

"Quase ameaçados" (NT): 1) Guigó ou sauá, Callicebus negrifrons2) macaco-prego, Sapajus nigritus3) lontra neo-tropical, Lontra longicaudis, 4) gavião-pombo-grande, Pseudastur polionotus e 5) maracanã, Primolius maracana.

São 11 espécies ameaçadas ou quase ameaçadas de extinção enquadradas na lista internacional (IUCN), duas na lista nacional (ICMBio) e nove na lista estadual (UERJ).
Obs.: 
a) O falcão-de-peito-laranja foi considerado apenas na lista estadual e teve a categoria transformada de PE ("Provavelmente Extinto") para CR ("Em Perigo Crítico de Extinção"), para efeito deste trabalho, por ter sido observado em 2012 e 2021 no Estado do Rio de Janeiro;
b) O lobo-guará foi considerado apenas na lista nacional do ICMBio; e
c) O cuitelão foi considerado apenas na lista estadual da UERJ.

Filo
Classe
Ordem
Família
Nome comum

Espécie

Categoria da Ameaça

IUCN 2023

ICMBio 2018

MMA 2022

UERJ 1998

Cat.

Última avaliação

Cat

Última avaliação

Chordata

Mammalia

Primates

Atelidae

1

Bugio-ruivo

Alouatta guariba clamitans Cabreira, 1990

VU

2016

VU

2013

VU

-

Callittrichidae

2

Sagui-da-serra-escuro

Callithrix aurita (É. Geoffroy Saint Hilaire, 1812)

EN

2015

EN

2013

EN

VU

Cebidae

3

Macaco-prego

Sapajus nigritus (Goldfuss, 1809)

NT

2015

NT

2013

-

-

Pitheciidae

4

Guigó ou sauá

Callicebus nigrifrons (Spix, 1823)

NT

2015

LC

2013

-

-

Carnivora

Canidae

5

Lobo-guará

Chrysocyon brachyurus (Llliger, 1815/Smith, 1839)

NT (2)

2015

VU

2012

VU

-

Mustelidae

6

Lontra neo-tropcal

Lontra longicaudis (Olfers, 1818)

NT

2020

NT

2012

-

-

Felidae

7

Jaguatirica

Leopardus pardalis (Linnaeus, 1758)

LC

2014

LC

2012

-

VU

8

Onça-parda

Puma concolor (Lineu, 1771/William Jardine 1834)

LC

2014

VU

2012

-

-

Rodentia

Cuniculidae

9

Paca

Cuniculus paca (Linnaeus, 1766)

LC

2014

LC

2016

-

VU

Aves

Anseriformes

Anatidae

10

Pato-do-mato

Cairina moschata (Linnaeus, 1758)

LC

2018

LC

2012

-

VU

Accipitriformes

Accipitridae

11

Gavião-pombo-pequeno

Amadonastur lacernulatus (Temminck, 1827) (IUCN: Buteogallus lacernulatus (Temminck, 1827))

VU

2016

VU

2014

VU

VU

12

Águia-cinzenta

Urubitinga coronata (Vieillot, 1817) (IUCN: Buteogallus coronatus (Vieillot, 1817))

EN

2016

EN

2014

EN

-

13

Gavião-pombo-grande

Pseudastur polionotus (Kaup, 1847)

NT

2021

NT

2014

-

-

14

Gavião-pato

Spizastur melanoleucus (Vieillot, 1816)

LC

2020

-

-

-

VU

Falconiformes

Falcomidae

15

Falcão-de-peito-laranja

Falco Deiroleucus (Temminck, 1825)

NT (1)

2016

LC

2014

-

PE (3)

Galbuliformes

Galbulidae

16

Cuitelão

Jacamaralcyon tridactyla (Vieillot, 1817)

NT (1)

2020

NT

2014

-

VU

Passeriformes

Thraupidae

17

Coleiro-do-brejo

Sporophila collaris (Ridgway, 1901)

LC

2016

LC

2014

-

EP

Psittaciforme

Psittacidae

18

Maracanã

Primolius maracana (Vieillot, 1816)

NT

2016

NT

2012

-

-

19

Chauá

Amazona rhodocorytha (Salvadori, 1890)

VU

2017

VU

2014

VU

VU

Piriformes

Ramphastidae

20

Araçari-de-bico-branco

Pteroglossus aracari (Linnaeus, 1758)

LC

2016

LC

2014

-

VU

Suliformes

Anhingidae

21

Biguatinga

Anhinga anhinga (Linnaeus, 1766)

LC

2016

LC

2014

-

VU

Molusca

Gastropoda

Caenogastropoda

Megalobulimidae

22

Caracol-gigante

Megalobulimus parafragilior Leme & Indrusiak, 1990

EN

1996

DD

2014

-

-

Legenda das categorias: “Pouco Preocupante” – LC para IUCN e ICMBio; “Quase Ameaçada” – NT para IUCN e ICMBio; “Vulnerável a Extinção” – VU para IUCN, ICMBio, MMA e UERJ; “Em Perigo de Extinção” – EN para IUCN, ICMBio e MMA, e EP para UERJ; “Provavelmente Extinto” – PE para UERJ.

. IUCN 2023 - Lista Vermelha das Espécies Ameaçadas da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos.Recursos Naturais (IUCN, sigla em inglês);

. ICMBio 2018 - Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção do Instituto Chico Mendes para a Conservação da Biodiversidade;

. MMA 2022 – Lista Oficial da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção do Ministério do Meio ambiente; e

. UERJ 1998 - Lista Oficial da Fauna Ameaçada de Extinção no Estado do Rio de Janeiro da Universidade Estadual do Rio de Janeiro.

____________________________

(1) Foi considerado somente na lista da UERJ
(2) Foi considerado somente na lista do ICMBio
(3) A categoria foi transformada de “PE” ("Provavelmente Extinto") em “CR” ("Em Perigo Crítico de Extinção”), para efeito deste trabalho, por ter sido observado em 2012 e 2021 no Estado do Rio de Janeiro, conforme registros no WikiAves. 

Ainda temos a cobra-de-vidro,  Ophiodes striatus (Spix, 1825), categorizada como DD ("Dados Insuficientes") na Lista Vermelha do ICMBio 2018. A categoria “Dados Insuficientes” não é, portanto, uma forma de descrever o grau de risco da espécie, pois trata-se do reconhecimento de que são necessárias mais informações e que uma investigação futura irá mostrar que a classificação ameaçada é apropriada ou não.


3. Notas

1. Nem todos os animais das fotos que constam no presente trabalho foram identificados, mas contamos com a inestimável ajuda das pessoas que vierem a visitar a página, e puderem colaborar, para fornecer os nomes dos animais ainda não identificados. Por exemplo, o macaco guigó ou sauá, macaco prego, assim como o lagarto cobra-de-vidro, foram identificados por visitantes na página. Além de pesquisas feitas pelo próprio blogueiro na busca das identificações dos animais, recebemos muita ajuda de integrantes de grupos  no Facebook, dos quais o blogueiro faz parte. São eles: Insetos do Brasil; Fotonaturalistas - Répteis e Anfíbios; Fotonaturalistas - Aracnídeos; Herpetologia Brasileira; Papas Moscas do Brasil; Vestígios de Animais Silvestres; e Moluscos Continentais - Pesquisa e Conservação no Brasil e América do Sul.

2. Visando tornar mais leve e ágil às respostas de pedido de acesso, em 22/04/21 esta página foi desmembrada em duas partes, sendo que na parte I, que continua sendo esta presente página, foram relacionadas as fotos do item 5 (Pranchas com fotos das espécies observadas na natureza em Miracema) referentes as espécies dos códigos 01.01.01 a 51.08.01 e na parte II as dos códigos 51.11.01 a 71.01, e os itens 6 (Fotos de animais silvestres atropelados em Miracema) e 7 (Fotos de animais silvestres resgatados na zona urbana de Miracema pela Defesa Civil para serem soltos em seus habitas ou nas unidades de conservação do município). Link para a parte II. Mas, mesmo assim com as páginas divididas, o consulente desejar respostas mais ágeis ainda poderá aceder a página Opções de aceder por partes à fauna e à flora observadas na natureza em Miracema.

3. Em 21/06/2021, a página foi reorganizada para agrupar as fotos das espécies referentes ao mesmo Filo, Classe, Ordem e Família. Para isso, o código foi alterado para a seguinte reestruturação: XX.XX.XX, onde:

XX  -  Ordem
.
XX  -  Família
.
XX   -  Espécie 

Obs.: o código facilita a vinculação da épécie às categorias taxonômicas anteriores, nas fotos exibidas nos itens 5, 6 e 7.

4. Direção das fotos nas pranchas dos itens 5, 6 e 7:


5. Na página Flora da Mata Atlãntica e outras observadas na natureza em Miracema tem as designações geográficas das localidades citadas nos rodapés das fotos dos animais exibidos nos itens 5, 6 e 7.

6. As fotos no item 5 - Pranchas com fotos das espécies observados na natureza em Miracema - são de autoria de Helcio Granato Menezes, exceto: 
a) as do macaco prego - as duas primeiras fotos foram tiradas por Humberto Toscano e as 3ª e 4ª foram capturadas de vídeo feito por Carlos Moreira Nunes
b) a 1ª foto do ouriço-cacheiro e a foto da abelha Scaptotrigona foram tiradas por Fernando Ribeiro (Chumbinho); 
c) as do lobo-guará foram sacadas por Carlos Moreira Nunes e Rodrigo Azevedo Tostes; 
d) as da paca e do cachorro-do-mato foram captadas por Rodrigo Azevedo Tostes; 
e) a da jaguatirica morta por atropelamento é de autor desconhecido, captada de blogue de notícias que o jornalista Renato Mercante mantinha na ocasião;
f) as da cobra do capim ou cobra d'água foram feitas por Arthur "Veterinário" e Thiago Ribeiro; 
g) a da ninfa de esperança foi tirada por Cláudio Poly Pastura; 
h) as da 3ª prancha do guigó ou sauá foram tiradas por José Alberto Metri Pinto;  
i) as da cobra corredeira e da onça-parda foram tiradas por Luciano Gomes, popularmente conhecido por Tiziu; 
j) a da cobra-cipó foi feita pela Defesa Civil de Miracema;  
l) a da cobra muçurana foi tirada por Marcos "do Batista do Gás"; 
m) a da cobra caninana foi tirada por Levy "da Ventania de Cima";
n) a 2ª foto do ouriço-cacheiro e a foto da Jequitiranaboia foram feitas por Celeste Scramignon
o) a do escorpião foi tirada por Jorge Luiz Monteiro de Barros; e
p) as do bugio ou barbado foram tiradas por autor desconhecido (1ª foto) e Fábia Campany (2ª foto).

7. As fotos no item 6 - Animais silvestres atropelados em Miracema - são de autoria de Helcio Granato Menezes, exceto: 
a) a da jaguatirica, que é de autor não identificado e foi captada de blogue de notícias que o jornalista Renato Mercante mantinha na ocasião; 
b) as do lobo-guará, que foram tiradas pela Defesa Civil de Miracema; 
c) a do cachorro-do-mato da foto 3, que foi feita por Cláudio Poly Pastura, e a da foto 4, que foi tirada por Saulo Dutra;
d) as fotos 1 e 2 da onça-parda que foram captadas de vídeo feito por pessoa não identificada, conforme notícias nos jornais que divulgaram o vídeo. As fotos 3 e 4 foram feitas pela Defesa Civil de Miracema; e
e) a do guigó, que foi tirada por José Augusto Neves de Oliveira.

8. As fotos no item 7 - Animais silvestres resgatados na zona urbana de Miracema para serem soltos em seus habitats ou nas unidades de conservação do município -, bem como o cartaz "50 animais resgatados de janeiro a agosto/2019", são de autoria da Defesa Civil de Miracema, exceto as fotos da paca e guigó que foram feitas pela 3ª UPAm (Unidade de Policiamento Ambiental), e a foto do 1º sagui que foi tirada pelo Jornal Dois Estados. 

9. Imagens protegidas pela Lei de Direito Autoral (Lei Nº 9.610, de 1998) - proíbe cópia e reprodução sem autorização expressa do autor.


