Fauna observada na natureza em Miracema

Nesta página foram reunidas as fotos da fauna tiradas na natureza em Miracema, nestes últimos anos. Além de animais como primatas, quati, lagartos, cobras e tamaduá, também foram catalogados os insetos como abelhas, vespas, libélulas, grilos e moscas. Vem a ser um complemento das páginas Pássaros observados na natureza em Miracema e Borboletas e mariposas observadas na natureza em Miracema.

Nem todo animal das fotos foi identificado, mas contamos com a inestimável ajuda das pessoas que vierem a visitar a página, e puderem colaborar, para fornecer os nomes dos animais ainda não identificados. Por exemplo, o macaco guigó ou sauá, assim como o lagarto cobra-de-vidro, foram identificados pelo biólogo Sávio Freire Bruno. O macaco prego foi identificado pela bióloga Fabiane Girardi. A maioria dos insetos identificados foi com a ajuda de integrantes do grupo Insetos do Brasil, no Facebook, além de pesquisas feitas pelo próprio blogueiro.

Além das fotos de animais, foi observado no início de 2016 pegada de onça (link aqui), bem como testemunho de rugido, em 06/02/2016 (link aqui). Em 27/07/2015 foi capturado um lobo-guará que havia invadido residência de morador de bairro no limiar das zonas urbana e rural de Miracema, que provavelmente estaria vivendo em áreas da APA Miracema e proximidades, visto a abundância do principal alimento deste lobo nestas áreas, o fruto da lobeira (link aqui). No final da página, mostramos fotos de animais que, infelizmente, foram mortos em Miracema por atropelamento, para que sirva de alerta às autoridades ambientais para sinalizar os locais.

Na página Flora observada na natureza em Miracema tem as designações geográficas das localidades citadas nos rodapés das fotos dos animais exibidos nesta página.

As fotos são de autoria de Helcio Granato Menezes, exceto as do macaco prego que foram feitas por Humberto Toscano, as do ouriço-caixeiro que foram tiradas por Fernando Ribeiro (Chumbinho), a do gambá que foi sacada por Alda Cardoso e as da cobra não identificada, que foram feitas por Arthur "Veterinário" e Thiago Ribeiro .

Imagens protegidas pela Lei de Direito Autoral (Lei Nº 9.610, de 1998) - proíbe cópia e reprodução sem autorização expressa do autor.

