Fauna observada na natureza em Miracema

1. Introdução

2. Resumos das espécies catalogadas

3. Painéis com fotos das espécies

4. Fotos de animais atropelados em Miracema 

_________________________

1. Introdução

Nesta página foram reunidas as fotos da fauna tiradas na natureza em Miracema, nestes últimos anos. Além de animais como primatas, quati, lagartos, cobras e tamaduá, também foram catalogados os insetos como abelhas, vespas, libélulas, grilos e moscas. Vem a ser um complemento das páginas Pássaros observados na natureza em Miracema e Borboletas e mariposas observadas na natureza em Miracema.

Este levantamento tem o intuito de dar uma pequena contribuição à manutenção e preservação da fauna existente nos fragmentos de remanescentes da Mata Atlântica que sobraram no município de Miracema. Sabemos da importância da fauna na manutenção e restauração dos ambientes naturais, principalmente nas florestas tropicais, onde cerca de 90% das espécies vegetais arbóreas têm suas flores polinizadas e suas sementes dispersas por animais (os principais polinizadores são as abelhas, vespas, mariposas, borboletas, besouros, morcegos e beija-flores). A dispersão das sementes está associada em muitos casos à interação com aves e mamíferos, ao que é chamado de zoocoria.

Localização dos primatas em Miracema (círculos em amarelo)
Nem todos os animais das fotos que constam no presente trabalho foram identificados, mas contamos com a inestimável ajuda das pessoas que vierem a visitar a página, e puderem colaborar, para fornecer os nomes dos animais ainda não identificados. Por exemplo, o macaco guigó ou sauá, assim como o lagarto cobra-de-vidro, foram identificados pelos biólogos Sávio Freire Bruno e Izar Aximoff. O macaco prego foi identificado pela bióloga Fabiane Girardi. Além de pesquisas feitas pelo próprio blogueiro na busca das identificações dos animais, recebemos muita ajuda de integrantes de grupos  no Facebook, dos quais faço parte. São eles: Insetos do Brasil; Fotonaturalistas - Répteis e Anfíbios; e Fotonaturalistas - Aracnídeos

Além dos primatas, cujas fotos são exibidas no item 3 (guigó, sagui-da-serra-escuro e prego), tem relatos de observação do bugio ou barbado (Alouatta) no 2º distrito, Paraíso do Tobias. Também foi observado no início de 2016 pegada de onça (link aqui), bem como testemunho de rugido, em 06/02/2016 (link aqui). No final da página, mostramos fotos de animais que, infelizmente, foram mortos em Miracema por atropelamento, para que sirva de alerta às autoridades ambientais para sinalizar os locais.

Na página Flora observada na natureza em Miracema tem as designações geográficas das localidades citadas nos rodapés das fotos dos animais exibidos nesta página, no item 3.

As fotos são de autoria de Helcio Granato Menezes, exceto: a) as do macaco prego que foram feitas por Humberto Toscano; b) as do ouriço-caixeiro e da abelha Scaptotrigona que foram tiradas por Fernando Ribeiro (Chumbinho); c) as do lobo-guará que foram sacadas por Carlos Moreira Nunes e Rodrigo Azevedo Tostes; d) as da paca e do cachorro-do-mato que foram captadas por Rodrigo Azevedo Tostes; e) as da cobra do capim ou cobra d'água, que foram feitas por Arthur "Veterinário" e Thiago Ribeiro; e f) as do segundo painel do guigó ou sauá (painel 2.1), que foram tiradas por José Alberto Metri Pinto.

Imagens protegidas pela Lei de Direito Autoral (Lei Nº 9.610, de 1998) - proíbe cópia e reprodução sem autorização expressa do autor.


2. Resumo das espécies catalogadas

Espécie
Painel
Espécie
Painel
Espécie
Painel
1. Primatas
11.70.05 ?
23.15.1
18.05 Cupim arbóreo, Nasutitermes ?
37.1
1.01 Sagui-da-serra-escuro
1, 1.1 e 1.2
11.70.06 e 11.70.07  Apoica arborea
23.15.2
18.06 Cupim arbóreo, Nasutitermes ?
37.1
1.02 Macaco guigó ou sauá
2 e 2.1
11.70.08 e 11.70.09 Parachartergus fraternus
23.15.3
18.07 a 18.10 Cupim arbóreo, Nasutitermes ?
37.2
1.03 Macaco prego
3
11.70.10 e 11.70.11 Marimbondo-chapéu, Apoica pallens
23.15.3


11.70.12 ?
23.15.4


11.70.13 ?
23.15.4


11.70.14 ?
23.15.4
19. Gafanhotos

2. Outros mamíferos
11.70.15 ?
23.15.4
19.01 Ninfa de gafanhoto-soldado, Chromacris speciosa
39
2.01 Tamanduá-mirim
7 e * 
11.70.16 e 11.70.17 Marimbondo tatu, Synoeca cyanea
23.15.5
19.02 Gafanhoto-soldado, Chromacris   speciosa
39
2.02. Quati
8
11.70.18 a 11.70.20 Marimbondo tatu, Synoeca cyanea
23.15.6
19.03 ?
39
2.03. Rato do mato
9
11.70.21 e 11.70.22 Marimbondo tatu, Synoeca cyanea
23.15.7
19.04 Tropidacris - Romaleidae
39
2.04 Bicho preguiça
9 e 9.1
11.70.23 a 11.70.26 Polybia scutellaris
23.15.8
19.05 Tropidacris - Romaleidae
39.1
2.05 Ouriço caixeiro
12 e *
11.70.27 a 11.70.30 Polybia scutellaris
23.15.9
19.06 Staleochlora viridicata
39.1
2.06 Lobo-guará
13
11.70.31 a 11.70.33 ?
23.15.10
19.07 ?
39.1
2.07 Paca
14
19.08 Pycnosarcus atavus - Acrididae
39.1
2.08 Cachorro-do-mato
15 e *
19.09 e 19.10 Agriacris sp. - Romaleidae
39.2
2.09 jaguatirica
*
19.11 Staleochlora viridicata
39.2
2.10 Gambá-de-orelha-preta
*
12. Abelhas
19.12 Abracris flavolineata
39.2
2.11 Mão-pelada
*
12.01 a 12.18  Mamangava, Xylocopa sp.
25
19.13 Conocephalinae ?
39.3
12 19 e 12.20 Oxaea flavescens
25.1
19.14 Staleochlora viridicata
39.3
12.21 Solitária abelha Euglossine
25.1