4. Resumo das espécies catalogadas

Tabela 1 - Mamíferos, répteis, anfíbios e moluscos

Filo
Classe
Ordem
Família
Nome comum / Espécie
Filo
Classe
Ordem
Família
Nome comum / Espécie
Filo
Classe
Ordem
Família
Nome comum / Espécie

Chordata

06 Rodentia

21.11.05 Muçurana, Pseudoboa nigra (Dumérl, Bibron & Duméril, 1854)

Mammalia

06.01 Cuniculidae

21.11.06 Cobra-preta, Elapomorphus quinquelineatus (Raddi, 1820)

01 Primates

06.01.01 Paca, Cuniculus paca (Linnaeus, 1766)

21.12 Colubridae

01.01 Callithrichidae

06.02 Caviidae

21.12.01 Caninana, Spilotes pullatus (Linnaeus, 1758)

01.01.01 Sagui-da-serra-escuro, Callithrix aurita (É. Geoffroy Saint Hilaire, 1812)

06.02.01 Capivara, Hydrochoerus hydrochaeris (Linnaeus, 1766)

21.13 Viperidae

01.02 Phiteciidae

06.03 Cricetidae

21.13.01 Jararaca-da-mata, Bothrops jararaca (Wied-Neuwied, 1824)

01.02.02 Guigó ou Sauá, Callicebus nigrifrons (Spix, 1823)

06.03.01 Rato do mato, Brucepattersonius sp.

 

01.03 Cebidae

06.04 Erethyzontidadae

 

01.03.03 Macaco-prego, Sapajus nigritus (Goldfuss, 1809)

06.04.01 Ouriço-cacheiro, Coendou prehensilis (Linaeus, 1758)

Amphibia

01.04 Acelidae

07 Chiroptera

25 Anura

01.04.04 Bugio, barbado, Alouatta guariba clamitans Cabrera, 1940 (áudio)

07.01 Emballonuridae

25.01 Cycloramphidae

02 Canivora

07.01.01 Morcego-narigudo, Rhynchonycteris naso (Wied-Neuwied, 1820)

25.01.01 Rã-da-pedra, Thoropa miliaris (Spix, 1824)

02.01 Canidae

07. Morcego ?

25.01.02 Thoropa sp.

02.01.01 Lobo-guará, Chrysocyon brachyurus (Llliger, 1815/Smith, 1839)

 

25 Anura

02.01.02 Cachorro-do-mato, Cerdocyon thous (Linnaeus, 1766)

 

25 Anura

02.02 Felidae

Reptilia

25 Anura

02.02.01 Jaguatirica, Leopardus pardalis (Linnaeus, 1758)

21 Squamata

25 Anura

02.02.02 Onça-parda, Puma concolor (Lineu, 1771/William Jardine 1834)

21.01 Anguidae

26 Gymmophiora

02.03 Mustelidae

21.01.01 Cobra-de-vidro, Ophiodes cf   striatus (Spix, 1825)

 

02.03.01 Lontra neo-tropical, Lontra longicaudis (Olfers, 1818)

21.02 Leiosauridae

 

02.03.02 Irara, Eira barbara (Linnaeus, 1758)

21.02.01 Lagarto-verde, Enyalius perditus Jackson, 1978

Molusca

03 Didelphimorphia

21.03 Teidae

Gastropoda

03.01 Dydelphidae

21.03.01 Salvator merianae (Duméril & Bibron, 1839)

31 Caenogastropoda

03.01.01 Gambá-de-orelha-preta, Didelphis aurita (Wied-Neuwied, 1826)

21.04 Tropiduridae

31.01  Megalobulimidae

04 Pilosa

21.04.01 Tropidurus torquatus (Wied-Neuwied, 1820)

31.01.01 Caracol-gigante, Megalobulimus cf. parafragilior Leme & Indrusiak, 1990

04.01 Bradypodidae

21.04 Tropidurus ?

31.02 Bulimulidae

04.01.01 Preguiça-comum, Bradypus variegatus (Schinz, 1825)

21.05 Gekkonidae

31.02.01 05 Cochlorina cf. lateralis (Menke, 1828)

04.02 Myrmecophagidae

21.05.01 Hemidactylus mabouia (Moreau de Jonnès, 1818)

31.03 Cyclodontinidae

04 02.01 Tamanduá-mirim, Tamandua t4tradactyla Linaeus, 1758

21.10 Boidae

31.03.01 Moricandia cf Willi (Dohrn, 1883)

04.03 Procyonidae

21.10.01 Jiboia, Boa constrictor Linnaeus, 1758

32 Mesogastropoda

04.03.01 Quati, Nasua nasua (Linnaeus, 1766)

21.11 Dipsadidae

32.01 Ampullariidae

04.03.02 Mão-pelada, Procyon cancrivorus (Cuvier, 1798)

21.11.01 Cobra-d’água, Erythrolamprus poecilogyrus (Wied-Neuwied, 1825)

32.31.31 Aruá, Pomacea cf. canaliculata (Lamarck, 1822)

05 Cyngulata

21.11.02 Dorme-dorme, Imantodes cenchoa (Linnaeus, 1758)

33 Pulmonata

05.01 Dasypodidae

21.11.03 Corredeira, Thamnodynastes nattereri (Mikan, 1820)

33.01 Veronicelidae

05.01.01 Tatu-galinha, Dasypus novemcinctus Linnaeus, 1758 (pegada)

21.11.04 Philodryas olfersii, (Lichtenstein, 1823)

33.01.01 Lesma-lixa, Sarasinula plebeia (Fischer, 1868) ?

05 Tatu ?

 

 


Tabela 2 - Aracnídeos e vespas
 

Chelicerata

41.09.11 Frigga sp.

51.01.02 Formiga feiticeira, Hoplocrates cephalotes

Arachnida

41.09.12 Colonus, talvez vaccula

51.01.03 Formiga feiticeira, ?

41 Aranea

41.09.13 Phiale aff. bulbosa

51.01.04 Formiga feiticeira, ?

41.01 Anyphaenidae 

41.09.14 Phiale gratinosa C.L.Koch, 1846

51.01.05 Formiga feiticeira, ?

41.01.01 Jessica sp. (talvez)

41.09.15 Dendryphantina

51.02 Crabronidae

41.02 Araneidae

41.09.16 Euophryni ou Coryphasia (talvez)

51.02 Crabronidae

41.02.01 Actinosoma pentacanthum (E.L. Holmberg em 1883)

41.09.17 Amycini ou Noegus ou Vinnius

51.02.02 Stictia signata (Linnaeus, 1758

41.02.02 Araneus, possível A. venatrix

41.09.18 Titanattus andinus (Simon, 1900)

51.03 Schecidae

41.02.03 Micrathena sp. Aranha-tecedeira

41.09.19 Sumampattus quinqueradiatus (talvez)

51.03.01 Sceliphron fistularium Dahlbom 1843

41.02.04  Argiope argentata

41.09.20 Euophryni ou Corithalia ou Coryphasia

51.03 Schecidae  - Vespa-caça-grilos

41.02.05  Alpaida sp.

41.09.21 Coryphasia nigriventris

51.03 Schecidae -Vespinha

41.02.06  Alpaida alticeps (Keyserling, 1879)

41.10 Sparassidae

51.03.04 Isodontia sp.

41.02.07  Alpaida alticeps (Keyserling, 1879)

41.10.01 Caayguara sp.

51.03.05 Isodontia sp

41.02.08  Alpaida sp.

41.10.02 Heteropoda venatoria (Latreille, 1802)

51.04 Scoliidae

41.02.09  Gasteracantha cancriformis

41.11 Tetragnathidae

51.04.01 Compsomeris sp. (talvez)

41.02.10  Metepeira

41.11.01 Leucauge sp.

51.05 Vespidae

41.02.11  Paramixia ou Verrucosa

41.11.02 Leucauge sp.

51.05.01 Polistes versicolor (Olivier, 1791)

41.02.12 Nephilengys cruentata Fabricius 1775

41.12 Thomicidae

51.05.02 Polistes canadenses Linnaeus, 1758)

41.03 Corinnidae

41.12.01 Aranha-carangueijo

51.05.03 Polybia sp. (Synoeca surinama?)

41.03.01 Corinna sp.

41.12.02 Ceraarachne sp.

51.05.04 Brachygastra augusti (Saussure, 1854)

41.04 Ctenidae

41.12.03 Tmarus sp.

51.05.05 Mischocyttarus consimilis Zikán, 1949

41.04.01 Phoneutria sp.

41.12.04 Tmarus sp. 

51.05.06 Polybia scutellaris (Write, 1841)

41.05 Lycosidae

41.12.05 ?

51.05.07 Polybia platycephala Richards, 1951(?)

41.05.01 Aglaoctenus sp.

41.13 Techaleidae 

51.05.08 Eumeninae ?

41.05.02 Lycosa sp.

41.13.01 Trechalea sp. (talvez)

51.05.09 Agelaia vicina ou Polybia sericea

41.06 Mimetidae

41.14 Theraphosidae

51.05.10 Parachartergus fraternus (Gribodo, 1892)

41.06.01 Gelanor sp.

41.14.01 Caranguejeira, Lasiodora sp.

51.05.11 Marimbondo-chapéu, Apoica pallens (Fabricius. 1804)

41.06.02 ?

42  Amblypygi  

51.05.12 Marimbondo-tatuSynoeca cyanea (Fabricius, 1775)

41.07 Nephilidae

42.01 Phrynidae 

51.05.13 Mischocyttarus sp.

41.07.01 Nephila clavips (Linnaeus, 1767)

 

51.06 Ichneumonidae 

41.07.02 Trichonephila clavips (Linnaeus, 1767)

43 Opilones

51.06.01 Joppa sp.

41.08 Pholcidae

43

51.06.02 Joppa sp.

41.08.01 Pholcu  phalangioides (provavelmente)

43

51.06.03 Cryptanura ?

41.08.02 Mesabolivar

43

51.06.04 ?

41.08.03 Mesabolivar gr. cyaneotaeniatus

43

51.06.05 ?

41.09 Salticidae

43

51.06.06 ?

41.09.01 Phiali tristis (Mello-Leitão 1945)

 

51.06.07 ?

41.09.02 Dendryphantina

44 Escorpiones

51.06.08 Vespidae - Apoica arborea (?)

41.09.03 Dendryphantina

44.01 Buthidae

51.06.09 Vespidae - Parachartergus fraternus (Gribodo, 1892)

41.09.04 Phiale, grupo mimica

44.01.01 Tityus serrulatus Lutz & Mello, 1922

51.06.10 Vespidae - Apoica pallens  (Fabricius. 1804)

41.09.05 Phiale, grupo mimica

 

51.06.115 Vespidae - Synoeca cyanea (Fabricius, 1775)

41.09.06 Coryphasia sp. (Euophryini)

Atrophoda

51.06.12 Vespidae - Mischocytarus sp.

41.09.07 ?

Insecta

51.07 Pompilidae

41.09.08 Chira distincta Bauab, 1983

51 Hymenoptera

51.07.01 Pepsis sp.

41.09.09 Amycus

51.01 Mutilidae

 

41.09.10 Chira sp.

51.01.01 Formiga feiticeira, Hoplomutilla spinosa (Swederus, 1787)

51 Vespas não identificadas

 

 

 



Tabela 3 - Abelhas, formigas, besouros, cigarras, baratas, percevejos, moscas, cupins, gafanhotos, libélulas, louva-a-deus e outros

Anthropoda

52.18 Chrysomelidae

55.06 Oestridae

Insecta

52.18.01 Possível Oxychalepus

55.06.01 ?

51 Hymenoptera

52 Não identificados

55.07 Calliphoridae

51 11 Apidae

53 Hemiptera

55.07.01 Chrysomya (provavelmente)

51.11.01 Xilocopa frontalis (Olivier, 1789)

53.02 Reduvidae

55.07.02 Cochliomya sp.

51.11.02 Xilocopa augusti (Lepeletier, 1841)

53.02 Harpactorinae

55.07.03 Calliphora vicina?

51.11.03 a 51.11.11 Xilocopa sp.

53.02 Emesiinae

55.08 Tabanidae (Mutuca)

51.11.15 Solitária abelha Euglossine (?)

53.02.03 Ariluz cristatus (Linnaeus, 1763)

55.09 Tipulidae

51.11.16 Ninho de abelhas sem ferrão Irapuá, Trigona spinipis (Fabricius, 1793)

53.02.04 Ariluz sp.

55 Não identificados

51.11.17 Iraí, Nannotrigona testaceicornes (Lepeletier, 1836)

53.02.05 Ariluz sp.

57 Blattodea

51.11.18 Scaptotrigona

53.02

57.01 Cupim da terra, subordem Isoptera (?)

51.11.19 Jataí, Tetragonisca angusta (Latreille, 1811)

53.02.07 Zelurus lepeletierianus (Kirkaldy, 1909)

57.02 Temitidae

51.11.21 Abelha-europa, Apis melífera

53.02.08 Talvez Zeluz sp.

57.02 Cupim arbóreo, Nasutitermes (?) 

51.12 Oxaeidae

53.02.09 Harpactor sp.

57.02 Gênero Conscrictotermes

51.12.01 Oxaea flavescens Klug, 1807

53.02

 