1. Resumo das espécies até então catalogadas:

Espécie
Painel
Espécie
Painel
Espécie
Painel
1. Primatas
11.07 Hymenoptera: Cabronidae
27.1
15.02 ?
39
1.01 Sagui-da-serra-escuro
1, 1.1 e 1.2
11.08 Stictia signata
27.1
15.03 ?
39
1.02 Macaco guigó ou sauá
2
11.09 Vespa-cintura-de-fio, Sceliphron fistularium
27.1
15.04 ?
39
1.03 Macaco prego
3
11.10 Hymenoptera: Pompilidae
27.1
15.05 ?
39.1
2. Tamanduá-mirim
4
11.11 ?
27.1.1
15.06 ?
39.1
3. Quati
5
11.12 ?
27.1.1
15.07 ?
39.1
4. Rato do mato
9
11.13 Vespa-cintura-de-fio, Sceliphron fistularium
27.1.1
15.08 ?
39.1
5. Bicho preguiça
9
11.14 Vespa-cintura-de-fio, Sceliphron fistularium
27.1.1
15.09 ?
39.2
6. Ouriço caixeiro
12
11.15 Hymenoptera sp.
27.2
15.10 ?
39.2
7. Gambá
12
11.16 Ichneumonidae
27.2
15.11 ?
39.2
8. Répteis
11.17 Polistes sp.
27.2
15.12 ?
39.2
8.01 Lagarto verde
15
11.18 ?
27.2
15.13 ?
39.3
8.02 Lagato teiú
15
11.19 Casas de marimbondo
15.14 Grilo-verdadeiro, Laranda sp.
39.3
8.03 Cobra de vidro
15
11.19.1 Polybia platycephala
27.3
15.15 ?
39.3
8.04 Jiboia
16
11.19.2 Polybia platycephala
27.3
16 Gafanhotos
8.05 Cobra não identificada
17
11.19.3 Polybia platycephala
27.3
16.01 Ninfa de gafanhoto-soldado, Chromacris speciosa
42
9. Aracnídeos
11.19.4 Polybia platycephala
27.3
16.02 Gafanhoto-soldado, Chromacris speciosa
42
9.01 ?
21
11.19.5 Polybia platycephala
27.3
16.03 ?
42
9.02 ?
21
11.19.6 Parachartergus fraternus
27.3.1
16.04 Tropidacris - Romaleidae
42
9.03 Aranha-tecedeira, Minathena sp. (Araneidae)
21.1
11.19.7 Parachartergus fraternus
27.3.1
16.05 Tropidacris - Romaleidae
42.1
9.04 Aranha-tecedeira, Minathena sp. (Araneidae)
21.1
11.19.8 Marimbondo-chapéu, Apoica pallens
27.3.1
16.06 Staleochlora viridicata
42.1
9.05 Nephila clavipes
21.1
11.19.9 Marimbondo-chapéu, Apoica pallens
27.3.1
16.07 ?
42.1
9.06 ?
21.1
11.19.10 ?
27.3.2
16.08 ?
42.1
9.07 ?
21.2
11.19.11 ?
27.3.2
17 Cigarras
9.08 ?
21.2
11.19.12 ?
27.3.2
17.01 Cigarra, Cicadoidea
45
9.09 ?
21.2
11.19.13 ?
27.3.2
17.02 Cigarra, Cicadoidea
45
9.10 ?
21.2
11.30 Agelaia vicina ou Polybia sericea (?)
27.4
17.03 Cigarra, Cicadoidea
45
9.11 Lycosidae
21.3
11.31 Tiphiidae ou Myzinum
27.4
17.04 Cigarra, Cicadoidea
45
9.12 ?
21.3
11.32 Vespinha, Sphecidae
27.4
17.05 Cigarra colorida, Carineta diardi
45.1
9.13 Salticidae sp.
21.3
11.34 ?
27.4
17.06 Cigarra colorida, Carineta diardi
45.1
9.14 ?
21.3
11.35 Polybia sp. (Synoeca surinama?)
27.5
18 Moscas
9.15 Nephila davipes
21.4
11.36 Polybia sp. (Synoeca surinama?)
27.5
18.01 Diptera: Asilidae
48
10 Libélulas
11.37 ? (asilidae?)
27.5
18.02 Diptera: Asilidae
48
10.01 Orthemis discolor
23
11.38 Polistes versicolor (?)
27.5
18.03 Diptera: Asilidae
48
10.02 Dragon Fire
23
11.39 Pompilidae
27.6
18.04 Diptera: Asilidae
48
10.03 ?
23
11.40 Pompilidae
27.6
18.05 Diptera: Asilidae
48
10.04 Odonata, subordem Anisoptera (Família: Libellulidae), Erythrodiplax sp.
23
11.41 ?
27.6
18.06 Diptera: Asilidae
48
10.05 Diastatops intensa
23
11.42 Agelaia vicina ou Polybia sericea
27.6
18.07 Diptera: Mydidae
48.1
10.06 ?
23
12 Formigas
18.08 Diptera: Mydidae
48.1
10.07 ?
23.1
12.01 Formiga-dourada, Camponotus sericeiventris
30
18.09 Família Syrphidae
48.2
10.08 ?
23.1
12.02 Ninho incipiente de cortadeiras do gênero Atta (saúvas ) (?)
30
18.10 ?
48.2
10.09 ?
23.1
12.03 Azteca sp.
30
18.11 ?
48.2
10.10 ?
23.1
12.04 Azteca sp.
30
18.12 ?
48.2
10.11 ?
23.1
13 Cupins
18.13 ?
48.3
10.12 ?
23.1
13.01 ?
33
18.14 ?
48.3
10.13 Erythemis vesiculosa
23.2
13.02 ?
33
18.15 Diptera: Tachinidae
48.3
10.14 Erythrodiplax
23.2
13.03 ?
33
18.16 Bombiliídeo, Villa sp
48.3
10.15 ?
23.2
13.04 ?
33
18.17 Oestridae (?)
48.4
10.16 ?
23.2
14 Abelhas
18.18 Calliphoridae (provavelmente Chrysomya)
48.4
10.17?
23.3
14.01  Mamangava-de-toco,Xylocopa augusti
36
18.19 Hyperalonia sp
48.4.1
10.18 Ordem Odonata.
23.3
14.02  Mamangava-de-toco,Xylocopa augusti
36
19 Outros insetos
10.19 Ordem Odonata.
23.3
14.03  Mamangava-de-toco,Xylocopa augusti
36
19.01 Lepidoptera da família Erebidae
48.5
10.20 ?
23.3
14.04  Mamangava-de-toco,Xylocopa augusti
36
19.02 Lepidoptera da família Erebidae
48.5
10.21 ?
23.3
14.05  Mamangava-de-toco,Xylocopa augusti
36
19.03 Rutela lineola
50
10.22 ?
23.4
14.06  Mamangava-de-toco,Xylocopa augusti
36
19.04 Rutela lineola
50
10.23 ?
23.4
14 07 Oxaea flavescens
36.1
19.05 Chasmodia emarginata - Rutelinae
51
10.24 ?
23.4
14.08 Oxaea flavescens
36.1
19.06 Chasmodia emarginata - Rutelinae
51
10.25 ?
23.4
14.09 Solitária abelha Euglossine
36.1
19.07 Rinastus sternicornes - Corculionidae
51
10.26 Diastatops intensa
23.5
14.10 Abelha-europa, Apis mellifera
36.1
19.08 Piolho-de-cobra, Diplopoda
51
10.27 Diastatops intensa
23.5
14.11  Oxaea sp.
36.2
19.09 Cigarrinha-das-pastagens, Tomaspis furcata
54
10.28 ?
23.5
14.12 Oxaea sp.
36.2
19.10 Cigarrinha-das-pastagens, Tomaspis furcata
54
10.29 ?
23.5
14.13 Oxaea sp.
36.2
19.11 ?
54
10.30 Diastatops intensa
23.6
14.14  Oxaea sp.
36.2
19.12 ?
54
10.31 ?
23.6
14.15 Scaptotrigona
36.3
19 13 ?
54
10.32 ?
23.6
14.16 Scaptotrigona
36.3
19.14 Psiloptera
54
11 Vespas
14.17 ?
36.3
19.15  Edessa rufomarginata
54
11.01 Formiga-feiticeira, Hoplomutilla spinosa
27
14.18 ?
36.3
19.16 ?
54
11.02 Formiga-feiticeira, Hoplomutilla spinosa
27
14.19 ?
36.4
19.17 Besouro-pulga, Alagoasa
58
11.03 Pompilidae (?)
27
14.20 ?
36.4
19.18 Bicho-pau, família Phasmatodea
58
11.04 Pompilidae (?)
27
14.21 ?
36.4
19.19 Lesma, Stylommatophora
58
11.05 Reduvidae
27
15 Grilos
19.20 ?
58
11.06 Reduvidae
27
15.01 Grilo-verdadeiro, Laranda sp.
39
19.21 Dolichopodidae
62