12.22 Ninho de Irapuã, Trigona spinipis
25.1


8. Répteis e anfíbios
12.23 a 12.26 Oxaea sp.
25.2


8.01 Lagarto verde
16
12.27 e 12.28 Scaptotrigona
25.3
20. Grilos

8.02 Lagato teiú
16
12.29 e 12.30 ?
25.3
20.01 Grilo-verdadeiro, Laranda sp.
41
8.03 Cobra de vidro
16
12.31 a 12.33 Abelha-europa, Apis melifera
25.4
20.02 ?
41
8.04 Jiboia
16.1
12.34 e 12.35 Oxaea sp.
25.5
20.03 ?
41
8.05 Cobra do capim, cobra d'água
16.2
20.04 ?
41
8.06 Anfíbio Anuro do gênero Thoropa
16.3
20.05 Pseudoscopas onsageri
41
8.07 Jararaca-da-mata
*
20.06 ?
41
13. Moscas
20.07 ?
41.1
13.01 a 13.06 Diptera: Asilidae
27
20.08 ?
41.1
13.07 e 13.08 Diptera: Mydidae. G heros
27.1
20.09 ?
41.1
10. Libélulas
13.09 e 13.10 Família Syrphidae
27.1
20.10 ?
41.1
10.01e 10.02 Diastatops obscura
21
13.11 a 13.13 Hyperalonia sp. (H. morio ?)
27.2
20.11 ?
41.1
10.03 Diastatops sp.
21
13.14 Diptera: Tachinidae
27.3
20.12 Grilo-doméstico, Acheta  domesticus
41.1
10.04 Diastatops sp.
21
13.15 Calliphora vicina ?
27.3
20.13 Grilo-verdadeiro, Laranda sp.
41.2
10.05 Orthemis discolor
21.1
13.16 ?
27.3
20.14 ?
41.2
10.06 Dragon Fire
21.1
13.17 ?
27.3
20.15 ?
41.2
10.07 ?
21.1
13.18 e 13.19 Bombiliídeo, Villa sp.
27.4
20.16 ?
41.2
10.08 Erythemis peruviana
21.1
13.20 Oestridae (?)
27.4
20.17 ?
41.2
10.09 ?
21.2
13.21 Calliphoridae (provavelm. Chrysomya)
27.4
20.18 Pseudoscopas onsageri
41.2
10.10 Zigoptera
21.2
13.22 Mutuca, Família Tabanidae Cochiliomya sp.
27.5
20.19 Pseudoscopas onsageri
41.3
10.11 ?
21.2
13.23 Asilidae 
27.5
20.20 Pseudoscopas onsageri
41.3
10.12 ?
21.2
13.24 e 13.25 Calliphoridae, Cochliomya sp.
27.5
20.21 ?
41.3
10.13 Erythemis vesiculosa
21.3
13.26 Asilidae ?
27.6
20.22 ?
41.3
10.14 Erythrodiplax umbrata
21.3
13.27 Bombyliidae
27.6
20.23 ?
41.3
10.15 ?
21.3
13.28 e 13.29 Syrphidae (lembra Palpada)
27.6
20.24 ?
41.3
10.16 Erythrodiplax umbrata
21.3
13.30 Syrphidae sp.
27.7
20.25 Pseudoscopas onsageri
41.4
10.17 Zigoptera, ordem Odonata.
21.4
13.31 Calliphora vicina ?
27.7
20.26 ?
41.4
10.18 ?
21.4
13.32 Shyrpidae sp.
27.7
20.27 ?
41.4
10.19 ?
21.4
13.33 Shyrpidae sp.
27.7
20.28 ?
41.4
10.20 ?
21.5
13.34 Shyrpidae sp.
27.8
20.29 ?
41.4
10.21 ?
21.5
13.35 Shyrpidae sp.
27.8
20.30 ?
41.4
10.22 ?
21.5
13.36 Calliphora vicina ?
27.8


10.23 Perithemis cornelia
21.5


10.24 ?
21.6


10.25 ?
21.6
21. Aracnídeos

10.26 Perithemis cornelia
21.6
14. Cigarras
21.01 e 21.02 Nephila sp.
43
10.27 Erythemis vesiculosa
21.6
14.01 a 14.04 Cigarra, Cicadoidea
29
21.03 Aranha-tecedeira, Minathena sp. (Araneidae)
43.1
10.28 ?
21.7
14.05 a 14.07 Cigarra colorida, Carineta diardi
29.1
21.04 Nephila sp.
43.1
10.29 ? 21.7
21.05 Nephila sp.
43.1
21.06 Nephila clavipes
43.1
21.07 Argiope argentata
43.2
11. Vespas
15. Besouros
21.08 Nephila sp.
43.2
11.01 e 11.02 Formiga feiticeira, Hoplomutilla spinosa
23
15.01 e 15.02 Rutela lineola
31
21.09 Argiope argentata
43.2
11.03 Polistes versicolor (?)
23
15.03 e 15.04 Entimus Imperialis
31
21.10 Nephila sp.
43.2
11.04 Ichneumonidae
23
15.05 e 15.06 Chasmodia emarginata - Rutelinae
31.1
21.11 Lycosidae
43.3
11.05 Hymenoptera: Cabronidae
23.1
15.07 Besouro-pulga, Alagoasa
31.1
21.12 Nephila sp.
43.3
11.06 Stictia signata
23.1
15.08 Besouro-pulga,?
31.1
21.13 Frigga sp. (Salticidae)
43.3
11.07 Vespa-cintura-de-fio, Sceliphron fistularium
23.1
15.09 Cicindelidae
31.2
21.14 Argiope argentata
43.3
11.08 ?
23.1
15.10 ?
31.2
21.15 e 21.16 Lycosa sp.
43.4
11.09 e 11.10 Scoliidae (talvez Campsomeris)
23.2
15.11 Lagria villosa
31.2
21.17 Nephila clavips
43.4
11.11 e 11.12 Vespa-cintura-de-fio, Sceliphron fistularium
23.2
21.18 Lycosa sp.
43.4
11.13 e 11.14 Vespinha, Sphecidae
23.3
21.19 e 21.20 Argiope argentata
43.5
11.15 e 11.16 ?
23.3
21.21 Frigga sp. (Salticidae)
43.5
11.17, 11.18 e 11.19 Pepsis ruficornis
23.4
16. Baratas,  cigarrinhas, percevejos 
21.22 Nephila clavipes
43.5
11.20 Hymenoptera sp.
25.5
16.01 e 16.02 Cigarrinha-das-pastagens, Tomaspis furcata
33
21.23 Salticidae
43.6
11.21 Hymenoptera: Pompilidae
23.5
16.03 ?
33
21.24 Lycosidae
43.6
11.22 Pepsis sp., Pompilidae
23.5
16.04 ?
33
21.25 Sallticidae
43.6
11.23 Vespinha, Sphecidae
23.5
16.05 ?
33.1
21.26 Lycosidae, possivelmente Diapontia sp.
43.6
11.24 e 11.25 Reduvidae
23.6
16.06 Psiloptera
33.1
21.27 e 21.28 Tetragnathidae - Leucauge sp.
43.7
11.26 e 11.27 Pepsis ruficornis
23.6
16.07 e 16.08 Edessa rufomarginata
33.1