51.12.02 Oxaea sp.

53.02

58 Orthoptera

51.13 Halictidae

53.02.12 Sphaeridops amoenus (Lepeletier & Serville, 1825)

58.01 Romaleidae

51.13.01 Algochlora ?

53.02.13 Apiomerus sp.

58.01.01 Chromacris speciosa (Thunberg, 1824)

51 Abelhas Não identificada

53.03 Cicacidae

58.02 02Tropidacris

51.15 Formicidae

53.03.01 Fidicina torresi (Boulard & Martinelli, 1996)

58.01.03 Staleochlora viridicata (Serville, 1838)

51.15.01 Azteca sp.

53.03.02 Cigarra-colorida, Carineta diardi (Guérin-Méneville, 1829)

58.01.04 Agriacris sp.

51.15.02 Atta sp. (saúvas)

53.04 Fulgoridae

58.02 Acrididae

51.15.03 Atta sp. (saúvas )

53.04.01 Jequitiranaboia, Fulgora laternaria (Linné, 1758)

58.02.01 Pycnosarcus atavus (Saussure, 1859)

51.15.04 Saúva-cabeça-de-vidro, Atta laevigata (Smith, 1858)

53.04.02 Acraephia sp (ou Perspicillata)

58.02.02 Abracris flavolineata (De Geer, 1773)

51.15.05 Cephalotes atratus (Linnaeus, 1758)

53 Não identificadas (Cigarrinhas)

58.02.03 Pseudoscopas onsageri Roderos, 1987

51.15.06 Componotus sp.

53.05 Membracidae

58.03 Katidae

51.15.07 Componotus sp.

53.05.01 Soldadinho, Membracis trimaculata

58.03 Ninfa de esperança ou gafanhoto

51.15.08 Formiga-dourada, Camponotus sericeiventri Guérin, 1838

53.06 Pentatomidae

58 Não identificados

51.15.09 Formiga-tecelã, Camponotus senex (Smith, 1858)

53.06.01 Edessa rufomarginata (De Geer, 1773)

58.04 Gryllidae


53.06.02 Chlorocoris

 


53.06.03 Ninfa de Chlorocoris

58.04.01 Grilo-verdadeiro, Laranda sp.

51.18 Pergidae (ordem Hymenoptera)

53.06.04 Symphyta Sawfly

58.04.02 Grilo-doméstico, Acheta domesticus (Linnaeus, 1758)

51.18.01 Larva-mata-porcos, Perreyia clavips

53.06.05 Edessa sp.

58.04 Não identificados

52 Coleoptera

53.07 Coreidae

 

52.01 Scarabaeidae

53.07.01 Ninfas de Phthia 

61 Odonata - Subordem Anisoptera

52.01.01 Rutela lineola (Linnaeus, 1767)

53.07.02 Anasa

61 .01 Libellulidae

52.01.02 Chasmodia emarginata Gyllenhaal, 1817

53.07.03 Leptoglossus occidentalis Heidemann, 1910

61.01.01 Diastatops obscura (Fabricius, 1775)

52.01 (subfamília Rutelinae)

53.07.04 Acanthocephala

61.01.02 Perithemis cornelia Ris, 1910

52.02 Curculionidae

53.07.05 Sphictyrrtus

61.01.03 Orthemis discolor (Burmeister, 1839)

52.02.01 Entimus Imperialis (Forster, 1771)

53.07.06 Hypselonotus sp.

61.01

52.02.02 Cratosomus sp., talvez C. stellio (Olivier, 1807)

53.07.07 Leptoglossus

61.01.05 Erythemis vesiculosa (Fabricius, 1775)

52.02.03 Trichaptus mutillarius (Perty, 1832)

53.08 Pyrrhocoridae

61.01.06 Erythrodiplax umbrata (Linnaeus, 1758)

52.02.04 Rinastus sternicornes (Germar, 1824)

53.08.01 Dysdercus sp.

61.01

52.02.05 Lamprocyphus germari (Boheman, 1833)

53.09 Elateridae

61.01.08 Dragon fire

52.02 Não identificado

53.09.01 Chalcolepidius sp.

61.01

52.03 Pentaomidae

53.09

61.01

52.03.01 Arocera spectabilis (Drury, 1782)

53.10 Gyrinidae

61.01

52.04 Erothylidae

53.10.01 Coleoptera

61.01

52.04.01 Erotylus pustulatus Dup. 1824

53 Não identificadas

61.01 e 61.01

52.04.02 Aegithus sp.

53.11 Derbidae

61 Odonata - Subordem Zigoptera

52.05 Cicindelidae

53.11 01 Talvez Mysidia sp

61.02 Coenagrionidae

52.06 Coccinellidae

53.11 Hemiptero que mimetiza formiga.

61.02.01 Ischnura fluviatilis Selys, 1876

52.06.01 Henosepilachna virgintioctopunctata (Fabricius, 1775)

54 Lepidoptera

61.02.02 Hetaerina ociosa (Hagen in Selys, 1853)

52.07 Lamiinae

54.01 Bombilidae

61.02

52.07.01 Cipriscola fasciata (Thomson, 1860)

54.01.01 Hyperalonia sp. (H. morio ?)

61.02

52.08 Meloidae

54.01.02 Villa sp.

61.02

52.09 Chrysomelidae

54.01 Anthracinae, tribo Anthracini

61.03 Pseudostigmatidae

52.09 Besouro-pulga

54.01 Psychidae

61.03.01 Zigoptera (gigante), Mecistogaster sp.?

52.09 subfamília Cassidinae

54.01.01 Oiketicus kirbyi (Lands-Guilding, 1827)

61.03.02 Zigoptera (gigante), Mecistogaster sp. ?

52.09 Besouro-pulga

55 Diptera

61.03.03 Zigoptera (gigante), Mecistogaster sp.?

52.09 Besouro-pulga

55.02 Mydidae

65  Phasmatodea (Bicho-pau)

52.09.01 Sceloenopla maculata (Olivier, 1792)

55.02.01 Mosca-cavalo-do-cão, Gauromydas 55ros (Perty, 1833)

65

52.10 Passalidae

55.03 Asilidae

65

52.10.01 Besouro-beijoqueiro, Veturius sp.

55.03 Subfamília Stenopogoninae

67 Montodea (Louva-a-deu)

52.11 Cerambycidae

55.03

67

52.11.01 Neomegaderus stigma (Linnaeus, 1758)

55.03

67

52.12 Lagriidae

55.03

67

52.12.01 Lagria villosa (Fabricius, 1783)

55.03

67

52.13 Cassidinae

55.03

69 Neuroptera

52.13.01 Stolas sp

55.03

69.01 Chrysopidae  (bicho-lixeira)

52.14 Staphylinidae

55.04 Tachinidae

Diplopoda (piolho-de-cobra)

52.14.01 Paederus sp

55.04

71 Spirobolida

52.15 Cercopidae

55.04

71.01 Trigoniulidae

52.15.01 Tomaspis furcata (Fabricius, 1783)

55.05 Syrphidae

71.01.01 ?

52.15.02 Mahanarva sp.

55.05.01 ?

71.01.02 ?

52.16 Buprestidae

55.05.02 ?

71.01.03 ?

52.16.01 Psiloptera sp.

55.05.03 lembra gênero Palpada

71.01.04 ?

52.16.02 Psiloptera sp.

55.05.04 ?

71.01.05 ?

52.17 Lycidae

55.05.05 ?

71.01.06 ?

52.17.01 Eurrhacini?, Chalepus?

55.05.06 ?

71.01.07 ?



5. Pranchas com fotos das espécies observadas na natureza em Miracema

Chordata
Mammalia
01 Primates
01.01 Callithrichidae

1, 2, 3 e 4
5, 6, 7, 8 e 9
10, 11, 12 e 13
14, 15, 16 e 17
01.01.01 Sagui-da-serra-escuro ou caverinha, Callithrix aurita (É. Geoffroy Saint Hilaire, 1812).  
1 e 2 - APA Miracema, 08/09/12;
3 e 4 - RVS da Ventania, 28/05/15;
5, 6, 7, 8 e 9 - Conde, 02/10/24. Na fiação elétrica e árvore na entrada da ponte que dá acesso pra dentro da fazenda do Conde; 
10 -APA Miracema, 08/09/12;
11 - Mata do Conde, 12/09/19;
12 e 13 - Mata do Conde, 03/10/23;
14 - Mata do Conde, 12/09/19. Com filhote grudado nas costas (é o pai quem carrega os filhotes, enquanto a mãe cuida dos bebês no momento da amamentação);
15 - APA Miracema, 0701/15. Jovem;
16 - Mata do Conde, 01/10/14; e
17 - Mata do Conde, 20/05/16.

Avistado por diversas vezes na APA Miracema, RVS da Ventania, Mata do Conde e arredores, e em outras partes de Miracema. Também tem relatos e fotos/vídeos de terceiros que os observaram em outras partes de Miracema como no Parque Ecológico (parque urbano) e no bairro Vale do Cedro, assim como pelos fios de eletricidade nas ruas da cidade, conforme noticiário dos jornais: 

O sagui-da-serra-escuro é um primata do Novo Mundo da família Callitrichidae, subfamília Callitrichinae, endêmico da Mata Atlântica brasileira. Habita as florestas dos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. 
Ameaçado de extinção, o sagui-da-serra-escuro, também chamado de sagui-estrela-preto ou caveirinha, possuem entre 300 e 450g, tamanho aproximado do corpo de 20cm e cauda com 31 cm (REIS et al., 2015). É um macaco pequeno, que tem a pelagem preta com manchas ruivas, com destaque para a sua cauda, também preta, mas com finos anéis brancos em toda a sua extensão. Ele se alimenta de flores, frutos, fungos encontrados em bambu, sementes, invertebrados e exsudatos vegetais, sendo especializado morfologicamente para se alimentar deste item (FERRARI; CORRÊA; COUTINHO, 1996).
Em geral o sagui-da-serra-escuro vive em grupos de 2 a 7 indivíduos, com apenas uma fêmea dominante. Normalmente os irmãos mais velhos ajudam a mãe a cuidar dos mais novos, até que, adultos, formem novos pares e acompanhem outros grupos. 

Corre risco de extinção (Categoria "Em Perigo" (EN)), devido a uma redução populacional decorrente da perda e fragmentação de habitat e principalmente à competição e hibridação com espécies invasoras, que estão ampliando sua distribuição.

01.01.01 Sagui-da-serra-escuro, Callithrix aurita (É. Geoffroy Saint Hilaire, 1812).
1 - APA Miracema/RVS da Ventania, 30/03/17. Filhote;
2 - APA Miracema/RVS da Ventania, 01/10/24. Jovenzinho;
3, 4 e 5 - APA Miracema/RVS da Ventania, 01/10/24;
6, 7 e 8 - APA Miracema/RVS da Ventania, 30/08/24.

01.01.01 Sagui-da-serra-escuro, Callitrix aurita (É. Geoffroy Saint Hilaire, 1812), sendo predado pela maior coruja brasileira, Jacurutu (Bubo virginianus) (Link para artigo científico publicado na revista Regnella Scientia). Possivelmente, este registro possa ser de um novo item alimentar deste predador. Foto tirada em 02/05/2021 na APA Miracema.

01.01.01 Sagui-da-serra-escuro, Callithrix aurita (É. Geoffroy Saint Hilaire, 1812). Em 01/02/16. São três saguis (foto 1, foto 2, e fotos 3 e 4) que estavam juntos e provavelmente formavam uma família. Apenas o da primeira foto que parece não ser híbrido. Parece hibridação de C. aurita com C. penicillata.

A introdução pelo homem do sagui-do-nordeste (Callithrix jacchus) ou do sagui-do-cerrado ( Callithrix penicillata) em uma das matas de Miracema (coordenada: 21º 23' 02'' S, 42º 13' 27'' W) tornou-se uma grande ameaça para a conservação do sagui-da-serra-escuro (Callithrix aurita), que vem a ser a espécie nativa de primata que vive na nossa região. A associação entre essas espécies tem gerado mudanças comportamentais do C. aurita, que hibrida com os saguis exóticos, o que faz sua população declinar mais ainda, pois nascem apenas híbridos e a população, ameaçada, não se renova.

A distribuição original do Callithrix jacchus é a região Nordeste do Brasil, acima do Rio São Francisco, e do Callithrix penicillata é no Cerrado brasileiro. Estes saguis são considerados espécies exóticas invasoras na nossa região, pois estão fora de sua área original. Por aqui, eles estabelecem população e afetam os animais e ecossistema nativos da região.

Dessa forma, Miracema necessita da ajuda de instituições ambientais nacionais e estaduais para controlar as populações destes saguis exóticos, que vem a ser um dos motivos do C. aurita encontrar-se ameaçado de extinção, segundo a IUCN 2023 e ICMBio 2018.

01.01.01 Sagui-da-serra-escuro ou caverinha, Callithrix aurita (É. Geoffroy Saint Hilaire, 1812)Foto tirada em 07/01/15 na APA Miracema, coordenada -21.333004, -42.159754. 
Aparentemente doente, com tumores na testa, magro e com a pelagem prejudicada. Tal foto foi enviada para a FIOCRUZ através do aplicativo SISS-Geo (disponível em smartphones e na web, para o monitoramento da saúde dos animais silvestres em ambientes naturais, rurais e urbanos).


01.02 Phiteciidae

01.02.01 Macaco guigó ou sauá, Callicebus nigrifrons (Spix, 1823). 
1 a 5 - APA Miracema, 04/11/14. No momento da observação ele estava somente com o filhote, que carregava na nuca. O filhote, que nasce com 70 gramas, é carregado pelo pai até o desmame, que se dá aos cinco meses de idade, enquanto a mãe cuida dos bebês no momento da amamentação.