2. Painéis com fotos das espécies:

1. Primatas

1
1.01 Sagui-da-serra-escuro ou caverinha, Callithrix aurita.  Avistado por diversas vezes na APA Miracema, RVS da Ventania, Mata do Conde, porém nem todas as fotos constam do painel. Também tem relatos e fotos de terceiros que os observaram em outras partes de Miracema, como no Parque Ecológico de Miracema (parque urbano).
1, 2 e 6 - APA Miracema, em 08/09/2012;
3 e 4 - RVS da Ventania, em 28/05/2015;
5 - APA Miracema, 07/12/2014; e
7 - APA Miracema, em 01/02/2016.

O sagui-da-serra-escuro é um primata do Novo Mundo da família Cebidae, subfamília Callitrichinae endêmico da Mata Atlântica brasileira. Habita as florestas de montanha dos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e leste e nordeste de São Paulo. Wikipédia
Ameaçado de extinção, o sagui-da-serra-escuro, também chamado de sagui-estrela-preto ou caveirinha, não passa de 400 gramas de peso. É um macaco pequeno, que tem a pelagem preta com manchas ruivas, com destaque para a sua cauda, também preta, mas com finos anéis brancos em toda a sua extensão.
Corre risco de extinção em função da própria floresta viver sob esta mesma ameaça e também da concorrência por alimento com saguis exóticos como o sagui-de-tufos-brancos, que apesar de ser do nordeste brasileiro, tem sido deixado sistematicamente nesta região depois de comprado no comércio ilegal.
Em geral o sagui-da-serra-escuro vive em grupos de 2 a 7 indivíduos, com apenas uma fêmea dominante. Normalmente os irmãos mais velhos ajudam a mãe a cuidar dos mais novos, até que, adultos, formem novos pares e acompanhem outros grupos. 

1.1
Callithrix aurita de cor da pelagem avermelhada, diferente dos que normalmente são avistados em Miracema. RVS da Ventania, em 29/08/2016.

1.2
Mas, a introdução pelo homem do sagui-do-nordeste (Callithrix jacchus) ou do sagui-do-cerrado ( Callithrix penicillata) em uma das matas de Miracema (coordenada: 21º 23' 02'' S, 42º 13' 27'' W) tornou-se uma grande ameaça para a conservação do sagui-da-serra-escuro ou caveirinha (Callithrix aurita), que vem a ser a espécie nativa de primata que vive na nossa região. A associação entre essas espécies tem gerado mudanças comportamentais do caveirinha, que hibrida com os saguis exóticos, o que faz sua população declinar mais ainda, pois nascem apenas híbridos e a população do caveirinha, ameaçado, não se renova.
A distribuição original do Callithrix jacchus é a região Nordeste do Brasil, acima do Rio São Francisco, e do Callithrix penicillata é no cerrado brasileiro. Estes saguis são considerados espécies exóticas invasoras na nossa região, pois estão fora de sua área original. Por aqui, eles estabelecem população e afetam os animais e ecossistema nativos da região.
Dessa forma, Miracema necessita da ajuda de instituições ambientais nacionais e estaduais para controlar as populações destes saguis exóticos.
As fotos acima foram tiradas em 01/02/2016. Eles estavam juntos e provavelmente formavam um casal. O da direita é um híbrido.

2















































1.02 Macaco guigó ou sauá, Callicebus sp. APA Miracema, em 04/11/2014. No momento da observação ela estava somente com o filhote, que carregava na nuca e aparentava ter nascido recentemente. 
Obs.: a identificação da espécie foi corrigida em 21/01/2015, pelo biólogo Sávio Freire Bruno, conforme a seguinte mensagem: 
"Olá, Hélcio, tudo bem? Saúde e paz, amigo! Olha, eu acho que tenho algumas poucas contribuições para dar em uma página que você assina no Blog de Miracema (Fauna observada na natureza em Miracema). Bom, o primeiro primata, o sagui-da-serra-escuro está correto e o registro é excelente, parabéns. O segundo, contudo, não é um bugio, é um guigó ou sauá (Callicebus sp.) que os pesquisadores de língua inglesa chamam de Titi monkeys. São cerca de 30 espécies, não estou muito certo de qual seria esta (há subespécies tb, dependendo da corrente taxonômica). Com calma, eu classifico. Os Callicebus já são bem raros no estado do Rio de Janeiro." 