11.28 e 11.29 Pompilidae
23.7
16.09 e 16.10 ?
33.2


11.30 e 11.31 Pepsis cf. ruficornis
23.7
16.11 e 16.12 Reduvidae
33.2


11.32 e 11.33 Polybia sp. (Synoeca surinama?)
23.8
16.13 e 16.14 Acanthocephala - Coreidae
33.3
99. Outros

11.34 Eumininae ?
23.8
16.15 Ninfa de Chlorocoyes
33.3
99.01 Bicho-pau, família Phasmatodea
46
11.35 Agelaia vicina ou Polybia sericea
23.8
16.16 Cigarrinha ?
33.3
99.02 Lesma, Stylommatophora
46
11.36 Hymenoptera sp.
23.9
16.17 a 16.20 Dysdercus
33.4
99.03 Piolho-de-cobra, Diplopoda
46
11.37 Ichneumonidae
23.9
16.21 Leptoglossus - Coreidae
33.5
99.04 Piolho-de-cobra, Diplopoda
47
11.38 Tiphiidae ou Myzinum
23.9
16.22 ?
33.5
99.05 Rinastus sternicornes - Corculionidae
47
11.39 Polybia platycephala (?)
23.9
99.06 Dolichopodidae
47
11.40 Família Sphecidae
23.10
99.07 ?
47
11.41 Hymenoptera sp.
23.10


99.08, 99.09 e 99.10 Acraephia
48
11.42 Hymenoptera sp.
23.10
17. Formigas

99.11 e 99.14 Louva-a-deus, Montodea
49
11.43 Hymenoptera sp.
23.10
17.01 Formiga dourada, Componotu sericeiventris
35
99.15 e 99.16 ?
50
11.44 e 11.45  Mischocyttarus consimilis 
23.11
17.02 Ninho incipiente de cortadeiras do gênero Atta (saúvas ) (?)
35
99.17 Bicho do Cesto, Oiketicus
50
11.46 e 11.47 Brachygastra augusti ?
23.11
17.03 e 17.04 Azteca sp.
35
99.18 ?
50
11.48 Ichneumonidae Cryptanura ?
23.12
17.05 e 13.06 Formiga-dourada, Componotus sericeiventris
35.1
99.19 e 99.20 Bicho lixeira, Chrisopidae
51






11.70. Casas de marimbondo
18. Cupins

11.70.01 e 11.70.02 Polybia platycephala
23.15
18.01 Cupim da terra, Isopter ?
37
11.70.03 ?
23.15.1
18.02 e 18.03 Cupim da terra, Isoptera?
37
11.70.04 ?
23.15.1
18.04 Cupim da terra, Isoptera?
37
+
+

*Item 4 - Fotos de animais atropelados em Miracema.


3. Painéis com fotos das espécies

1. Primatas

1
1.01 Sagui-da-serra-escuro ou caverinha, Callithrix aurita.  Avistado por diversas vezes na APA Miracema, RVS da Ventania, Mata do Conde, porém nem todas as fotos constam do painel. Também tem relatos e fotos de terceiros que os observaram em outras partes de Miracema, como no Parque Ecológico de Miracema (parque urbano).
1, 2 e 6 - APA Miracema, 08/09/2012;
3 e 4 - RVS da Ventania, 28/05/2015;
5 - APA Miracema, 07/12/2014; e
7 - APA Miracema, 01/02/2016.

O sagui-da-serra-escuro é um primata do Novo Mundo da família Cebidae, subfamília Callitrichinae endêmico da Mata Atlântica brasileira. Habita as florestas de montanha dos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e leste e nordeste de São Paulo. Wikipédia
Ameaçado de extinção, o sagui-da-serra-escuro, também chamado de sagui-estrela-preto ou caveirinha, não passa de 400 gramas de peso. É um macaco pequeno, que tem a pelagem preta com manchas ruivas, com destaque para a sua cauda, também preta, mas com finos anéis brancos em toda a sua extensão.
Corre risco de extinção em função da própria floresta viver sob esta mesma ameaça e também da concorrência por alimento com saguis exóticos como o sagui-de-tufos-brancos, que apesar de ser do nordeste brasileiro, tem sido deixado sistematicamente nesta região depois de comprado no comércio ilegal.
Em geral o sagui-da-serra-escuro vive em grupos de 2 a 7 indivíduos, com apenas uma fêmea dominante. Normalmente os irmãos mais velhos ajudam a mãe a cuidar dos mais novos, até que, adultos, formem novos pares e acompanhem outros grupos. 

1.1
Callithrix aurita de cor da pelagem avermelhada, diferente dos que normalmente são avistados em Miracema. RVS da Ventania, 29/08/2016.


1.2
Mas, a introdução pelo homem do sagui-do-nordeste (Callithrix jacchus) ou do sagui-do-cerrado ( Callithrix penicillata) em uma das matas de Miracema (coordenada: 21º 23' 02'' S, 42º 13' 27'' W) tornou-se uma grande ameaça para a conservação do sagui-da-serra-escuro ou caveirinha (Callithrix aurita), que vem a ser a espécie nativa de primata que vive na nossa região. A associação entre essas espécies tem gerado mudanças comportamentais do caveirinha, que hibrida com os saguis exóticos, o que faz sua população declinar mais ainda, pois nascem apenas híbridos e a população do caveirinha, ameaçado, não se renova.
A distribuição original do Callithrix jacchus é a região Nordeste do Brasil, acima do Rio São Francisco, e do Callithrix penicillata é no cerrado brasileiro. Estes saguis são considerados espécies exóticas invasoras na nossa região, pois estão fora de sua área original. Por aqui, eles estabelecem população e afetam os animais e ecossistema nativos da região.
Dessa forma, Miracema necessita da ajuda de instituições ambientais nacionais e estaduais para controlar as populações destes saguis exóticos.
As fotos acima foram tiradas em 01/02/2016. Eles estavam juntos e provavelmente formavam um casal. O da direita é um híbrido.

2
1.02 Macaco guigó ou sauá, Callicebus nigrifrons. APA Miracema, 04/11/2014. No momento da observação ele estava somente com o filhote, que carregava na nuca. 
Os Callicebus em Miracema foram observados na APA Miracema, RVS da Ventania e recentemente na Mata do Conde.
Obs.: 
- a identificação da espécie foi corrigida em 21/01/2015, pelo biólogo Sávio Freire Bruno, conforme a seguinte mensagem: 
"Olá, Hélcio, tudo bem? Saúde e paz, amigo! Olha, eu acho que tenho algumas poucas contribuições para dar em uma página que você assina no Blog de Miracema (Fauna observada na natureza em Miracema). Bom, o primeiro primata, o sagui-da-serra-escuro está correto e o registro é excelente, parabéns. O segundo, contudo, não é um bugio, é um guigó ou sauá (Callicebus sp.) que os pesquisadores de língua inglesa chamam de Titi monkeys. São cerca de 30 espécies, não estou muito certo de qual seria esta (há subespécies tb, dependendo da corrente taxonômica). Com calma, eu classifico. Os Callicebus já são bem raros no estado do Rio de Janeiro." 
- "O sauá de sua foto é o Callicebus nigrifrons" - afirmou o biólogo Izar Aximoff.