Espécie endêmica da Mata Atlântica, sua distribuição concentra-se nos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. Alimenta-se de frutos (65%), folhas, flores, invertebrados e vertebradosEle tem parte da fronte, mãos e pés negros, cor amarelo/bege, cauda castanha alaranjada. Não há dimorfismo sexual. Vive em casais, em grupos de até cinco indivíduos e também encontram-se filhotes solitários. Mede em média 35 cm de comprimento corporal e 49 cm de cauda. Pesa em média 1,3 kg. Dorme em galhos no alto das árvores, uns ao lado dos outros, amontoados. São considerados monogãmicos.
A vocalização é forte porque o osso hióide é desenvolvido, mas nem tanto quanto o desenvolvimento deste osso na espécie Alouatta (bugio). Utiliza a vocalização principalmente para marcar o território. Também é  conhecido como saá.

“Quase ameaçado” (NT): segundo a IUCN (União Internacional para Conservação da Natureza - IUCN). Apesar da ampla distribuição, esta espécie ocorre na região mais populosa do Brasil, o que resulta em uma grande ameaça devido a perda de habitat, desmatamentos e fragmentação, dificultando a conservação da espécie. Um declínio populacional da espécie vem ocorrendo resultante da monocultura de eucalipto, desmatamento, pecuária, agricultura, queimadas e incêndios florestais -  Museu do Cerrado


Obs.: 
a) os Callicebus nigrifrons em Miracema são comumente observados na APA Miracema, RVS da Ventania e também na Mata do Conde e demais matas dos arredores; e
b) em 14/11/23, um guigó isolado do bando foi resgatado na principal praça de Miracema e encamminhado para o Centro de Primatologia do Estado do Rio de Janeiro (CPRJ):
c) em 02/11/24, um guigó morreu atropelado na rodovia RJ-200, no trecho Miracema - Palma/MG (foto 33 do item 6 - Fotos de animais silvestres atropelados em Miracema).

01.02.01 Guigós ou sauás, Callicebus nigrifrons (Spix, 1823), flagrados fora das matas no município de Palma, MG, em virtude de estiagem extensa. Este município faz divisa com Miracema. Fotos feitas em 19/09/17, por José Alberto Metri Pinto.


01.02.01 Guigó ou sauá, Callicebus nigrifrons (Spix, 1823). Áudio feito na Mata do Conde em 2022.


01.03 Cebidae

01.03.01 Macaco-pregoSapajus nigritus (Goldfuss, 1809)
1 e 2 - Fotos foram tiradas em outubro de 2011 por Humberto Toscano na Serra da Prosperidade, Paraíso do Tobias, 2º distrito de Miracema. 
3 e 4 - Fotos  capturadas de vídeo feito por Carlos Moreira Nunes, em 06/07/22, no RVS da Ventania.

Os machos têm entre 42 e 56 cm de comprimento, e as fêmeas entre 42 e 48 cm, com a cauda medindo até 56 cm. O peso varia entre 2,6 e 4,8 kg. Possui tufos muito proeminentes, e a pelagem é de um marrom ou cinza escuro, com as partes ventrais tendendo a ser mais avermelhadas. As populações mais ao sul são pretos, e podem representar um grupo taxonômico distinto das populações mais ao norte.
pênis possui o formato de um prego quando ereto, o que conferiu o nome popular. Curiosamente, o clitóris também se assemelha a um pênis e dificulta a identificação dos sexos em indivíduos juvenis. O cérebro pesa cerca de 71 g e é complexo anatomicamente. O crânio e os dentes são robustos e apresentam adaptações à ingestão de alimentos duros e difíceis de mastigar. (Wikipédia e Wikipédia)




01.04 Acelidae


01.04.01 Bugio, barbado, Alouatta. Áudio feito no RVS da Ventania, 15/12/23. Provavelmente Alouatta guariba clamitans Cabrera, 1940, segundo o biólogo João Rafael Marins com base na primeira foto a seguir feita em 2011 no município vizinho de Laje do Muriaé, que acrescenta ser fêmea ou jovem.

01.04.01 Bugio, barbadoAlouatta guariba clamitans Cabrera, 1940. 
1 - Foto feita no município vizinho de Laje do Muriaé por autor desconhecido, em 2011.
2 - Foto feita no município vizinho de Laje do Muriaé por Fábia Campany, 06/03/11.

Conforme notícia do G1, em 2017 foi registrado em Laje do Muriaé mortandade de bugios supostamente por febre-amarela: Cinco macacos são achados mortos na zona rural de Laje do Muriaé, no RJ

Os bugios-ruivos apresentam uma coloração castanho escuro, com a região lombar variando de uma tonalidade ruiva a alaranjada. Apresentam dimorfismo sexual, sendo os machos maiores que as fêmeas em geral. Para a subespécie A. guariba clamitans, os machos apresentam um peso médio de 6,7 kg, e comprimento médio de 53,7 cm da cabeça à extremidade do corpo e de 61,3 cm de cauda. Para as fêmeas, esses valores são de 4,3 kg, 49,4 cm e 45,9 cm, respectivamente. Essa subespécie também apresenta um dimorfismo sexual referente à diferença da coloração dos pelos de machos e fêmeas, sendo chamado de dicromatismo sexual. Sabe-se que os machos apresentam uma coloração ruivo avermelhada e as fêmeas são de coloração mais escura - Museu do Cerrado



02 Canivora
02.01 Canidae

02.01.01 Lobo-guaráChrysocyon brachyurus (Llliger, 1815/Smith, 1839).
1 e 2 - RVS da Ventania, 06/08/16. Obs.: foto 1 - foto feita por Carlos Moreira Nunes. Foto 2 - imagem captada de vídeo gravado pelo próprio Carlos ( https://www.youtube.com/watch?v=CSvJkeJKQRw ); e
3 - APA Miracema, 13/01/17. Obs.: foto captada por Rodrigo Azevedo Tostes.

Obs.: tem também registros de lobo-guará na zona urbana do município e nas proximidades: 
Assim como tem lobo-guará encontrado morto na RJ-116, próximo da divisa de Miracema com Santo Antônio de Pádua, em 03/09/20 (ver item 6 - Animais silvestres atropelados em Miracema); e lobo-guará resgatado pela Defesa Civil de Miracema na zona rural para tratamento de ferimentos supostamente provocados por cachorros e depois ser devolvido à natureza (ver item 7 - Fotos de animais silvestres resgatados na zona urbana de Miracema para serem soltos em seus hábitats ou nas unidades de conservação ambiental do município ).

É o maior canídeo da América do Sul, podendo atingir entre 20 e 30 quilos de peso e até 90 centímetros na altura da cernelha. Suas pernas longas e finas e a densa pelagem avermelhada lhe conferem uma aparência inconfundível. O lobo-guará é adaptado aos ambientes abertos das savanas sul-americanas, sendo um animal crepuscular e onívoro, com importante papel na dispersão de sementes de frutos do cerrado, principalmente a lobeira (Solanum lycocarpum). Solitário, os territórios são divididos entre um casal, que se encontra no período do estro da fêmea. Esses territórios são bastante amplos, podendo ter uma área de até 123 km². A comunicação se dá principalmente através de marcação de cheiro, mas também ocorrem vocalizações semelhantes a latidos. A gestação dura até 65 dias, com os recém-nascidos de cor preta pesando entre 340 e 430 gramas. (Wikipédia)


02.01.02 Cachorro-do-matoCerdocyon thous (Linnaeus, 1766). APA Miracema, em janeiro de 2017. Obs.: foto captada por Rodrigo Azevedo Tostes.

Os cachorros do mato são onívoros e oportunistas. Alimentam-se de frutos, insetos, crustáceos, pequenos mamíferos, aves, répteis, anfíbios e ovos de diversas espécies; podem atuar como dispersores de sementes, tanto de frutas nativas como cultivadas, e alimentar-se de carcaças de animais domésticos, e de espécie silvestres, como o tambuá bandeira e o gato mourisco. São monogâmicos, vivendo em casais ou grupos familiares estendidos, embora as populações pareçam estáveis, há ameaças à espécie, como retaliação/prevenção à predação de animais domésticos (a espécie é frequentemente vítima de envenenamento e tiros), confrontos com cachorros domésticos  e doenças, como sarna sarcóptica e outras enfermidades adquiridas de animais domésticos, como cinomose, parvovirose e raiva por exemplo. (Portal Animal Campinas

Vítima frequente de atropelamento em Miracema: link para o item 6 (Animais silvestres atropelados em Miracema).



02.02 Felidae

02.02.01 JaguatiricaLeopardus pardalis (Linnaeus, 1758)
Rodovia RJ-200, trecho entre Miracema - Paraiso do Tobias, 25/06/2011.
Ver item 6 (Fotos de animais atropelados em Miracema,) da 2ª parte (Fauna observada na natureza em Miracema - II) ou Demais animais da fauna - 5. Animais silvestres atropelados e animais silvestres resgatados na zona urbana .
Obs.: foto de autoria desconhecida, captada de blogue de notícias que o jornalista Renato Mercante mantinha na ocasião.

A jaguatirica é um felídeo de porte médio, com 72,6 a 100 centímetros de comprimento e peso entre 7 e 15,5 quilos. O padrão de coloração da pelagem é muito semelhante ao do gato-maracajá (L. wiedii), mas a jaguatirica é maior e possui a cauda mais curta. É um animal solitário, noturno, territorial e os machos possuem territórios que se sobrepõem sobre os de várias fêmeas. Alimenta-se principalmente de roedores, mas também de animais de porte maior como unguladosrépteisaves e peixes. Caça à noite, formando emboscadas. Alcança a maturidade sexual entre 26 e 28 meses de idade, e as fêmeas dão à luz geralmente um filhote por vez, com cerca de 250 gramas. Geralmente, filhotes nascem a cada 2 anos. Em cativeiro, a jaguatirica pode viver até 20 anos, o dobro da sua longevidade no estado selvagem. (Wikipédia)




02.02.02 Onça-parda, puma, suçuarana ou leão-baioPuma concolor (Lineu, 1771/William Jardine 1834)Foto de Luciano Gomes, o popular Tiziu, em 18/02/2020, quando descia de bicicleta a Serra de Santo Antônio (Serra da Ventania - RVS da Ventania).

Obs.: em 30/06/22, uma onça-parda fêmea e jovem foi atropelada na RJ-116, no trecho Miracema - Pádua. Ver fotos 23 a 26 do item 4 (Fotos de animais atropelados em Miracema,) da 2ª parte (Fauna observada na natureza em Miracema - II) ou Demais animais da fauna - 5. Animais silvestres atropelados e animais silvestres resgatados na zona urbana .

É o maior membro da subfamília dos felíneos (Felinae), medindo até 155 centímetros de comprimento, sem a cauda, e pesando até 72 quilos, com porte semelhante ao do leopardo (Panthe ra pardus), sendo o segundo maior felídeo das Américas. Possui coloração variando do cinzento ao marrom-avermelhado, com a ponta da cauda de cor preta, áreas laterais do focinho e ventre de cor brancas. Os filhotes nascem com manchas escuras na pelagem, que geralmente persistem até 14 semanas de idade. Possui as mais longas patas traseiras dentre os felinos. Vivem em média, entre 7,5 e 9 anos de idade. É um animal solitário e mais ativo à noite. Alimenta-se predominantemente de cervídeos, mas pode variar a dieta, sendo considerado um predador oportunista. A presença de outros carnívoros influencia diretamente a escolha das presas e ambientes de caça. As áreas de vida variam de 50 a 1000 quilômetros quadrados, com machos sendo territoriais e possuindo grandes áreas se sobrepondo ao de várias fêmeas. As fêmeas possuem vários estros no ano, possuem uma gestação que dura entre 90 e 96 dias e geralmente nascem entre 3 e 4 filhotes, a cada 2 anos, aproximadamente. (Wikipédia)


02.03 Mustelidae

1, 2 e 3
4, 5 e 6
7, 8 e 9
10 e 11
12, 13 e 14
02.03.01 Lontra neo-tropical ou nutriaLontra longicaudis (Olfers, 1818) (família Mustelidae). 
1, 2 e 3 - Ribeirão Santo Antônio, no trecho que corta o centro da cidade, em 04/08/2019. Na ponte da rua Francisco Bruno de Martino;
4, 5 e 6 - Na ponte que liga a praça João Antônio Hassel à rua Prefeito Nilo Lomba, em 02/05/21;
7, 8 e 9 - Na ponte da rua Francisco Bruno de Martino, em 07/09/23;
10 a 14 - Na ponte da rua Francisco Bruno de Martino, em 02/09/24.

Observações quando das fotos:
1 a 9 - As lontras viraram atração nas pontes do centro da cidade. O Ribeirão Santo Antônio foi invadido por tilápias, provavelmente fugidas de criadouros, que, apesar da poluição, se reproduziram bastante. Nesta época de seca, a vazão do Ribeirão diminui e facilita a caça das lontras às tilápias. (Link para postagem "Casal de lontras vira atração nas pontes sobre o Ribeirão Santo Antônio no centro da cidade").

10 a 14 - A jovem lontra malabarista do Santo Antônio. Antes de comer a presa, ela a usa como malabares pra se divertir e a plateia na ponte a assistir o espetáculo. Jovem, mas já caçando sozinha, ela ainda não consegue capturar as abundantes tilápias que nadam no meio do ribeirão, portanto pega com mais facilidade os bagres que ficam praticamente imóveis debaixo das gigogas nas bordas.
Nota: a qualidade da água do ribeirão melhorou com a captação do esgoto de parte dos imóveis da cidade para ser tratado.