3
1.03 Macaco prego, Sapajus nigritus. Fotos tiradas em outubro de 2011, por Humberto Toscano, na Serra da Prosperidade, Paraíso do Tobias, 2º distrito de Miracema.
Obs.: a identificação da espécie foi corrigida em 13/03/2016, pela bióloga Fabiane Girardi, conforme a seguinte mensagem:
"Oi Hélcio, tudo bem? Estou aqui "emprestando" suas informações sobre os macacos de Miracema, no blog. Uma sugestão de correção: o que vc cita como bugio (Alouatta), é na verdade macaco prego (Sapajus nigritus), um super predador de ninhos também. rs"

Link para o Wikipédia

4
2. Tamanduá-mirim, Tamandua tetradactyla. APA Miracema, em 12/12/2014. Link para o Museu de Zoologia João Moojen 

Este tamanduá, como os outros, se alimenta unicamente de formigas, cupins ou abelhas. Para isso, o tamanduá-mirim precisa destruir seus ninhos, às vezes muito resistentes, usando as garras de suas patas, bastante fortes, sobretudo a do meio. Essa garra é tão preciosa que, para não danificá-la, o tamanduá se apóia apenas nos lados das mãos, quando se aventura a descer para o chão. Difundido pelas florestas tropicais,o tamanduá-mirim ocorre na América do Sul, a oeste dos Andes, Venezuela, ao norte da Argentina e no Brasil, este tamanduá é sobretudo arborícola.
O tamanduá-mirim faz parte de uma ordem extremamente primitiva, os xenarthras, que possuem baixa temperatura corpórea e baixo metabolismo, associados aos hábitos arbóreos e ao consumo de alimentos pouco energéticos. Os baixos níveis metabólicos são influentes nos longos períodos de gestação e, número reduzido de crias.
O tamanduá-mirim possui cabeça, pernas e parte anterior do dorso de coloração amarelada, restante do corpo negro, formando uma espécie de colete. Sua garra e a longa cauda preênsil permitem que ele se movimente com agilidade por entre os galhos das árvores.
O tamanduá-mirim é discreto e tem hábitos noturnos. Dorme no oco de uma árvore durante o dia e sai à noite para se alimentar. São solitários, encontram-se apenas em época de reprodução. Como todos os tamanduás, ele não tem nem sinal de dente. Sua língua é muito comprida e as glândulas salivares, muito desenvolvidas, produzem uma saliva particularmente colante. A cauda é pelada com algumas manchas escuras. Seu crânio tem formato alongado, juntando-se ao focinho, à boca e aos olhos muito pequenos. Tudo para facilitar suas investidas em buracos pequenos de cupinzeiros.
Pouco se sabe a respeito de sua reprodução, pois ele é de difícil observação e não se reproduz em cativeiro. Sabe-se apenas que o filhote nasce na primavera. As fêmeas são poliéstricas (apresentam cios durante todo o ano) com gestação que varia de 130 a 190 dias, gerando apenas um filhote. O filhote nasce com cerca de 1,3 kg. Durante oito ou nove meses, os filhotes se alimenta somente de leite. Após esse prazo, a fêmea ensina as técnicas de caça aos insetos ao filhote e, é carregado no dorso da mãe ou deixado em alguma toca e quando fica mais velho pode acompanhar a mãe em suas atividades de alimentação. (com informações do site Vida Animal)


5






































































3. Quati, Nasua. O quati é um mamífero da ordem Carnivora, da família Procyonidae e do gênero Nasua. O grupo está distribuído desde o Arizona até o norte da Argentina, possuindo três espécies: Nasua nasua, Nasua narica e Nasua nelsoni. Classificação superior: ProcionídeosWikipédia
1 e 2 - RVS da Ventania, em 04/02/2016;
3 - APA Miracema, em 30/08/2015;
4 - APA Miracema, em 18/07/2014. É um jovem; 
5 - RVS da Ventania, em 04/02/2016; e
6 - APA Miracema, em 18/07/2014.

Link para a Fundação Parque Zoológico de São Paulo 

Assim que o dia nasce, o quati guincha estridentemente e começa a mover-se. Disputando com os companheiros, ele sobe nas árvores ou sai aos saltos pelo chão com a cauda erguida. Suas garras, longas e fortes, e seu focinho em forma de trombeta ajudam-no a escavar por toda a parte à cata de alimento. À tarde, se está calor, o quati faz a sesta.
Há quatro espécies semelhantes desse pequeno carnívoro, encontrado desde o Panamá (América Central) até a Argentina.
O quati vermelho vive em grandes bandos formados de fêmeas e machos jovens. Com mais de dois anos os machos já vivem sozinhos, juntando-se ao bando somente na época do acasalamento, que acontece no fim da primavera. Dez ou onze semanas após, a fêmea produz de dois a seis filhotes. Por mais de um mês, estes permanecem em seu ninho, no oco de uma árvore. O quati alimenta-se de minhocas, insetos e frutas. Aprecia também ovos , legumes e especialmente lagartos. Não gosta de água mas pode nadar bem. Dorme no alto das árvores, enrolado como um bola, e não desce antes do amanhecer. (com informações do site Vida Animal)