2.1
Guigós ou sauás, Callicebus nigrifrons, flagrados fora das matas no município de Palma, MG, em virtude de estiagem extensa. Este município faz divisa com Miracema. Fotos feitas em 19/09/2017, por José Alberto Metri Pinto.

3
1.03 Macaco prego, Sapajus nigritus. Fotos tiradas em outubro de 2011, por Humberto Toscano, na Serra da Prosperidade, Paraíso do Tobias, 2º distrito de Miracema.
Obs.: a identificação da espécie foi corrigida em 13/03/2016, pela bióloga Fabiane Girardi, conforme a seguinte mensagem:
"Oi Hélcio, tudo bem? Estou aqui "emprestando" suas informações sobre os macacos de Miracema, no blog. Uma sugestão de correção: o que vc cita como bugio (Alouatta), é na verdade macaco prego (Sapajus nigritus), um super predador de ninhos também. rs"

Link para o Wikipédia

2. Outros mamíferos

7
2.1 Tamanduá-mirim, Tamandua tetradactyla. APA Miracema, 12/12/2014. Link para o Museu de Zoologia João Moojen 


8






































































2.2 Quati, Nasua. O quati é um mamífero da ordem Carnivora, da família Procyonidae e do gênero Nasua.
1 e 2 - RVS da Ventania, 04/02/2016;
3 - APA Miracema, 30/08/2015;
4 - APA Miracema, 18/07/2014. É um jovem; 
5 - RVS da Ventania, 04/02/2016; e
6 - APA Miracema, 18/07/2014.

9
2.3 Rato do mato, Brucepattersonius sp., família Cricetidae. APA Miracema, 08/08/2015. Esses pequenos roedores silvestres brasileiros são de difícil identificação quanto a espécie, por serem morfologicamente parecidos. O espécime fotografado pode ser Brucepattersonius soricinus (Hershkovitz 1998). É encontrado em área de mata de altitude e de transição entre Mata Atlântica e Cerrado. 
2.4 Bicho-preguiça, Folivora. APA MIracema, 30/10/2014. Parece ter mais de um neste bolo de pelos. Pela cor do pêlo é da espécie preguiça-comum (Bradypus variegatus). Folivora é uma subordem de mamíferos, da ordem Pilosa, cujas espécies são conhecidas popularmente por preguiça, bicho-preguiça, aí, aígue e cabeluda.

9.1
Bicho-preguiçaBradypus variegatus. RVS da Ventania, 11/09/2017.

12
2.5 Ouriço-caixeiro, Sphiggurus villosusObs.: fotos feitas por Fernando Ribeiro (Chumbinho) em Miracema, 2015.

13
2.6 Lobo-guaráChrysocyon brachyurus
1 e 2 - RVS da Ventania, 06/08/2016. Obs.: foto 1 - foto feita por Carlos Moreira Nunes. Foto 2 - imagem captada de vídeo gravado pelo próprio Carlos ( https://www.youtube.com/watch?v=CSvJkeJKQRw ); e
3 - APA Miracema, 13/01/2017. Obs.: foto captada por Rodrigo Azevedo Tostes.

14
2.7 Paca, Cuniculus paca. APA Miracema, 13/01/2017. Obs.: foto captada por Rodrigo Azevedo Tostes.

15
2.8 Cachorro-do-mato, Cerdocyon thous. APA Miracema, em janeiro de 2017. Obs.: foto captada por Rodrigo Azevedo Tostes.


8. Répteis e anfíbios

16
8.01 Lagarto-verde, Enyalius perditus (Jackson, 1978). APA Miracema, 24/02/2014. É uma fêmea, pois o macho tem a coloração esverdeada. De hábitos diurnos, este lagarto é encontrado nas poucas áreas de florestas altas da Mata Atlântica dos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo que ainda não tenham sofrido muita intervenção do homem. Pode medir até 30 cm. 
8.02 Lagarto-teiú, Salvator merianae. APA Miracema, 31/10/2014. Observado por diversas vezes em Miracema, este foi o maior exemplar, devia medir mais de 1,5 m. Pelo tamanho é um macho adulto. O teiú é o maior lagarto das Américas.
8.03 Cobra-de-vidro, Lagarto, Classe Reptilia, Ordem Squamata, subordem Sauria, Familia Anguidae, gênero Ophiodes. RVS da Ventania, 05/11/2015. Em 13/10/2014 este mesmo réptil foi observado na APA Miracema. É também chamado de cobra-de-vidro, mas não é cobra, porque solta a cauda (autotomia) como muitos lagartos.
Obs.: a identificação da espécie da foto 3 foi corrigida em 21/01/2015, pelo biólogo Sávio Freire Bruno, conforme a seguinte mensagem: 
"E o lagarto, aquele que você coloca como cobra ou lagarto não identificado, é um lagarto, ou seja, Classe Reptilia, Ordem Squamata, subordem Sauria, Familia Anguidae, gênero Ophiodes. É também chamado de cobra-de-vidro, mas não é cobra. Porque solta a cauda (autotomia) como muitos lagartos...São cinco espécies, não consigo dizer qual delas... Ophiodes fragilis talvez, mas não sei dizer, sei dizer que é um Ophiodes sp.
Bom, é isso, amigo, qualquer coisa, estamos aí. Parabéns mais uma vez pelo trabalho!" 

16.1
8.04 JiboiaBoa constrictor.  RVS da Ventania, 06/04/2017.

16.2
8.05 Cobra do capim, cobra d'água, Erythrolamprus poecilogyrus. Zona rural (RJ-200), em 04/08/2017. Fotos feitas por Arthur "Veterinário" e Thiago Ribeiro.

16.3
8.06 Anfíbio Anuro do gênero Thoropa. RVS da Ventania, 27/01/2018.


10. Libélulas (Anisoptera e Zygoptera)

21
10.01 e 10.02 Diastatops obscura. RVS da Ventania, 20/12/2016;
10.03 Zygoptera. RVS da Ventania, 13/03/2017; e
10.04 Diastatops sp. APA Miracema, 23/02/2016.

21.1

10.05 Orthemis discolor. RVS da Ventania, 12/10/2015 
10.06 Dragon Fire. Mata do Conde26/02/2016;  
10.07 ?. Mata do Conde, 26/02/2016;
10.08 Odonata, subordem Anisoptera (Família: Libellulidae), Erythemis peruviana (Libellulidae). Sítio do Bode, 01/02/2016; e

21.2
10.09 ?. APA Miracema, 24/02/2016;  
10.10 Zygoptera. APA Miracema, 10/01/2016;
10.11 ?. Sítio do Bode, 01/02/2016; e
10.12 ?. Sítio do Bode, 01/02/2016.

21.3
10.13 Erythemis vesiculosa. APA Miracema, 21/11/2014; 
10.14 Erythrodiplax umbrata. APA Miracema, 06/01/2016;
10.15 ?. Mata do Conde, 26/02/2016; e
10.16 Erythrodiplax umbrata?. APA Miracema, 22/01/2011.