A lontra-neotropical apresenta médio porte, seu peso pode variar entre 5 a 12 kg, além de possuir cerca de 1,37 m de comprimento. Possui comportamento ativo durante o dia, como também atividades noturnas. Convive somente em casais ou solitários, não costumando formar grupos. Outra característica é vista no corpo da lontra com formato alongado, com a cauda achatada e espessa. Possui musculatura flexível, como também membranas interdigitais entre os cinco dedos, que servem para auxiliar na natação. Seu pelo apresenta duas camadas densas para realizar o isolamento térmico. O focinho é constituído por órgãos sensoriais que possuem prolongamentos de pelos queratinosos chamados fibrilas, para auxiliar na localização da presa quando dentro d'água. (Wikipédia)




1 e 2
3 e 4
5, 6, 7 e 8 
02.03.02 Irara, papa-melEira barbara (Linnaeus, 1758). 
APA Miracema/RVS da Ventania, 17/04/24. 

A irara, jaguapé, papa-mel ou taira é um animal onívoro da família dos Mustelídeos (a mesma das ariranhas e lontras). É a única espécie do género Eira (termo em Guarani que significa comedor de mel). Tem um aspecto semelhante ao das martas e doninhas, podendo atingir um comprimento de até 71 centímetros. Os machos são maiores e ligeiramente mais musculosos do que as fêmeas. (Wikipédia e outras fontes).




03 Didelphimorphia
03.01 Dydelphidae

03.01.01 Gambá-de-orelha-pretaDidelphis aurita (Wied-Neuwied, 1826)
Conde. 03/04/18.
Ver item 6 (Fotos de animais atropelados em Miracema,) da 2ª parte ((Fauna observada na natureza em Miracema - II) ou Demais animais da fauna - 5. Animais silvestres atropelados e animais silvestres resgatados na zona urbana .

O gambá-de-orelha-preta, em média, possui 37 centímetros de comprimento no corpo, e outros 33 centímetros em sua cauda. Por esse motivo, é uma das maiores espécies de marsupais no Brasil. Pesam entre 1,3 e 1,5 kg, com as fêmeas sendo ligeiramente mais leves e menores.
Sua coloração é cinza ou preta, com uma camada de sobre-pelos com pontas brancas. Seu rosto é marcado por três estrias escuras, uma junto a cada olho e uma ao longo da linha mediana do rosto. As fêmeas apresentam, em média, nove mamilos protegidos pelo marsúpio. Possui uma glândula que exala odor desagradável na região posterior do corpo que é liberado quando o animal se sente ameaçado e é obrigado a se fingir de morto. (Wikipédia)



04 Pilosa
04.01 Bradypodidae

04.01.01 Bicho-preguiçaBradypus variegatus (Schinz, 1825). 
1 - APA Miracema, 05/08/15;
2, 3, 4 e 5 - RVS da Ventania, 11/09/17.

De hábitos solitários, a preguiça tem, como defesa, sua camuflagem e suas garras. Para se alimentar, a preguiça utiliza-se de "dentes" que se apresentam em forma de uma pequena serra. Herbívoro, tem hábitos alimentares restritos, o que torna difícil sua manutenção em cativeiro, além disso o bicho-preguiça é um dos poucos mamíferos que vive sem precisar de água, isso porque a quantidade necessária do líquido para a sua sobrevivência é absorvida dos alimentos (raízes, folhas e frutos de algumas árvores, como da embaúba, figueira, ingazeira e tararanga). Dorme cerca de catorze horas por dia, também pendurada nas árvores. Na reprodução, dá apenas uma cria. Apenas a fêmea cuida do filhote. Reproduz-se, como tudo que faz, na copa das árvores. Raramente desce ao chão, apenas aproximadamente a cada sete dias para fazer as suas necessidades fisiológicas. O seu principal predador é a onça-pintada. (Wikipédia)



04.02 Myrmecophagidae

04.02.01 Tamanduá-mirim, Tamandua tetradactyla Linnaeus, 1758. APA Miracema, 12/12/14. 

Tamandua tetradactyla é conhecido popularmente como tamanduá-mirim (que significa “tamanduá pequeno” em tupi-guarani), devido ao seu tamanho menor, se comparado ao tamanduá-bandeira. Um indivíduo adulto de Tamandua tetradactyla pesa em torno de sete quilos, apresenta de 45 a 85 cm de comprimento corporal, mais uma cauda com 40 a 65 cm. Os pêlos curtos e densos que recobrem seu corpo têm coloração amarelo pálida com duas faixas enegrecidas que se estedem da região escapular até a porção posterior do animal. Esta coloração faz com que a espécie também seja conhecida como tamanduá-de-colete.
Outra característica interessante do Tamandua tetradactyla são as garras grandes e curvas nos seus membros anteriores. O nome tetradactyla significa “quatro dedos” em grego, uma associação ao número de dedos nas patas dianteiras do animal. Entretanto, nas patas traseiras, a espécie possui cinco dedos, sendo o quinto dedo bem reduzido, com garra pequena e, portanto de difícil visualização. (Museu de Zoologia João Moojen - UFV)



04.03 Procyonidae

1, 2, 3 e 4
5 e 6
7 e 8
04.03.01 Quati, Nasua nasua (Linnaeus, 1766). O quati é um mamífero da ordem Carnivora, da família Procyonidae e do gênero Nasua. 
1 - APA Miracema, 18/07/14. É um jovem;
2 - APA Miracema, 31/10/14;
3 e 4 - APA Miracema, 02/11/14;
5, 6 e 7 - RVS da Ventania, 04/02/16; e
8 - APA Miracema, 18/07/14.

O Quati possui uma pelagem que varia de amarelo à marrom escuro no dorso, com o ventre sendo sempre mais claro. A cauda deste animal é bem peculiar, apresentando o tamanho do corpo do animal e de forma ereta enquanto o Quati anda. Possui ainda um focinho fino e alongado. Vivem em grupos, podendo chegar até 30 indivíduos ou mais. Alimentam-se de pequenos animais, entre eles roedores, aves, répteis, insetos além de também alimentarem-se de frutos. Outra informação interessante é que quando há abundância de alimentos de origem antrópica (lixeiras e comedouros) podem passar a se alimentar principalmente disso. (Fauna Digital - UFRGS)


04.03.02 Mão-peladaProcyon cancrivorus (Cuvier, 1798). 
Rodovia RJ-116, trecho Miracema - Venda das Flores, 05/03/13.

Obs.: foto retocada artificialmente para amenizar o impacto visual dos ferimentos provocados pelo atropelamento. Foto original: ver item 6 (Fotos de animais atropelados em Miracema,) da 2ª parte (Fauna observada na natureza em Miracema - II) ou Demais animais da fauna - 5. Animais silvestres atropelados em Miracema .

O mão-pelada é o único representante dos Guaxinins no BrasilÉ bastante parecido com o guaxinim (Procyon lotor), com o qual possui parentesco. É de porte médio, cujo comprimento da cabeça e do corpo é de 41 a 80 centímetros e o da cauda é de 20 a 56 centímetros. O peso pode variar de 2 a 12 quilos. Sua pelagem varia de marrom escuro ao grisalho, às vezes variando ao castanho e vermelho, e há uma máscara preta em seu rosto. Sua cabeça é curta e o focinho pontudo. É plantígrado e possui, à semelhança dos seres humanos, quatro vezes mais receptores sensoriais nas mãos, o que lhe dá maior acuidade tátil. (Wikipédia)


04.03.02 Mão-peladaProcyon cancrivorus (Cuvier, 1798). Pegada.
1 - APA Miracema/RVS da Ventania, 2203/16. 
2 - APA Miracema (Ventania de Cima, lado Inhamal), 13/04/24.
3 a 5 - APA Miracema (Ventania de Cima, lado Boa Vista-Santa Cruz), 17/03/24.


05 Cyngulata
05.01 Dasypodidae

05.01.01 Tatu-galinha, Dasypus novemcinctus Linnaeus, 1758. RVS da Ventania, 22/03/16.


05 Tatu, ordem Cingulata, família Dasypodidae.  Vestígio de tatu na APA Miracema, em 06/01/16. 
Obs.: por ser de hábito noturno, é muito difícil observa-lo no período diurno. A borboleta pousada no rabo do tatu, que provavelmente foi presa de algum predador, é Hamadryas arete, macho.


06 Rodentia
06.01 Cuniculidae

06.01.01 PacaCuniculus paca (Linnaeus, 1766). APA Miracema, 13/01/17. Obs.: foto captada por Rodrigo Azevedo Tostes.

A paca é um animal de hábitos noturnos, apresentam colorações de variados tons, pele dura e pelos eriçados. Com cores que vão do cinza-escura ao vermelho, e sempre com manchas brancas na lateral do corpo. Possuindo quatro dedos nas patas dianteiras e cinco nas traseiras, com unhas afiadas, favorecendo sua pegada em solos umedecidos e em beiras de rios e lagos. Seu peso varia de 6 a 12 kg, tendo alguns machos que podem chegar ate a 15 kg. Possui faro, audição e visão aguçados, para que possam caminhar com facilidade à noite. A olho nu é difícil distinguir o sexo da paca, pois suas genitálias ficam dentro de um saco, independente do sexo. (Wikipédia)




06.02 Caviidae

1 e 2
3, 4 e 5
6 e 7
8, 9 e 10
11, 12, 13 e 14
06.02.01 CapivaraHydrochoerus hydrochaeris (Linnaeus, 1766). 
1 - APA Miracema, 20/07/24;
2 - APA Miracema, 27/07/24;
3 - APA Miracema, 25/08/24;
4 - APA Miracema, 27/09/24; 
5 - APA Miracema, 27/09/24;
6 - APA Miracema, 23/07/24;
7 - APA Miracema, 20/08/24;
8 - APA Miracema, 25/08/24;
9 - APA Miracema, 17/08/24;
10- Paraiso do Tobias, 16/03/24 (pegada);
11 - Poçona do Ribeirão Santo Antônio à margem da RJ-188, abaixo uns 2,5 km das corredeiras do Conde, 31/10/24;
12, 13 e 14 - Ribeirão Santo Antônio, trecho atrás do Polo Industrial II, 09/01/25 (pegada).

A capivara é o maior roedor do mundo, pesando até 91 kg e medindo até 1,2 m de comprimento e 60 cm de altura. A pelagem é densa, de cor avermelhada a marrom escuro. É possível distinguir os machos por conta da presença de uma glândula proeminente no focinho, como na foto 6 acima, apesar de o dimorfismo sexual não ser aparente. Existe uma série de adaptações no sistema digestório à herbivoria, principalmente no ceco. Alcança a maturidade sexual com cerca de 1,5 ano de idade, e as fêmeas dão à luz geralmente a quatro filhotes por vez, como na foto 7 acima, pesando até 1,5 kg e já nascem com pelos e dentição permanente. Em cativeiro, pode viver até 12 anos de idade. (Wikipédia)

06.03.01 Rato do matoBrucepattersonius sp.família Cricetidae. APA Miracema, 05/08/15.
Esses pequenos roedores silvestres brasileiros são de difícil identificação quanto a espécie, por serem morfologicamente parecidos. O espécime fotografado pode ser Brucepattersonius soricinus Hershkovitz, 1998. É encontrado em área de mata de altitude e de transição entre Mata Atlântica e Cerrado. 


06.04 Erethyzontidadae

06.04.01 Ouriço-cacheiro, cuandu (procede do tupi antigo kûandu), Coendou prehensilis (Linnaeus, 1758). 
1 - Miracema, 08/02/16. Obs.: foto feita por Fernando Ribeiro (Chumbinho);
2 - Miracema, 06/09/24. Filhote. Obs.: foto tirada por Celeste Scramignon.

O ouriço-cacheiro é um mamífero de 30 a 60 centímetros de comprimento e de 2 a 4 quilogramas de peso máximo, seu corpo é coberto por espinhos curtos e pontiagudos em cor esbranquiçada ou amarelada, misturada com o pelo mais escuro. Esse animal tem hábitos arborícolas, segurando-se com sua cauda preênsil, e transita com frequência pelas bordas das matas de galeria, onde pode entrar em contato com animais domésticos e pessoas. São animais noturnos e crepusculares. À noite, saem para procurar alimento, principalmente frutos (Eisenberg e Redford, 1999), com diversas adaptações fisiológicas e metabólicas para a herbivoria. Vivem solitários ou em pares, produzindo um único filhote por ninhada. São animais que têm vida reprodutiva de até 12 anos. O ouriço-cacheiro recém-nascido é coberto com cabelos vermelhos e espinhos pequenos, que se endurecem pouco depois do nascimento. (Wikipédia)
07.01.01 Morcego-narigudo, Rhynchonycteris naso (Wied-Neuwied, 1820). É fugívoro.
1 e 2 - Conde, 17/08/19;
3 - Conde, 02/09/19.
OBSERVAÇÕES SOBRE OS HÁBITOS DE Rhynchonycteris naso (WIED-NEUWIED, 1820) E Noctilio albiventris DESMAREST, 1818 (MAMMALLIA, CHIROPTERA) MARCELO RODRIGUES NOGUEIRA e ANDRÉ POL - Instituto de Biologia, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, CEP 23851-970, Seropédica, RJ.
O morcego frugívoro desempenha um importante serviço ambiental para a regeneração e a manutenção da cobertura vegetal dos ecossistemas onde vive. Alimentando-se de pequenos frutos e infrutescências, seus hábitos fazem dele um verdadeiro “reflorestador natural”: ele dispersa as sementes dos frutos que ingere por meio de suas fezes.
Esse serviço ambiental ganha amplitude em virtude das grandes distâncias que um morcego percorre a cada noite, visitando diferentes habitats. A dispersão do morcego frugívoro também ganha em rapidez: o processo digestivo é rápido, sendo que em algumas espécies uma semente pode levar apenas 30 minutos para percorrer todo o trato digestivo do animal e ser liberada novamente no ambiente. (Blog do GPME - Grupo Pierre Martin de Espeleologia).