9
4. Rato do mato, Brucepattersonius sp., família Cricetidae. APA Miracema, em 08/08/2015. Esses pequenos roedores silvestres brasileiros são de difícil identificação quanto a espécie, por serem morfologicamente parecidos. O espécime fotografado pode ser Brucepattersonius soricinus (Hershkovitz 1998). É encontrado em área de mata de altitude e de transição entre Mata Atlântica e Cerrado. 
5. Bicho-preguiça, Folivora. APA MIracema, em 30/10/2014. Parece ter mais de um neste bolo de pelos. Pela cor do pêlo é da espécie preguiça-comum (Bradypus variegatus). Folivora é uma subordem de mamíferos, da ordem Pilosa, cujas espécies são conhecidas popularmente por preguiça, bicho-preguiça, aí, aígue e cabeluda. Link para o Wikipédia

12
6. Ouriço-caixeiro, Sphiggurus villosusObs.: fotos feitas por Fernando Ribeiro (Chumbinho), em 2015.
7. Gambá-de-orelha-brancaDidelphis albiventris. Obs.: foto feita por Alda Cardoso, em 22/07/2017 (disponibilizada no Facebook).

8. Répteis

15
8.01 Lagarto-verde, Enyalius perditus (Jackson, 1978). APA Miracema, em 24/02/2014. É uma fêmea, pois o macho tem a coloração esverdeada. De hábitos diurnos, este lagarto é encontrado nas poucas áreas de florestas altas da Mata Atlântica dos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo que ainda não tenham sofrido muita intervenção do homem. Pode medir até 30 cm. 
8.02 Lagarto-teiú, Tupinambis teguixin, Tupinambis merianae ou Salvator merianae. APA Miracema, em 31/10/2014. Observado por diversas vezes em Miracema, este foi o maior exemplar, devia medir mais de 1,5 m. Pelo tamanho é um macho adulto. O teiú é o maior lagarto das Américas. Link para O Eco .
8.03 Cobra-de-vidro, Lagarto, Classe Reptilia, Ordem Squamata, subordem Sauria, Familia Anguidae, gênero Ophiodes. RVS da Ventania, em 05/11/2015. Em 13/10/2014 este mesmo réptil foi observado na APA Miracema. É também chamado de cobra-de-vidro, mas não é cobra, porque solta a cauda (autotomia) como muitos lagartos.
Obs.: a identificação da espécie da foto 3 foi corrigida em 21/01/2015, pelo biólogo Sávio Freire Bruno, conforme a seguinte mensagem: 
"E o lagarto, aquele que você coloca como cobra ou lagarto não identificado, é um lagarto, ou seja, Classe Reptilia, Ordem Squamata, subordem Sauria, Familia Anguidae, gênero Ophiodes. É também chamado de cobra-de-vidro, mas não é cobra. Porque solta a cauda (autotomia) como muitos lagartos...São cinco espécies, não consigo dizer qual delas... Ophiodes fragilis talvez, mas não sei dizer, sei dizer que é um Ophiodes sp.
Bom, é isso, amigo, qualquer coisa, estamos aí. Parabéns mais uma vez pelo trabalho!" 

16
8.04 JiboiaBoa constrictor.  RVS da Ventania, em 06/04/2017.

17
8.05 Cobra não identificada. Zona rural (RJ-200), em 04/08/2017. Fotos feitas por Arthur "Veterinário" e Thiago Ribeiro.

9. Aracnídeos

21



9.01 e 9.02 Aranha não identificada. APA Miracema, em 06/08/2015.

21.1
9.03 Aranha-tecedeira, Minathena sp. (Araneidae). APA Miracema, em 21/12/2015;
9.04 ?. APA Miracema, em 05/04/2015;
9.05 - Nephila clavipes. APA Miracema, em 21/03/2015; e
9.06 ?. Mata do Conde, em 08/02/2016.

21.2

9.07 ?. Mata do Conde, em 08/02/2016;
9.08 ?. APA Miracema, em 03/03/2016
9.09 ?. APA Miracema, em 06/01/2016; e
9.10 ?. APA Miracema; em 31/01/2016;

21.3
9.11 Lycosidae. APA Miracema, em 14/09/2016;
9.12 ?. APA Miracema, em 05/04/2012;
9.13 Salticidae sp. Conde, em 26/11/2016; e
9.14 ?. APA Miracema, em22/01/2017.

21.4
9.15 Nephila clavipes. RVS da Ventania, em 01/04/2017.

10. Libélulas

23
10.01 Orthemis discolor. RVS da Ventania, em 12/10/2015;  
10.02 Dragon Fire. Mata do Conde, em 26/02/2016;  
10.03 ?. Mata do Conde, em 26/02/2016;
10.04 Odonata, subordem Anisoptera (Família: Libellulidae), Erythrodiplax sp. Sítio do Bode, em 01/02/2016;
10.05 Diastatops intensa. APA Miracema, em 23/02/2016;
10.06 ?. Mata do Conde, em 26/02/2016.

23.1
10.07 ?. Mata do Conde;  
10.08 ?. APA Miracema;  
10.09 ?. Mata do Conde, em 10/01/2016;
10.10 ?. APA Miracema;
10.11 ?. Sítio do Bode, em 01/02/2016; e
10.12 ?. Sítio do Bode, em 01/02/2016.

23.2
10.13 Erythemis vesiculosa. APA Miracema, em 21/11/2014; 
10.14 Erythrodiplax. APA Miracema, em 06/01/2016;
10.15 ?. Mata do Conde, em 26/02/2016; e
10.16 ?. APA Miracema, em 22/01/2011.