21.4
10.17 Ischnura fluviatilis ? (Zygoptera, Ordem Odonata). Conde, 17/08/2017;
10.18 ?. Mata do Conde, 26/05/2016; e
10.19 ?. Mata do Conde, 26/05/2016.

21.5
10.20 ?. Mata do Conde, 30/07/2016;
10.21 ?. APA Miracema, 20/11/2016;
10.22 ?. Conde, em 21/11/2016; e
10.23 Perithemis cornelia. Conde, 21/11/2016.

21.6
10.24 ?. RVS da Ventania, 11/02/2017;
10.25 ?. RVS da Ventania, 30/03/2017; 
10.26 Perithemis cornelia. Conde, 26/01/2018; e
10.27 Erythemis vesiculosa. APA Miracema, 18/02/2018.

21.7
10.28 ?. Conde, 23/04/2018; e
10.29 ? APA Miracema, 17/03/2016.


11. Vespas

23
11.01 e 11.02 Formiga-feiticeiraHoplomutilla spinosa. Fêmea. Na verdade é uma vespa sem asas, sua picada é muito dolorida. As fêmeas são ápteras, mas os machos possuem asas e não picam. APA Miracema, 21/11/2014
11.03 Polistes versicolor (?). APA Miracema, 03/03/2016; e
11.04 Ichneumonidae. APA Miracema, 07/08/2016.

23.1
11.05 Hymenoptera: CabronidaeRVS da Ventania, em 10/01/2016;
11.06 Stictia signata. Mata do Conde, 02/05/2016;
11.07 Vespa-cintura-de-fio, vespa-amassa-barro, Sceliphron fistularium. RVS da Ventania,  22/03/2016; e
11.08 ?. RVS da Ventania, 28/09/2017.

23.2
11.09 e 11.10 Scoliidae, talvez Campsomeris. RVS da Ventania, 11/02/2017; e
11.11 e 11.12 Vespa-cintura-de-fio, vespa-amassa-barro, Sceliphron fistularium. RVS da Ventania, 11/02/2017.

23.3
11.13 e 11.14 VespinhaSphecidae.RVS da Ventania, 16/03/2018; e
11.5 e 11.16 ?. RVS da Ventania, 19/04/2018.

23.4
11.17, 11.18 e 11.19 Vespa tarântula, Pepsis, provavelmente ruficornis, Pompilidae. RVS da Ventania, 21/04/2018. Ela é o terror das aranhas. Paralisa a aranha com seu veneno, carrega para a toca, bota seus ovos e posteriormente suas larvas comem a aranha viva. Diversas vespas, como esta, parasitam outros invertebrados na fase larval, e muitas são especializadas em parasitar aranhas diversas, é uma morte bem sinistra pro hospedeiro de suas larvas.

23.5
11.20 Hymenoptera, espécie ?, família ?. APA Miracema, 20/03/2016;
11.21 Hymenoptera: Pompilidae. Mata do Conde, 14/07/2016;
11.22 Pepsis sp., PompilidaeAPA Miracema, 06/01/2016; e
11.23 VespinhaSphecidae. Conde, 26/11/2016.

23.6
11.24 e 11.25 Reduvidae. RVS da Ventania, 04/04/2017.
11.26 e 11.27 Vespa tarântula, Pepsis, provavelmente ruficornis. RVS da Ventania, 04/04/2017.

23.7
11.28 e 11.29 Pompilidae. RVS da Ventania, 08/06/2017; e
11.30 e 11.31 Vespa tarântulaPepsis cf. ruficornis. RVS da Ventania, 10/03/2018.


23.8
11.32 e 11.33 Polybia sp. (Synoeca surinama?). Areas (Paraíso do Tobias), 19/12/2016; 
11.34 Eumeninae ?. Estrada Miracema-Paraíso do Tobias, 23/05/2017; e
11.35 Agelaia vicina ou Polybia sericea. Estrada Miracema-Paraíso do Tobias, 19/12/2016.

23.9

11.36 Hymenoptera, espécie ?, família ?. APA Miracema, 20/03/2016;
11.37 Ichneumonidae. APA Miracema, 07/08/2016;
11.38 Tiphiidae ou Myzinum (vespa). RVS da Ventania, 21/11/2016; e
11.39 Polybia platycephala (?). Conde, 15/12/2016.

23.10
11.40 Vespa caça-grilos da família Sphecidae. RVS da Ventania, 27/01/2018;
11.41 Hymenoptera sp. Conde, 11/09/2016;
11.42 Hymenoptera sp. Conde, 25/05/2018; e
11.43 Hymenoptera sp. Conde 13/06/2018.

23.11
11.44 e 11.45 Mischocyttarus consimilis. Conde, 28/05/2018; e
11.46 e 11.47 Brachygastra augusti. Conde, 28/05/2018.

23.12
11.48 Ichneumonidae, talvez Cryptanura. Conde, 25/05/2018.


11.70. Casas de marimbondo

23.15
11.70.01 e 11.70.02 Polybia platycephala. RVS da Ventania, 10/01/2015. São vespas sociais.

23.15.1
11.70.03 ?. RVS da Ventania, 06/12/2015;
11.70.04 ?.RVS da Ventania, 29/11/2015. Casais de passarinhos (caneleiro-preto e cambacica) construíram ninhos bem próximos do vespeiro para se beneficiarem da agressividade das vespas e aumentarem as chances de sucesso reprodutivo; e
11.70.05 ?. APA Miracema, 17/12/2015. Outro casal de passarinhos também construíram o ninho bem perto do vespeiro.

23.15.2
11.70.06 e 11.70.07 Apoica arborea (?). RVS da Ventania, 18/10/2017 e 07/11/2017, respectivamente. O formato da casa era semelhante a do item 11.70.03.

23.15.3
11.70.08 e 11 70.09 Parachartergus fraternus. RVS da Ventania, 11/02/2017; e
11.70.10 e 11.70.11 Marimbondo-chapéuApoica pallens (Fab. 1804) (Vespidae, Polistinae). RVS da Ventania, 30/03/2017.

23.15.4
11.70.12 - ?. RVS da Ventania, 06/08/2012;
11 70.13 ?. RVS da Ventania, 08/06/2017. Vespas caçadoras fazem receptáculos de barro onde depositam pequenas lagartas sobre as quais botam seus ovos...; 
11.70.14 - ?. APA Miracema, 07/02/2014; e
11.70.15 - ?. RVS da Ventania, 06/08/2012.

23.15.5
11.70.16 e 11.70.17 Marimbondo-tatuSynoeca cyaneaRVS da Ventania, 01/09/2017.

23.15.6
11.70.18, 11.70.19 e 11.70.20 Marimbondo-tatuSynoeca cyanea. APA Miracema, 03/09/2017.