07 Morcego ?. Estava se alimentando do galho da planta  em que se pendurou. Mata do Conde, 27/10/20.


Reptilia
21 Squamata
21.01 Anguidae

21.01.01 Cobra-de-vidro, Lagarto, Classe Reptilia, Ordem Squamata, subordem Sauria, Familia Anguidae, gênero Ophiodes, espécie cf striatus (Spix, 1825).
1, 2 e 3 - RVS da Ventania, 05/11/2015. 
4 e 5 - APA Miracema, 13/10/2014.
É chamado popularmente de cobra-de-vidro, mas não é cobra, pois solta a cauda (autotomia) como muitos lagartos.




21.02 Leiosauridae

21.02.01 Lagarto-verdeEnyalius perditus Jackson, 1978. APA Miracema, 24/02/14. É uma fêmea, pois o macho tem a coloração toda verde. De hábitos diurnos, este lagarto é encontrado nas poucas áreas de florestas altas da Mata Atlântica dos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, que ainda não tenham sofrido muita intervenção do homem. Pode medir até 30 cm. 



21.03 Teidae

21.03.01 Lagarto-teiúSalvator merianae (Duméril & Bibron, 1839). 
1 e 2 - APA Miracema, 31/10/14;
3 e 4 - APA Miracema, 19/11/21. 
Observado por diversas vezes em Miracema, o das fotos 1 e 2 foi o maior exemplar, devia medir 1 m ou mais. Pelo tamanho é um macho adulto sênior. O teiú é o maior lagarto das Américas.




21.04 Tropiduridae

21.04 Calango, camaleão. Gênero Tropidurus. Provavelmente T. Torquatus (Wied-Neuwied, 1820).
1 - Conde, 25/11/18.
2 - APA Miracema, 01/02/20.
21.04.01  Calango, camaleão, Tropidurus torquatus (Wied-Neuwied, 1820).
3 - APA Miracema, 10/02/24.

21.04.01  Calango, camaleão, Tropidurus torquatus (Wied-Neuwied, 1820)
1 e 2 - Conde, 11/03/24.
3 - Conde, 27/04/24.
4 - Conde, 06/0424.


21.05 Gekkonidae

21.05.01 Lagartixa-de-parede, Hemidactylus mabouia (Moreau de Jonnès, 1818). Miracema, 20/11/23.


21.10 Boidae

21.10.01 JiboiaBoa constrictor Linnaeus, 1758 RVS da Ventania, 06/04/17.


21.11.01 Cobra-de-capim, cobra-d'água, Erythrolamprus poecilogyrus (Wied-Neuwied, 1825). Zona rural (RJ-200), em 04/08/17. Fotos feitas por Arthur "Veterinário" e Thiago Ribeiro.


21.11.02 Dorme-dorme, Imantodes cenchoa (Linnaeus, 1758). Possui dentição opistóglifa. Não é de interesse médico. Ou seja, possui peçonha mas não causa grandes complicações para humanos.
Encontrei-a morta e devia medir uns 80 cm, em 14/07/19 no RVS da Ventania. Relato do agricultor que a matou e afirmou que era um filhote de surucucu: retirei do solo uma muda de bananeira de um bananal que cultivo aqui perto, transportei no carro e plantei aqui. Quando estava agachado apertando a terra no entorno da muda, levantei o olhar e vi a cobra com a cabeça levantada na ponta da folha me observando. Ela esteve este tempo todo dentro da folha. Imagina você se me levanto sem olhar pra cima, certamente iria esbarrar na folha e ser picado.
Tentei explicar que a surucucu encontra-se muito ameaçada de extinção, e, se possível, seria muito bom para a espécie se capturada viva e solta na mata em local distante do convívio do agricultor e família. Mas, acho que ele não deu muito ouvido não, pois nem respondeu. Acho que mudar a cultura de matar serpente por pessoas que vivem perto delas é muito difícil. Também entendo do risco que estas pessoas correm se forem picadas por uma cobra altamente venenosa desta (no caso de ser surucucu), morando distante de um hospital que possa socorrê-las. Nem sei se no hospital de Miracema tem soro antiofídico para picada de surucucu, visto a raridade de se encontrar uma por aqui em Miracema.
Obs.: houve dúvidas entre surucucuLachesis muta, ou serpente-olho-de-gato-aneladaLeptodeira annulata, mas predominou se tratar da dorme-dorme, Imantodes cenchoa. A identificação foi feita por especialistas no grupo Fotonaturalistas - Répteis e Anfíbios.

"Pouco preocupante" (LC): Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção 2018 (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade).

21.11.03 Corredeira, Thamnodynastes nattereri (Mikan, 1820). Possui dentição opistóglifa. Não é de interesse médico. Ou seja, possui peçonha mas não causa grandes complicações para humanos. RVS da Ventania, em julho de 2019. Foto tirada por Luciano Gomes, popularmente conhecido como Tiziu.


21.11.04 Cobra-cipó, cobra-verdePhilodryas olfersii (Lichtenstein, 1823). Apresenta dentição opistóglifa. Miracema, 12/11/19. Obs.: foto tirada pela Defesa Civil de Miracema, ao removê-la de quintal na zona urbana de Miracema.

"Pouco preocupante" (LC): Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção 2018 (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade).

21.11.05 Muçurana, cobra-pretaPseudoboa nigra (Dumérl, Bibron & Duméril, 1854). A espécie apresenta manchas brancas, mas é incomum que tal mancha seja tão extensa como no presente exemplar. Não peçonhenta. Região do Barreiros, setembro/2019. Obs.: foto feita por Marcos "do Batista do Gás".


21.11.06 Cobra-preta, Elapomorphus quinquelineatus (Raddi, 1820)Não peçonhenta.
1 e 2 - Mata do Conde, 07/10/23.
Obs.: ver código 30 do item 4 - Fotos de animais atropelados em Miracema, na 2ª parte ((Fauna observada na natureza em Miracema - II) ou Demais animais da fauna - 5. Animais silvestres atropelados e animais silvestres resgatados na zona urbana .

21.12 Colubridae

21.12.01 CaninanaSpilotes pullatus (Linnaeus, 1758). RVS da Ventania, agosto de 2020. Fotos de Levy da Ventania de Cima.



21.13 Viperidae

21.13.01 Jararaca-da-mataBothrops jararaca (Wied-Neuwied, 1824)
1 - APA Miracema, 20/03/14;
2 - Conde, 19/07/18.
Obs.: ver códigos 5 e 14 do item 4 - Fotos de animais atropelados em Miracema, na 2ª parte (Fauna observada na natureza em Miracema - II) ou ver "Demais animais da fauna - 5. Animais silvestres atropelados e animais silvestres resgatados na zona urbana.


Amphibia
25 Anura
25.01 Cycloramphidae

25.01.01 Rã-da-pedra, Anuro, Thoropa miliaris  (Spix, 1824).
1, 2, 3 e 4 - RVS da Ventania, 27/01/18;
5 - RVS da Ventania, 03/08/20.

1 e 2 - RVS da Ventania, 06/05/21.

25 Anuro, ?
1 e 2 - RPPN Bugios da Boa Esperança I, 10/08/22.

25 Anuro, ? Miracema, 16/07/23.

25 Anuro, ? Conde, 02/11/23.

25 Girinos não identificados. RVS da Ventania, 07/05/23.


26 Gymmophiona

26 Cecília, Cobra-cega, Gimnophiona Müller, 1832. É chamado popularmente de cobra-cega, mas não é réptil e sim anfíbio. Estrada para Paraiso do Tobias via Fazenda da Liberdade, 07/09/23.
Obs.: ver código 29 do item 4 - Fotos de animais atropelados em Miracema, na 2ª parte ((Fauna observada na natureza em Miracema - II) ou Demais animais da fauna - 5. Animais silvestres atropelados e animais silvestres resgatados na zona urbana .


Molusca
Gastropoda
31 Caenogastropoda
31.01  Megalobulimidae

31.01.01 Caracol-gigante, Megalobulimus cf. parafragilior Leme & Indrusiak, 1990. Caracol florestal gigante nativo STROPHOCHEILIDAE.
1 e 2 - RVS da Ventania, 05/12/21. Casal em acasalamento;
3 e 4 - RVS da Ventania, 15/12/18;
5 e 6 - RVS da Ventania, 16/11/20.




31.02 Bulimulidae

31.02.01 Moricandia cf Willi (Dohrn, 1883). Caracol florestal nativo CYCLODONTINIDAE.
RVS da Ventania, 19/09/20;


31.03 Cyclodontinidae


31.03.01 Cochlorina cf. lateralis (Menke, 1828), Caracol florestal nativo.
RVS da Ventania, 29/09/20.


32 Mesogastropoda
32.01 Ampullariidae

1, 2, 3 e 4
5, 6, 7 e 8
32.01.01 AruáPomacea cf. canaliculata (Lamarck, 1822)Caramujo límnico/aquático de água doce operculado nativo AMPULLARIIDAE.
1 - Conde, 13/11/20. Ovas de aruá.
2 - Conde, 15/12/23.
3 e 4 - Conde, 16/02/18.
5 - Miracema, 07/09/19. Filhote de carão se alimentando de aruá.
6 - Miracema, 19/01/22 Carão se alimentando de aruá.
7 e 8 - Conde, 18/10/14. Gavião-caramujeiro (fêmea) se alimentando de aruá.
Obs.: o aruá é abundante ao longo do Ribeirão Santo Antônio, inclusive no percurso da cidade de Miracema. Principal alimento do gavião-caramujeiro, que desenvolveu o bico curvilíneo para facilitar a remoção do aruá de seu caracol. Também é apreciado por outros pássaros como o carão. A espécie aruá é considerada prejudicial à cultura de arroz.


33 Pulmonata
33.01 Veronicelidae

33.01.01 Lesma-lixa, provavelmente Sarasinula plebeia (Fischer, 1868). "Tamanho aproximado informado: ~7cm (~70mm)". Muito provável representante do gênero "Sarasinula Grimpe & Hoffmann, 1924" (... o problema com as "lesmas-lixa" é que, geralmente, se precissa "disecar" o animal para examinar os órgãos reprodutores internos para assim poder chegar a uma "determinação" em segurança !). Agora bem, considerando seu aspecto geral e tamanho informado, por simples "aproximação" podemos acreditar se tratar (chute) da espécie comum invasora de jardim - com amplo rango de distribuição geográfica no Brasil - "Sarasinula plebeia (Fischer, 1868)".
Mata da Liberdade,  24/01/16.


Chelicerata
Arachnida 
41 Aranea
41.01 Anyphaenidae

41.01.01
 Anyphaenidae - provavelmente Jessica sp.
1 e 2 - Mata do Conde, 26/11/18.
 

41.02 Araneidae
 
41.02.01 Araneidae - Actnosoma pentacanthum (E.L. Holmberg em 1883). Única espécie do gênero.
1, 2 e 3 - Mata do Conde, 27/10/20.
4 - RVS da Ventania, 04/07/22.

41.02.02 Araneidae - Araneus sp., provavelmente A. venatrix.
1 e 2 - Mata do Conde, 23/02/19. 
41.02.03 Araneidae - Aranha-tecedeiraMicrathena sp.
3 - Conde, 13/01/19;
4, 5 e 6 - Conde, 13/03/19.

1, 2 3 e 4
5, 6, 7 e 8
9, 10, 11 e 12
41.02.04 Araneidae - Argiope argentata. Aranha-de-prata.
1 - APA Miracema, 22/01/17;
2 - APA Miracema, 06/01/16;
3 - Mata do Conde, 08/02/16;
4, 5 e 6 - RVS da Ventania, 30/11/18;
7 e 8 - RVS da Ventania, 10/03/18;
9 - RVS da Ventania, 29/05/21;
10 - RVS da Ventania, 02/10/20. Filhote;
11 - Conde, 17/12/20. Filhote;
12 - Conde, 08/01/21. Filhote.