23.3
10.17 ?. APA Miracema;
10.18 Ordem Odonata. RVS da Ventania, em 17/03/2016;
10.19 Ordem Odonata. Mata do Conde, em 20/05/2016;
10.20 ?. Mata do Conde; e
10.21 ?. APA Miracema, em 05/05/2016.

23.4
10.22 ?. Mata do Conde, em 30/07/2016;
10.23 ?. Mata do Conde, em 26/05/2016;
10.24 ?. APA Miracema, em 20/11/2016; e
10.25 ?. Conde, em 21/11/2016.

23.5
10.26 e 10.27 - Diastatops intensa. RVS da Ventania, em 20/12/2016; e 
10.28 e 10.29 ?. Conde, em 21/11/2016.

23.6
10.30 Diastatops intensa. RVS da Ventania, em 13/03/2017;
10.31 ?. RVS da Ventania, em 11/02/2017;
10.32 ?. RVS da Ventania, em 30/03/2017.

11. Vespas

27
11.01 e 11.02 Formiga-feiticeira, Hoplomutilla spinosa, na verdade é uma vespa sem asas, sua picada é considerada entre as três piores de insetos. APA Miracema, em 21/11/2014
11.03 e 11.04 Pompilidae (?)APA Miracema, em 06/01/2016.
11.05 e 11.06 Reduvidae. RVS da Ventania, em 04/04/2017. Ela é o terror das aranhas. Paralisa a aranha com seu veneno, carrega para a toca, bota seus ovos e posteriormente suas larvas comem a aranha viva. Diversas vespas, como esta, parasitam outros invertebrados na fase larval, e muitas são especializadas em parasitar aranhas diversas, é uma morte bem sinistra pro hospedeiro de suas larvas.

27.1
11.07 Hymenoptera: Cabronidae. RVS da Ventania, em 10/01/2016;
11.08 Stictia signata. Mata do Conde, em 02/05/2016;
11.09 Vespa-cintura-de-fio, vespa-amassa-barro, Sceliphron fistularium. RVS da Ventania, em 22/03/2016;
11.10 Hymenoptera: Pompilidae. Mata do Conde, em 14/07/2016.

27.1.1
11.11 e 11.12 ?. RVS da Ventania, em 11/02/2017;
11.13 e 11.14 Vespa-cintura-de-fio, vespa-amassa-barro, Sceliphron fistularium. RVS da Ventania, em 11/02/2017.

27.2
11.15 Hymenoptera (vespa), espécie ?, família ?. APA Miracema, em 20/03/2016;
11.16 Ichneumonidae. APA Miracema, em 07/08/2016; e
11.17 Polistes sp. Conde, em 11/09/2016; e
11.18 ?. Mata do Conde, em 13/10/2016.

11.19 Casas de marimbondo

27.3
Polybia platycephala. São vespas sociais. Nas fotos 4 e 5 casais de passarinhos (caneleiro-preto e cambacica) construíram ninhos bem próximos do vespeiro para se beneficiarem da agressividade das vespas e aumentarem as chances de sucesso reprodutivo.
11.19.01 e 11.19.2  RVS da Ventania, em 10/01/2015;
11.19.3 RVS da Ventania, em 06/12/2015;
11.19.4  RVS da Ventania, em 29/11/2015; e
11.19.5 APA Miracema, em 17/12/2015. 

27.3.1
11.19.6 e 11 19.7 Parachartergus fraternus. RVS da Ventania, em 11/02/2017; e
11.19.8 e 11.19.9 Marimbondo-chapéu, Apoica pallens (Fab. 1804) (Vespidae, Polistinae). RVS da Ventania, em 30/03/2017.

27.3.2
11.19.10 ?. APA Miracema, em 07/02/2014;
11.19.11 ?. RVS da Ventania, em 08/06/2017. Vespas caçadoras fazem receptáculos de barro onde depositam pequenas lagartas sobre as quais botam seus ovos...; e
11.19.12 e 11.19.13 ?. RVS da Ventania, em 06/08/2017.

27.4
11.30 Agelaia vicina ou Polybia sericea. APA Miracema, 20/11/2016;
11.31 Tiphiidae ou Myzinum (vespa). RVS da Ventania, em 21/11/2016;
11.32 Vespinha, Sphecidae. Conde, em 26/11/2016; e
11.34 ?. Conde, em 15/12/2016.

27.5
11.35 e 11.36 Polybia sp. (Synoeca surinama?). Areas (Paraíso do Tobias), em 19/12/2016; 
11.37 Asilidae. APA Miracema, em 22/01/2017; e
11.38 Polistes versicolor (?). APA Miracema, em 03/03/2016.

27.6
11.39 e 11.40 Pompilidae. RVS da Ventania, em 08/06/2017;
11.41 ?. Estrada Miracema-Paraíso do Tobias, em 23/05/2017; e
11.42 Agelaia vicina ou Polybia sericea. Estrada Miracema-Paraíso do Tobias, em 19/12/2016.

12. Formigas

30
12.01Formiga-dourada, Camponotus sericeiventris. APA Miracema, em 13/03/2016;
12.02 Ninho incipiente de cortadeiras do gênero Atta (saúvas ) (?). APA Miracema, em 23/02/2016; e
12.03 e 12.04 Azteca sp. (formiga). Mata do Conde, em 08/10/2016.