23.15.7
11.70.21 e 11.70.22 Marimbondo-tatu, Synoeca cyanea. RVS da Ventania, 07/11/2017.

23.15.8
Polybia scutellaris.
11.70.23 RVS da Ventania, 07/01/2018;
11.70.24, 11.70.25 e 11.70.26 Conde, 05/01/2018.

23.15.9
Polybia scutellaris
11.70.27 e 11.70.28. Conde, 16/02/2018; e
11.70.29 e 11.70.30. RVS da Ventania, 29/11/2015. Casal de passarinhos construíram ninho bem próximo do vespeiro para se beneficiar da agressividade das vespas e aumentar as chances de sucesso reprodutivo.

23.15.10
11.70.31, 11.70.32 e 11.70.33 ?. Mata do Conde, 21/05/2018. Vespa, ainda não identificada, explorando o cesto da lagarta Bicho-do-cesto (Oiketicus) para depositar ovos cuja as larvas vão se desenvolver dentro do corpo da lagarta.


12. Abelhas

25
Mamangava, Xylocopa sp. No Brasil tem lei que proíbe matar ou aprisionar mamangavas, devido a sua importância na polinização. 
Oito espécies observadas em Miracema: 
12.01 e 12.02 APA Miracema, 08/01/2016 (espécie 1);
12.03 e 12.04 APA Miracema, 23/02/2016, e Mata do Conde, 02/05/2016, respectivamente (espécie 2);
12.05 e 12.06 RVS da Ventania, 28/11/2017 (espécie 3);
12.07 e 12.08 Conde, 26/05/2018 (espécie 4);
12.09 e 12.10 Conde, 24/06/2018 (espécie 5);
12.11 e 12.12 Conde, 27/06/2018 (espécie 6);
12.13 a 12.16 Conde, 30/06/2018 (espécie 7); e
12.17 e 12.18 Conde, 30/06/2018 (espécie 8).

25.1
12.19 e 12.20 Oxaea flavescens. Conde, 12/11/2011. O pássaro é um cuitelão;
12.21 Solitária abelha Euglossine (?). Mata do Conde, 05/05/2016; e
12.22 Ninho de abelhas sem ferrão IrapuãTrigona spinipis. Estrada Miracema-Paraiso do Tobias, 03/09/2017.

25.2
Oxaea sp
12.23, 12.24 e 12.25 Mata do Conde, 24/09/2016; e
12.26 Mata do Conde, 08/10/2016.

25.3
12.27 e 12.28 Scaptotrigona. Miracema, 08/02/2016. Obs.: Foto feita por Fernado Ribeiro (Chumbinho); e
12.29  e 12.30 ?. Conde, 12/10/2016. 

25.4
Abelha-europa, Apis mellifera. Abelha social, de origem europeia, cujas obreiras medem de 12 mm a 13 mm de comprimento e apresentam pelos do tórax mais escuros. Também é chamada abelha-alemã, abelha-comum, abelha-da-europa, abelha-de-mel, abelha-doméstica, abelha-do-reino, abelha-escura, abelha-preta e oropa.
12.31 Conde 28/05/2018. A borboleta é uma Hesperidae.
12.32 RVS da Ventania, 10/07/216; e
12.33 Conde, 28/05/2018.

25.5
12.34 e 12.35 Oxaea sp. Conde, 28/06/2018.


13. Moscas

27
Diptera: Asilidae. São moscas predadoras.
13.01 Mata do Conde, 08/10/2016;
13.02 Mata do Conde, 13/10/2016. Asilidae predando um inseto;
13.03 e 18.04 Mata do Conde, 24/09/2016;
13.04 APA Miracema, 14/11/2013; e
13.06 APA Miracema, 22/11/2014. Asilidae em cópula.

27.1
13.07 e 13.08 Mosca Cavalo do Cão, Diptera: MydidaeGauromydas heros (Perty, 1833). Chega a medir 7 cm. Grupo no qual existem as maiores moscas. APA Miracema, 12/04/2014 e 10/04/16, respectivamente;
13.09 e 13.10 Família Syrphidae. RVS da Ventania, 17/03/2016 e 26/11/2016, respectivamente.

27.2
Hyperalonia sp. (H. morio ?)
13.11 RVS da Ventania, 22/04/2017; e
13.12 e 13.13 RVS da Ventania, 16/03/2018.

27.3
13.14 Diptera: Tachinidae. São moscas parasitóides de plantas e outros artrópodes. APA Miracema, 03/03/2016;
13.15 Calliphora vicina ?. Conde, 12/10/2016;
13.16 ?. APA Miracema, 06/08/2015; e
13.17 ?. Mata do Conde, 21/08/2016.

27.4
13.18 Bombiliídeo, Villa spAPA Miracema, 14/09/2016;
13.19 Bombiliídeo, Villa sp. RVS da Ventania, 01/09/2017;
13.20 Oestridae (?). Conde, 15/12/2016; e
13.21 Calliphoridae (provavelmente Chrysomya). Areas (Paraíso do Tobias), 19/12/2016.

27.5
13.22 Mutuca, família Tabanidae. Conde, 04/11/2017. Era grande, devia ter 3 cm;
13.23 Família Asilidae. APA Miracema, 22/01/2017; e
13.24 e 13.25 Calliphoridae, Cochliomya spRVS da Ventania, 01/09/2017.

27.6
13.26 Asilidae ?. RVS da Ventania, 21/04/2018;
13.27 Família Bombyliidae. RVS da Ventania, 10/04/2018; e
13.28 e 13.29 Syrphidae, provavelmente PalpadaRVS da Ventania, 21/04/2018.

27.7
13.30 Syrphidae sp. Conde, 29/05/2018;
13.31 Calliphora vicina ?. Conde, 18/05/2018;
13.32 Syrphidae sp. Conde, 13/06/2018; e
13.33 Syrphidae sp. Conde, 13/06/2018.

27.8
13.34 Syrphidae sp. Conde, 14/06/2018;
13.35 Syrphidae sp. Conde, 16/06/2018; e
13.36  Calliphora vicina ?. Conde, 16/06/2018.


14. Cigarras

29
CigarraCicadoidea (Link para o Wikipédia). Fotos 1, 2 e 3 demonstram a cigarra em três estágios de transformação. Ninfa, quando sai de debaixo da terra (1); ex-esqueleto, quando abandona a cápsula de ninfa (2); e livre com asas (3). 
14.01 Conde, 15/12/2016;
14.02 APA Miracema, 05/11/2014;
14.03 RVS da Ventania, 04/01/2017;
14.04 APA Miracema, 09/12/2014;

29.1
14.05 e 14 06 Cigarra coloridaCarineta diardi. 
1 e 2 - Miracema, 15/10/2016; e
3 - RVS da Ventania, 09/10/2016.


15. Besouros

31
15.01 e 15.02 Rutela lineola. Conde, 29/11/2016; e
15.03 e 15.04 Entimus Imperialis. APA Miracema, 20/08/2017.