1, 2, 3 e 4
5, 6 e 7
41.02.05 Araneidae - Alpaida sp.
1 e 2 - Mata do Conde, 16/12/18.
41.02.06 Araneidae - Alpaida alticeps (Keyserling, 1879).
3 e 4 - RVS da Ventania, 24/09/18.
5 - RVS da Ventania, 19/09/20.
6 - RVS da Ventania, 27/09/20.
7 - RVS da Ventania, 21/10/20.

1, 2, 3, 4, 5 e 6
7, 8, 9 e 10
41.02.07 Araneidae - Alpaida grayi (Blackwall, 1863).
1 a 6 - RVS da Ventania, 19/08/20;
7- RVS da Ventania, 19/09/20;
8, 9 10 - RVS da Ventania, 21/10/20.

41.02.08 Araneidae - Alpaida sp., possivelmente A. alticeps.
1 - RVS da Ventania, 27/08/20.
2, 3 e 4 - RVS da Ventania, 18/09/20. Obs.:a 17 ângulo barriga.

1, 2, 3 e 4
5 e 6
7, 8 9 e 10
11, 12, 13 e 14
15, 16, 17 e 18
19, 20, 21 e 22
23 e 24
25, 26, 27 e 28
29, 30, 31 e 32
33, 34 e 35
41.02.09 Araneidae - Gasteracantha cancriformis.
1, 2, 3 e 4 - RVS da Ventania, 18/08/18;
5 e 6 - RVS da Ventania, 22/01/21;
7 e 8 - RVS da Ventania, 23/09/18. 7 ângulo barriga da 6;
9 e 10 - RVS da Ventania, 15/12/18;
11 e 12 - RVS da Ventania, em 23/09/18;
13 e 14 - RVS da Ventania, 03/08/20;
15 e 16 - RVS da Ventania, 19/08/20;
17 -  RVS da Ventania, 19/08/20;
18 - RVS da Ventania, 25/08/20;
19 e 20 - RVS da Ventania, 25/08/20;
21 e 22 - RVS da Ventania, 25/08/20;
23 e 24 - RVS da Ventania, 25/08/20;
25 e 26 - RVS da Ventania, 30/08/20. 25 ângulo barriga e 26 ângulo lateral;
27 e 28 - RVS da Ventania, 15/09/20. 27 ângulo barriga e 28 ângulo lateral;
29 e 30 - RVS da Ventania, 15/09/20. 30 ângulo barriga da 29;
31, 32 e 33 - RVS da Ventania, 27/09/20. 32 ângulo barriga da 31;
34 e 35 - RVS da Ventania, 08/01/21.
 
41.02.10 Araneidae - Metepeira.
1, 2, 3 e 4 - RVS da Ventania, 28/08/20.

10.02.11 Araneidae - Paramixia sp. ou Verrucosa sp.
1 e 2 - RVS da Ventania, 12/09/20.

41.02.12 Araneidae - Nephilengys cruentata Fabricius 1775. Maria-bola, Aranha-de-telhado. Araneidae exótica. de origem africana,
1 e 2 - Miracema, 01/12/2019. Fêmea jovem. A menor é muda da maior.
3 e 4 - Fazenda da Liberdade, 14/06/21.


41.03 Corinnidae
 
41.03.01 Corinnidae - Corinna sp.
1 e 2 - RVS da Ventania, 19/09/20.


41.04 Ctnidae

41.04.01 Ctnidae - Phoneutria sp., aranha-armadeira. Considerada perigosa para humanos. As fotos são de uma exuvia (muda) recente. RVS da Ventania, 29/09/20.


41.05 Lycosidae

1, 2, 3 e 4
5, 6, 7 e 8
9
41.05.01 Lycosidae - Aglaoctenus sp. Constrói teias fechadas em forma de funil.
1 a 4 - Conde, 24/03/21;
5 a 8 - Conde, 16/07/21;
9 - RVS da Ventania, 18/09/20.

1, 2, 3 e 4
5, 6, 7 e 8
9 e 10
41.05.02 Lycosidae - Lycosa sp. Aranha-lobo, aranha-de-jardim.
1 - RVS da Ventania, 27/01/18;
2 - Mata do Conde, 18/12/18;
3, 4, 5 e 6 - Conde, 03/11/18;
7 - Mata do Conde, 04/11/2018.;
8 - APA Miracema, 14/09/16;
9 - RVS da Ventania, 03/08/20;
10 - RVS da Ventania, 27/03/21.


41.06 Mimetidae

41.06.01 Mimetidae - Gelanor sp.
1 e 2 - Mata do Conde, 14/12/18.

41.06 Mimetidae 
1 e 2 - RVS da Ventania, 27/09/20.


41.07 Nephilidae

1, 2, 3 e 4
5, 6, 7 e 8
9, 10, 11 e 12
41.07.01 Nephilidae - Nephila clavips (Linnaeus, 1767). Aranha-do-fio-de-ouro.
1 e 2 - APA Miracema, 06/08/15;
3 - APA Miracema, 05/04/15;
4 - Mata do Conde, 18/02/18;
5 - Mata do Conde, 08/02/16;
6 - APA Miracema, 05/04/1.;
7 - RVS da Ventania, 01/04/17;
8 - RVS da Ventania, 01/04/2018. N. ClavipsAlimentando-se de presa pega na teia. As aranhazinhas menores na teia pertencem a outra espécie, Argyrodes sp. (Theridiidae). São cleptoparasitas comuns em teias de N. clavipes;
9 - Mata do Conde, 14/03/20;
10 - Mata do Conde, 31/01/20;
11 e 12 - Mata do Conde, 30/05/20.

1, 2, 7 e 8
9 e 10
41.07.02 Nephilidae - Trichonephila clavips (Linnaeus, 1767).
1 e 2 - RVS da Ventania, 25/08/20;
3 e 4 - RVS da Ventania, 27/08/20;
5 e 6 - Mata do Conde, 06/03/21. Fêmea se alimentando do macho, após a cópula.


41.08 Pholcidae

41.08.01 Pholcidae - provável Pholcus phalangioides. Sua teia chama a atenção por ser muito fechada.
1 e 2 - Mata do Conde, 19/02/20.

41.08.02 Pholcidae - Mesabolivar.
1 e 2 - Mata do Conde, 24/08/20;
3 e 4 -  Mata do Conde, 14/09/20.

41.08.03 Pholcidae - Mesabolivar gr. cyaneotaeniatus.
1 - RVS da Ventania, 30/08/20;
2 - RVS da Ventania, 18/09/20.


41.09 Salticidae

1, 2, 3 e 4
5, 6, 7 e 8
9 e 10
41.09.01  Salticidae - Phiali tristis (Mello-Leitão 1945).
1 - Macho. Mata do Conde, 09/01/19.
2 e 3. Macho. RVS da Ventania, 19/09/20;
4, 5, 6 e 7 - Fêmea. RVS da Ventania, 18/09/20;
8 - Macho. RVS da Ventania, 30/11/20;
9 e 10 - Fêmea. RVS da Ventania, 16/12/20.

41.09.02 Salticidae - Dendryphantina, talvez Parnaenus cyanidens. Macho adulto.
1 - RVS da Ventania, 12/12/18. 
41.09.03 Salticidae - Dendryphantina.
2 - Mata do Conde, 31/01/20.
41.09.04 Salticidae - Phiale, grupo mimica.
3 e 4 - RVS da Ventania, 12/12/18.

41.09.05 Salticidae - Phiale, grupo mimica.
1, 2 e 3 - RVS da Ventania, 10/09/23.

41.09.06 Salticidae - Coryphasia sp, (Euophryini).
1 - Conde, 27/11/18.
5 - RVS da Ventania, 27/03/21.
41.09.07 Salticidae - ?
2 - RVS da Ventania, 20/07/18;
41.09.08 Salticidae - Chira distincta Bauab, 1983. Macho.
3 e 4 - RVS da Ventania, 13/09/18;
41.09.09 Salticidae - Amycus. Macho.
6 - RVS da Ventania, 19/01/22.

41.09.10 Salticidae - Chira sp.
1 e 2 - RVS da Ventania, 19/09/20.

41.09.11 Salticidae - Frigga sp.
1 - Conde, 23/09/18 (Frigga ou Phiali ?);
2 - Conde, 12/03/18. Possivelmente Frigga quintensis. Macho;
3 - Conde, 26/11/16.
41.09.12 Salticidae - Colonus, talvez vaccula.
4 - RVS da Ventania, 19/04/18.

41.09.13 Salticidae - Phiale aff. bulbosa.
1 e 2 - Conde, 27/05/18.
41.09.14 Salticidae - Phiale gratiosa C.L.Koch, 1846 (fêmea).
3 e 4 - RVS da Ventania, 30/11/18.

41.09.15 Salticidae Dendryphantina
1 e 2 - RVS da Ventania, 13/12/18. 
41.09.16 Salticidae - Euophryini. Talvez uma Coryphasia sp.
3 e 4 - RVS da Ventania, 12/09/20.
5 e 6 - RVS da Ventania, 21/10/20.

41.09.17 Salticidae - Amycini ou Noegus ou Vinnius sp.
1, 2, 3 e 4 - RVS da Ventania, 13/09/20.

41.09.18 Salticidae - Titanattus andinus (Simon, 1900).
1 e 2 - Mata do Conde, 30/10/20.
41.09.19 Salticidae - Sumampattus quinqueradiatus (talvez) . Juvenil.
3 - Conde, 01/12/20.
41.09.20 Salticidae - Euophryini (que não parece estar adulta ainda) ou Corythalia ou Coryphasia.
4 - Conde, 06/12/20.

41.09.21 Salticidae - Coryphasia nigriventis. RVS da Ventania, 15/11//23.


41.10 Sparassidae

41.10.01 Sparassidae – Caayguara sp.
1 - RVS da Ventania, 16/11/20.

41.10.02 Sparassidae – Heteropoda venatoria (Latreille, 1802). Macho. Origem asiática.
1 e 2 - Miracema, 16/01/24.
 

41.11 Tetragnathidae

41.11.01 Tetragnathidae - Leucage sp.
1 e 2 - RVS da Ventania, 20/12/18.

1, 2, 3 e 4
5, 6, 7 e 8
9 e 10
41.11.02 Tetragnathidae - Leucauge sp.
1 e 2 - RVS da Ventania, 19/08/18;
3 e 4 - RVS da Ventania, 24/09/18;
5 - Parque Ecológico, 06/11/18;
6 e 7 - Parque Ecológico, 10/11/18;
8 - Mata do Conde, 27/06/18;
9 - APA Miracema, 05/05/21;
10 - RVS da Ventania, 29/07/20.

 
41.12 Thomisidae

1, 2, 3 e 4
5 e 6
7, 8 e 9
41.12.01 Thomisidae - Aranha-carangueijo.
1 e 2 -  RVS da Ventania, 12/09/20.
41.12.02 Thomicidae –Ceraarachne sp.
3 e 4 -  RVS da Ventania, 16/11/20.
41.12.03 Thomicidae – Tmarus sp.
5 - RVS da Ventania, 16/11/20.
41.12.04 Thomicidae – Tmarus sp.
6 - RVS da Ventania, 07/10/20.
41.12.05 Thomicidae
7, 8 e 9 - RVS da Ventania, 08/01/21. Obs.: a aranha não viu a formiga como presa, pois esta passou por cima dela sem ser incomodada.
 

41.13 Trechaleidae

41.13.01 Trechaleidae, talvez Trechalea sp. Obs.: estava predando uma vespa.
1 e 2 - Mata do Conde, 14/12/2019.


41.14 Theraphosidae

41.14.01 Theraphosidae - Lasiodora sp. Macho (caranguejeira, tarãntula). APA Miracema, 02/02/25.


42 Amblypygi
42.01 Phrynidae

42.01 Phrynidae - ordem Ambiplígio (Amblypygi). Obs.: foi encontrada na cozinha durante à noite, provavelmente entrou pelo ralo que tem ligação com galeria de rede de esgoto, a qual deve utilizar como caverna/habitat. É o bichinho do Harry Potter.
1 e 2 - Miracema, 05/10/19.
 

43 Opilones

1, 2 e 3
4, 5, 6 e 7
8, 9, 10 e 11
12, 13 , 14 e 15
16 e 17
43 ordem Opiliones.
1, 2 e 3 - RVS da Ventania, 03/08/20.
43 ordem Opiliones.
4, 5, 6 e 7 - RVS da Ventania, 27/08/20.
43 ordem Opiliones.
8, 9, 10 e 11- Mata do Conde, 14/09/20.
43 ordem Opiliones.
12, 13, 14 e 15 - APA Miracema, 15/04/21.
43 ordem Opiliones.
16 e 17 - Mata do Conde, 03/10/23


44 Escorpiones
44.01 Buthidae

44.01.01 Tityus serrulatus Lutz & Mello, 1922. Miracema, 13/05/22. Encontrado no centro urbano da cidade (Bairro Hospital). Foto de Jorge Luiz Monteiro de Barros. 
O Tityus serrulatus, conhecido popularmente como escorpião-amarelo, é um escorpião típico do Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste do Brasil; é a principal espécie que causa acidentes graves, com registro de óbitos, principalmente em crianças. Possui as pernas e a cauda amarelo-claro e o tronco escuro. Wikipédia


Aracnídeos não Identificadas

44
1 - RVS da Ventania, 16/11/20.
44
2 - RVS da Ventania, 10/09/23.
44
3 e 4 - Conde, 27/04/24.
 