13. Cupins

33
13.01 e 13.02 ?. Mata do Conde, em 25/09/2016. Foto 1 cupinzeiro do cupim da foto 2;
13,03 e 13.04 Mata do Conde, em 13/10/2016.

14. Abelhas

36
Mamangava-de-toco, Xylocopa augusti . Três subespécies observadas em Miracema. (link para ver a importância da mamangava como polinizadora).
14.01 e 14.02 APA Miracema, em 08/01/2016;
14.03 e 14.04 APA Miracema, em 23/02/2016, eMata do Conde, em 02/05/2016, respectivamente;
14.05 e 14.06 Mata do Conde, em 01/04/2016, e Areas (Paraíso do Tobias), em 19/12/2016. Com as pernas carregadas de pólem.

36.1
14.07 e 14.08 Oxaea flavescens (abelha). Conde, em 12/11/2011. O pássaro é um cuitelão;
14.09 Solitária abelha Euglossine (?). Mata do Conde, em 05/05/2016.
14.10 Abelha-europa, Apis mellifera. RVS da Ventania, em 10/07/2016.  abelha social, de origem europeia, cujas obreiras medem de 12 mm a 13 mm de comprimento e apresentam pelos do tórax mais escuros. Também é chamada abelha-alemã, abelha-comum, abelha-da-europa, abelha-de-mel, abelha-doméstica, abelha-do-reino, abelha-escura, abelha-preta e oropa.

36.2
Oxaea sp. (abelha).
14.11, 14.12 e 14.13 Mata do Conde, em 24/09/2016; e
14.14 Mata do Conde, em 08/10/2016.

36.3
14.15 e 14.16 Scaptotrigona (abelha). Miracema, em 08/02/2016. Obs.: Foto feita por Fernado Ribeiro (Chumbinho); e
14.17  14.18 ?. Conde, em 12/10/2016. 

36.4
14.19, 14.20 e 14.21 ?. Conde, em 27/11/2016.

15.Grilos

39
15.01 - Grilo-verdadeiro, Laranda sp. (Gryllidae:Phalangopsinae:Phalangopsidae:Paragryllinae:Paragryllini). APA Miracema, em 11/01/2015;
15.02 ?. APA Miracema, em 16/03/2014;
15.03 ?. APA Miracema, em 22/02/2013; e
14.04 ?. APA Miracema, em 07/01/2015;

39.1
15.05 ?. APA Miracema, em 03/03/2016
15.06 ?. APA Miracema, em 30/08/2016;
15.07 ?. Conde, em 25/11/2016; e
15.08 ?. Conde, em 26/11/2016.

39.2
15.09 ?. RVS da Ventania, em 17/03/2016;
15.10 ?. RVS da Ventania, em 19/03/2016;
15.11 ?. APA Miracema, em 20/03/2016; e
15.12 ?. APA Miracema, em 20/03/2016.

39.3
15.13 Grilo-doméstico, Acheta domesticus. Conde, em 15/12/2016;
15.14 - Grilo-verdadeiro, Laranda sp. (Gryllidae:Phalangopsinae:Phalangopsidae:Paragryllinae:Paragryllini). APA Miracema, em22/01/2017;
15.15 ?. RVS da Ventania, em 02/04/2017.

16. Gafanhotos

42
16.01 Ninfa de gafanhoto-soldado, Chromacris speciosa. APA Miracema, em 06/01/2016;
16.02 Gafanhoto-soldado, Chromacris speciosa. APA Miracema, em 06/01/2016;
16.03 ?. APA Miracema, em 17/12/2015;
16.04 Tropidacris - Romaleidae. É um gafanhoto grande, o da foto devia medir uns 15 cm e tinha a parte inferior das asas alaranjada. RVS da Ventania, em 20/12/2015.

42.1
16.05 Tropidacris - Romaleidae. RVS da Ventania, em 22/03/2016;
16.06 Staleochlora viridicata (Serv., 1838) ?. APA Miracema, em 22/01/2017; 
16.07 ?. APA Miracema, em 22/01/2017;e
16.08 ?. APA Miracema, em 22/01/2017;

17. Cigarras

45
CigarraCicadoidea (Link para o Wikipédia). Fotos 2, 3 e 4 demonstram a cigarra em três estágios de transformação.
17.01 APA Miracema, em 09/12/2014;
17.02 RVS da Ventania, em 04/01/2017; e
17.03 APA Miracema, em 05/11/2014;
17.04 Conde, em 15/12/2016.

45.1
17.05 e 17 06 Cigarra coloridaCarineta diardi. Miracema, em 15/10/2016.

18. Moscas

48
Diptera: Asilidae. São moscas predadoras.
18.01 Mata do Conde, em 08/10/2016;
18.02 Mata do Conde, em 13/10/2016. Asilidae predando um inseto;
18.03 e 18.04 Mata do Conde, em 24/09/2016;
18.04 APA Miracema, em 14/11/2013; e
18.06 APA Miracema, em 22/11/2014. Asilidae em cópula.

48.1
18.07 e 18.08 Diptera: Mydidae . Grupo no qual existem as maiores moscas. APA Miracema, em 12/04/2014.