31.1
15.05 e 15.06  Chasmodia emarginata - Rutelinae. APA Miracema, 31/01/2016 e 03/03/2016, respectivamente. Na 2ª foto, o Chasmodia emarginata - Rutelinae divide o alimento com uma borboleta-estaladeira-vermelha (Hamadryas amphinome) e com uma Biblis hyperia (a da direita)Todos estavam alimentando-se de uma goiaba-branca, que antes havia sido aberta por passarinhos;
15.07 Besouro-pulgaAlagoasa (?). APA Miracema, 06/01/2016; e
15.08 Besouro-pulga, ?. RVS da Ventania, 17/03/2016.

31.2
15.09 Cicindelidae. RVS da Ventania, 18/12/2017;
15.10 ?. RVS da Ventania, 18/12/2017; e
15.11 Lagria villosa. RVS da Ventania, 16/02/2018.


16. Baratas, cigarrinhas, percevejos

33
16.01 e 16.02 Cigarrinha-das-pastagensTomaspis furcata. APA Miracema, 12/12/2014;
16.03 e 16.04 ?. APA Miracema, 22/11/2014, e 17/12/2015, respectivamente;

33.1
16.05 ?. RVS da Ventania, 05/11/2015;
16.06 Psiloptera. Mata do Conde, 06/03/2015;
16.07 Edessa rufomarginata. APA Miracema, 27/04/2014; e
16.08 Edessa rufomarginata. APA Miracema, em

33.2
16.09 e 16.10 ?. Mata do Conde, 20/02/2018; e
16.11 e 16.12 Reduvidae. Conde, 02/04/2018.


33.3
16.13 e 16.14 Acanthocephala - Coreidae. Conde, 18/05/2018;
16.15 Ninfa de Chlorocoris. Mata do Conde, 16/03/2018; e
16.16 Cigarrinha, ?. Conde 01/04/2018.

33.4
Dysdercus
16.17, 16.18 e 16.19 Conde, 10/03/2018; e
16.20 RVS da Ventania, 25/05/2018.

33.5
16.21 Leptoglossus - Coreidae. RVS da Ventania, 21/06/2018; e
16.22 ?. Conde, 28/06/2018.


17. Formigas

35
17.01 Formiga-douradaCamponotus sericeiventrisAPA Miracema, 13/03/2016;
17.02 Ninho incipiente de cortadeiras do gênero Atta (saúvas ) (?). APA Miracema, 23/02/2016; e
17.03 e 17.04 Azteca sp. (formiga). Mata do Conde, 08/10/2016.

35.1
17.05 e 17.06 Formiga-douradaCamponotus sericeiventris. RVS da Ventania, 07/11/2017.


18. Cupins

37
18.01 Cupim da terra, Isoptera (?). Mata do Conde, 25/09/2016. Foto do cupim no canto superior esquerdo;
18.02 e 18.03 Cupim da terraIsoptera (?). Mata do Conde, 13/10/2016; e
18.04 Cupim da terraIsoptera (?). Conde, 18/02/2018.

37.1
18.05 Cupim arbóreo, Nasutitermes (?). Barreiro, 04/10/2017;
18.06 Cupim arbóreoNasutitermes (?). APA Miracema, 04/11/2014. Macaco Guigó, Callicebus nigrifrons, removendo o cupinzeiro para se alimentar do cupim.

37.2
 18.07, 18.08, 18.09 e 19.10 Cupim arbóreoNasutitermes (?). RVS da Ventania, 25/05/2018. Nos 18.07 e 18.08, cupim da terra em baixo e cupim arbóreo em cima.


19. Gafanhotos

39
19.01 Ninfa de gafanhoto-soldadoChromacris speciosa. APA Miracema, 06/01/2016;
19.02 Gafanhoto-soldadoChromacris speciosaAPA Miracema, 06/01/2016;
19.03 ?. APA Miracema, 17/12/2015;
19.04 Tropidacris - Romaleidae. É um gafanhoto grande, o da foto devia medir uns 15 cm e tinha a parte inferior das asas alaranjada. RVS da Ventania, 20/12/2015.

39.1
19.05 Tropidacris - Romaleidae. RVS da Ventania, e22/03/2016;
19.06 Staleochlora viridicata (Serv., 1838) ?. APA Miracema, 22/01/2017; 
19.07 ?. APA Miracema, 22/01/2017;e
19.08 Pycnosarcus atavus - Acrididae, Ommatolampidinae. RVS da Ventania, 24/01/2018.

39.2
19.09 e 19.10 Agriacris sp., Romaleidae. RVS da Ventania, 13/03/2018;
19.11 Staleochlora viridicata (Serv., 1838) ?. RVS da Ventania, 16/03/2018; e
19.12 Abracris flavolineata. RVS da Ventania, 16/03/2018.

39.3
19.13 Conocephalinae ?. Miracema, 19/04/2018; e
19.14 Staleochlora viridicata (Serv., 1838) ?. RVS da Ventania, 16/05/2018.


20. Grilos

41
20.01 - Grilo-verdadeiroLaranda sp. (Gryllidae: Phalangopsinae: Phalangopsidae: Paragryllinae: Paragryllini). APA Miracema, 11/01/2015;
20.02 ?. APA Miracema, 16/03/2014;
20.03 ?. APA Miracema, 22/02/2013;
20.04 ?. APA Miracema, 07/01/2015;
20.05 Pseudoscopas onsageri. Macho. APA Miracema, 03/03/2016; e
20.06 ?. APA Miracema, 30/08/2016;

41.1
20.07 ?. Conde, 25/11/2016; e
20.08 ?. Conde, 26/11/2016.
20.09 ?. RVS da Ventania, 17/03/2016;
20.10 ?. RVS da Ventania, 19/03/2016;
20.11 ?. APA Miracema, 20/03/2016; e
20.12 Grilo-doméstico, Acheta domesticus. Conde, 15/12/2016.

41.2
20.13 - Grilo-verdadeiroLaranda sp. (Gryllidae: Phalangopsinae: Phalangopsidae: Paragryllinae: Paragryllini). APA Miracema, 22/01/2017;
20.14 ?. RVS da Ventania, 02/04/2017.
20.15 ? Mata do Conde, 07/11/2017.
20.16 ?. APA Miracema, 20/03/2016;
20.17 ?RVS da Ventania, 28/11/2017; e
20.18 Pseudoscopas onsageri. Macho. RVS da Ventania, 10/03/2018.

41.3
20.19 Pseudoscopas onsageri. Macho. RVS da Ventania, 10/03/2018.
20.20 Pseudoscopas onsageri. Fêmea. RVS da Ventania, 13/03/2018;
20.21 ?. RVS da Ventania, 16/03/2018;
20.22 ?. RVS da Ventania, 16/03/2018;
20.23 ?. RVS da Ventania, 16/03/2018; e
20.24 ?. RVS da Ventania, 01/04 2018.