 
Atrophoda
Insecta
51 Hymenoptera 
51.01 Mutilidae

1, 2, 3 e 4
5, 6, 7 e 8
9, 10, 11 e 12
Formiga-feiticeira (por serem utilizadas em feitiçarias), formiga-veludo (por ter aparência de veludo), formiga-chiadeira (por emitir um chiado quando se sente ameaçada), formiga-de-ferro, formiga-sete-socos (por ter o esoesqueleto muito resistente). As da espécie Hoplocrates cephalotes, também são chamadas de formiga-cabeçuda.
Possuem centenas de espécies. Apesar do nome, são vespas. As fêmeas não posuem asas (ápteras) e sua picada é muito intensa e dolorida. Os machos são alados e procuram avidamente pelas fêmeas. Suas larvas são parasitas de insetos.
51.01.01 Provavelmente Hiplomutilla spinosa (Swederus, 1787).
1 e 2 - Fêmea. APA Miracema, 21/11/14.
3 e 4 - Fêmea. RVS da Ventania, 16/01/21.
51.01.02 Provavelmente Hoplocrates cephalotes
5 e 6 - Fêmea. RVS da Ventania, 17/08/22.
12 - Fêmea. RVS da Ventania, 15/12/23.
51.01.03 ?
7 - Fêmea. RVS da Ventania, 23/11/23.
51.01.04 ?
8, 9 e 10 - Macho. APA Miracema, 22/01/25.
51.01.05 ?
11 - Fêmea. Estrada para Paraiso do Tobias via Fazenda da Liberdade, 17/11/23.


51.02 Cabronidae

51.02
1 e 2 - RVS da Ventania, 10/01/16;
3 e 4 - RVS da Ventania, 03/11/19.

51.02.02 Stictia signata (Linnaeus, 1758).
1 e 2 - Mata do Conde, 02/05/16.


51.03 Sphecidae

51.03.01 Vespa-cintura-de-fio, vespa-amassa-barro, Sceliphron fistularium Dahlbom 1843.
1 - RVS da Ventania, 20/12/18;
2 - RVS da Ventania, 13/03/19; 
3 e 4 - RVS da Ventania, 11/02/17;
5 - RVS da Ventania, 13/03/19;
6 - RVS da Ventania, 26/05/19;
7  - APA Miracema, 30/01/21;
8 - Mata do Conde, 06/03/21.

51.03 Vespa caça-grilos da família Sphecidae.
1 - RVS da Ventania, 27/01/18.
51.03 VespinhaSphecidae.
2 - Conde, 26/11/16;
3 e 4 RVS da Ventania, 16/03/18.
 
51.03.04 Isodontia sp. (Sphecidae).
1 - Mata do Conde, 09/01/19.
51.03.05 Isodontia sp.
2 - RVS da Ventania, 28/09/17.
 


51.04 Scolidae

51.04.01 Campsomeris sp. (talvez)
1, 2, 3 e 7 - Mata do Conde, 07/01/20;
4 e 5 - RVS da Ventania, 11/02/17;
6 - RVS da Ventania, 21/11/16;
8 e 9 - APA Miracema, 02/02/21.


51.05 Vespidae

51.05.01 Polistes versicolor (Olivier, 1791) (Hymenoptera: vespidae)
1 - APA Miracema, 03/03/16;
2 - Conde, 23/09/18;
3 - RVS da Ventania, 29/09/20;
4 - RVS da Ventania, 02/10/20.

51.05.01 Polistes versicolor (Olivier, 1791) (Vespidae).
1, 2 e 3 - RVS da Ventania, 03/08/20.

51.05.02 Marimbondo-cabocloPolistes canadensis (Linnaeus, 1758(Vespidae).
1 - APA Miracema, 20/03/16;
2 - Conde, 11/09/16;
3 - Conde 13/06/18.
4 - Conde, 25/05/18;
5 - RVS da Ventania, 20/07/2018.
 
51.05.03 Polybia sp. (Synoeca surinama?) (Vespidae).
1 e 2 - Areas (Paraíso do Tobias), 19/12/16.
 
51.05.04 Brachygastra augusti (Saussure, 1854) (?) (Vespidae).
1 e 2 Conde, 28/05/18;
3 e 4 - APA Miracema, 28/11/18.

51.05.05 Mischocyttarus consimilis Zikán, 1949 (Vespidae).
1 - RVS da Ventania, 30/11/18;
2 - RVS da Ventania, 24/09/18. 

51.05.05 Mischocyttarus consimilis Zikán, 1949 (Vespidae).
1 e 2 - Conde, 28/05/18.
51.05.06 Polybia scutellaris (Write, 1841) (Vespidae).
3 - RVS da Ventania, 19/06/19.
51.05.07 Polybia platycephala Richards, 1951 (?) (Vespidae).
4 - Conde, 15/12/16.

1, 2, 3, 4 e 5
6, 7, 8, 9 e 10
11 e 12
51.05.06 Polybia scutellaris (Write, 1841) (vespidae). 
1 - RVS da Ventania, 07/01/18;
2, 3, 4 e 5 - Conde, 05/01/18. Obs.: na foto 5 casal de  bico-chato-amarelo construiu ninho bem próximo do vespeiro para se beneficiar da agressividade das vespas e aumentar as chances de sucesso reprodutivo;
6 e 7 - Conde, 16/02/18. Obs.: na foto 7 casal de cambacica  construiu ninho bem próximo do vespeiro para se beneficiar da agressividade das vespas e aumentar as chances de sucesso reprodutivo;
8, 9 e 10 - RVS da Ventania, 29/11/15. Obs.: na foto 9 mais outros dois casais de passarinhos (caneleiro-preto e cambacica) que também construíram o ninho bem perto do vespeiro;
11 e 12 - Paraiso do Tobias, 19/03/24.

51.05.07 Polybia platycephala Richards, 1951 (Vespidae).
1 e 2 - RVS da Ventania, 10/01/15 
51.05 Apoica arborea (?) (Vespidae).
3 - RVS da Ventania, 18/10/2017;
4 - RVS da Ventania, 06/12/15.

51.05.08 Eumeninae ? (Vespidae)
1 - Estrada Miracema-Paraíso do Tobias, 23/05/17.
51.05.09 Agelaia vicina ou Polybia sericea (Vespidae)
2 - Estrada Miracema-Paraíso do Tobias, 19/12/16.

1, 2 , 3 e 4
5, 6 e 7
51.05.10 Parachartergus fraternus (Gribodo, 1892) (Vespidae, Polistinae).
1 - RVS da Ventania, 04/10/23.
2 - RVS da Ventania, 15/01/21.
3 e 4 - RVS da Ventania, 11/02/17.
5, 6 e 7 -  RVS da Ventania, 20/12/18.

51.05.11 Marimbondo-chapéuApoica pallens (Fabricius. 1804) (Vespidae, Polistinae).  
1 e 2 - RVS da Ventania, 30/03/17.
3 - Parque Ecológico, 10/08/22.

1, 2, 3 e 4
 5, 6, 7 e 8
11.05.12 Marimbondo-tatuSynoeca cyanea (Fabricius, 1775) (Vespidae)
1, 2 e 3 - APA Miracema, 03/09/17.
4 e 5 - RVS da Ventania, 07/11/17.
6 e 7 - APA Miracema, 14/06/21.
8 e 9 - RVS da Ventania, 22/05/22. 

51.05.13 Mischocyttarus sp.
1 - Parque Ecológico, 06/11/18.

 
51.06 Ichneumonidae
 
1, 2, 3 e 4
5, 6, 7 e 8
9 e 10
51.06.01 Joppa sp.
1 - APA Miracema, 07/08/16.
51.06.02 Joppa sp.
2, 3 e 4 - RVS da Ventania, 15/09/20.
51.06.03 Talvez Cryptanura.
5 - Mata do Conde, 24/03/19
51.06.04 ?
6 - Conde, 25/05/18.
51.06.05 ?
7 - RVS da Ventania, 20/07/18.
51.06.06 ?
8 - RVS da Ventania, 13/09/20.
9 - Mata do Conde, 13/11/20.
51.06.07 ?
10 - Mata do Conde, 15/01/21.


51.07 Pompilidae

1, 2 e 3
4, 5, 6 e 7
8 e 9
10, 11, 12 e 13
14, 15, 16 e 17
51.07.01 Vespa tarântula, Pepsis sp. (Pompilidae). Ela é o terror das aranhas. Paralisa a aranha com seu veneno, carrega para a toca, bota seus ovos e posteriormente suas larvas comem a aranha viva. Diversas  vespas, como esta, parasitam outros invertebrados na fase larval, e muitas são especializadas em parasitar aranhas diversas, é uma morte bem sinistra pro hospedeiro de suas larvas.
1, 2 e 3 - RVS da Ventania, 21/04/18;
4 e 5 - RVS da Ventania, 08/06/17; 
6 - RVS da Ventania, 07/04/15;
7 - Mata do Conde, 14/07/16;
8 - APA Miracema, 06/01/16;
9 - RVS da Ventania, 20/01/21;
10 - Mata do Conde, 22/06/20; 
11 - Mata do Conde, 23/06/20;
12 e 13 - RVS da Ventania, 07/04/15;
14 e 15 - RVS da Ventania, 16/11/20;
16 e 17 - RVS da Ventania, 08/01/21. Tomando banho de terra.
Obs.: as de 1 a 3, a 6 e as 9 a 11 são, provavelmente, Pepsis ruficornis (Fabricius, 1775).


51.08 Pergidae

51.08.01 Perreyia sp. (ordem Hymenoptera; Pergidae). Provavelmente larva mata-porcos, Perreyia clavips, um grupo primitivo de vespas.
1 e 2 - Mata do Conde, 25/11/18.


51 Vespas não identificadas

51
1 e 2 - RVS da Ventania, 19/04/18.

51
1 e 2 - Mata do Conde, 16/12/19.

51 
1 - RVS da Ventania, 06/08/17.
51
2 - APA Miracema, 04/10/23. 
51
3 - APA Miracema, 04/10/23. 
51
4 - RVS da Ventania, 08/06/17.
Obs.: vespas caçadoras fazem receptáculos de barro onde depositam pequenas lagartas sobre as quais botam seus ovos.

51 Vespa, ainda não identificada, explorando o cesto da lagarta Bicho-do-cesto (Oiketicus) para depositar ovos cuja as larvas vão se desenvolver dentro do corpo da lagarta.
1, 2 e 3 - Mata do Conde, 21/05/18.

51
1 e 2 - Parque Ecológico, 06/11/2018 e 10/11/18, respectivamente.
 
51
2 - Parque Ecológico, 07/11/18
51
3 - Parque Ecológico, 07/11/18. 

51
1 e 2 - APA Miracema, 28/11/18;
3 e 4 - Conde, 14/12/19.
 
51
1 e 2 - Conde, 21/12/18.
51
3 - APA Miracema, 07/02/14.
51
4 - Conde, 03/0917. Obs.: vespas caçadoras fazem receptáculos de barro onde depositam pequenas lagartas sobre as quais botam seus ovos.
51 Casal de passarinhos que  construiu ninho bem próximo do vespeiro para se beneficiar da agressividade das vespas e aumentar as chances de sucesso reprodutivo.
5 - APA Miracema, 17/12/15. 

Obs.: Veneno da Polybia paulista é utilizado contra o câncer https://bit.ly/2Ag5vGT
https://bit.ly/2UlSTFh

Versão: 18/11/20 (v. da v. anterior 5.692)


3 comentários:

José Gabriel Sodré disse...

Oi. Os ouriços-cacheiros não são Erinaceus europaeus, são Coendou prehensilis. O Erinaceus europaeus nem faz parte da fauna do Brasil

José Gabriel Sodré disse...

Oi. todo esse texto abaixo que vcs publicaram é da espécie errada, Erinaceus europaeus, e não Coendou prehensilis, que é a espécie das fotos. Então pode corrigir, por favor?:

Ouriço-cacheiro, ouriço-terrestre, Erinaceus europaeus (Linnaeus, 1758Os ouriços-cacheiros são facilmente reconhecíveis pelos seus espinhos, que revestem todo o corpo exceto o focinho e ventre. O ouriço-cacheiro tem cerca de seis mil espinhos aguçados de 2 a 3 centímetros, que cobrem o dorso e os flancos do seu corpo. Os espinhos são pêlos modificados cuja mobilidade é controlada pelos músculos. Os espinhos são eriçados, de cor castanha matizada com tons mais ou menos escuros, porém o pêlo da barriga é creme ou esbranquiçado.
Quando se sente ameaçado, o ouriço-terrestre enrola-se sobre si próprio, ocultando as partes expostas do seu corpo, como o ventre, os membros e a cabeça, transformando-se numa “bola com picos”, bastante difícil de penetrar. A cabeça distingue-se facilmente do resto do corpo, os olhos são grandes, as orelhas são relativamente pequenas e pontiagudas e possui uma cauda rudimenta. (Wikipédia)

Hélcio Granato Menezes disse...

Valeu, José Gabriel! A correção foi feita.