48.2
18.09 Família Syrphidae. RVS da Ventania, em 17/03/2016;
18.10 ?. APA Miracema, em 20/03/2016;
18.11 ?. Mata do Conde, em 26/05/2016; e
18.12 ?. Conde, em 12/10/2016.

48.3
18.13 ?. APA Miracema, em 15/06/2014; e
18.14 ?. Mata do Conde, em 21/08/2016;
18.15 Diptera: Tachinidae , são moscas parasitóides de plantas e outros artropodes. APA Miracema, em 03/03/2016;
18.16 Bombiliídeo, Villa sp. APA Miracema, em 14/09/2016;

48.4
18.17 Oestridae (?). Conde, em 15/12/2016; e
18.18 Calliphoridae (provavelmente Chrysomya). Areas (Paraíso do Tobias), em 19/12/2016.

48.4.1
18.19 Hyperalonia sp. RVS da Ventania, em 22/04/2017.

19. Outros insetos

48.5
19.01 Lepidoptera da família Erebidae, em cópula. Mata da Liberdade, em  24/02/2016; e
19.02 Lepidoptera da família Erebidae. Conde, em 26/08/2016.

50
19.03 e 19.04 Rutela lineola. Conde, em 29/11/2016;

51
19.05 e 19.06  Chasmodia emarginata - Rutelinae. APA Miracema, em 31/01/2016 e 03/03/2016, respectivamente. Na 2ª foto, o Chasmodia emarginata - Rutelinae divide o alimento com uma borboleta-estaladeira-vermelha (Hamadryas amphinome) e com uma Biblis hyperia (a da direita). Todos estavam alimentando-se de uma goiaba-branca, que antes havia sido aberta por passarinhos;
19.07 Rinastus sternicornes - Corculionidae; APA Miracema, em 07/04/2015; e
19.08 Piolho-de-cobra, Diplopoda. Media cerca de 30 cm. Link para o Wikipédia. APA Miracema, em 21/08/2015;

54
19.09 e 19.10 Cigarrinha-das-pastagensTomaspis furcata. APA Miracema, em 12/12/2014;
19.11 e 19.12 ?. APA Miracema, em 22/11/2014, e 17/12/2015, respectivamente;
19.13 ?. RVS da Ventania, em 05/11/2015;
19.14 Psiloptera. Mata do Conde, em 06/03/2015;
19.15 Edessa rufomarginata; APA Miracema, em 27/04/2014; e
19.16 ?. APA Miracema, em ?

58
19.17 Besouro-pulga, Alagoasa. APA Miracema, em 06/01/2016;
19.18 Bicho-pau, família Phasmatodea (link para o Wikipédia). RVS da Ventania, em 04/02/2016;
19.19 Lesma, Stylommatophora (link para o Wikipédia). Mata da Liberdade, em 24/01/2016; e
19.20 ?. RVS da Ventania, em  17/03/2016.

62
19.21 Dolichopodidae. Conde, em 03/08/2017.


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FOTOS DE ANIMAIS ATROPELADOS EM MIRACEMA

Um alerta para as autoridades ambientais sinalizarem os locais. Algumas imagens podem ser perturbadoras, aconselhamos cautela.


1 e 2 - Tamanduá-mirim, Tamandua tetradactyla, respectivamente atropelados em 2012 em estrada vicinal na Ventania de Baixo e em 20/08/2014 em outra estrada vicinal também na Ventania de Baixo; 
3 - Jaguatirica, Leopardus pardalis, atropelada em 25/06/2011 na rodovia RJ-200, no trecho Miracema a Paraíso do Tobias (2º distrito);
4 - Gambá-de-orelha-preta, Didelphis aurita, atropelado em 17/01/2014 na mesma estrada vicinal e bem próximo do atropelamento do 2º tamanduá-mirim;
5 - Jararaca-da-mata, Bothrops jararac, atropelada em 20/03/2014 na mesma estrada vicinal e bem próximo dos atropelamentos do 2º tamanduá-mirim e do gambá;
6 - Mão-pelada, Procyon cancrivorus, atropelada em 05/03/2013 na rodovia RJ-116, no trecho Miracema a Venda das Flores (3º distrito);
7 e 8 - Cachorro-do-mato, Cerdocyon thous, respectivamente atropelados em 12/04/2014 e 22/07/2014 na rodovia RJ-116, no trecho Miracema a Venda das Flores (3º distrito);
9 - Jiboia, Boa constrictor, atropelada em 15/09/2012 na mesma estrada vicinal e bem próximo dos atropelamentos do 2º tamanduá-mirim, do gambá e da jararaca;

As fotos são de autoria de Helcio Granato Menezes, exceto a da jaguatirica que foi captada de blogue de notícias que o jornalista Renato Mercante mantinha na ocasião.

5 comentários:

disse...

MLindas imagens

Socram Val disse...

Tinha que mandar essas fotos para aquele aplicativo urubu

Socram Val disse...

Seria bom se você enviasse as fotos desses animais mortos para aquele aplicativo chamado urubu.

Hélcio Granato Menezes disse...

Bem lembrado, Socram Val!
Vou enviar para http://cbee.ufla.br/portal/sistema_urubu/urubu_mobile.php

Crítico disse...

Hélcio, aqui é o Thiago, que mandou a foto da cobra não identificada. Tomora que consiga identificar. Belas fotos.