41.4
20.25 Pseudoscopas onsageri. Fêmea. RVS da Ventania, 19/04/2018;
20.26 ?. RVS da Ventania, 19/04/2018;
20.27 ?. Conde, 26/05/2018;
20.28 ?. Conde, 27/05/2018;
20.29 ?. Conde, 24/06/2018; e
20.30 ?. Conde, 28/06/2018.


21. Aracnídeos

43
21.01 e 21.02 Nephila sp. APA Miracema, 06/08/2015.

43.1

21.03 Aranha-tecedeiraMinathena sp. (Araneidae). APA Miracema, 21/12/2015;
21.04 Nephila sp. APA Miracema, 05/04/2015;
21.05 Nephila sp. Mata do Conde, 18/02/2018; e
21.06 Nephila clavipes. Mata do Conde, 08/02/2016.

43.2
21.07 Argiope argentata. Mata do Conde, 08/02/2016;
21.08 Nephila sp. APA Miracema, 03/03/2016
21.09 Argiope argentata. APA Miracema, 06/01/2016; e
21.10 Nephila sp. APA Miracema; 31/01/2016;

43.3
21.11 Lycosidae. APA Miracema, 14/09/2016;
21.12 Nephila clavipes. APA Miracema, 05/04/2012;
21.13 Frigga sp. (Salticidae). Fêmea. Conde, 26/11/2016; e
21.14 Argiope argentata. APA Miracema, 22/01/2017.

43.4
21.15 e 21.16 Lycosa sp. RVS da Ventania, 18/12/2017; e
21.17 Nephila clavipes. RVS da Ventania, 01/04/2017.
21.18 Lycosa sp. RVS da Ventania, 27/01/2018.

43.5
21.19 e 21.20 Argiope argentata. RVS da Ventania, 10/03/2018;
21.21 Frigga sp. (Salticidae), macho. Conde, 12/03/2018; e
21.22 Nephila clavipes. RVS da Ventania, 01/04/2018. Alimentando-se de presa pega na teia. As aranhazinhas menores na teia pertencem a outra espécie, Argyrodes sp. (Theridiidae). São cleptoparasitas comuns em teias de N. clavipes.

43.6
21.23 Salticidae. RVS da Ventania, 19/04/2018;
21.24 Lycosidae. RVS da Ventania, 21/04/2018;
21.25 Salticidae. Conde, 27/05/2018; e
21.26 Lycosidae, possivelmente Diapontia sp. Mata do Conde, 19/06/2018.

43.7
21.27 e 21.28 Tetragnathidae - Leucauge sp. Macho e fêmea, respectivamente. Mata do Conde, 27/06/2018.


99. Outros

46
99.01 Bicho-pau, família Phasmatodea (link para o Wikipédia). RVS da Ventania, 04/02/2016;
99.02 LesmaStylommatophora (link para o Wikipédia). Mata da Liberdade,  24/01/2016;
99.03 Piolho-de-cobraDiplopoda, família Trigoniulidae. APA Miracema, e5/03/2016. Pesquisa desenvolvida pela Embrapa Agrobiologia, do Rio de Janeiro, indica que os piolhos-de-cobra são mais eficazes que as minhocas na reciclagem de material orgânico e na produção de adubo de origem orgânica (húmus), de acordo com pesquisa desenvolvida pela Embrapa Agrobiologia, do Rio de Janeiro.

47
99.04 Piolho-de-cobraDiplopoda, família Trigoniulidae. Media cerca de 30 cm. Link para o WikipédiaAPA Miracema, 21/08/2015
99.05 Rinastus sternicornes - Corculionidae. APA Miracema, 07/04/2015;
99.06 Dolichopodidae. Conde, 17/08/2017; e
99.07 ?. RVS da Ventania, 18/12/2017.

48
99.08, 99.09 e 99.10 Acraephia fulgoridae ou perspicillataConde, 27/11/2016.

49
99.11 a 99.14 Louva-a-deus, ordem Mantodea. Mata do Conde, 23/04/2018.

50
99.15 e 99.16 ?. RVS da Ventania,07/01/2018;
99.17 Bicho do Cesto, Oiketicus (Lepidoptera, Psichidae). Mata do Conde, 21/05/2018; e
99.18 ?. Conde, 20/05/2018.

51
99.19 e 99.20 Bicho lixeira, Chrysopidae. Mata do Conde, 26/05/2018.


4. Fotos de animais atropelados em Miracema

Um alerta para as autoridades ambientais sinalizarem os locais. Algumas imagens podem ser perturbadoras, aconselhamos cautela.

1
1 e 2 - Tamanduá-mirim, Tamandua tetradactyla, respectivamente atropelados em 2012 em estrada vicinal na APA Miracema e em 20/08/2014 em outra estrada vicinal também na APA Miracema; 
3 - Jaguatirica, Leopardus pardalis, atropelada em 25/06/2011 na rodovia RJ-200, no trecho Miracema a Paraíso do Tobias (2º distrito);
4 - Gambá-de-orelha-preta, Didelphis aurita, atropelado em 17/01/2014 na mesma estrada vicinal e bem próximo do atropelamento do 2º tamanduá-mirim;


2
5 - Jararaca-da-mata, Bothrops jararac, atropelada em 20/03/2014 na mesma estrada vicinal e bem próximo dos atropelamentos do 2º tamanduá-mirim e do gambá;
6 - Mão-pelada, Procyon cancrivorus, atropelada em 05/03/2013 na rodovia RJ-116, no trecho Miracema a Venda das Flores (3º distrito);
7 e 8 - Cachorro-do-mato, Cerdocyon thous, respectivamente atropelados em 12/04/2014 e 22/07/2014 na rodovia RJ-116, no trecho Miracema a Venda das Flores (3º distrito);


3
9 - Jiboia, Boa constrictor, atropelada em 15/09/2012 na mesma estrada vicinal e bem próximo dos atropelamentos do 2º tamanduá-mirim, do gambá e da jararaca;
10 - Ouriço-caixeiro, Sphiggurus villosus, atropelado na rodovia RJ-188, em 03/04/2018, na altura do km 5;
11 Sapo, ordem Anuro, atropelado em 20/06/2018 na estrada vicinal cuja entrada fica na rodovia RJ-188 à direita logo após a cachoeira do Conde, na altura do Km 2,5.


Obs.: as fotos são de autoria de Helcio Granato Menezes, exceto a da jaguatirica que foi captada de blogue de notícias que o jornalista Renato Mercante mantinha na ocasião.

5 comentários:

disse...

MLindas imagens

Socram Val disse...

Tinha que mandar essas fotos para aquele aplicativo urubu

Socram Val disse...

Seria bom se você enviasse as fotos desses animais mortos para aquele aplicativo chamado urubu.

Hélcio Granato Menezes disse...

Bem lembrado, Socram Val!
Vou enviar para http://cbee.ufla.br/portal/sistema_urubu/urubu_mobile.php

Crítico disse...

Hélcio, aqui é o Thiago, que mandou a foto da cobra não identificada. Tomora que consiga identificar. Belas fotos.